quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Rota das Bandeiras inicia obras em acesso da D. Pedro I à SP-340


A Rota das Bandeiras, concessionária responsável pelas rodovias que formam o Corredor Dom Pedro, acabou de iniciar as obras de melhoria na intersecção das rodovias Dom Pedro I (SP-065) e Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), em Campinas.

Com a intervenção, que deve ser concluída até o final deste ano, uma passagem inferior será construída no local, separando o tráfego dos veículos que desejam acessar a SP-340 e os que querem se dirigem ao hipermercado existente no local. A nova alça terá 350 metros de extensão.

Entre outros objetivos, a medida visa separar os veículos que seguirão em alta velocidade pela rodovia, daqueles que terão uma desaceleração por conta do acesso ao estabelecimento comercial, minimizando o risco de acidentes. O investimento total será de R$ 3,6 milhões.

Nesta primeira etapa do trabalho, os integrantes da Rota das Bandeiras realizam o trabalho de escavação e fundação da passagem inferior que será instalada no local. Por enquanto, não há alterações no tráfego de veículos e os motoristas serão avisados antecipadamente quando qualquer mudança for necessária.

Marginais

As obras de melhoria de intersecção da rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros, no km 134 da rodovia Dom Pedro I, é apenas mais uma das intersecções que ocorrem no trecho de Campinas da SP-065.

Em 2012, a Rota das Bandeiras iniciou a construção e os trabalhos de adaptação das marginais da rodovia SP-065 . Os trechos entre o km 134 e o km 139 (trevo de Barão Geraldo) tem prazo de entrega até o final do ano. No total, serão cerca de 32 quilômetros de marginais, que vão da entrada no trecho urbano de Campinas (km 129) até o acesso à Anhanguera (km 145).

A Rota das Bandeiras é uma empresa da Odebrecht TransPort, investidora e operadora no Brasil em negócios relacionados à mobilidade urbana, rodovias, sistemas integrados de logística e aeroportos.

Fonte.: Atibaia.com.br


  


Rodovia Castello Branco terá desvios na região de Itu, SP


O trânsito na rodovia Presidente Castello Branco (SP-280) sofrerá alterações de 7 a 9 de agosto, com a interrupção do tráfego sob o viaduto do km 80, na região de Itu (SP). A concessionária que administra a rodovia vai executar o lançamento de vigas para a construção de um novo viaduto da SP-79, sob jurisdição do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

A passagem ficará interditada das 23h do dia 7 às 4h do dia seguinte, e novamente das 23h do dia 8 às 4h do dia 9. O prazo de interdição pode ser prorrogado de acordo com o andamento da obra.

O fluxo de veículos do sentido capital da rodovia será direcionado para a alça de acesso do km 80. Nela, o motorista poderá seguir reto para acessar a Castello Branco novamente ou fazer uma conversão à direita na rotatória para acessar a SP-79 no sentido Sorocaba. Para ir a Itu, deverá acessar o retorno seguinte, no km 75 da Castello.

Para quem viaja no sentido do interior, o fluxo também será direcionado para a saída e a rotatória, para quem seguir em frente ou em direção a Itu. Para chegar a Sorocaba, as opções são entrar na saída do km 78 ou seguir até a próxima saída, no km 93.

Fonte.: G1

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Rodoanel de SP deve ser concluído em março de 2016, diz Dersa


A conclusão do Rodoanel de São Paulo deverá ocorrer em março de 2016, segundo informou o presidente da Desenvolvimento Rodoviário (Dersa), Laurence Casagrande, em entrevista ao Bom Dia São Paulo desta terça-feira (6). Segundo ele, a anel rodoviário tem capacidade para suprir a demanda de veículos até meados de 2030.

O Rodoanel começou a ser construído há 14 anos. Quando estiver totalmente concluído, terá 176 km de extensão e vai interligar as principais rodovias do estado. Dos quatro trechos, só dois estão prontos - o Oeste e o Sul.

Quando o Rodoanel foi idealizado, um dos principais objetivos era permitir um transporte de cargas mais rápido entre o interior de São Paulo - produtor - e o litoral do estado, onde a mercadoria é embarcada, tirando, assim, os caminhões de dentro da capital e, consequentemente, melhorando o trânsito.

Segundo Casagrande a confluência de tráfego num sentido único acaba prejudicando a fluidez do Rodoanel. “Existe hoje uma oferta que precisa ser suprida pela demanda e existe também uma questão de ganho de eficiência que o sistema de transporte precisa ter no estado de São Paulo. Hoje o Rodoanel não funciona como um anel, ele tem um formato em 'L' e a asa Leste dele é suprida pela Avenida Jacu Pêssego. Então, ele funciona como uma ferradura. Isso faz com que os caminhões que vêm para São Paulo pela Rodovia dos Bandeirantes, pela Castello Branco, com destino à Fernão Dias e Dutra, por conta das restrições impostas na Marginal Tietê, têm o mesmo sentido de tráfego que os caminhões que seguem sentido Porto de Santos. Ou seja: quem vai para a região noroeste, norte ou leste do estado, com o mesmo cruzamento da região sul.”

Segundo o presidente da Dersa, as obras nos trechos Leste e Norte devem terminar em março de 2016. “O fechamento do anel está previsto para março de 2016 e aí vamos ter uma folga, uma oferta maior e corrigiremos este afunilamento do tráfego em sentido único que tem no Rodoanel”.

A Dersa afirma que o projeto do Rodoanel, idealizado há 20 anos, ainda é atual e capaz de suprir a demanda. “O Rodoanel é um anel rodoviário e não um anel viário. O projeto dele ainda é bastante atual, ele privilegia o uso rodoviário da via e faz com que a infraestrutura tenha uma sobrevida além da normal. 

Ele é uma rodovia fechada que não valoriza a urbanização, porque você só acessa ele pelas rodovias que o cortam. Ele é uma rodovia pedagiada, e deve ser assim para que o motorista não troque o trânsito urbano pelo Rodoanel. Ele serve para organizar o trânsito rodoviário de passagem pela capital. A via permite sua ampliação e que ganhe novas pistas de rolagem aumentando continuamente sua capacidade. 

A via tem um limite de saturação, mas entendemos que este limite vai atender a demanda até por volta da década de 2030”, explicou Casagrande.

Fonte.: G1


Mercadoria fica parada 16 dias no porto do Rio


O tempo médio entre a atracação de uma embarcação no porto do Rio de Janeiro e a entrega da mercadoria ao produtor foi de quase 16 dias em maio, segundo estudo da Receita Federal, divulgado ontem em Brasília.

A maior parte desse tempo é gasta no licenciamento da mercadoria, responsabilidade tanto do órgão anuente quanto do importador. Em segundo lugar está o tempo levado na entrega da carga, depois de completamente desembaraçada. Em seguida, vem o tempo para o importador obter o licenciamento da mercadoria e conseguir o despacho.

Outros procedimentos são a informação da presença da carga no porto, que é de responsabilidade do operador portuário e do depositário da carga, e o desembaraço aduaneiro, de responsabilidade da Receita e do importador.

"As questões de tempo não dependem exclusivamente do Estado, mas também da maior atuação dos interessados e da própria logística do processo", explicou o subsecretário de Aduanas e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci.

Para diminuir esse tempo médio, a Receita está em "um processo intenso de aproximação com a Secretaria Especial de Portos", disse o subsecretário. O estudo será ampliado para todos os 38 portos brasileiros até o fim deste ano.

Segundo Checcucci, as declarações aduaneiras, exigência burocrática da Receita em importações e exportações, acompanharam a elevação na corrente de comércio e cresceram no primeiro semestre de 2013 ante igual período de 2012, mas o tempo médio de retenção nas aduanas caiu no período.

O desembaraço envolvido nas importações avançou 14,49% no período, passando de 1,04 milhão de declarações no período para 1,252 milhões de declarações. A expedição de documentos relacionados à exportação aumentou 1,7% na mesma comparação, saindo de 572 mil despachos entre janeiro e junho de 2012 para 582 mil despachos em igual período deste ano.

Apesar desse aumento no volume de trabalho, o grau de fluidez na importação, que mede a quantidade de produtos que foram desembaraçados em menos de 24 horas, aumentou na mesma comparação. Ele foi de 84,48% em junho de 2013, ante 82,45% em dezembro de 2012.

O tempo médio bruto de despacho das importações caiu de 2,01 dias em todo o ano de 2012 para 1,69 dia no primeiro semestre de 2013. Nas exportações, esse tempo passou de 11,04 horas em 2012 para 7,2 horas em 2013.

O tempo médio bruto quantifica a demora entre o registro da declaração na importação e a recepção de documentos na exportação ao desembaraço das mercadorias. É a forma de medida para a agilidade da atuação da Receita. "Esse avanço é fruto das iniciativas que a Receita começou no ano passado e que agora estão trazendo resultados para o país", o subsecretário.

A arrecadação tributária aduaneira, por sua vez, caiu 10,88% entre o primeiro semestre de 2012 e o mesmo período deste ano. Neste ano, os impostos incidentes sobre o comércio exterior totalizaram R$ 42,77 bilhões, ante R$ 47,993 bilhões nos seis primeiros meses de 2012.

A Receita apontou duas causas para essa queda: a diminuição na alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), em junho de 2012, e algumas desonerações que ocorreram durante o período no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado ao comércio exterior. "A arrecadação aduaneira sofreu alterações decorrentes da politica tarifária", disse Checcucci.

A Cide respondeu por R$ 2,509 bilhões da arrecadação do primeiro semestre de 2012. Já no primeiro semestre deste ano, nada foi arrecadado. O IPI incidente sobre a importação caiu 11,5% e atingiu R$ 6,626 bilhões entre janeiro e junho de 2013, ante R$ 7,487 bilhões em igual período de 2012.

A Cofins cresceu 13,35% na mesma comparação (de R$ 14,956 bilhões para R$ 17,096 bilhões), o Imposto de Importação avançou 13,35% (de R$ 13,708 bilhões para R$ 15,538 bilhões) e 9,21% no PIS - Importação (de R$ 3,215 bilhões para R$ 3,511 bilhões).

Fonte.: Valor Econômico