segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Cidade de SP ganha 19,8 km de vias exclusivas de ônibus


Um total de 19,8 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus passará a funcionar a partir de segunda-feira, dia 16, em São Paulo. O primeiro quilômetro de faixa circundando o centro - projeto conhecido como Rótula Central - está entre as novidades.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a faixa funcionará em 1 km da Avenida Ipiranga, de segunda a sexta-feira das 6h às 22h, e aos sábados, entre 6h e 14h. A faixa ficará entre a Avenida São Luís e a Praça Alfredo Issa, em ambos os lados da via, na região central.

Mais 300 metros de faixa exclusiva serão instalados no corredor norte-sul, no sentido bairro da Avenida Professor Ascendino Reis entre a Avenida Ibirapuera e a Rua Ipê, na zona sul.

Na zona leste, a Avenida Jacu-Pêssego, terá 6,2 km de faixa no trecho entre a Avenida Ragueb Chohfi e a Rua São Francisco do Piauí, na altura da Estação Dom Bosco da Linha 11-Coral, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A segregação para coletivos será feita de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h e das 17h às 20h.

As Avenidas Regente Feijó, Eduardo Cotching e João XXIII terão faixas das 6h às 9h, no sentido centro, e das 17h às 20h, no sentido bairro, sempre de segunda a sexta-feira.

A Avenida Sapopemba terá 4,4 km de faixa só para ônibus entre a Praça Felisberto Fernandes da Silva (ao lado do Terminal São Mateus) e a Avenida Frederico Martins da Costa Carvalho. A faixa ficará ativada das 6h às 9h no sentido centro e das 17h às 20h na direção inversa.

Na Rua Capitão Pacheco e Chaves, a faixa terá 1,3 km e funcionará de segunda a sexta-feira, no sentido centro.

No Ipiranga, na zona sul, o espaço para coletivos terá 1,3 km nas Ruas Tabor e do Manifesto, sentido centro, das 6h às 9h.
Em Pinheiros, na zona oeste, a Rua Paes Leme terá 300 metros de faixa das 6h às 20h. Aos sábados, o funcionamento será das 6h às 14h. Ainda não há previsão sobre o começo das multas nos locais.

Fonte: Estadão Conteúdo

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Pedágio na BR-262 começa após 10% de duplicação no ES, diz Foletto


A reunião entre a bancada capixaba em Brasília com representantes do governo federal, na quarta-feira dia 11, resultou em alterações no processo de duplicação da BR-262, no trecho que corta o Espírito Santo, segundo garantiu o deputado federal e líder da bancada capixaba Paulo Foletto (PSB). O estado não conseguiu evitar a cobrança do pedágio na nova rodovia, mas conseguiu que a cobrança do pedágio só seja executada em solo capixaba quando houver o mínimo de 10% de rodovia duplicada.

A bancada federal capixaba está na briga por mudanças na concessão da BR-262, que liga o Espírito Santo a Minas Gerais, principalmente com relação à cobrança de pedágios. Pela manhã, o senador Ricardo Ferraço, membro da Comissão de Infraestrutura do Senado, contou que a expectativa da bancada é de que o governo “faça uma reflexão sobre o quanto nós precisamos dessa obra, mas uma obra sem pedágio”. Ele disse que o estado briga para ter a duplicação da rodovia, sem a cobrança de pedágio.

A reunião foi realizada com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o ministro dos transportes, César Borges, e ainda o coordenador-executivo do Programa de Aceleração do crescimento (PAC), Maurício Muniz. Segundo Foletto, houve mudanças no projeto original, que será licitado na próxima quarta-feira (18). Inicialmente estava previsto a cobrança de pedágio no trecho da estrada em solo capixaba, sem que houvesse o início da obra por aqui.

"O edital previa que a empresa que ficasse responsável pela obra cobrasse pelo pedágio no Estado, quando tivesse concluído 10% da obra no trecho de Minas Gerais. Entendemos isso como uma medida equivocada, pois não há justificativa para se cobrar aqui. Conseguimos com que a cobrança apenas seja praticada quando também aqui no Espírito Santo haja o mínimo de 10% da duplicação concluída. Até que se atinja esse percentual mínimo, a concessionária não poderá cobrar aqui no Estado", salientou o parlamentar.

Outra mudança conseguida na negociação entre os políticos com os representantes do governo federal, foi a alteração do local onde será instalada a primeira das duas praças que serão construídas na BR 262 por aqui. "Sabemos que esta estrada é muito utilizada por pequenos produtores da Região Serrana e que eles seriam extremamente prejudicados com a praça de pedágio fixada em Marechal Floriano. Argumentamos e conseguimos que esta praça fosse deslocada em cerca de 40 km, ou seja, vai ficar um pouco depois de Venda Nova do Imigrante", explicou Foletto.

A polêmica em relação a duplicação começou com o fato de os capixabas que usam a BR-262 terem que pagar pedágio antes de os benefícios chegarem, com o agravante de a obra no trecho do estado ser tocada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (Dnit) com verba federal, sem um centavo da concessionária, conforme destacou o senador. O leilão de concessão do trecho que corta o estado está marcado para 18 de setembro, com previsão de assinatura do contrato em 9 de dezembro.

Desejo era ausência do pedágio
Mais cedo, o senador Ricardo Ferraço destacou a importância da duplicação para a o Estado e ainda a expectativa em vetar a implantação dos pedágios no Espírito Santo. “Não podemos abrir mão da duplicação da BR-262, que antes de ser um eixo fundamental para o nosso desenvolvimento, é uma rodovia que precisa assegurar uma condição de fluxo segura a todos os capixabas e brasileiros que ali passam. Nossa expectativa, sinceramente, era de que essa obra fosse feita sem pedágio, por tudo que temos administrado nesses anos, pelas perspectivas que gerou o governo federal, que nós capixabas seríamos compensados”, disse.

Entretanto, o desejo de Ferraço e da bancada capixaba não foi atendido, como detalhou Paulo Foletto. "Não tínhamos como anular o edital, mais conseguimos com que ele se tornasse menos prejudicial ao Estado. Não é uma vitória, e sim um ajuste", concluiu o deputado federal.


Fonte: G1 ES

Comissão de Viação aprova projeto que reforça combate ao roubo de cargas


A Comissão de Viação e Transportes aprovou o Projeto de Lei 2245/11, da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), que tem o objetivo de reforçar o combate ao roubo de cargas. O projeto acrescenta dispositivos à Lei 9.034/95, que trata das organizações criminosas, para dar mais poderes à autoridade policial na atividade de revista e inspeção de cargas.

O projeto permite o rompimento de lacre aduaneiro e a abertura de veículo ou de contêiner de transporte de carga. A ação deverá ocorrer na presença do motorista ou responsável. O agente policial ficará obrigado, após a inspeção, a aplicar um novo lacre e a entregar ao motorista ou responsável declaração circunstanciada da inspeção, com indicação dos motivos da sua realização.

Se o agente encontrar, no ato de inspeção, qualquer indício de crime, deverá apreender os bens e o veículo e apresentá-los à autoridade policial superior.

Parecer favorável
O relator, deputado Geraldo Simões (PT-BA), disse não ver “qualquer prejuízo que possa decorrer da aprovação da matéria”, no que compete à Comissão de Viação e Transportes. E pediu a aprovação considerando que “o objetivo é ampliar os instrumentos de ação das forças policiais, para que possam atuar com mais eficiência no combate à ação de organizações criminosas que promovem o roubo de carga”.

Geraldo Simões sugeriu que fosse ouvida a Comissão de Finanças e Tributação, não incluída na tramitação da matéria, já que a legislação tributária tem dispositivos específicos sobre “a fiscalização e a aplicação de sanções no caso de transporte de mercadoria sujeita a pena de perdimento”.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será apreciada ainda pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara

Trecho crítico na MT-322 segue como grande entrave no Araguaia


A comitiva do Estradeiro Aprosoja/MT segue acompanhando de perto as condições logísticas na região do Araguaia. Até a última terça-feira haviam sido percorridos 1.200 quilômetros de Cuiabá até Confresa. Produtores rurais do município e de regiões circunvizinhas participaram do simpósio que foi realizado na Câmara Municipal da cidade. Ontem a caravana seguiu em direção ao estado do Pará.

O asfalto da BR-158, que liga Canarana à Confresa, concluído há cerca de quatro anos, apresenta alguns problemas de ‘trincamento’. Seguindo viagem, na MT-322 um trecho de pouco mais de 20 quilômetros já está praticamente intrafegável em plena estiagem. Como alternativa para fugir das péssimas condições da estrada, foi improvisado um desvio entre as margens da pista e a área de lavoura de uma propriedade. Mas o novo caminho já está tão destruído quanto a via estadual. Logo nos primeiros quilômetros deste trecho, a equipe do Estradeiro encontrou uma máquina particular patrolando a pista.

A cidade de Confresa tem instalada em seu território uma unidade frigorífica que abate diariamente 1.150 animais. Entretanto, diante da inviabilidade logística que a região enfrenta, a empresa responsável transfere todos os trabalhos de processamento da carne para outros estados.

O presidente da Câmara Municipal de Confresa, Wilson Gomes de Freitas, vê na realização do Estradeiro pelo Araguaia uma possibilidade concreta de melhorias logísticas para a região. “Vivemos em um momento político em que a reação governamental só vem após uma ação organizada. E é isso que vejo neste movimento, a atitude de cobrar melhorias para esta região que durante anos ficou esquecida”, concluiu o vereador.

O produtor rural de Querência e vice-presidente da Aprosoja/MT na região Leste, Gilmar Dell’Osbel, destacou as necessidades específicas para atender às mudanças na nova forma de produção no Araguaia. “O Vale do Araguaia tem muito para crescer e a agricultura é quem vai puxar esta expansão. Diferente da produção pecuária, para o perfeito desenvolvimento desta nova prática é preciso uma logística mais elaborada, que atenda aos prazos específicos como, por exemplo, o transporte emergencial de adubo, calcário e o próprio escoamento da safra”, afirmou.

Ao final do Estradeiro a Comissão de Logística da Aprosoja/MT irá preparar um relatório detalhado com imagens e textos que descrevem e ilustram a realidade dos trechos visitados ao longo da expedição. “Tudo aquilo que vistoriamos in loco será documentado e encaminhado diretamente ao DNIT, Ministério dos Transportes, governador de Silval Barbosa, bancada estadual e federal de Mato Grosso”, afirmou o diretor executivo do Movimento Pró- logística, Edeon Vaz Ferreira.


Fonte: Diário de Cuiabá

Regras para leilões de terminais nos portos de Santos e Pará saem no dia 25 de outubro


Os editais definitivos de licitação para novos arrendamentos de terminais nos portos de Santos e do Pará deverão ser lançados no dia 25 de outubro. A intenção do governo é realizar a disputa um mês depois, na última semana de novembro, provavelmente em sessão pública na BM&F Bovespa. O cronograma foi apresentado ontem pelo ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino.

Para cumpri-lo à risca, o governo precisará enviar ao Tribunal de Contas da União (TCU) os estudos de viabilidade econômica-financeira e as minutas de editais até o dia 25 deste mês, segundo Cristino. A expectativa é que o órgão de controle dê uma resposta em 30 dias. "Só lançaremos os editais definitivos quando tivermos aval do TCU. Todos saímos ganhando quando é assim", disse o ministro.

No caso do campo de Libra, no pré-sal, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) lançou o edital do leilão antes de ter conseguido sinal verde do tribunal. Para o ministro, não há risco de atrasos no cronograma de licitação dos terminais portuários. Ele descarta a reabertura de audiência pública para discutir os novos arrendamentos.

De acordo com Cristino, houve 3.104 contribuições por escrito durante a audiência pública realizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que teve sessões presenciais nas cidades de Santos e Belém. Ele disse que já foi dado "tempo suficiente" para as discussões e agora o governo está analisando as contribuições "sem preconceito" para fazer ajustes nos editais, antes de enviá- los ao TCU.

"Não precisa de mais audiências públicas, já está bom demais. Mandaram mais de três mil contribuições", afirmou o ministro. "Todo mundo participou, fez propostas, apresentou ideias. Vamos acatar todas as contribuições, sem preconceito, que aperfeiçoem os nossos planos de modernizar os portos."

A mudança pedida pelos empresários para o porto de Santos deve ser aceita pelo governo federal, segundo Cristino. Na região da Ponta da Praia, a ideia inicial do governo era concentrar os terminais de grãos em apenas uma área. Com as contribuições apresentadas, a decisão foi ter duas áreas. Um dos terminais portuários, o da ADM do Brasil, deve ter o contrato de arrendamento renovado.

Outra mudança deve ocorrer nos portos de Miramar e de Vila do Conde, no Pará. Os terminais de graneis líquidos (combustíveis) existentes em Miramar, que foram sendo cercados por moradias, migrarão progressivamente para Vila do Conde.

No plano original do governo, a ideia era ter um único terminal de combustíveis em Vila do Conde. Após sugestão dos empresários, a fórmula deve mudar: agora o governo prevê apenas um operador do berço do terminal, mas até quatro distribuidoras de combustíveis na retroárea do porto.


Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Medo e insegurança voltam a atormentar usuários do Sistema Anchieta-Imigrantes


Se não bastassem os constantes congestionamentos no Sistema Anchieta-Imigrantes em direção à Baixada Santista, seja por conta do excesso de caminhões, acidentes ou manifestações que bloqueiam as vias, os motoristas também são obrigados a conviver com o medo e a falta de segurança que rondam alguns pontos das duas estradas. No domingo, dia 8, um arrastão na Pista Sul da Anchieta trouxe à tona esse antigo problema, há anos sem solução.

Um dos trechos mais críticos é o final da Anchieta, entre Santos e Cubatão. Foi nessa região que algumas pessoas passaram por momentos de terror e tensão, enquanto ficavam presos em mais uma ocorrência de lentidão.

“Percebi que de repente tudo parou. Alguns carros e motos voltavam na contramão e os motoqueiros diziam para não descer, pois estava acontecendo um arrastão. No carro ao lado do meu tinha uma mulher que só gritava e chorava”, disse o jornalista Bruno Cardoso, que evita descer a Serra depois do almoço por saber que encontrará a Imigrantes fechada.

Com a vinda dos turistas para a região no final de semana, a Ecovias costuma implantar a operação subida 2x8. Nesse caso, as duas pistas da Imigrantes e a Norte da Anchieta ficam voltadas para os que retornam à Capital e a Pista Sul da Anchieta fica sendo a única opção em direção ao Litoral.

“Só fica a Anchieta para descer e eles não tomam nenhuma medida de segurança. Vou começar a descer domingo ou segunda de manhã”, mencionou Cardoso.

Nem um pingo de novidade

O cenário narrado por Bruno não é novo. Márcia Regina Pereira passou por situação parecida há cerca de um mês, no Casqueiro, em Cubatão. A Tribuna publica matéria sobre assaltos nas estradas há, pelo menos, seis anos.

“Eu vinha de São Paulo, estava trânsito para descer a Serra. Quando chegamos lá embaixo, meu marido resolveu entrar no Casqueiro em busca de um posto de gasolina, mas não tinha e voltamos para a pista. Eles (assaltantes) estavam no meio da pista. Meu marido teve que diminuir. Eles já vieram com arma em punho dizendo para pararmos e deram uma coronhada para abrirmos o vidro. Levaram celular, GPS, e R$ 180,00”, contou Marcia, que, como a maioria das vítimas, não fez Boletim de Ocorrência.

A moradora da Baixada também criticou a falta de policiamento. “Vou passar a noite na delegacia pra quê? Levamos o prejuízo. Íamos só virar estatística, porque ninguém faz nada. Não tinha ninguém para pedir ajuda, do começo ao fim”, afirmou.

Mas nem sempre é necessário trânsito lento para os bandidos agirem. Uma das técnicas usadas pelos assaltantes é lançar pedras na pista, forçando os motoristas a parar. Recentemente, na Imigrantes, um ônibus fretado foi vítima dessa ação de marginais, um pouco antes da interligação.

“Estávamos voltando para Santos. Na altura de Diadema, ao passarmos por um dos viadutos, atiraram uma pedra para que o ônibus parasse. Na hora houve pânico. O motorista não parou, pois sabia que poderíamos ser assaltados. Como o vidro espatifou, paramos em um posto rodoviário, onde o polícia disse que não era o primeiro caso”, explicou o jornalista Willians Ribeiro, que faz o trajeto todos os dias.


Fonte.: A Tribuna

Receita com multas em inspeção soma R$ 25 mi em SP


Em apenas sete meses, a prefeitura já arrecadou mais do que o dobro do previsto para todo o ano com multas por falta de inspeção veicular. Segundo relatório da Secretaria de Finanças, entre janeiro e julho deste ano, a receita com esse tipo de infração chegou a R$ 25,1 milhões. Para todo o ano, eram previstos R$ 10,8 milhões.

Além disso, a receita dos sete primeiros meses deste ano já é 25% superior do que os R$ 20 milhões arrecadados no mesmo período do ano passado. O valor da multa para quem não faz a vistoria obrigatória é de R$ 550, quase três vezes mais do que uma multa por excesso de velocidade (R$ 191,54).

O dinheiro arrecadado com as multas de inspeção é repassado para o Fema (Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável). Os recursos ficam à disposição da Secretaria dos Transportes, e devem ser usados em projetos para diminuir a poluição emitida pelos veículos e as emissões de gases.

A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente afirma que o aumento na arrecadação acontece por causa do pagamento de autuações acumuladas nos últimos anos, uma vez que, para fazer o licenciamento do veículo, o motorista deve quitar todas as pendências de multas.

Mudanças

Desde junho deste ano, a prefeitura passou a reembolsar o valor da taxa de R$ 47,44 cobrada na inspeção veicular. A partir do ano que vem, veículos aprovados na vistoria não precisarão pagar a taxa, que só será cobrada de veículos reprovados.

Além disso, a vistoria anual só será obrigatória para veículos com mais de 9 anos. Para os outros, a inspeção deverá acontecer a cada dois anos. E apenas veículos com mais de três anos de fabricação serão obrigados a passar pela inspeção.

Também farão parte do programa de inspeção veículos licenciados em outros municípios que trafegam mais de 120 dias por ano na cidade.


Fonte.: Boa Informação

Concessões vão exigir importação de asfalto


A rodada de concessões de rodovias federais não vai testar apenas o interesse do setor privado em assumir a operação de 7 mil km de estradas federais. Do lado da indústria, também será colocada à prova a capacidade do país de atender a uma demanda básica na construção de qualquer rodovia: a oferta de asfalto.

Se tudo sair como está desenhado no plano de concessões do governo, com os leilões de nove estradas federais realizados ainda neste ano e o consequente início de todas as obras em 2014, o Brasil caminhará para se transformar em um importador contínuo e crescente de asfalto. A avaliação é da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos (Abeda), instituição que reúne 17 das 24 distribuidoras de asfalto do país e responde por 95% do mercado nacional de distribuição do insumo. "Nós estamos margeando o desabastecimento. Se nada for feito, chegaremos inevitavelmente a essa situação. O país não tem condições estruturais de atender a demanda futura", diz Carlos Guilherme do Rego, presidente da Abeda.

Uma combinação de fatores explica o risco que ameaça a oferta de asfalto. De um lado, está a forte demanda pelo insumo projetada para os próximos anos. Pelas regras dos editais de concessão, todas as rodovias terão de ser obrigatoriamente duplicadas nos primeiros cinco anos de contrato, exigência que mais preocupa a iniciativa privada. Soma-se a essa demanda a realização das eleições no ano que vem, período que historicamente puxa as obras de pavimentação de estradas, além da prometida retomada de obras federais pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A estimativa dos distribuidores de asfalto é de que a taxa anual de crescimento fique em torno de 20% entre 2014 e 2015, depois de crescimento marginal nos últimos anos.

Do lado do abastecimento, as limitações são industriais. O asfalto é, basicamente, subproduto do refino de petróleo, um resíduo aplicado no solo, após passar por um processo de beneficiamento. Como o país passou 30 anos sem investir em refinarias, sua produção ficou restrita às plantas que já existem - um total de oito refinarias -, sendo que a maior parte delas está localizada nas regiões Sul e Sudeste. "O Brasil é um país continental. Com a crescente demanda por duplicações e obras na região Nordeste, por exemplo, levar asfalto a partir do Sul ou Sudeste fica absolutamente proibitivo, por conta do custo de frete", afirma o presidente da Abeda.

Os cálculos da associação apontam que uma tonelada de asfalto vendida atualmente pelo distribuidor custa, em média, R$ 1,3 mil. Se esse mesmo asfalto, porém, tiver que ser despachado por caminhão do Sudeste para o Nordeste, o preço dessa tonelada quase dobra, chegando a cerca de R$ 2,5 mil. A importação acaba sendo a melhor alternativa, porque o custo é bem inferior. "O preço da tonelada importada tem saído, em média, 50% acima do que é praticado no país. Por isso, vale mais a pena buscar o insumo lá fora", comenta Rego.

Neste ano, a demanda por asfalto ficará em torno de 3 milhões de toneladas. A oferta do insumo é praticamente um monopólio da Petrobras, que é dona das refinarias. Em algumas ocasiões, a estatal tem recorrido à importação. No ano passado, quando a demanda por asfalto movimentou 2,8 mil toneladas, a importação da Petrobras chegou a 4,6% do total, com a entrada de 103,7 mil metros cúbicos do produto no país.

Em 2010, a estatal chegou a importar mais que o dobro disso - 249,9 mil metros cúbicos - por conta da aceleração de projetos de pavimentação no país. Em 2011 e 2012, porém, o resultado caiu, refletindo a baixa demanda de contratações do Dnit, alvo da "faxina" dos Transportes, que levou o governo a paralisar as contratações de obras públicas em todo o país.

Em resposta enviada ao Valor, a Petrobras informou que "tem adotado medidas no sentido de minimizar importações de derivados de petróleo (inclusive asfaltos), mediante a otimização de seu parque de refino e a utilização de alternativas logísticas de abastecimento do mercado, visando ao equilíbrio da relação entre oferta e demanda nas diversas regiões do país".

A estatal afirma que, atualmente, o percentual de importação de asfalto está em aproximadamente 2% da demanda nacional e que, por conta de ações já tomadas, não tem expectativa de importar asfaltos para o período em questão entre 2014 e 2018, mas acrescenta que a companhia "poderá eventualmente recorrer a importações, em complemento à produção interna, na hipótese de desequilíbrio entre a oferta e a demanda pelo produto no mercado brasileiro".

A preocupação com o abastecimento de asfalto no país levou instituições do setor a criar um fórum permanente para discutir medidas que evitem o desabastecimento nacional. Reuniões estão previstas para ocorrer em Brasília, com a presença de representantes do governo e associações ligadas a construção e concessões de rodovias.


Fonte.: Valor Econômico

Procarga anuncia primeira fase da Operação Vale do Ribeira 2013


O Procarga (Programa de Prevenção e Redução de Furtos, Roubos, Apropriação Indébita e Receptação de Carga), desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, informou que, no dia 22/8, iniciou a primeira fase da Operação Procarga – Vale do Ribeira 2013.

A ação contou com a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Concessionária Autopista. Tratou-se da primeira fase de operação policial de saturação de Polícia Judiciária, destinada ao cumprimento de mandados de busca e apreensão, prisão, bem como, intimação de pessoas de algum modo envolvidas no desvio e receptação ilícita de cargas nos quatro pontos de maior índice de crimes dessa natureza, distribuídos em 300 quilômetros da Rodovia Regis Bittencourt (Km 269-568), o que compreende a Serra do Azeite - Cajati, Bairro do Engano e Santa Rita - Miracatu e Bairro Barnabé - Juquitiba.

A operação contou com 27 viaturas e 66 policiais civis, dez viaturas e 20 policiais militares e 8 viaturas e 24 policiais rodoviários federais, num efetivo total de 110 policiais e 45 viaturas envolvidas, das Delseccpols. de Registro, Jacupiranga e Taboão da Serra, 4a e 5a Deleg. PRF, e 25º BPM/M e 14º BPM/I da PMSP.

O efetivo manteve presença maciça nos quatro pontos-alvo, gerando sete Boletins de Ocorrência, cumprindo dez mandados e busca e apreensão obtidos nas Comarcas respectivas nos dias que antecedera o evento, bem como, diligenciaram para o cumprimento de seismandados de prisão, além de terem realizado intimações de cerca de 20 pessoas para prestarem esclarecimentos em cartório nos dias seguintes ao da operação.

A boa notícia se refere à continuidade dos trabalhos iniciados na data da operação que, somados à investigação, resultou na prisão de uma quadrilha (dois adultos e dois adolescentes), que se utilizavam de coletes da Polícia Federal, quando foram presos no dia 23/8 após praticarem seu último roubo.


Fonte: Imprensa SETCESP

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Começa a remoção de acostamentos para a duplicação da Transbrasiliana


As obras de duplicação do trecho urbano da BR-153, na avenida Jóquei Clube, completaram dois meses. Atualmente, funcionários da empresa Construpesa executam a remoção dos acostamentos, terraplanagem do trecho, assentamento de tubos de concreto para contenção de erosão, entre outros serviços. Após a realização das obras e instalação de rotatórias para o cruzamento e nível, os usuários da rodovia e moradores de mais de dez bairros da região sul terão mais segurança.

As próximas etapas das obras consistem na execução de sistema de drenagem, pavimentação, construção de novas pistas ao lado das já existentes, três rotatórias na altura das ruas México, Clotildes Maria Jesus e João Batista, evitando os cruzamentos em nível feitos atualmente pelos motoristas, lombofaixas para passagem dos pedestres, acostamentos, instalação de barreiras de concreto separando as pistas, melhorias na sinalização de trânsito e iluminação em todo o trecho.

As novas pistas terão 9,20 metros de largura e contarão com acostamento. A duplicação do trecho de 2,5 quilômetros deve proporcionar mais segurança aos usuários da via e reduzir o número de acidentes no local. A obra deve beneficiar 20 mil pessoas dos bairros da zona Sul, como Damasco, Esplanada, Marajó, Santa Paula, Homero Zaninoto, Vila Hípica, Vista Alegre, Nova Marília e Parque São Jorge.

As obras terão investimentos de R$ 15 milhões. A expectativa é que o empreendimento seja concluído no primeiro semestre de 2014.

Durante a execução da obra a Transbrasiliana disponibiliza um estande de informações, instalado no posto de combustíveis BR-153, com profissionais preparados para responder aos questionamentos da população. Semanalmente a Concessionária também conta com o apoio da Ouvidoria reclamações e elogios. Além disso, a Companhia disponibilizará para o esclarecimento de dúvidas o número 0800 72 30 153, que funciona 24h por dia, sete dias por semana, o site www.transbrasilianasa.com.br ou via e-mail: ouvidoria@ transbrasilianasa.com.br. Os funcionários também entregam no local um panfleto com as 13 questões mais recorrentes, referentes à obra.

A concessionária solicita aos motoristas que redobrem a atenção, respeitem a sinalização e fiquem atentos à necessidade de eventuais reduções de velocidade na passagem pelo trecho em obras.

O pedreiro Helio Claudio Scalião, 70, que utiliza o trecho com frequência, acredita que as obras serão benéficas. “É um avanço a execução desta obra, tendo em vista os riscos existentes, atualmente, para todos os usuários. Não importa que tenhamos alguns transtornos durante os trabalhos, pois isso será passageiro, mas os benefícios são duradouros”, comentou.

Fonte: Diário de Marília