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Começa na próxima quarta-feira (20) a obra de duplicação da avenida do
Parque da Represa de São José do Rio Preto (SP). A obra visa acabar com um
dos gargalos do trânsito na região central e também na área da Represa
Municipal.
A obra vai começar pela Avenida Murchid Homsi, que será fechada para o
trânsito no trecho entre a Rua Conselheiro Saraiva até a rotatória próxima ao
Centro Esportivo Júpiter Olímpico sentido rodovia Washington Luiz.
A rota alternativa para quem descer pela Avenida Murchid Homsi para o
Parque da Represa será a pista contrária da avenida, que passará a ter mão
dupla de direção durante o período de obras. A previsão da secretaria de
obras é que o trecho fique interditado por dois meses.
Serão construídos dois viadutos para ligar a Avenida Alberto Andaló à
região dos lagos. A obra toda tem previsão de 10 meses para ser concluída. Na
quarta-feira terá início a fundação dos viadutos. O viaduto da Avenida
Murchid Homsi será ampliado. Embaixo dele irá passar a nova pista, que será
construída ao lado da ferrovia. A Secretaria de Trânsito pede atenção aos
motoristas e pede que evitem esse trecho a partir da interdição.
Fonte: G1
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Obra de duplicação da avenida em Rio Preto, SP, começa quarta-feira
Pedágios do Estado de SP terão de divulgar valor arrecadado
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sancionou projeto
que obriga concessionárias de rodovias paulistas a apresentar balanço anual
de lucros por cada praça de pedágio.
Na região são três praças que os motoristas são obrigados a passar
para quem trafega entre Bebedouro, Catanduva e Rio Preto, pelas rodovias
Washington Luis e Brigadeiro Faria Lima.
A empresa que detém a concessão das duas rodovias desde junho de 1998
é a Triângulo do Sol. Em valores atualizados em julho de 2012, os motoristas
que passam pelo pedágio de Catiguá (Rio Preto - Catanduva) pagam R$ 12,20.
Entre Catanduva e Bebedouro são mais duas praças. A primeira em Taiúva (R$
6,10) e Agulha (R$ 8,60).
Para o trajeto de ida e volta entre Rio Preto e São Paulo, os
motoristas pagam R$ 141,20. Um aumento de 4% com relação a 2011, quando a
viagem custava R$ 135,60. Para a autora do projeto, a deputada Ana Perugini
(PT), a lei “vai permitir que o parlamento tenha mais condições de fiscalizar
e exigir o cumprimento dos contratos por parte das concessionárias, exigindo,
se for o caso, a redução das tarifas abusivas e, em último caso, cancelamento
da concessão”.
Hoje, são 19 empresas que detêm a concessão de rodovias em todo Estado
de São Paulo. Na região de Rio Preto, o contrato com a Triângulo do Sol vai
vigorar até 2021.
Outro lado
Procurada, a assessoria de imprensa da Triângulo do Sol informou que
balanços anuais são feitos e disponibilizam material no site oficial da
empresa.
A assessoria informou também que cumprirá a nova lei e divulgará
valores de cada praça de pedágio.
Durante disputa pelo governo de São Paulo,
Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu rever o preço cobrado nas praças de pedágios
em todo Estado, ao analisar contratos com empresas. “Se tiver margem, invés
de exigir mais obras, podemos exigir redução”, afirmou à época.
O Diário questionou a Agência de Transporte de São Paulo (Artesp)
sobre valores. Em resposta, a Artesp disse que desde 2012 implanta de maneira
experimental o “Ponto a Ponto”, onde o motorista paga por trecho percorrido,
o que derruba os custos em até 70%. A Artesp não respondeu sobre valores de
pedágios na região de Rio Preto.
Com relação ao estudo prometido por Alckmin, a Artesp disse que “todos
contratos de concessão estão em análise desde 2011, sem previsão para
entrega”.
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Fonte.: Região Noroeste
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Governo reafirma novas regras para portos privados
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Apesar das pressões de trabalhadores contra a medida provisória que
cria um novo marco regulatório no setor de portos, o governo não vai recuar
na decisão de autorizar terminais privados a operar com cargas de terceiros
nem vai obrigá-los a seguir o modelo de contratação de pessoal dos portos
públicos.
Na quinta-feira (15), durante reunião na Casa Civil, representantes de trabalhadores
do setor pressionaram o governo dizendo que a MP pode gerar uma
"quebradeira" dos portos públicos, mas ouviram apenas a promessa de
manutenção de um diálogo direto e de que os direitos trabalhistas serão
preservados.
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que recebeu quatro
representantes dos trabalhadores, disse que o governo pode fazer
"adequações" na proposta, mas "não vai abrir mão" de
modernizar e tornar mais competitivo o setor portuário no país.
O PONTO CRÍTICO
A principal queixa dos sindicalistas, repetida ontem ao governo, é
contra o tópico que desobriga os portos privados a se submeterem ao mesmo
modelo de gestão e contratação de mão de obra usado nos portos público.
Isso porque no Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra) os trabalhadores têm
poder de interferência -o que, para analistas, aumenta custos.
O receio dos trabalhadores é que, como terminais privados serão
liberados para operarem cargas que não sejam próprias, eles atraiam mais
contratos -uma vez que seu custo poderá ser menor-, deixando os portos
públicos sem serviço.
"Vocês vão quebrar o porto público", afirmou o deputado
federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, que
chegou a sugerir a retirada da MP do Congresso e a apresentação de um projeto
de lei, que tramita de forma mais lenta.
A sugestão de retirar a MP é refutada pelo governo. "O Executivo
fez sua proposta e o Congresso tem legitimidade de fazer a discussão",
afirmou a ministra Gleisi Hoffmann, que prometeu ouvir novamente os
trabalhadores.
"Do jeito que vocês falam parece que nosso porto é ineficaz, caro
e que não aguenta competição. Não acredito nisso e o direito dos
trabalhadores será resguardado", disse a ministra na reunião.
"Terminais públicos e privados têm que respeitar a legislação
trabalhista. Isso é básico", disse a ministra. Ela respondeu ainda às críticas
de que que se encontrou apenas uma vez com os trabalhadores enquanto passou
"manhã, tarde e noite" com empresários para tratar das mudanças nos
portos -a MP recebeu críticas de vários envolvidos no setor portuário.
A reunião foi aberta à imprensa, algo pouco usual no Palácio do
Planalto. Os trabalhadores saíram do encontro com a promessa de ser ouvidos
novamente pelo governo.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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ANP vê esgotamento logístico na Petrobrás
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O aumento da importação de combustíveis está esgotando o sistema
logístico nacional e traz risco de desabastecimentos pontuais no País,
segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Estudo sobre a evolução do
mercado de combustíveis e derivados de 2000 a 2012, divulgado ontem, também
expõe os prejuízos da Petrobrás com a defasagem de preços da gasolina em
relação ao mercado internacional.
Um gráfico montado pela agência mostra que a Petrobrás teve mais
prejuízo do que lucro desde 2004 com a política de não repassar as oscilações
do mercado internacional aos preços da gasolina na bomba.
O gráfico também revela que a companhia tem perdido com a defasagem de
preços da gasolina desde o início de 2011. No primeiro semestre de 2012, a
petroleira informou ter perdido cerca de US$ 1 bilhão por mês com a diferença
nos preços de diesel e gasolina. A ANP não informou o cálculo sobre o
prejuízo total da companhia no período, mas indica que a diferença entre o
preço internacional e o praticado no Brasil estava em cerca de US$ 20 por
barril em novembro passado, último dado disponível.
A agência diz ainda que, caso a taxa de câmbio tivesse se mantido
constante desde janeiro de 2011, os preços domésticos da gasolina estariam
atualmente compatíveis com aqueles vigentes no mercado internacional. O
estudo, de 23 páginas, mostra os efeitos do aumento do consumo e das
importações. Diz, por exemplo, que a necessidade logística para desembarque
dos derivados aumentou 70% em apenas três anos (2008 a 2011).
Para a ANP, esta tendência deve ser mantida caso não se alterem as
condições de oferta doméstica e de crescimento da demanda verificadas nos
anos recentes, já que terminais, bases e refinarias operam no limite da
capacidade. "Apesar de não se vislumbrar risco de desabastecimento
sistêmico, ele pode ocorrer pontualmente, como mostraram alguns episódios
ocorridos em 2012", diz a agência.
Não há perspectiva de solução no curto prazo, diz a agência. E há
inclusive dúvidas no longo prazo, já que há indefinição sobre a concretização
de projetos de refinaria. As Premium I e II (Ceará e Maranhão) e a segunda
fase do Comperj (RJ), por exemplo, não estão com investimentos confirmados
pela Petrobrás, já que os projetos foram considerados caros demais.
Lógica econômica. "Deve-se frisar que a lógica econômica
incentiva a Petrobrás, em contextos de escassez de recursos, a postergar os
investimentos no downstream, para não prejudicar o andamento dos projetos
mais rentáveis do upstream, sobretudo aqueles relacionados ao desenvolvimento
dos campos do pré-sal", diz o relatório.
A ANP destaca que o diesel, que responde individualmente pelo maior
volume de importações, e também pelo maior déficit comercial, pode trazer
complicações adicionais para a logística de abastecimento com a entrada do
S10 (diesel com menor teor de enxofre) no mercado, já que este requer ativos
dedicados para armazenagem e transporte.
"Problemas de contaminação do novo diesel ao longo da cadeia,
deixando-o fora das especificações estabelecidas pela ANP, poderão se revelar
como fontes adicionais de estresse logístico para o abastecimento
nacional."
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Fonte.: O Estado de S. Paulo
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Justiça cassa liminar que suspendia Resolução 417 do Contran
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O TRT de Brasília cassou a liminar que suspendia os efeitos da
resolução 417/12 do Contran, cujos efeitos eram a prorrogação de 180 dias
para o início da fiscalização rodoviária e a realização desta fiscalização
somente nas rodovias onde havia locais de descanso e infraestrutura de
parada.
Entretanto, antes dessa decisão, o próprio Contran já havia publicado
a Resolução 431/13, suspendendo os efeitos da 417/12, o que, na prática,
significa que as Polícias Rodoviárias Estadual e Federal, além dos órgãos de
trânsito, devem continuar a fiscalizar os tempos de descanso previstos na lei
Ainda sobre a Lei 12.619/12, a 3ª Vara Federal de Goiás concedeu uma liminar
determinando que, nas rodovias federais daquele Estado, também haveria
obrigação de cumprimento e fiscalização dos tempos de descansos preconizados
pela Lei do Motorista. É importante informar todas as transportadoras que a
Lei 12.619 continua em vigor, mas que, em face da decisão do TRT de Brasília,
poderá o Contran vir a reeditar a Resolução que prorroga o prazo da
fiscalização e restringe as autuações aos locais onde há estrutura de parada
para descanso. Havendo qualquer manifestação por parte do CONTRAN, o SETCESP
informará imediatamente. Por hora, é importante cumprir as regras esculpidas
na Lei 12.619/12, que continua em vigor.
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Fonte.: Impresa SETCESP
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