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Após duas semanas de congestionamentos e lentidões nas vias municipais
e nas estradas de acesso ao Porto de Santos, a Companhia Docas do Estado de
São Paulo (Codesp) garantiu que vai aprimorar o sistema de monitoramento de
caminhões que atendem o complexo marítimo. Segundo a estatal, os recentes
transtornos viários são consequência do escoamento da safra e de falhas no
agendamento de veículos para alguns terminais.
Na semana que vem, serão chamados os administradores dos principais
terminais de granéis (T-Grão, TGG, Termag, Cargill e corredor de exportação
de Santos, entre outros) para acertar a integração de todos os sistemas.
Por meio de nota, a Codesp garantiu que o Porto de Santos tem
capacidade suficiente para receber boa parte dos 185 milhões de grãos que o
Brasil produziu na atual safra, recorde na história do País. Mas ela cobra
dos empresários e dos transportadores comprometimento.
“É rigorosamente necessário que todos os envolvidos façam a sua parte
para que as vias de acesso não fiquem saturadas com número excedente de
caminhões”, informou.
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Fonte.: A Tribuna On-line
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Criada em 1989 a RDC dedica-se ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares de gestão corporativa e logística para o mercado latino americano. Empresa genuinamente brasileira, a RDC busca atender às necessidades específicas de seus clientes. Como consequência conquistou a liderança nacional em soluções para o setor de armazenamento, movimentação e distribuição de veículos zero km.
terça-feira, 12 de março de 2013
Codesp promete ampliar monitoramento de caminhões no porto
segunda-feira, 11 de março de 2013
Para desatar o nó logístico
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Para atender à demanda externa, o escoamento da safra de grãos pelo
Porto de Santos neste ano não só foi antecipado como passou a ser realizado em
condições que estão acima da capacidade de operação dos terminais do complexo
portuário. O resultado tem sido constatado diariamente na rodovia Cônego
Domênico Rangoni e nas vias de acesso à zona portuária na Margem Esquerda, em
Guarujá: intenso tráfego de caminhões, que vem provocando congestionamentos
de horas e grandes transtornos à população e ao comércio e à indústria da
região.
Para piorar a situação, as partes envolvidas com a safra de grãos não
adotaram nenhuma medida de prevenção nem criaram uma logística específica
para a questão, o que exigiria pátios dentro das próprias empresas para que
os caminhões pudessem aguardar o momento do descarregamento. Como não foram
providenciados esses espaços, as vias urbanas e a rodovia acabam por fazer as
funções de pátios reguladores. E o prejuízo é dividido com a sociedade.
A consequência dessa imprevidência é um caos, contra o qual os agentes
da Diretoria de Trânsito e Transporte Público (Ditran), da Prefeitura de
Guarujá, pouco podem fazer. Basta ver que o próprio Ditran informou que o
serviço de caminhões de grãos com destino aos terminais opera normalmente com
5 a 7% de sua capacidade, mas, nos últimos dias, esse número tem chegado a
25%.
A saída para esse problema é conhecida de todos: é preciso que as concessionárias
MRS Logística e a América Latina Logística (ALL) ampliem sua capacidade de
acesso ao Porto de Santos, com a colocação de mais trens em funcionamento. Só
assim será possível tirar o excesso de caminhões das vias públicas. Mas essa
é uma solução que exige pesados investimentos e demanda tempo.
Seja como for, é de ressaltar que a MRS tem feito esforços nesse
sentido, investindo R$ 130 milhões em locomotivas com sistema especial de
engrenagens e motores que permite a travessia da Serra do Mar, em direção ao
Porto. Chamado de cremalheira, esse sistema, que freia as composições na
descida e alavanca sua subida, quadruplica a capacidade de movimentação de
cargas no trecho, passando de 7 milhões de toneladas anuais para 28 milhões.
Por enquanto, o sistema vai operar apenas com parte de sua capacidade,
à espera da conclusão das obras de implantação do Ferroanel, o que está
previsto para 2015. Com o Ferroanel, a distância ferroviária entre a região
de Campinas e Santos cairá dos atuais 280 quilômetros para 180 quilômetros.
Além disso, a MRS não será mais obrigada a usar a mesma linha de trens
urbanos nem terá limites de horários. Ou seja, poderá operar também no
período diurno.
Com o Ferroanel, um contorno ferroviário que evitará a entrada dos
trens no centro da cidade de São Paulo, haverá conexão com quase todo o País,
atraindo maior número de cargas, inclusive de contêineres, o que hoje é
impossível, já que a concessionária utiliza a mesma linha de trens de
passageiros.
Pelos cálculos da MRS, o novo sistema cremalheira permitirá a retirada
de dois mil caminhões das rodovias paulistas, beneficiando o transporte de
produtos do agronegócio, como soja, milho, açúcar, farelo e celulose, além de
contêineres. Com isso, será possível desatar o nó logístico que todos os anos
por esta época se forma no Porto de Santos, em função do escoamento da safra.
(Mauro Lourenço Dias, engenheiro eletrônico, é vice-presidente da
Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP, e professor de pós-graduação
em Transportes e Logística no Departamento de Engenharia Civil da
Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. E-mail: fiorde@fiorde.com.br
Site: www.fiorde.com.br)
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Fonte.: Diário da Manhã
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ANTT quer aprimorar sistema de pagamento de frete
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A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) realizará
audiência pública para manifestações de informações e subsídios para proposta
de resolução para aprimoramento do sitema de pagamento de frete aos
transportadores de carga.
A audiência estará aberta aos interessados franqueados entre 13 de
março, a partir das 9h, até 11 de abril às 18h.
No dia 27 de março será feita uma reunião participativa para discussão
deste assunto na sede da ANTT (SCES Trecho 3, Lote 10, Polo 8 do Porjeto
orla), entre 14h e 17h30.
Para mais informações sobre o tema, além de orientações sobre
procedimentos para participação na audiência acesse o http://www.antt.gov.br.
Em caso de outros esclarecimentos pertinentes ao assunto, poderão ser obtidos
via email: geret@antt.gov.br ou ainda pelo telefone (61) 3410-1200.
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Fonte.: Portal Transporta Brasil
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Pedágio por trecho percorrido pode ser expandido para todo o país
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Há cerca de um ano, os motoristas paulistanos que transitam por
determinados trechos de rodovias do estado podem fazer parte de um
experimento inédito no país que busca democratizar o pagamento de pedágio.
Batizado de Sistema Ponto a Ponto, o projeto prevê a instalação de sensores
ao longo das vias e em carros (nesse caso, chamados de tags) que se comunicam
ao longo da viagem.
O objetivo da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) é
se diferenciar da cobrança tradicional em cabines de pedágio para que os
motoristas desembolsem apenas o valor referente ao percurso que utilizaram.
“Esse foi um projeto muito pioneiro e evoluímos em tecnologia e funcionamento
para oferecer novos serviços ao usuário”, afirma Giovanni Pengue, coordenador
do Sistema Ponto a Ponto. Apesar de utilizar a mesma tecnologia de serviços
como Sem Parar, Auto Expresso e Conect Car, o projeto se diferencia por ser
pré-pago. “Naquela época não havia concorrência para o sistema e propusemos
um novo tipo de cobrança. Apesar de o Brasil ser muito acostumado com o
formato pré-pago, nas rodovias isso ainda não existia”, completa.
Inicialmente, o sistema foi instalado em um trecho da rodovia SP-075,
que liga Campinas a Sorocaba. O percurso possui sete pontos de cobrança que
totalizam R$ 12,40. O objetivo é testar o modelo atendendo a reivindicações
de moradores de nove bairros que eram isolados das regiões centrais das
cidades pela rodovia. Mesmo quando esses moradores precisavam percorrer
trechos de pouco mais de 5 km, eram obrigados a pagar a mesma quantia cobrada
por quem viaja dezenas de quilômetros. “A gente teve adesão superior ao
esperado, o que é muito bom por se tratar de um projeto totalmente
voluntário”, explica Pengue.
Produzido para o Brasil
O sistema foi baseado em uma iniciativa que já está implantada em
rodovias italianas, canadenses e australianas, porém passou por modificações
para que atendesse melhor às características das vias brasileiras. “Na
Itália, todos os acessos às rodovias são controlados e nesses casos é muito
mais fácil implantar o projeto.”, conta Pengue. Como as rodovias brasileiras
possuem muitas entradas, os sensores tiveram que ser estrategicamente
posicionados ao longo do trecho.
Atualmente, o Sistema Ponto a Ponto foi ampliado para as rodovias
SP-360 (entre Itatiba e Jundiaí) e SP-340 (entre Campinas e Mococa, município
que faz divisa com Minas Gerais). O projeto adaptou as atuais cabines de
pedágio para que elas possam atender tanto aos motoristas que aderiram ao
sistema quanto aos que pagam da maneira tradicional.
O que é o SINIAV?
É um sistema de identificação automática de veículos que está em fase
de implantação. Até 2014, todos os veículos da frota nacional serão obrigados
a portar uma tag que contém informações necessárias para que o Governo
Federal possa fiscalizar pagamentos de tributos, inspeções ambientais e
evitar roubos e furtos de veículos e cargas.
A tecnologia escolhida para equipar os sensores é baseada em padrões
norte-americanos, mas desenvolvida completamente no Brasil e com baixos
custos. As tags instaladas nos veículos são as mesmas que serão utilizadas
pelo sistema SINIAV, que está sendo implantado pelo Governo Federal e servirá
para monitorar informações como licenciamento, inspeção veicular e IPVA.
Assim, os motoristas que possuírem a tag do SINIAV poderão utilizar o Sistema
Ponto a Ponto com a mesma tecnologia, caso desejarem.
O Sistema Ponto a Ponto ainda pode resultar em benefícios ambientais,
de segurança e conforto para os passageiros. Os motoristas que aderiram ao
sistema podem passar pelos pontos de cobrança sem reduzir a velocidade para
pagar. Como a retomada de giro do motor é menor, há também redução na emissão
de gases. Além disso, a adesão tende a diminuir as significativas filas que
se formam em dias de grande movimento nas cabines de pedágio. Por
consequência, as chances de ser assaltado durante um engarrafamento na rodovia
também diminuem.
O técnico da Artesp afirma que o sistema é seguro, mas deve passar por
“evoluções gradativas” para evitar violações. Apesar de o projeto ainda estar
em estudo e só estar disponível para quem mora próximo aos trechos com
sensores, é possível que seja expandido para outros Estados por utilizar uma
tecnologia que será padrão em todo o país. Para isso, no entanto, algumas
atualizações precisam acontecer. “O sistema necessita de uma redução de custo
e as operadoras devem incentivar os usuários a aderirem à arrecadação
eletrônica”, afirma Pengue.
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Fonte.: Auto Esporte
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Estudo definirá veto a caminhões na Marginal do Tietê
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A restrição ao tráfego de caminhões na Marginal do Tietê, nas zonas
norte e leste da capital paulista, o dia todo, agora é dúvida entre os
técnicos da administração municipal. A proposta havia sido anunciada , pela
gestão Gilberto Kassab (PSD), como medida subsequente à conclusão do
Rodoanel. Mas a administração Fernando Haddad (PT) anunciou agora que vai
esperar o resultado de um estudo sobre o tráfego de cargas em São Paulo para
avaliar os impactos se a restrição for ampliada.
Hoje os caminhões não podem circular na Marginal de segunda a
sexta-feira, das 5h às 9h e das 17h às 22h. Aos sábados, a restrição vale das
10h às 14h.
Os estudos devem ficar prontos em 80 dias, segundo a Companhia de
Engenharia de Tráfego (CET). São feitos em parceria entre a CET, Banco
Mundial e Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).
"Por meio
dessa pesquisa será possível obter informações sobre a quantidade de carga
transportada, as características das viagens, o valor da cargas,
características dos veículos utilizados, setores econômicos envolvidos,
natureza das atividades e custos logísticos", diz a CET.
Com as informações obtidas, segundo o órgão, poderá ser feita a
correlação dessas variáveis com as características físicas e operacionais do
sistema viário. A CET acrescenta que o estudo está em fase de preparação.
No início da proibição, a Prefeitura informou que a janela entre os
horários de pico só era mantida porque o Rodoanel não estava pronto.
A falta de uma análise detalhada sobre o tráfego de cargas foi uma
crítica feita por setores da indústria e do comércio quando as restrições no
horário de pico passaram a valer, no começo do ano passado.
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Fonte.: Agência Estado
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