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O Conselho Municipal de Trânsito e Transporte foi criado oficialmente
pelo prefeito Fernando Haddad (PT) nesta segunda-feira (1º) após uma série de
protestos contra o transporte público tomarem conta da cidade de São Paulo. O
decreto foi publicado no Diário Oficial da cidade de terça-feira (2).
Quando anunciou a criação do órgão, na quarta-feira (26), Haddad havia
dito que o conselho foi criado para abrir planilhas e mostrar os custos do
sistema, deixando “tudo em pratos limpos”. “Eu vou instalar o Conselho
Municipal de Transporte Público com a participação dos usuários, com a
participação do movimento social junto com os empresários e com o governo
para abrir as planilhas, para que as pessoas tenham consciência dos custos
que estão sendo enfrentados, com a presença do Ministério Público, para que
fique tudo em pratos limpos.”
A criação do conselho tem como objetivo a participação mais efetiva da
sociedade nas decisões referentes à mobilidade urbana executadas pela
Secretaria Municipal dos Transportes ou feitas por intermédio da Companhia de
Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transportes (SPTrans). O Conselho
Municipal de Trânsito e Transporte será presidido pelo Secretário Municipal
de Transportes, Jilmar Tatto (PT).
O conselho será composto por 39 membros e seus espectivos suplentes,
pelo período de dois anos. A mesa será composta por 13 representantes dos
órgãos municipais, 13 representantes da sociedade civil eleitos em votação
direta pela população e 13 representantes dos operadores dos serviços de
transportes (sindicatos e associações). As eleições para definição dos
membros da sociedade civil ocorrem em até 60 dias. Enquanto isso, os membros
do Conselho da Cidade irão responder pelo grupo.
Também serão convidados para o conselho representantes do Ministério
Público do Estado, Câmara Municipal, Tribunal de Contas do Município e
Controladoria Geral do Município.
Os membros do conselho terão que acompanhar a implementação do Plano
Municipal de Mobilidade Urbana e participar, quando for necessário, da
revisão do Plano Diretor.
Entre outras atividades estão previstas sugestões de normas,
fiscalização e avaliação do transporte coletivo público, acompanhar as
finanças do sistema, propor normas de circulação de carga e serviços, entre
outras funções.
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Fonte.: G1
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Criada em 1989 a RDC dedica-se ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares de gestão corporativa e logística para o mercado latino americano. Empresa genuinamente brasileira, a RDC busca atender às necessidades específicas de seus clientes. Como consequência conquistou a liderança nacional em soluções para o setor de armazenamento, movimentação e distribuição de veículos zero km.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Prefeitura de SP cria Conselho de Trânsito e Transportes
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Conhecimento Eletrônico é obrigatório. Não perca o prazo
Os contribuintes do
modal rodoviário, Não optantes pelo Simples Nacional, tem até o dia 1º de
agosto para se ajustar à nova legislação do conhecimento eletrônico.
Já para as empresas do
modal rodoviário optantes pelo regime do Simples Nacional e operadores no
sistema Multimodal de Cargas, essa data é 1º de dezembro.
LIGUE
para a RDC. Com a solução RDC DOC-e, sua empresa estará preparada para atender
as obrigatoriedades da lei dentro do prazo vigente. Tel. (11) 4362.8066.
Manifestações de caminhoneiros comprometem transporte de cerca de 70% da carga do Porto de Santos
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SP adia cobrança para caminhão sem carga
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O governo paulista adiou a cobrança de pedágio pelos eixos dos
caminhões que rodam suspensos --ou seja, que não estão encostados no chão e
que podem estar vazios.
A medida entraria em vigor ontem, quando caminhoneiros fizeram
bloqueios em estradas protestando inclusive contra essa nova cobrança.
Com ela, os caminhoneiros passariam a pagar por todos os eixos, mesmo
quando estivessem viajando sem carga.
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) havia anunciado a cobrança como parte
de um pacote que incluiu a suspensão do reajuste do pedágio para todos os
veículos.
O Estado abriu mão de uma receita anual próxima de R$ 400 milhões
devido ao congelamento da tarifa. Parte do valor seria coberta com os
pagamentos dos caminhões que circulam com eixo suspenso.
Segundo a Artesp (agência estadual que regula as concessões das
estradas paulistas), a nova cobrança não começou a ser feita ontem porque são
necessárias "medidas jurídicas" para que isso seja colocado em
prática.
Ela não forneceu, porém, previsão de nova data.
PREJUÍZOS
Alckmin afirmou ontem que os protestos que bloqueiam rodovias são
organizados por uma minoria e que a situação está sob controle.
Ele determinou que a Procuradoria entre com ação contra os
caminhoneiros para impedir bloqueio de estradas e cobrar prejuízos por
interdições. Concessionárias chegaram a entrar com ação.
O governador disse que também beneficiou os caminhoneiros com a
suspensão do aumento dos pedágios nas rodovias de São Paulo.
O reajuste, previsto em contrato, seria próximo de 6,5%, a partir
deste mês.
"Não é que adiamos para o ano que vem, que no ano que vem terá
dois. Nós suprimimos o reajuste. Todos foram beneficiados. A maioria dos
caminhões não tem eixo suspenso. Quem tem eixo suspenso ganhou 3,5%, pois
deixou de ter um reajuste de 3,5%", afirmou Alckmin.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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