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O governo federal está implementando o CT-e (Conhecimento Eletrônico
de Transporte) em substituição aos documentos fiscais de transporte de carga
em papel. Com isso, a partir do dia 1/8, as transportadoras deverão aderir ao
novo método. Já os contribuintes do segmento rodoviário optantes pelo regime
do Simples Nacional terão que aderir até o dia 1/12. A obrigatoriedade já
está valendo para os modais ferroviário, dutoviário, aéreo e aquaviário.
O CT-e é um documento de existência exclusivamente digital com
validade jurídica que deverá substituir diversos documentos fiscais
relacionados à prestação de serviços de transportes.
A finalidade do uso do Conhecimento Eletrônico é acelerar o
procedimento e trazer maior segurança na troca de informações por meio do
documento. Com isso, o motorista também vai ganhar praticidade, por exemplo,
nos postos de fiscalização interestaduais bastará mostrar uma impressão do
CT-e que o fiscal localizará o registro da viagem e dados referentes à venda
das mercadorias. Já no caso do caminhoneiro autônomo será necessário que as
informações sobre vale-pedágio também sejam inseridas no Conhecimento
Eletrônico, assim, outros órgãos como a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) poderão fiscalizar se o embarcador está pagando a tarifa do
pedágio.
Segundo Adauto Bentivegna Filho, advogado especialista em transportes,
para a emissão do CT-e é necessário estar credenciado na unidade da federação
onde possua inscrição como contribuinte.
Para a concessão de autorização do uso do CT-e será analisada a
regularidade fiscal e credenciamento do emitente, a autoria da assinatura do
arquivo digital, a integridade do arquivo, a observância ao layout do CT-e,
além da numeração e série.
“O emitente poderá adotar séries distintas para emissão do
Conhecimento Eletrônico, tipo 01, 02 etc., mas jamais sub-série. Quando o
CT-e for emitido em unidade da federação onde ele não possui credenciamento,
deve utilizar séries distintas. Entretanto, neste caso, a solicitação deverá
ser transmitida à administração tributária em que este estiver credenciado”,
explica o especialista. “Caso haja protocolo entre as unidades da federação
que permita a solicitação de usos do CT-e ainda que o contribuinte não seja
daquele Estado, é possível então e pedir a citada autorização para o Estado
onde a transportadora não tem sede”, ressalta.
Entenda como funciona o Conhecimento Eletrônico:
• Geração de um arquivo eletrônico contendo informações fiscais da
prestação de serviço, que deverá ser assinada digitalmente;
• Este arquivo eletrônico é CT-e, que será transmitido via internet para a
Secretaria da Fazenda, que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá, em
tempo real, um protocolo de recebimento (autorização de uso);
• Após o recebimento do CT-e, a Secretaria da Fazenda disponibilizará
consulta na internet para que o tomador e outros legítimos interessados que
detenham a chave de acesso do documento eletrônico possam verificar sua
autorização e conteúdo;
• O CT-e será transmitido para Receita Federal, que será o repositório
nacional do mesmo, e para a Secretaria da Fazenda do Estado de destino da
carga, no caso de transporte interestadual;
• O prestação de serviço será acobertada pelo DACTE (Documento Auxiliar do
CT-e) em papel comum (papel A4). Este conterá impressa a chave de acesso para
consulta na internet e um código de barras que facilitará as informações do
CT-e pelos Postos Fiscais de fronteiras;
• O DACTE não é um conhecimento de transporte, nem substitui um, servindo
apenas para acobertar o transporte e auxiliar a consulta do CT-e no site da
Secretaria da Fazenda.
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Fonte.: Portal Transporta Brasil
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Empresas deverão emitir Conhecimento Eletrônico de Transporte em agosto
terça-feira, 16 de julho de 2013
Pedágio por trecho poderá se espalhar por todo o Brasil
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A Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) firmou uma
parceria com a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), entidade do Governo
Federal, com o intuito de expandir para todo o Brasil a tecnologia
desenvolvida pelo órgão paulista para o sistema de cobrança automático e o
sistema Ponto a Ponto, que é o pedagiamento por trecho percorrido.
Após experimento nas rodovias do Estado de São Paulo, novos produtos e
serviços de transporte e logística poderão ser desenvolvidos com base na
tecnologia de radiofrequência RFID 915 MHz. A ideia é integrar o mesmo padrão
de chip nos mais modais rodoviário, marítimo, aéreo e ferroviário.
O que se pretende é fomentar o uso da mesma tecnologia e do mesmo
padrão em diversas aplicações.
Com um único chip para uso em veículos, cargas
ou produtos ser á possível integrar serviços como a cobrança de pedágio,
pesagem de veículos comerciais, rastreamento de cargas e acompanhar a origem
e destino de um produto dentro do programa Brasil ID ajudando, inclusive, no
combate ao contrabando de mercadorias e fraudes ao compartilhar as mesmas
informações com várias entidades fiscalizadoras.
Esta integração acelera a adoção destes novos serviços por várias
entidades governamentais, e preserva investimentos realizados através do
compartilhamento de uma mesma infraestrutura. Também poderão ser ampliadas
para todo o país as aplicações já em uso hoje como os pagamentos de
estacionamentos e abastecimento de veículos.
A utilização de tags com a radiofrequência RFID 915 MHz, baseados no
padrão SINIAV, passou a ser implantada em São Paulo a partir de 2011 em
substituição aos equipamentos que adotavam a frequência 5,8 GHz, que já eram
utilizados havia 11 anos. A nova modalidade, além de mais moderna,
proporcionou o barateamento do acesso do usuário ao pedagiamento eletrônico.
A tecnologia RFID 915 MHz permitiu, além da abertura de mercado dos
serviços de pedagiamento eletrônico, que fossem implementados os
projetos-pilotos do Sistema Ponto a Ponto, de cobrança da tarifa por trecho
percorrido, nas rodovias Rodovia Santos Dumont (SP-75) entre I tu e Campinas;
Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), entre Jundiaí e Itatiba; e na Adhemar
de Barros (SP-340), de Campinas a Mogi Mirim (em fase de implantação).
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Fonte.: Portal Transporta Brasil
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Mobilidade Urbana do Rio será alterada durante a JMJ
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A Jornada Mundial da Juventude vai exigir uma adaptação na mobilidade
urbana da cidade para a realização do evento, que deve atrair cerca de dois
milhões de pessoas de todo o mundo. Mudanças no trânsito e nos transportes
serão feitas de forma a facilitar a trajetória dos peregrinos. Em Copacabana,
vias serão fechadas e a Av. das Américas, na Zona Oeste, será interditada a
partir do Recreio Shopping para garantir a fluidez da caminhada dos fiéis,
que terão que percorrer 13 km até Guaratiba, onde ficará o Campus Fidei,
principal local de missa.
No dia 23 de julho, Copacabana, um dos principais bairros da cidade,
receberá a missa de abertura da JMJ. Por isso, a Av. Atlântica, assim como
outras ruas perpendiculares à praia, ficará fechada. Outros eventos também
serão realizados no mesmo local nos dias 25 e 26, quando o metrô fará um
esquema especial nos moldes do que é feito no réveillon. Entre 12h e 5h
desses dias, só poderá utilizar o serviço quem adquirir um bilhete especial,
que já está sendo vendido em bilheterias de diversas estações. Serão
disponibilizados 231,9 mil cartões a cada dia, sendo 171,2 mil cartões de ida
e volta, 29,3 mil só de ida e 31,4 mil só de volta. A previsão da MetrôRio é
trabalhar com grande número de trens, de acordo com a capacidade das estações
que funcionarão em Copacabana.
Para quem optar pelo trem, a Supervia também montou uma operação
especial a partir dos dados passados pelos organizadores e a venda de cartões
pré-pagos, que permite a inclusão de bilhetes de ida e volta dos dias do
evento, já está sendo feita. A concessionária também fornecerá trens extras,
visando a alta demanda e viagens adicionais ocorrerão até 1h no dia 23 e até
às 4h nos dias 25 e 26. Somente no domingo, dia 28, 18 mil lugares
adicionais, por hora, serão oferecidos.
Caminhada de 13 km
Para facilitar a circulação dos peregrinos nos arredores de Guaratiba,
onde fica o Campus Fidei, principal palco de missas da JMJ, a Av. das
Américas, uma das maiores avenidas da zona oeste, será fechada a partir do
Recreio Shopping. Assim, os fiéis terão que caminhar 13 km até o local da
vigília e a missa presididas pelo papa. Vias também serão fechadas nos outros
pontos de acesso à Guaratiba: Santa Cruz e Campo Grande, onde o percurso a pé
até o Campus terá distância semelhante.
A organização do evento disponibilizará ônibus especiais, nesses
casos, para idosos e deficientes físicos, além da imprensa.
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Fonte.: Jornal do Brasil
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Projeto Paradão Truck aponta a viabilidade de centros de descanso aos motoristas
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A M.Stortti lançou, na TranspoSul 2013, o Projeto Paradão Truck,
encomendado pelo Setecergs – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e
Logística no Estado do Rio Grande do Sul. A iniciativa estudará nos próximos
quatro meses a viabilidade econômica de centros de serviços e comércio
destinado s ao repouso de caminhoneiros.
As áreas de descanso aos motoristas são inexistentes no Sul do Brasil
e demandadas pela recente Lei no 12.619. “Tentando auxiliar o setor, o
Setecergs está investindo neste projeto buscando experiências bem-sucedidas a
fim de indicar alternativas viáveis para o cumprimento e valorização dos
profissionais”, explica o diretor da M.Stortti, Maurenio Stortti.
Um dos cases inspiradores será o Iowa 80, uma parada de caminhões
privada em Walcott, Chicago, considerada a maior do mundo. Com 340 mil metros
quadrados, a área é capaz de acolher 3.500 carretas clássicas americanas
(cavalo 6x4 com semirreboque de dois eixos), além de 1.500 automóveis.
A receita do Iowa 80 provém da venda de oito milhões de litros de
combustíveis por mês e do faturamento de um mega truck center, onde o
caminhoneiro pode resolver todas as suas necessidades, tanto para o caminhão
como para si mesmo. Para tanto, a estrutura conta com lojas de peças,
acessórios e pneus, mecânicos e instaladores, balança rodoviária e guincho
pesado para resgate externo, posto médico e odontológico, restaurantes e
lanchonetes, lavanderia e padaria, salas de cinema e TV, hotel, campo de
trailers, amplos estacionamentos, serviços de lavagem de caminhões, barbearia
e locais para banhos.
“O conceito do Iowa 80 é o que queremos para o Brasil”, completa o
diretor da consultoria. Para tanto, o Projeto Paradão Truck visa criar uma
marca de postos de parada com oferta de comércio e serviços em localização
estratégica nas principais vias de transporte de carga do Rio Grande do Sul.
Viabilidade
Parceiros estratégicos viabilizarão economicamente os investimentos
com cotas operacionais que envolverão empresas do mercado como seguradoras,
operadoras de sistemas de segurança, postos de combustíveis, alimentos e
bebidas, revendas e fabricantes de pneus e caminhões, hotéis, escolas técnicas,
farmácias, armazéns logísticos, bancos e postos de saúde.
O potencial geográfico dos centros de parada aponta as regiões de
Passo Fundo, Caxias do Sul, Torres, Glorinha, Santa Maria e Capão do Leão
como principais pontos estratégicos para receber os investimentos.
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Fonte.: Segs
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Uma semana após protesto, praça de pedágio volta a funcionar em Paulínia
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Uma semana após o protesto em que manifestantes atearam fogo em oito
cabines de pedágio na Rodovia Zeferino Vaz, a praça de cobrança
"Paulínia B", localizada no quilômetro 132, em Paulínia (SP), foi
reaberta e voltou a funcionar na sexta-feira (12). As tarifas cobradas
pela administradora da via no local são de R$ 8,60 para veículos de passeio e
de R$ 4,30 para motocicletas.
A praça havia sido fechada no último dia 3, logo após os ataques
promovidos por vândalos que destruíram a praça de pedágio “Paulínia A”, na
divisa entre os municípios de Paulínia e Cosmópolis. O grupo reivindicava a
redução no preço da tarifa.
A revitalização da praça do pedágio "Paulínia A" também já
teve início, segundo a concessionária Rota das Bandeiras, responsável pelo
trecho. Porém, não foi possível estabelecer um prazo para retomada da
operação em razão do grande número de equipamentos destruídos durante os três
ataques nos dias 28 de junho, 1º e 3 de julho.
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Fonte.: G1
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