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A rodovia Cônego Domênico Rangoni, em Guarujá, no litoral de São
Paulo, passou a ter novas regras de tráfego desde o último domingo (24). Para
dar maior fluidez ao trânsito, é feita uma espécie de triagem antes de os
caminhoneiros chegarem à rua do Adubo e, quem chegar ao terminal para descarregar
antes do horário marcado, terá que retornar. A medida já amenizou o trânsito
que flui normalmente desde a manhã de segunda-feira (25).
Os resultados dessas novas medidas já começaram a serem vistos no
domingo. Para os caminhoneiros as mudanças só trouxeram benefícios. Com a rua
do Adubo livre, a rodovia Cônego Domênico Rangoni voltou a fluir. Desde as
primeiras horas deste domingo um bloqueio é feito duzentos metros antes dos
caminhões entrarem na rua. O acesso ao porto só é permitido para quem tem um
cartão com o nome do terminal onde vai descarregar. Com esta medida, só as
carretas que estiverem agendadas vão entrar na rua do Adubo.
Segundo o coordenador de trânsito portuário Adenilson Lima da Silva,
quem não tiver agendamento será obrigado a seguir viagem. ”O que vai resolver
são as obras da perimetral, são as outras medidas futuras que serão tomadas,
mas essa condição faz com que minimize mais a fila aqui na rodovia”, afirma
Adenilson.
Com a nova regra, os caminhoneiros são obrigados a parar em um pátio
em Cubatão. Depois do descanso eles são chamados pelo terminal e só então
recebem o cartão de acesso. As mudanças já ajudaram os carreteiros da região.
Na semana passada eles ficavam o dia inteiro para fazer duas viagens entre
Santos e Guarujá. Neste domingo, o serviço rendeu. “Agilizou e muito. Na
situação que estava não era possível”, reclama o caminhoneiro Emerson José
Pires.
Como funciona com a nova regra
A faixa da esquerda vai ser destinada aos veículos de passeio, a da
direita aos caminhões que carregam contêineres e o acostamento aos que
transportam grãos. Outra novidade será a identificação dos caminhões, logo
que deixarem os pátios reguladores todos que seguirem a um dos quatro
terminais graneleiros, na margem esquerda do porto, devem ter uma placa no
painel.
O caminhoneiro que seguir para o terminal TGG terá a cor vermelha,
amarela para o TEG/TEAG, branca para a Termag, e verde para o Cutralle. Cerca
de 200 metros antes da rua Adubo, de acordo com a sua identificação, o
caminhão será direcionado para o terminal de destino. Quem não tiver a placa,
significa que não fez o agendamento para o descarregamento e não será
liberado para seguir adiante.
Mais de dez mil panfletos com essas informações serão distribuídos aos
terminais e às transportadoras que vão alertar os caminhoneiros. A operação
tem como objetivo descongestionar a entrada e a saída de todos os terminais e
permitir que cada um receba a carga de acordo com a sua capacidade.
Fonte:G1
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terça-feira, 26 de março de 2013
Novas regras amenizam o trânsito na rodovia Cônego Domênico Rangoni
segunda-feira, 25 de março de 2013
Porto de Santos adota medidas para tentar reduzir filas
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Para Codesp, Cutrale contribuiu para engarrafamentos ao não participar
de sistema integrado de entregas de cargas O Conselho da Autoridade Portuária
do Porto de Santos (SP) reuniu-se ontem com o objetivo de encontrar soluções
de curto prazo para pôr fim aos engarrafamentos nas vias que dão acesso à
Baixada Santista. Mais uma vez, ontem, a fila de caminhões carregados com
grãos superou a marca de 20 quilômetros.
As autoridades avaliam que, além de as chuvas paralisarem embarque de
granéis, as atividades foram prejudicadas por problemas no sistema de
agendamento de entrega de cargas no porto. Segundo a Codesp, a Cutrale (que
opera um terminal graneleiro na margem esquerda do porto, em Guarujá) recebeu
mais caminhões do que podia comportar em seu pátio - eles estariam bloqueando
o acesso dos demais ao porto.
Ainda de acordo com a autoridade portuária, isso acontece porque a
Cutrale não faz parte do sistema integrado de agendamento de entregas do
porto, o que impede seus caminhões de estacionarem nos dois pátios reguladores
disponíveis. Segundo o diretor de portos e logística da prefeitura de
Guarujá, José Ribamar Brandão, a prefeitura já multou a Cutrale duas vezes,
num total de R$ 28 mil, devido à presença de caminhões nas ruas do município.
"Esses pátios funcionam como pulmões e cadenciam a chegada dos
caminhões aos terminais", explica Paulino Vicente, diretor de
infraestrutura da Codesp. Segundo ele, a Cutrale descumpre uma resolução de
2005, que determina a todos os operadores graneleiros que participem do sistema
integrado de recebimento. A expectativa é que a empresa se adeque nas
próximas horas.
Procurada, a Cutrale não confirmou a informação. Em nota, a empresa se
limitou a dizer que "utiliza um sistema próprio de descarregamento
agendado (...) como forma de agilizar e organizar o fluxo de entregas" e
que, por conta de uma "supersafra", "a estrutura para o
escoamento (...) tem se mostrado insuficiente, o que compromete todo o
sistema". Argumentou ainda que a ela própria "tem passado por
dificuldades para que os caminhões que transportam suco com programação
agendada cheguem ao terminal".
A partir do fim de semana, uma força tarefa com representantes da
prefeitura de Cubatão, Codesp, Polícia Rodoviária Federal e Ecovias
(concessionária responsável por administrar o sistema Anchieta-Imigrantes)
vai investigar se o problema se repete com outros terminais.
Segundo a Codesp, o porto de Santos embarcou cerca de 3 milhões de
toneladas de grãos no primeiro bimestre, um aumento de aproximadamente 700
mil toneladas em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é
que, mantido o ritmo de embarques observado na primeira quinzena de março, o
porto encerre o primeiro trimestre com um embarque de 6,5 milhões de
toneladas de grãos - um acréscimo de 1,3 milhão de toneladas em relação ao
primeiro trimestre de 2012. Até ontem, 43 navios aguardavam sua vez para
carregar soja, farelo e milho em Santos.
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Fonte.: Valor Econômico
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EGR corta em 26% tarifa do pedágio da 115
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Ainda com o risco de entrar numa disputa judicial com a concessionária
Brita Rodovias, por conta da interrupção dos contratos, a Empresa Gaúcha de
Rodovias (EGR) anunciou, nesta semana, a sua primeira decisão sobre a
ERS-115. Em entrevista ao Panorama, o presidente da estatal criada pelo
governador Tarso Genro, Luis Carlos Bertotto, afirmou que o pedágio da
rodovia terá como valor R$ 5,90, numa redução de 26% em relação à tarifa
atual. A queda no preço pago pelos motoristas será de R$ 2,00.
Segundo o dirigente da EGR, a princípio será mantido o mesmo formato
de cobrança vigente atualmente, com pagamento nos dois sentidos e a mesma
tarifa para todos os tipos de veículos. Bertotto disse que a estatal
certamente vai ter condições, com a arrecadação da praça, de manter a rodovia
em boa qualidade de tráfego. Para tanto, ele anunciou que a EGR deverá criar
um conselho comunitário, a fim de discutir sempre com as comunidades
atendidas pela rodovia as melhorias que devem ser feitas. De acordo com o
presidente da EGR, a construção de melhorias na ERS-115 deverá ser feita aos
poucos, assim que a empresa começar a assumir os contratos vigentes e ter a
discussão comunitária necessária. Ele destacou a necessidade de um trabalho
na área de turismo, tendo em vista a ligação da rodovia com a Serra Gaúcha, e
também na questão do número de acidentes. “Aos poucos queremos começar a
discussão, também, sobre a duplicação, principalmente no trecho entre Taquara
e Igrejinha”, afirmou Bertotto.
Nesta semana também surgiram informações extraoficiais de que poderia
ser construída uma nova praça de pedágio na ERS-115, em Taquara, próximo ao
quartel do Corpo de Bombeiros. Contudo, Bertotto negou completamente esta
informação, dizendo que não está nos planos da EGR a abertura de nenhuma nova
praça. Segundo ele, mesmo que houvesse qualquer plano neste sentido, seria
alvo de uma forte discussão com a comunidade.
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Fonte.: Jornal Panorama
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Veículos licenciados fora de São Paulo pagarão inspeção
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Carros de fora da cidade de São Paulo que forem aprovados na inspeção
veicular ambiental não serão isentos da taxa de R$ 47,44, de acordo com o
novo modelo de vistoria que deve ser adotado.
A possibilidade de exigência da inspeção desses veículos, que circulem
ao menos 120 dias por ano na capital, está no projeto de lei aprovado
anteontem pela Câmara.
A prefeitura diz que fiscalizará esses carros por meio de 582 radares
que hoje flagram quem fura o rodízio.
A isenção da taxa para veículos é uma das mudanças aprovadas pela
Câmara, a partir de projeto do prefeito Fernando Haddad (PT), mas ela irá
beneficiar apenas veículos licenciados na capital.
A estimativa é que cerca de 1 milhão de veículos emplacados em outras
cidades circulem por dia na capital.
Haddad diz que há evasão de IPVA porque carros são licenciados em
outros municípios para escapar do pagamento da taxa. A Secretaria de Finanças
avalia que, por isso, a cidade pode perder R$ 1 bilhão em quatro anos.
Haddad vem utilizando a possibilidade de exigir vistoria de carros de
outras cidades para pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a
implementar a inspeção na região metropolitana.
Um projeto do então governador José Serra (PSDB) prevendo a inspeção
ambiental em todo o Estado está parado na Assembleia desde 2009.
Na quarta-feira (20), antes da votação, vereadores da base aliada do prefeito
sugeriram, por meio de uma emenda, suspender a inspeção até que o governo
Alckmin inicie o programa em todo o Estado. A mudança acabou retirada a
pedido do próprio prefeito.
REEMBOLSO
Entre as dúvidas surgidas após a aprovação do projeto, está como será
feito o reembolso aos carros aprovados na vistoria deste ano. A prefeitura
diz que isso será definido quando a lei for regulamentada por Haddad, o que
deve ocorrer em 60 dias.
Neste ano, todos os proprietários de veículos terão de fazer a
inspeção e pagar a taxa -quem for aprovado será reembolsado. A partir do
próximo ano, pagarão a taxa apenas os veículos reprovados e, talvez, aqueles
licenciados fora da cidade.
Pelo projeto, a partir de 2014, veículos com até 3 anos de fabricação
não precisarão fazer a inspeção. Já aqueles com idade entre 4 e 9 anos terão
vistoria a cada dois anos.
A partir de 10 anos de fabricação, e todos os veículos movidos a
diesel (independente do ano), terão de passar por inspeção todos os anos.
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Fonte.: Folha de S. Paulo
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sexta-feira, 22 de março de 2013
Transalvador testa radar a laser que mede velocidade de carro a até 1 km
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A Transalvador começou a testar na quarta-feira (20) um novo
equipamento portátil que pode medir a velocidade dos veículos e identificar
as placas com até um quilômetro de distância. Cada radar está avaliado em R$
140 mil.
"É um equipamento com medição a laser, de alta precisão e com alta
portabilidade, ou seja, ele pode realizar a fiscalização do trânsito em
qualquer ponto da cidade", explica o agente de trânsito Marcelo Correia.
Os testes serão realizados pelos próximos 60 dias. Os agentes irão
ficar em viadutos e passarelas da capital. "Eu acho que a população se
sentindo fiscalizada tem tendência a respeitar as leis. E a intenção desse
equipamento é isso, que a população respeite as leis e diminua os
acidentes", avalia Fabrizio Muller, superintendente da Transalvador.
O instrutor de trânsito Fábio Rabelo indica que parte das infrações
ocorre por culpa dos condutores. "Infelizmente, alguns motoristas acham
vantagem em não obedecer as regras de trânsito, às vezes por achar que está
ganhando tempo e na verdade não está", aponta.
Lui Carneiro, de 18 anos, que toma aulas de direção, acredita que a
prudência deve ser um dos principais atributos do motorista. "Prudência,
em primeiro lugar, e respeito ao próximo. Você tem que ter responsabilidade
não só com você, mas com todos à sua volta".
Imprudências
Segundo os dados do órgão de trânsito, quase cinco mil multas foram
registradas na capital em um período inferior a dois meses. Uma das
principais imprudências é o avanço do sinal vermelho, e acordo com a
Transalvador. Em seguida, estão os veículos que param sobre a faixa de
pedestres
Atualmente, Salvador possui cerca de 60 sensores e radares físicos,
sendo que a maioria está desligado e que aguarda nova abertura de licitação
para retornar à operação. A capital baiana tem uma frota estimada em 900 mil
veículos, segundo a Transalvador.
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Fonte.: G1
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