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Em um mês, Santos terá radares mais modernos em substituição aos
atuais equipamentos instalados. Mas a quantidade de aparelhos e os locais de
fiscalização serão mantidos.
A empresa contratada pela Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos
(CET), por meio de licitação, é a Splice Indústria, Comércio e Serviços. O
contrato é de dois anos.
Os futuros aparelhos terão sistema de leitura automática de placas,
que permite a identificação dos veículos por meio da interpretação dos
caracteres. Na prática, isso quer dizer que também será possível a
transmissão, em tempo real, de todos os registros de fiscalização e o
armazenamento das informações, como data, hora, imagem e câmera, em um
bancode dados.
Alguns equipamentos terão até um recurso para flagrar caminhões que
circulamemhorários e locais não permitidos. Outras duas lombadas eletrônicas
serão reativadas, uma na Avenida Conselheiro Nébias, entre as ruas Azevedo
Sodré e Minas Gerais, e outra na Avenida Epitácio Pessoa, perto da Rua Álvaro
Alvim. A fiscalização por excesso de velocidade e de avanço de sinal
vermelho/parada sobre a faixa de pedestres permanecerá ativa.
Números
Em 2011, quando não havia equipamentos eletrônicos em Santos, a CET
registrou 65 vítimas fatais para a frota de 217.193 veículos. Em 2012, o
número de mortes caiu para 54 apesar da frota de 293.659 veículos.
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Fonte.: A Tribuna On-line
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
Em um mês, Santos terá radares dedos-duros mais modernos
Trecho da avenida Washington Luís fica interditado por um ano
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A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) mantém uma faixa de rolamento,
à direita, interditada na avenida Washington Luís, sentido centro, entre as
ruas Brás de Arzão e Padre Leonardo devido a obras da linha 17-ouro do metrô.
O bloqueio deve permanecer até abril do ano que vem. Foram sugeridas
pela CET rotas alternativas de acesso ao local.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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STJ nega recurso do governo e mantém pedágio em Carazinho, RS
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A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou nesta
quarta-feira (17) recurso do governo do Rio Grande do Sul e manteve a decisão
que permite à Coviplan Concessionária Rodoviária do Planalto S/A continuar
cobrando pedágio em Carazinho, na Região Noroeste do estado, até o dia 28 de
dezembro de 2013.
Segundo a decisão, não ficou demonstrado que a manutenção da liminar
causaria grave lesão à ordem pública, conforme alegava o governo estadual. O
processo continua tramitando normalmente nas instâncias ordinárias.
Em março, já havia sido negado pela Justiça o pedido de suspensão da
decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que confirmara
liminar em favor da concessionária.
O estado e o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer)
recorreram, com a intenção de reformar a decisão na Corte Especial e, assim,
suspender os efeitos da liminar. Na sessão de quarta-feira (17), o agravo
foi rejeitado de forma unânime.
Para administrar as rodovias após o fim dos contratos, o Piratini
criou, em junho de 2012, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A estatal deverá
assumir 14 praças, incluindo os sete polos concedidos à iniciativa privada,
em 1998. No entanto, assumiu até agora a gestão de apenas três pedágios
comunitários, de Portão, Coxilha e Campo Bom.
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Fonte.: G1
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
STJ libera leilão da BR-101
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou a liminar que impedia a
assinatura do contrato de concessão da rodovia BR- 101, no Espírito Santo,
leiloada em janeiro de 2012.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres
(ANTT) e a Ecorodovias, vencedora do leilão, marcaram para hoje a assinatura
que transfere a administração da estrada para a iniciativa privada.
O
presidente do STJ, Felix Fischer, reconsiderou sua decisão anterior a favor
da segunda colocada na licitação e disse que o adiamento das obras previstas
no contrato prejudica toda a sociedade.
O leilão da BR-101, única rodovia
federal concedida até agora no governo Dilma, foi vencido por um consórcio
liderado pela Ecorodovias.
O grupo apresentou proposta com deságio de 45,63%
sobre a tarifa máxima de pedágio definida pelo governo.
O consórcio Rodovia
Capixaba, que terminou em segundo lugar, contestou o resultado com recurso
administrativo e, depois, judicial. Nos bastidores, o governo vinha atuando
para convencer o STJ a derrubar a liminar.
A justificativa é que o
investimento previsto de R$ 3,8 bilhões ao longo dos 25 anos de concessão, é
alto demais para ficar parado.
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Fonte.: Valor Econômico
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Empresas querem mudar lei que impõe descanso a caminhoneiros
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Empresas do agronegócio e grandes transportadores pressionam por
alterações na Lei dos Caminhoneiros que ampliam os períodos máximos de
direção dos trabalhadores sem descanso.
Aprovada no ano passado, a lei impõe restrições ao tempo de direção
dos motoristas como forma de aumentar a segurança das estradas.
Motoristas passaram a ter direito a 30 minutos de parada a cada quatro
horas de direção e um total de 11 horas seguidas de descanso diário.
As empresas argumentam que a lei eleva custos ao consumidor e que sua
execu- ção é impraticável --argumento refutado pelo Ministério Público do Trabalho
e entidades ligadas à segurança no trânsito.
Proposta em discussão no Congresso, e também encaminhada à Casa Civil,
permite que a jornada passe a ser de seis horas seguidas com 30 minutos de
descanso.
E que o tempo de descanso diário possa ser quebrado em oito horas mais
três horas. Além disso, o limite de horas extras passaria de duas para
quatro.
No Congresso, a comissão criada para discutir a mudança é presidida
pelo deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). Ele é da bancada ruralista e
favorável às mudanças na lei. Um relatório é esperado em duas semanas.
Marquezelli defende que o tempo de descanso deve ser determinado
estrada por estrada, dependendo das condições de cada trajeto. Ele considera
que a mudança não terá impacto nos acidentes.
"Não vai aumentar porque vamos obrigar todos os motoristas a
fazer exames de sangue e urina uma vez por ano ou a cada dois anos. De todos
os veículos. Pode ver: onde tem acidente com caminhão tem um carro ou uma
moto", disse Marquezzelli.
O deputado Hugo Leal (PSC-RJ) está na comissão e afirma que a maioria
dos parlamentares integrantes do grupo é da área ruralista e que a proposta
final será por alterações na lei.
GARANTIR A FADIGA
O procurador do Trabalho Paulo Douglas, que participou da formulação
da lei atual, diz que é possível promover flexibilizações como a da quebra do
descanso de 11 horas seguidos. Mas que o aumento do número de horas extras e
do tempo de direção seguido seria retrocesso.
"A lei que garantia o descanso agora vai garantir a fadiga",
afirma Douglas. "O quadro que se delineia é que as mudanças virão,
inclusive com apoio do governo."
Diretor de medicina de tráfego da Abramet (Associação Brasileira de
Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Junior foi ouvido pela comissão
e disse que a lei como está já não garante o repouso adequado do
caminhoneiro.
Segundo ele, o ideal --pelas condições insalubres, perigosas e
penosas-- seria jornada de seis horas com 20 minutos de descanso a cada duas
horas.
"Quando disse isso, fui ironizado pelo presidente da comissão.
Acho que uma comissão como essa não deveria ser presidida por alguém que
exerce a atividade no setor."
Procurada, a Casa Civil não havia se pronunciado até a conclusão desta
edição.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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