terça-feira, 31 de julho de 2012

Novas obras à vista: as cargas vão passar


O governo estadual deve concluir até 2016 pelo menos nove obras que estão sendo implementadas na Região Metropolitana. Os serviços viários, além de atenderem o transporte individual e coletivo, terão a função ainda de desafogar o tráfego de cargas, principalmente daquelas embarcadas e desembarcadas nos portos da Grande Vitória. Vai ajudar também o fluxo das cargas que abastecem o comércio.

"O governo estadual está buscando todas as alternativas possíveis para reduzir os gargalos logísticos objetivando melhorar a logística do Espírito Santo, reduzir os custos no transportes de carga e recuperar a competitividade dos nossos portos", explicou o secretário de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno.

A falta de investimento em logística nos últimos anos – os investimentos em portos, rodovias federais e aeroportos, não custa lembrar, são de responsabilidade do governo federal – é responsável pela perda de competitividade de uma das principais vocações do Estado, o comércio internacional.
Sem a realização dos investimentos previstos na área de logística, o Espírito Santo, por mais de uma década, vem convivendo com problemas que se transformaram em gargalos que minam a competitividade dos portos. E a atividade portuária, por conta desses entraves, teve os custos elevados e a competitividade reduzida.

Uma das reclamações dos usuários do Porto de Vitória é a dificuldade de acesso dos caminhões para a entrada e saída de cargas diversas. O problema deverá ser solucionado com a construção do Portal do Príncipe, que terá uma via de acesso ao Porto de Vitória de uso exclusivo para caminhões. A via dará acesso dos caminhões ao porto, a partir das Cinco Pontes.

Em Cariacica estão previstas quatro obras que contribuirão para a melhoria do acesso dos caminhões aos terminais portuários: a urbanização da Avenida América, o Contorno de Cariacica, o Corredor Sudeste e as ligações com a Leste Oeste.

O Contorno Mestre Álvaro e a Rodovia do Sol Norte são as obras previstas para a Serra. O trecho do Contorno, lembra o secretário, retira todo o tráfego de bairros populosos de Serra e Vitória. A obra, destaca, é importante para o Espírito Santo e também para o país.

A construção da ES 388 e a ampliação da Estrada de Capuaba, a via de acesso aos terminais portuários de Vila Velha são as intervenções previstas para o município. A 388 vai, praticamente, contornar a área dos polos industriais de Vila Velha, além de fazer a ligação com a Leste Oeste.

Fonte: A Gazeta – ES

Pista livre da praça de pedágio de Perus permanece em obras até o próximo dia 7


Até o próximo dia 7 de agosto, a pista livre da praça de pedágio de Perus (São Paulo), localizada no km 26+495 da Via Anhanguera, estará totalmente interditada, em ambos os sentidos, devido a obras de revitalização do pavimento.

Os locais em obras serão amplamente sinalizados. Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas por meio do Disque CCR AutoBAn (0800 055 55 50).

Fonte: Segs

Pedágio terá reajuste de 5,3% na Via Dutra


Os pedágios da Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio, vão ficar 5,3% mais caros a partir de quarta-feira. O reajuste foi anunciado na sexta-feira (27/07) pela ANTT (Agência Nacional dos Transportes Terrestres).

Uma viagem de carro entre as duas capitais vai custar R$ 2,10 a mais do que hoje. Um motorista gasta R$ 37,60 ao parar em seis praças de pedágio. A partir de agosto, o gasto será de R$ 39,70.

Fonte: R7

Fiscalização de trecho da Imigrantes começa nesta quarta-feira


A fiscalização do trecho entre os quilômetros 18 e 11 da Rodovia dos Imigrantes, na pista sentido São Paulo, que teve sua velocidade máxima reduzida de 120 km/h para 110 km/h começa amanhã, quarta-feira (01/08). De acordo com a Ecovias, a fiscalização e as autuações começam efetivamente.

A mudança foi proposta pela Ecovias com base em estudos desenvolvidos para o Programa de Redução de Acidentes (PRA) da concessionária - que tem por objetivo analisar as causas e determinar medidas para reduzir o número de acidentes nas rodovias.

Em 2011, foram registrados 131 acidentes, com oito vítimas fatais, no trecho entre o Km 18 e o Km 11 da Imigrantes.

Toda a sinalização do trecho, ainda segundo a Ecovias, já está alterada e os motoristas serão informados da mudança por meio de faixas e painéis de mensagem variáveis.

Fonte: A Tribuna

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Nova legislação para motoristas pode elevar competitividade da cabotagem


O custo do transporte por cabotagem é em média 15% mais barato que o realizado pelo modal rodoviário. Esse percentual é aplicado para distâncias acima de 1,5 mil quilômetros. Em percursos maiores, como de Santa Catarina até Manaus, o custo do frete chega ser até 40% menor do que transportar produtos por caminhão. Os dados foram apresentados pela especialista em logística, Clara Rejane Scholles, durante reunião da Câmara de Transporte e Logística da Federação das Indústrias (FIESC), realizada nesta quinta-feira, dia 26, em Florianópolis.

Clara destacou que a entrada em vigor da lei (12.619/2012), que regula a profissão de motorista, deve elevar os custos do frete do transporte rodoviário em até 30%. A legislação estabelece intervalo para descanso a cada quatro horas de trabalho, o que poderá reduzir a produtividade do motorista. 

Consequentemente, as empresas terão que contratar mais profissionais. Diante desse cenário, "a cabotagem é uma alternativa viável e sustentável no longo prazo", disse a especialista, ressaltando que esse modal é menos suscetível a roubos e polui menos que o rodoviário.

A cabotagem é o transporte marítimo entre portos brasileiros. Ela representa 14% entre todos os modais de transporte. Scholles, que atua há 27 anos na área, afirma que é um meio bastante utilizado e a tendência, no longo prazo, é que esse modal represente 25%. Hoje, quatro operadores de cabotagem fazem escala semanal nos portos de Santa Catarina.

Apesar de ser mais competitiva, a cabotagem exige mais planejamento por parte da empresa que precisa embarcar os produtos. Essa modalidade também precisa ampliar o acesso a informações sobre a carga e aumentar o tamanho dos navios para ganhar mais escala.

Profissionais da área presentes na reunião, comandada pelo presidente da Câmara, Mario Cezar de Aguiar, destacaram que o aumento do transporte por cabotagem reduziria o uso de caminhões para longas distâncias, mas aumentaria o uso desses veículos para transportar os produtos para curtas distâncias - da empresa até o porto e do porto até o destino da carga.

Fonte: FIEST NET