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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sancionou terça-feira(18) um
projeto para que os semáforos da capital paulista funcionem no amarelo
piscante da meia-noite às 4h. A aprovação transforma a medida em lei.
O projeto, que já está em vigor, estipula um prazo de 60 dias para a
CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) regulamentar a norma.
Atualmente, na capital, 560 cruzamentos já funcionam dessa forma, segundo o
órgão.
A lei que vigorava anteriormente era de 2002 e dizia que apenas
semáforos com alta incidência de assaltos poderiam ficar no amarelo piscante.
O projeto sancionado ontem pelo prefeito é de autoria do vereador
Paulo Telhada (PSDB), coronel e ex-comandante da Rota (Ronda Ostensiva Tobias
de Aguiar).
De acordo com Telhada, como a polícia não indica quais são os
cruzamentos perigosos da cidade que necessitam de semáforos piscantes,
existia a necessidade de uma regulamentação.
Para o vereador tucano, motoristas ficam inseguros nos cruzamentos da
cidade com medo de assaltos.
Por isso, diz ele, os carros passam no sinal vermelho "colocando
em risco não só suas vidas, como também a de outros", afirmou Telhada na
justificativa do projeto.
MUDANÇA
A Câmara Municipal havia aprovado o projeto em maio, mas houve
alterações no texto proposto por Telhada. Originalmente, o projeto previa que
a medida fosse adotada nos semáforos das 23h às 5h.
Durante a aprovação no mês passado, o período foi reduzido das 0h às
4h.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
Lei sobre semáforo piscante na madrugada é sancionada em SP
Revogada a portaria que limitava grandes caminhões em Minas durante a Copa das Confederações
Foi
revogada a Portaria 253 que limitava a circulação de veículos de grande porte
nas rodovias mineiras durante a Copa das Confederações.
A
assessoria de imprensa do Dnit informou que a resolução foi suprimida pelo
diretor geral do órgão, Jorge Fraxe. A portaria é de 29 de maio de 2013 e
criava um período de restrição à circulação de caminhões de carga especiais e
superdimensionados.
A decisão
havia sido tomada levando em consideração um aumento significativo do fluxo de
carros nas estradas durante os jogos. O Dnit não esclareceu o porquê da
mudança.
Fonte: Montes Claros
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Congresso analisará se atenua a Lei dos Caminhoneiros
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Menos de um ano depois de a Lei dos Caminhoneiros entrar em vigor, o
Congresso começa a preparar uma mudança radical na legislação que
regulamentou as jornadas de trabalho da categoria.
Fortemente influenciada pela bancada ruralista, a comissão especial da
Câmara que trabalha nas mudanças começa a votar nesta semana um novo texto da
lei.
Entre as propostas, que ainda terão de passar por outras comissões,
está o aumento do tempo ininterrupto máximo de direção permitido, de quatro
horas para seis horas, e também das horas extras diárias, de duas para
quatro.
A regulamentação do tempo de direção dos caminhoneiros foi apresentada
no ano passado pelo governo como forma de ajudar a reduzir os acidentes de
trânsito no país.
Mas ruralistas e outras grandes empresas produtoras de mercadorias
reclamam da nova lei sob o argumento de que ela aumentaria os custos de
logísticas do país.
Autor do pedido para criar a comissão, o deputado Hugo Leal (PSC-RJ)
disse que a intenção de fazer ajustes necessários foi desvirtuado.
"Só tem gente do agronegócio na comissão. Ela não é imparcial.
Fizeram tudo para facilitar o lobby deles", afirmou Leal, que faz parte
de uma frente pelo transporte seguro.
O relator da comissão, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), disse que as
propostas foram apresentadas após a comissão ouvir todos os lados.
O procurador do Ministério Público do Trabalho Paulo Douglas afirmou
que as mudanças propostas pelo relator são um retrocesso. Flávio Benatti,
presidente da NTC (Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística),
diz que a lei criava condições para uma competição leal no setor, o que não
será possível caso as mudanças sejam aprovadas.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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Restrição de cargas na Avenida Brasil, no Rio, começou nesta segunda
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A restrição para circulação de veículos com cargas especiais na
Avenida Brasil, que liga o Centro à Zona Oeste do Rio, começou a partir das
23h de segunda-feira (17). A medida foi tomada pela Secretaria Municipal
de Transportes, após o material de uma carreta tombar na via e causar um
grande congestionamento na cidade, na terça-feira (11). Veículos com esse
tipo de carga só poderão circular na Avenida Brasil entre 23h e 5h.
A Secretaria Municipal de Transportes reiterou que a determinação vale
apenas para veículos com cargas de grande porte. Por exemplo, vagões de metrô
e peças de gasoduto. Carretas com cargas menores podem circular normalmente
nos outros horários.
O tombamento de carga na Avenida Brasil, na terça, causou reflexos no
trânsito dos elevados Paulo de Frontin e Perimetral. Segundo a secretaria, a
empresa responsável pelo transporte circulava de forma irregular na via, pois
não respeitava os tamanhos máximos permitidos para veículos. A transportadora
foi suspensa de realizar esse tipo de serviço no município por seis meses e
multada em R$23 mil.
Caos no trânsito
De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, as vias que
apresentaram maior lentidão foram a Avenida Radial Oeste, no sentido Centro;
a Avenida e o Elevado Paulo de Frontin e Trevo das Forças Armadas; além dos
acessos à Avenida Brasil: Avenida Francisco Bicalho, Elevado da Perimetral, e
Avenida Rodrigues Alves. Havia retenções ainda na Avenida Presidente Vargas;
Praça da Bandeira e Rua General Canabarro.
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Fonte.: G1
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Especialista alerta: Lei do Motorista está em pleno vigor e precisa ser cumprida
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Os debates sobre a Lei do Motorista, nº 12.619, que estabelece a
obrigatoriedade do controle de jornada de trabalho e de tempo de direção para
todos os motoristas profissionais do Brasil, obrigando os tempos de parada de
30 minutos a cada quatro horas de direção e o descanso diário de 11 horas,
entre outras exigências, estão longe de terminar.
Apesar de a Lei estar em ampla discussão em foros como a Câmara dos
Deputados e a comissão especial que foi criada para este fim, com diversos
interesses voltados para sua flexibilização, prorrogação e modificação, o
especialista em Direito do Transporte, Marcos Aurélio Ribeiro, alerta todo o
setor de transporte de cargas e logística brasileiro para a vigência de suas
regras: “A Lei está em vigor, embora existam discussões e outros projetos
tramitando na Câmara. Mas, enquanto não houver nenhuma modificação, ela está
valendo em sua íntegra. Vale tanto a parte Trabalhista, que é da Jornada de
Trabalho, como a parte de Tempo de Direção, que consta no Código de Trânsito.
Toda ela está em vigor”, disse o advogado à reportagem do Portal Transporta
Brasil.
Ribeiro aconselha a todas as transportadoras do País a cumprir todas
as regras da Lei 12.619, sob pena de receber alguma autuação das autoridades
fiscalizadoras. “Enquanto a Lei existir, todos devem cumprir. O motorista não
pode deixar de descansar, não pode dirigir mais que 4 horas de forma
ininterrupta e sua jornada de trabalho deve ser cumprida, observando o
descanso diário de 11 horas. Todas as regras que estão na Lei estão valendo”,
frisa o Dr. Marcos Aurélio.
Segundo o especialista, os debates sobre a Lei do Motorista giram em
torno de alguns aperfeiçoamentos e ajustes de que ela precisa. “É necessário
estabelecer um equilíbrio entre o motorista empregado e o autônomo, de forma
que o empregado também possa dirigir durante 12 horas por dia, uma vez que o
autônomo pode. Regular melhor o tempo de espera, permitir que em viagens longas
o motorista possa descansar apenas 8 horas de forma ininterrupta e descansar
o restante durante o dia. Estes são alguns aperfeiçoamentos que devem
surgir”, explica.
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Fonte.: Portal Transporta Brasil
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