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A partir desta terça-feira (11), a alça de acesso da Anchieta para a
rodovia Padre Manoel da Nóbrega (KM 55), no sentido dos municípios de: Praia
Grande, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe, no litoral de São Paulo, ficará
interditada para obras de implantação do viaduto que ligará as duas rodovias.
Os serviços fazem parte do pacote de R$ 328 milhões que ampliará a
capacidade de tráfego na região. No trabalho estão incluídas a construção do
anel viário de Cubatão (SP) e a implantação de terceiras faixas nos dois
sentidos da rodovia Cônego Domênico Rangoni entre o KM 270 com a Anchieta e
ao KM 262, no Polo Industrial de Cubatão.
Durante o período de interdição, os usuários que desejarem acessar a
Padre Manoel da Nóbrega pela Anchieta deverão desviar, fazendo o giro
completo no trevo do km 55 da Anchieta, o que acrescenta pouco mais de 1 km
no percurso total da viagem. Para os usuários que descerem pela Imigrantes,
não haverá qualquer alteração no acesso.
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Fonte.: G1
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terça-feira, 11 de junho de 2013
Obras de viaduto que ligará Anchieta à P. Manoel da Nóbrega iniciam terça
Caçapava terá novo acesso à rodovia Carvalho Pinto em 2014
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A cidade de Caçapava terá, em 2014, mais um acesso à Rodovia Carvalho
Pinto, na altura do bairro Caçapava Velha. A construção foi iniciada pela
concessionária que administra a rodovia e está prevista no contrato de
concessão.
O acesso ligará a estrada municipal Professora Olivia Alegri, que
passa sob a rodovia no quilômetro 121 da rodovia. A concessionária Ecopistas
informou que o projeto prevê a construção de duas alças de acesso de cada
lado da rodovia, ao encontro da estrada municipal.
A previsão da concessionária é liberar parte do novo acesso ao tráfego
em março de 2014. Com a obra, a estrada municipal passará a ser um corredor
de ligação entre as rodovias Presidente Dutra e Carvalho Pinto.
Atualmente o acesso à Caçapava pela Rodovia Carvalho Pinto é possível
em dois pontos: pela estrada da Borda da Mata, no km 116 e pela Rodovia João
do Amaral Gurgel, no km 112.
Prolongamento da rodovia
Também para 2014 o plano de concessão da rodovia prevê o prolongamento
da Rodovia Carvalho Pinto até a Rodovia Oswaldo Cruz, em Taubaté. Mas, devido
a um impasse com a Prefeitura de Taubaté, a discussão sobre o projeto foi parar
na Justiça e está com dois anos de atraso.
Este ano a prefeitura decidiu expedir a certidão de uso do solo e o
projeto deve ser retomado. O prolongamento da rodovia permitirá que os
motoristas que partem de São Paulo sigam para Ubatuba sem a necessidade de
passar pela Rodovia Presidente Dutra.
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Fonte.: G1
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Proposta obriga concessionárias de rodovias a construir locais de descanso para caminhoneiros
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A Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou na última quarta-feira
(05) projeto de lei que obriga as concessionárias de rodovias federais a
construir estações de apoio para motoristas de caminhão e de ônibus nas
estradas. A proposta não precisa passar pelo plenário do Senado, mas deverá
ser analisada novamente na Câmara dos Deputados, porque recebeu emendas na
comissão.
O projeto de lei originário da Câmara dos Deputados (PLC 48/2012)
exige a construção de estações de apoio a cada 150 quilômetros, que ofereçam
serviços que garantam conforto e conveniência para os motoristas. A obrigação
só vale para os contratos de concessão de rodovias que forem firmados no futuro.
A construção de locais de descanso nas rodovias com pedágio já tinha
sido incluída na discussão da Lei 12.619, que instituiu a obrigatoriedade de
períodos de descanso para os caminhoneiros, mas esse item foi vetado pela
presidenta Dilma Rousseff.
Para a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), a aprovação da
proposta é importante para que os profissionais possam cumprir com segurança
o descanso determinado pela legislação. “Os espaços são necessários, porque
atualmente eles não existem e a lei não tem condições de ser cumprida em
função de não ter esses espaços”, explica Haroldo Christensen, assessor de
comunicação institucional da associação.
Ele alerta, no entanto, que a medida tem que ser cumprida em todos os
itens, com a construção de estrutura de segurança, alimentação, higiene e
serviços de conserto de veículos, para que os espaços não se tornem meros
estacionamentos. De acordo com Abcam, esses locais podem ser administrados
pelas associações de caminhoneiros.
Segundo Christensen, estudos mostram que um acréscimo de R$ 0,03 no
preço dos pedágios poderia cobrir os custos das concessionárias com a
construção dos pontos de apoio. “As próprias concessionárias federais já têm
verba para isso.”
Para o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de
Rodovias, Moacyr Duarte, a obrigatoriedade de construção dos pontos de apoio
para os caminhoneiros não vai causar grande impacto para as empresas, nem
alterar os preços das tarifas no futuro. “O setor de transportes avalia que
não vai ter um grande impacto na tarifa, e tem um fato positivo porque vai
atender a um cliente importante das rodovias, que são os caminhoneiros”,
disse Duarte.
Ele espera que as medidas sejam aprovadas em breve e incluídas nos
próximos editais de licitação do Plano de Investimentos em Logística, que
pretende conceder à iniciativa privada 7,5 mil quilômetros de rodovias.
O autor da proposta, deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC),
argumenta que a jornada de trabalho excessiva dos caminhoneiros tem como
consequência o crescente número de acidentes graves nas estradas envolvendo
caminhões. “Os caminhoneiros estão trabalhando além do limite de suas forças
físicas, se arriscando para entregar mais rapidamente suas cargas na
tentativa de descansarem o quanto antes possível”, diz o parlamentar, na
justificativa do projeto de lei.
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Fonte.: O Serrano
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Radares são retirados da BR-040
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Os onze radares implantados no início do ano na BR-040, no trecho
privatizado entre o Rio de Janeiro e Juiz de Fora, já foram retirados.
Usuários que estavam acostumados à presença dos redutores de velocidade,
novamente, foram surpreendidos. Se no início do ano foram pegos de surpresa
com os aparelhos, mesmo sem a confirmação sobre a emissão de notificações,
agora, só encontram estruturas metálicas vazias. A assessoria de comunicação
da Concer, concessionária que administra a rodovia, confirmou a retirada dos
radares, mas não informou a motivação. Em janeiro, a informação repassada à
Tribuna pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foi de que os
equipamentos fariam somente a coleta de dados com a finalidade de detectar
pontos críticos e medir a velocidade dos veículos que trafegam pela rodovia,
porém, os mesmos não iriam emitir multas aos usuários. A agência divulgou
também que caso o levantamento confirmasse a necessidade dos radares, o
processo de multas ficaria a cargo da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Mas,
contatada na quinta-feira (06) a assessoria da ANTT não se pronunciou
sobre a retirada dos equipamentos.
Enquanto isso, acidentes graves continuam a acontecer por todo o
segmento privatizado, por onde circulam mais de 45 mil veículos/dia. Somente
na Serra de Petrópolis, entre 1º de maio e 1º de junho, foram registradas
seis mortes, conforme levantamento realizado pela Assembleia Legislativa do
Rio de Janeiro (ALRJ), que acionou recentemente o Ministério Público Federal
sobre o descumprimento do contrato de administração da via. Entre as
cláusulas está a não instalação radares, previstos desde o início da
concessão, em 1º de março de 1996.
"A situação na BR-040 é cada vez mais crítica. Entre os dias 1º
de maio e 1º de junho houve seis mortes, uma delas em uma explosão de um
caminhão tanque, e isso somente na serra. A média semestral de acidentes com
veículos de carga chega a 500, num trecho de 40 quilômetros somando as pistas
de subida e descida. Temos a certeza que controladores de velocidade, medidas
previstas no Plano Rodovia Inteligente, que deveria ter sido aplicado em
2003, reduziriam drasticamente estas estatísticas. Os radares chegaram a ser
instalados no início deste ano, ficaram meses cobertos por lonas pretas,
segundo a concessionária, à espera de aferição do Inmetro, e agora sumiram. A
empresa que opera a estrada não dá qualquer satisfação à sociedade, aos
usuários. A estrada continua sem manutenção, sem iluminação e sem
possibilidade de comunicação dos usuários por meio de telefones de emergência
que nunca foram instalados", dispara o deputado estadual, Bernardo Rossi
(PMDB).
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Fonte.: Tribuna de Minas
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Governo lança campanha contra acidentes envolvendo caminhoneiros
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O Ministério das Cidades lançou na quinta-feira (6) uma campanha
com foco nos motoristas profissionais (condutores de caminhões, ônibus, vans,
táxis e autônomos) com o objetivo de reduzir os acidentes nas estradas
brasileiras.
A ação faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes, lançado
em 2011 pela pasta, e foca abusos cometidos pelos motoristas, como o consumo
de bebida alcoólica e drogas.
De acordo com dados do ministério, os caminhões representam 3,1% do
total da frota nacional (77,8 milhões de veículos), mas estão envolvidos em
21% dos acidentes com mortes. Em 2010, 42.844 pessoas morreram vítimas de
acidentes no trânsito, afirma o ministério. "É um percentual expressivo
que temos hoje", disse o ministro Aguinaldo Ribeiro (Cidades).
Segundo números da indústria, a venda dos caminhões nos primeiros
quatro meses deste ano cresceu quase 32% em comparação ao mesmo período de
2012. Até abril, foram 34 mil novos caminhões em circulação.
A campanha, cujo slogan é "Motorista, álcool e drogas podem fazer
de sua viagem um caminho sem volta", tem participação da cantora Paula
Fernandes e inclui propagandas em rádio e televisão, jornais impressos,
outdoors, redes sociais e cartazes, por exemplo.
O ministro elogiou o impacto da lei seca na redução do número de
mortes no trânsito. "Não é simplesmente discutir mudança da legislação,
mas discussão de uma mudança de raciocínio", disse o deputado federal
Hugo Leal (PSC-RJ), presidente da Frente Parlamentar em defesa do trânsito
seguro.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Opas
(Organização Pan-Americana da Saúde), o Brasil é o quinto país entre aqueles
com maior número de acidentes de trânsito - atrás apenas de Índia, China,
Rússia e Estados Unidos.
"Estamos na verdade numa guerra e ela só será vencida com a
colaboração de todos os brasileiros", disse o ministro.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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