Criada em 1989 a RDC dedica-se ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares de gestão corporativa e logística para o mercado latino americano. Empresa genuinamente brasileira, a RDC busca atender às necessidades específicas de seus clientes. Como consequência conquistou a liderança nacional em soluções para o setor de armazenamento, movimentação e distribuição de veículos zero km.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Começa o pagamento de IPVA relativo a ônibus e caminhões no ES
Os proprietários de ônibus, microônibus e caminhões começam a pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente a 2014 no Espírito Santo. O calendário, com o vencimento da primeira cota ou cota única para veículos com placa de final 01 ou 02, se estende até o final de agosto.
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), o recolhimento do IPVA tem calendário especial para essas categorias, com o objetivo de diluir as despesas em caso de grandes frotas. Já o prazo relativo a automóveis, caminhonetas, utilitários e motocicletas vai de abril a junho.
O pagamento deve ser feito em cota única, quando há o desconto de 5%, ou em duas vezes, com a segunda cota vencendo no mês seguinte ao vencimento da primeira. De acordo com a Sefaz, Sergio Pereira Ricardo, os valores cobrados em 2014 ficarão em média 4,64% menores do que no ano anterior.
O imposto é calculado sobre valor de mercado dos veículos usados, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). A alíquota é de 1% para ônibus, microônibus, caminhões, motocicletas e ciclomotores, e de 2% para carros de passeio e caminhonetes e utilitários. No caso de veículos zero quilômetro, a alíquota incidirá sobre o valor da nota fiscal de venda.
O gerente de arrecadação destaca que o imposto deve ser pago dentro do prazo mesmo se o contribuinte não tiver recebido o boleto, que é enviado pelos Correios para o endereço que consta no cadastro do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
Caso o boleto não seja entregue ou ocorra a perda do mesmo, uma segunda via pode ser retirada no site do Detran, em uma das Agências da Receita Estadual ou ainda nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans).
Metade da arrecadação do IPVA fica com o estado, enquanto a outra metade é destinada ao município onde o veículo foi emplacado. Em todos os casos, os recursos são aplicados principalmente em Saúde e Educação.
Fonte: G1 Espírito Santo
Nova tarifa de pedágio entra em vigor na BR-393, no Sul do Rio de Janeiro
O novo valor do pedágio na BR-393, a Rodovia Lúcio Meira, começou a valer. Condutores que passarem por um dos três pedágios que cortam o trecho do Sul do Rio de Janeiro desembolsam aproximadamente 2,17% a menos. Uma queda pequena, mas que agradou motoristas. "Barateou? Isso é muito bom. Ótimo", comentou o comerciante Luiz Antônio Gomes Pereira, que cruzou a estrada.
Para os carros, o valor caiu de R$ 4,60 para R$ 4,50, enquanto para as motos a redução foi de R$ 2,30 para R$ 2,25. O preço pago por caminhões leves passou de R$ 9,20 para R$ 9.
O reajuste foi resultado de um acordo entre a concessionária que administra a rodovia, a Acciona, e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Ele foi feito porque a concessionária teve que adiar algumas obras, como a duplicação da pista, por falta de licença ambiental.
Muitos condutores não sabia da redução. Alguns ficaram satisfeitos, mas outros querem valores melhores. "Ajuda, [mas] se fosse taxa zero seria melhor", afirmou o metalúrgico Rubens Honório de Melo.
Fonte: G1 Rio Sul e Costa Verde
ANTT outorga BR-163 e valor do pedágio terá variação de 53% em MS
As nove praças de pedágios, que serão distribuídas pelos 847,2 quilômetros da BR-163, terão tarifas entre R$ 3,20 e R$ 4,90, portanto, variação de 53%. O maior valor será cobrado no km 429, localizado no município de Campo Grande. O menor em Mundo Novo, no quilômetro 30.
Estava prevista a assinatura do contrato entre a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a CCR (Companhia de Participações em Concessões), empresa que venceu o leilão de concessão da rodovia.
A ANTT emitiu em favor da CCR o ato de outorga da BR-163, entre as divisas do Estado com Mato Grosso e Paraná. O ato foi publicado no Diário Oficial da União. Portanto, a empresa está apta a formalizar o contrato.
No entanto, o contrato seria assinado em março, depois, a data foi antecipada para 20 de fevereiro e, novamente, remarcada para 6 de março. Mais um burocracia foi cumprida, mas a data para assinatura do contrato não tem previsão.
Além de duplicar a BR, que leva a alcunha de Rodovia da Morte, a CCR vai investir R$ 333,3 milhões apenas na realização de melhorias. O investimento total em 30 anos, prazo da concessão, será de R$ 6 bilhões. A ANTT estima que a cobrança do pedágio comece a partir do 18º mês após a assinatura do contrato.
No primeiro ano da cobrança, a estimativa é de que 68,9 mil automóveis, ônibus e caminhões paguem pedágio por dia na BR-163 em Mato Grosso do Sul.
De Norte a Sul do Estado, os municípios já disputam o ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer natureza) que será gerado pelas obras e pedágios. O marco quilométrico 537, por exemplo, motiva briga entre os vizinhos Bandeirantes e Jaraguari.
No mês passado, a reportagem do Campo Grande News percorreu os 140 km entre a Capital e São Gabriel do Oeste. Cansados das histórias trágicas, a maioria se mostra esperançosa com a duplicação, mesmo com a cobrança de pedágio para poder ir e vir pela 163. Já os comerciantes se preocupam com o acesso aos municípios, pois dependem do fluxo de pessoas que passam pela rodovia.
Na análise positiva, a duplicação vai resolver um gargalo logístico, proporcionar maior segurança e reduzir gastos (como combustível e pneu). Porém, a mesma cobrança de pedágio deve encarecer o frete em até 20%, com reflexo direto no bolso dos consumidores.
Fonte: Campo Grande News
quinta-feira, 6 de março de 2014
RDC se reestrutura e planeja os próximos cinco anos
A RDC entrou em 2014 trabalhando firme para alcançar um novo patamar no mercado de soluções logísticas. Essa decisão começou a ganhar forma quando no segundo semestre do ano passado, o consultor Anselmo Sellera desenvolveu o business plan da RDC com a missão de colocar a empresa na rota do desenvolvimento sustentado.
As novidades são explicadas por Sellera, que agora assumiu o cargo de diretor da RDC. Segundo ele, a reestruturação visa ampliar a atuação da empresa. “Entendemos que a RDC está em um momento de maturidade, onde deve se reformular para poder abraçar novas oportunidades. O trabalho está focado na visão de ser uma especialista na área de logística, ampliando mercados nas grandes, médias e pequenas empresas”. Sellera detalha também quais serão as principais mudanças, que já começaram a ser implementadas. “Vamos centralizar o foco na imagem, atrair competências, diversificar a carteira de clientes e implementar relatórios de gestão, além de investir no aprimoramento constante dos produtos que colocamos no mercado.”
Essas alterações farão com que a RDC tenha ganhos reais. “As projeções do orçamento baseadas nas mudanças apontam para um crescimento médio de 30% ao ano nos próximos dois anos, podendo ter uma pequena variação para cima ou para baixo dependendo de fatores externos”, destaca Sellera.
Além da reestruturação na forma de atuar e também no formato dos produtos, a RDC também investiu na experiência de novos profissionais. Assim, foram incorporadas a estrutura da RDC uma diretoria operacional sob a responsabilidade de Rafael Carrenho, executivo de carreira formado no exterior e vindo de um grande operador logístico, um diretor comercial, Jorge Mattar, que possui mais de 25 anos de experiência na comercialização de software, vindo da TOTVs , a gerente administrativa, Márcia Dalla, que assume a gestão de tesouraria, e reforços pontuais na estrutura. “Todos são profissionais maduros e experientes, que estão se integrando para agregar conhecimento e formular novas visões e forma de atuação com objetivos já discutidos individualmente”, completa Sellera.
Decreto permite início das obras de duplicação na rodovia Prefeito Fábio Talarico
O Governador Geraldo Alckmin assinou Decreto de Utilidade Pública (DUP) que permitirá ao Departamento de Estradas e Rodagem (DER) fazer desapropriações necessárias em terreno de 37.823,22 mil m² para ampliação da Rodovia Prefeito Fábio Talarico (SP-345).
As obras tiveram inicio em fevereiro de 2014 e prevêem duplicação e melhorias do km 36,0 ao km 42,5. O prazo para finalização dos trabalhos é de 12 meses com entrega prevista para fevereiro de 2015.
Fonte: DER/SP
Demanda por transporte de carga no mundo cresce 4,5% em janeiro
A demanda pelo transporte de carga das empresas aéreas ao redor do mundo subiu 4,5% em janeiro, em comparação com o mesmo mês de 2012, informou a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). O nível foi medido pelo índice FTK, que representa as toneladas por quilômetro viajado.
No mesmo período, a oferta avançou 5,1%, diminuindo a eficiência dos voos. Assim, a taxa de ocupação de carga as companhias terminou o primeiro mês do ano em 43,1%.
A maior procura pelas viagens se deu em rotas internacionais das empresas. Nesse segmento, a demanda avançou 5,2% e a oferta, 5,6%. Em âmbito doméstico, as altas foram de 0,3% e 3,1%, respectivamente.
“A melhora na demanda representa boa notícia. É um passo à frente no ritmo após a fraca alta que observamos na segunda metade de 2013”, comentou, em nota, Tony Tyler, diretor-geral da Iata. “Em termos reais, os volumes são semelhantes ao pico pós-crise de 2010.”
Mais uma vez, o maior crescimento na demanda por transporte de carga se deu no Oriente Médio. A alta foi de 10,7% em janeiro. Ao mesmo tempo, a oferta subiu 11,5%. Na América Latina, o desempenho ficou abaixo do esperado principalmente pela fraca movimentação no Brasil.
O pior desempenho, porém, foi registrado na América do Norte. A demanda teve leve alta de 0,7% e a oferta recuou 0,9%.
Fonte: Valor Econômico
Ferroeste terá dois novos silos com investimentos da Cotriguaçu
O Centro Logístico da Ferroeste, em Cascavel, vai ganhar dois novos silos graneleiros, que estão sendo construídos pela Cotriguaçu, pool de cooperativas do Oeste do Paraná. Estão sendo investidos R$ 39,4 milhões na ampliação da capacidade de armazenagem na área perto do terminal ferroviário. Com isto, o terminal da Ferroeste poderá estocar mais de 240 mil toneladas grãos ou de insumos, melhorando a estrutura para a produção agrícola da região. O investimento conta com financiamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
“É o setor privado acreditando no potencial da Ferroeste e, em especial, nos investimentos em infraestrutura do governo estadual. Atualmente o Paraná já contabiliza mais de R$ 29 bilhões em investimentos privados que estão sendo aplicados no Estado”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Com a construção dos dois novos silos, o Centro Logístico da Ferroeste vai ampliar em 60% a capacidade de armazenagem de soja, milho e farelos de soja e de insumos agrícolas, como fertilizantes.
MELHOR ALTERNATIVA - Para o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo, o complexo da Cotriguaçu contribui para reduzir o déficit de armazenagem na região Oeste. “Esses investimentos mostram que as cooperativas sabem que o modal ferroviário é a melhor alternativa para reduzir custos e aumentar a competitividade de seus produtos”, destaca.
O diretor-presidente do BRDE, Jorge Gomes Rosa Filho, afirma que a parceria do banco com a Cotriguaçu é estratégica. “A busca por alternativas que minimizem os problemas causados pela falta de infraestrutura logística no Brasil é louvável. No Paraná, a iniciativa da Cotriguaçu merece todo o crédito e justifica o apoio financeiro do BRDE, que procura atuar na indução do crescimento econômico do Estado”, disse o dirigente do banco público de fomento.
CONGELADOS – Além dos dois silos graneleiro, o projeto Terminal da Cotriguaçu envolve uma central de armazenagem frigorificada. Uma câmara, com capacidade para 10 mil toneladas, já está em operação. A previsão da central que reúne a Coopavel, C. Vale, Copacol e a Lar é de transportar, este ano, 800 contêineres frigorificados por mês.
A produção das cooperativas é destinada à exportação pelo Porto de Paranaguá, em operações realizadas em parceria com as empresas Brado e Ferroeste.
A Cotriguaçu prevê, ainda, a implantação de uma segunda câmara frigorificada, totalizando 22 mil toneladas de capacidade para congelados. O valor nas duas câmaras é de R$ 34,2 milhões – sendo R$ 20,3 milhões financiados pelo BRDE.
TERMINAL - O Terminal da Cotriguaçu, com área total de 170 mil metros quadrados, no km 574 da BR-277 (saída para Curitiba) está sendo construído em etapas. A primeira parte do projeto foi lançada no dia 14 de março de 2013. O terminal será um dos maiores complexos de recepção, armazenamento e transporte de cargas frigorificadas e contêineres do país.
Atualmente, o Centro Logístico da Ferroeste de Cascavel conta com empresas como a Cotriguaçu, Coopavel, Bunge, Cargill, AB Insumos.
Fonte: Governo do Estado do Paraná
Porto de Roterdã estimula novas tecnologias para economizar energia
O Porto de Roterdã, na Holanda, o mais movimentado da Europa, sediou o primeiro evento no continente sobre eficiência energética. O objetivo é divulgar novas tecnologias que auxiliem na redução de gasto de energia.
Vários tipos de soluções de economia de energia foram apresentadas em Roterdã, especialmente no setor de infraestrutura. O desafio lançado foi de implementar cada instalação em exposição em algum lugar no porto holandês. A Autoridade Portuária tem com meta aumentar em 2% a eficiência de energia por ano.
O diretor da empresa Shell Pernis, Bart Voet, disse estar entusiasmado com o novo mercado de eficiência energética. "Compartilhar o conhecimento sobre a segurança das atividades já é comum, mas o progresso tem de ser feito em troca de informações sobre como ser mais eficiente em energia. E este é um grande passo na direção certa. Estou aqui para aprender".
As informações são do Porto de Roterdã.
Fonte: Portogente
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Transportadoras contratam motoristas estrangeiros para suprir falta de mão de obra
Dados da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística) apontam que o déficit de profissionais para trabalhar no setor de cargas chegue a 100 mil profissionais. Preocupado com a falta de mão de obra qualificada no transporte, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar) está recrutando motoristas da Colômbia – dez profissionais já estão atuando no Brasil.
“Muitos dutos de petróleo foram instalados da Colômbia e o produto deixou de ser transportado por caminhões, o que deixou mão de obra disponível para o setor rodoviário de cargas. Nós trouxemos um instrutor colombiano para fazer um curso de reciclagem de motoristas em nosso instituto e, quando ele voltou ao país de origem, divulgou a oportunidade entre os colegas”, explica à Agência CNT de Notícias o presidente do Setcepar, Gilberto Cantú.
Segundo Cantú, 50 condutores colombianos devem começar a trabalhar no Brasil nos próximos três meses e mais de 200 currículos foram recebidos. “Nós trocamos a carteira e fazemos todo o processo burocrático para legalizar a situação dos motoristas no país”, destaca. Eles também passam por um treinamento no Setcepar com orientações, por exemplo, sobre direção defensiva, legislação e primeiros socorros, além de aulas práticas com um caminhão na região de Curitiba.
Cantú afirma que a grande demanda por mão de obra de obra – só no Paraná, a estimativa é que faltem cinco mil profissionais – também está ligada à aposentadoria dos motoristas e à falta de interesse dos jovens pela carreira. “Somos bastante cobrados pelas empresas associadas. Não há uma reposição no quadro de empregados”, explica.
O dirigente do Setcepar garante que as empresas estão satisfeitas com as contratações. “Elas avaliam a iniciativa como positiva. Os transportadores estão investindo em razão da competência e seriedade que os profissionais colombianos estão demonstrando”, afirmou Cantú. De acordo com ele, os motoristas são responsáveis, experientes e, como estão morando em outro país, querem fazer o melhor trabalho possível.
Sest Senat
Atento à necessidade de formar mão de obra qualificada para o transporte rodoviário de cargas, o Sest Senat lançou, no início do fevereiro, o Programa Primeira Habilitação Para o Transporte. O projeto vai oferecer, gratuitamente, a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na categoria B, a 50 mil jovens de baixa renda, com idade entre 18 e 25 anos.
O Sest Senat oferecerá cursos de formação específica tanto para motoristas de ônibus como de caminhão, além de viabilizar a mudança de categoria da CNH (D ou E) dos participantes. “É uma iniciativa de extrema importância. Temos que incentivar os jovens a trabalhar no setor porque está faltando mão de obra, em razão do crescimento da economia. É um projeto que, com certeza, vai trazer excelentes resultados a médio prazo”, avalia Cantú.
Fonte: Agência CNT de Notícias
Porto de Santos ganhará mais um pátio regulador, em Sumaré
O Porto de Santos ganhará mais um pátio regulador. A unidade, de propriedade da Rumo Logística (Grupo Cosan), que opera terminais açucareiros no complexo marítimo, fica em Sumaré, a cerca de 23 quilômetros de Campinas, no Interior do Estado. Ela será o terceiro bolsão de estacionamento a atender os caminhões que transportam a safra agrícola com destino ao cais santista.
O início das operações do pátio foi anunciado pelo ministro dos Portos, Antonio Henrique Silveira durante reunião, em Brasília, com os ministros César Borges (Transportes) e Antônio Andrade (Agricultura) e representantes de produtores e exportadores agrícolas. O encontro teve o objetivo de analisar o impacto das ações do Governo para coordenar o escoamento da safra por Santos.
O novo bolsão fica no bairro São Judas Tadeu, em Sumaré, às margens da Rodovia Anhanguera. Ele deve ser credenciado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária), informou a estatal. O registro dependia apenas da sincronização do sistema de informações do pátio com o Sistema de Gestão de Tráfego de Caminhões do Porto.
A princípio, a área terá um credenciamento “a título precário”, segundo a Docas. Isso ocorrerá pois a Autoridade Portuária exige que o pátio seja pavimentado. Atualmente, seu piso é de terra batida, mas a prefeitura local autorizou o funcionamento. A obra de pavimentação deve ocorrer após o período de escoamento da safra.
Apesar de pertencer ao Grupo Cosan, que tem terminais de açúcar em Santos, o pátio será aberto a qualquer carga e a qualquer operador com destino ao Porto, informou a Rumo Logística.
A empresa confirmou o início das operações para o próximo mês, “assim que a interface com o sistema da Codesp estiver finalizada”, e que a instalação irá operar 24 horas, terá 150 vagas estáticas e poderá receber 600 caminhões por dia.
A Rumo ainda comunicou que está investindo na automatização dos controles e a adequação da infraestrutura de seu terminal em Sumaré.
Hoje, os veículos de carga com destino a Santos contam com dois bolsões, ambos em Cubatão, o Rodopark e o Ecopátio – este último, da EcoRodovias, controladora da Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, principal acesso rodoviário ao Porto.
Conforme o regramento de acesso ao cais santista, definido pela Docas, os caminhões com destino ao complexo deve agendar a chegada à região. E aqueles que transportam a safra agrícola devem passar pelos pátios reguladores instalados entre as zonas produtoras e a Baixada Santista. Destes locais, eles só devem sair quando o terminal portuário tiver condições de recebê-los.
Melhorias
Na reunião de segunda-feira, além do anúncio sobre o terceiro pátio, o ministro dos Portos afirmou que o sistema de agendamento da chegada dos caminhões aos terminais de granéis vegetais de Santos está funcionando, mas admitiu que ele precisa melhorar para reduzir os problemas urbanos causados pelo escoamento da safra. Ajustes são necessários, principalmente, em relação ao cumprimento da janela de seis horas estabelecida para a chegada dos caminhões aos pátios.
“Nesses pátios, os caminhões têm uma janela de seis horas que está sendo desrespeitada. Essa é uma gestão que temos que fazer”, disse o ministro.
Para ele, os terminais portuários têm de agendar a vinda de seus veículos e respeitar essa programação. “O fato de ter o agendamento não basta. Para despachar um caminhão, por exemplo, com dez dias de antecedência, tem que estar dentro de um prazo que atenda à janela de chegada”, reforçou.
Fiscalização
Antônio Henrique Silveira afirmou ainda que é preciso melhorar o trabalho dos postos de verificação instalados nas rodovias e integrar ainda mais as ações. “Temos que estabelecer regras de conduta com os terminais, com os embarcadores e com os transportadores para que a fluência seja a mais adequada possível”. Segundo o ministro, “o País precisa de mais infraestrutura, mas não é possível provê-la imediatamente”.
Uma possibilidade em estudo para minimizar os problemas é o Ministério dos Transportes reforçar o controle do tráfego de caminhões. E a Agricultura convencer os produtores a embarcarem os grãos de forma planejada.
Fonte: A Tribuna
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