quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Más condições da MT 130 causa preocupação nos motoristas


A MT 130 que liga Rondonópolis a Paranatinga, na região sul do estado continua com os mesmos problemas de sempre, a quantidade de buracos no trecho que tem extensão de 25 km entre a divisa do município de Primavera do Leste e Paranatinga. A pavimentação asfáltica em alguns trechos esta muito danificada, os motoristas já utilizam as laterais da pista para desviar dos buracos, já que na pista de rolamento começou ficar impossível de trafegar.

Os motoristas reclamam e pedem uma atenção do estado para recuperar esse trecho de asfalto, já no trecho que segue de Paranatinga a Sorriso e que não é pavimentada também os motoristas estão enfrentando problemas já no inicio do período das chuvas em alguns trechos já começaram aparecer os atoleiros.

Existe a promessa do Estado dando conta que a rodovia será asfaltada em breve, mas até agora nada saiu do papel.

O tráfego de caminhões de cargas é intenso e se continuar assim vai ficar impossível de trafegar pela estrada que tem o nome da rodovia da economia, mas que para os motoristas e donos de transportadora ela se tornou a rodovia da despesa.

Fonte.: 24 Horas News

TCU quer saber motivos de radares em Rio Preto, SP, não funcionarem


O Tribunal de Contas da União quer saber o porquê do atraso para que os radares instalados na rodovia BR-153 comecem a funcionar. Os radares na região de São José do Rio Preto (SP) já estão instalados, mas ainda não foram ligados. Nos 38 quilômetros da BR-153 que vão de Nova Granada (SP) a Rio Preto, 13 radares vão controlar a velocidade máxima dos motoristas, que ficará entre 60 e 80 km/h, dependendo do trecho.

Ainda não há previsão de quando os aparelhos vão entrar em operação, mas o assunto já divide opiniões por causa das punições. “O grande problema é que em um lugar da estrada é 60, outro é 80, outro é 90 km/h. O objetivo único é arrecadar dinheiro”, afirma Amarildo Garavelo, representante comercial.

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, que entrou em vigor no final do ano passado, determina que as vias urbanas e as rodovias não precisam mais ter placas indicando que no local há fiscalização eletrônica. Mas, a norma prevê também, que os radares têm de estar a vista dos motoristas. 

Para evitar transtornos, a principal orientação é ter atenção ao volante. Isso porque, segundo especialistas, é muito difícil comprovar na justiça, quando uma multa foi gerada por um equipamento que estava escondido. “Neste caso ele teria que fazer uma boa prova para então pleitear o cancelamento do auto de infração”, diz Antônio Nassif Makluf, consultor de trânsito.

De acordo com o Código de Trânsito, as punições variam de R$ 89 a R$ 591, dependendo da velocidade. Na rodovia Washington Luiz, oito radares monitoram a velocidade. Além disso, a polícia rodoviária utiliza aparelhos móveis para fiscalizar os motoristas. A intenção é garantir a segurança na estrada. “O excesso de velocidade aumenta as consequências de um acidente e funciona até como causas indiretas. 

Então por isso nós fazemos um trabalho intenso para dar segurança aos motoristas”, explica Fabiano Nascimento, capitão da polícia rodoviária.

A concessionária que administra a BR-153 informou que os radares dependem de um convênio entre a Agência Nacional de Transportes, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e Polícia Rodoviária Federal para entrar em funcionamento, o que deve acontecer até o fim do ano.

Fonte.: G1

Expansão do transporte de cargas requer investimento em acessos


O investimento na infraestrutura “fora dos portos”, em acessos rodoviários e ferroviários, é uma das principais medidas para que seja garantida a expansão do transporte de cargas por contêineres, analisou o presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop), Mauro Salgado.
A observação está ligada ao fato de que as caixas metálicas são as que demandam uma logística mais sofisticada, com a utilização de caminhões e terminais retroportuários.

Para Salgado, que também é o diretor administrativo-comercial da Santos Brasil, grupo que explora, entre outras instalações portuárias, o Terminal de Contêineres (Tecon) de Santos, com a aplicação de recursos nessa infraestrutura, será possível para o País crescer no segmento de contêineres na proporção de um para três – ou seja, para cada 2% de incremento no PIB (Produto Interno Bruto), um aumento de 6% na movimentação dos contêineres. No mundo, o transporte por cofres cresce o dobro do PIB.

E, segundo o executivo, o Governo começou a entender essa necessidade. Uma demonstração foi a criação do Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), contratado pela Secretaria de Portos (SEP) e elaborado pela Universidade de Santa Catarina. “Do montante de dinheiro que deve ser gasto para que os portos atendam tudo que o País precisa até 2030, 65% será aplicado fora dos portos e 35% nos portos”, disse.

Porém, para que esses investimentos funcionem, o diretor acredita que o grande dever de casa é fazer com que a SEP e o Ministério dos Transportes consigam trabalhar juntos. Ambos atuarão em parceria no Plano Nacional de Logística Integrada, originado a partir do PNLP. “Temos preocupação de que hoje isso ainda não esteja funcionando bem”, disse.

Ao fazer uma análise da movimentação de contêineres nos portos brasileiros, Salgado destacou a existência de problemas em dois estados, onde o Governo precisará tomar providências: Paraná e Bahia. “O Governo ficou parado durante muito tempo. Não tomou as providências necessárias para que a oferta acompanhasse a demanda nessas regiões. O que falta é oferta de capacidade para contêineres”, afirmou.
Em relação a Santos, o executivo afirmou que o Terminal de Contêineres (Tecon), operado na Margem Esquerda (Guarujá), continua trabalhando abaixo de sua capacidade, com cerca de 1,5 milhão de TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano. A capacidade total é de 2 milhões de TEUs anuais.

De acordo com Salgado, a tendência é que o cenário continuará o mesmo, apesar da entrada em funcionamento, no próximo ano, dos empreendimentos da Brasil Terminal Portuário (BTP) e da Embraport, ambos em construção no cais santista.

“Haverá, sim, uma redistribui-ção de cargas”, enfatizou o empresário, prevendo ainda a migração de mercadorias de outras regiões – sobretudo do Espírito Santo, com o fim da guerra fiscal (unificação do ICMS). “Se fala hoje em uma migração de 10% do total movimentado por Santos, cerca de 33 mil TEUs”, explicou, referindo-se às cargas que deverão vir para o cais santista.

Sobre a construção dos dois novos terminais, que serão concorrentes do Tecon, Salgado se mostrou otimista. “Sempre estamos preocupados com a concorrência porque queremos ser os melhores. Mas a pior situação é você ter pouca capacidade no Porto, porque aí a carga migra do porto e trazê-la de volta é muito difícil, ainda mais se o outro lugar está funcionando”, observou.

Para o executivo, a BTP e a Embraport aparecem em um momento decisivo, pois, sem os novos terminais, o complexo santista teria problemas em cerca de um ou dois anos. “Eles garantem que a carga vai continuar sendo do Porto. Um estudo da Codesp apontou que, até 2022, com os terminais, não haverá falta de capacidade para contêineres em Santos”.

Fonte.: A Tribuna

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Rodovias da região de Campinas sofrem interdição para recapeamento


As rodovias Professor Zeferino Vaz (SP-332) e Dom Pedro I (SP-065) sofrem interdições em faixas das pistas a partir de ontem (16/10) na região de Campinas (SP). Segundo a concessionária Rota das Bandeiras, o bloqueio acontece para a realização de obras no pavimento.

Na Zeferino Vaz os trabalhos acontecem na faixa da esquerda, entre o km 128, na altura de Paulínia (SP), e o km 135, próximo a Cosmópolis (SP). A interdição segue até a próxima sexta-feira (19), sempre entre 7h e 17h.

O motorista que segue para Campinas encontra trechos de obras entre o km 116 e o km 114. Nesses locais, o tráfego fica bloqueado na faixa da direita sem interrupção até o sábado (20). Segundo a concessionária, o bloqueio é necessário para a secagem do pavimento.

Na rodovia Dom Pedro I, as faixas da esquerda e central ficam bloqueadas no sentido Jacareí, do km 130 ao km 128. Essa interdição é realizada somente na terça-feira, no período de 10h até 17h.
A Rota das Bandeiras orienta o motorista que passa pelo local a redobrar a atenção e diminuir a velocidade. A empresa recomenda, ainda, que se evite os trechos bloqueados durante os horários de pico.

Fonte.: G1

Estiagem prejudica transporte de combustível para RO, AM e MT


As balsas que transportam combustível de Manaus (AM), para Rondônia, Acre e norte do Mato Grosso viajam com 60% da carga devido ao baixo nível do Rio Madeira em Porto Velho (RO).

A profundidade em alguns pontos do rio não atinge os três metros em virtude do longo período de estiagem na região.

A alternativa encontrada pelos revendedores de combustível foi buscar o produto via terrestre em São Paulo, aumentando o preço para o consumidor final. A Marinha e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) já mapearam 32 pontos críticos de navegação.

“Já tivemos um repasse de R$ 0,10 na gasolina para os revendedores e para o consumidor houve um repasse de R$ 0,05”, afirma Volmir Ramos, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Devirados de Petróleo e Lubrificantes do Estado de Rondônia (Sindipetro-RO).

Pelo Rio Madeira são transportados por ano três bilhões de litros de combustível e cinco toneladas de outros produtos, principalmente soja. A existência de vários bancos de areia e troncos de árvores torna o transporte mais difícil também para mais de 40 mil pessoas por ano.

Fonte.: Portal Transporta Brasil