quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Câmara discute restrição da circulação de caminhões no Centro


A Comissão Especial de Estudos (CEE) do Tráfego, aberta na Câmara Municipal de Campinas, fez uma rodada de discussões no Plenário sobre a resolução da Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) que restringe a circulação de caminhões na região central da cidade. A comissão vai ouvir representantes da Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo) e das empresas concessionárias de rodovias que cortam o município.

A resolução está funcionando em caráter experimental até o fim deste mês e deve passar a valer a partir de 1º de novembro. Caminhões acima de 14 metros de comprimento estão proibidos de trafegar de segunda à sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábado, das 6h às 14h, no polígono formado pelas Rodovias D. Pedro I (SP-65), Anhanguera (SP-330), Bandeirantes (SP-348) e Santos Dumont (SP-75), além da alça da Alberto Panzan e pelo Anel Viário Magalhães Teixeira.

Já no Plenarinho da Câmara, às 14h30 a CEE da Educação ouve a diretora do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Campinas (STMC), Rosana Medina. A comissão pretende apurar quais são os principais problemas e fragilidades que as escolas municipais de ensino fundamental enfrentam.
Os trabalhos da CEE estão sendo conduzidos pelos vereadores Thiago Ferrari (PTB), e tem como integrantes Dário Saadi (PMDB) e Vicente de Carvalho (PV).

Novas comissões

Na sessão de segunda-feira (24), os vereadores aprovaram a instalação de outras duas Comissões Especiais de Estudo. O Legislativo de Campinas tem em funcionamento, atualmente, quatro comissões.
Uma delas pretende analisar as condições de manutenção de equipamentos públicos e segurança na região central da cidade. A comissão será presidida pelo vereador Antonio Francisco dos Santos, O Politizador (PMN) tendo como integrantes os vereadores Artur Orsi (PSDB) e Vicente Carvalho (PV).

Outra comissão vai analisar e propor adequações ao orçamento 2012 apresentado pelo Executivo. A CEE tem o vereador Arly de Lara Romêo (PSB) como presidente e conta com a participação dos vereadores Campos Filho (DEM), Luiz Henrique Cirilo (PSDB), Zé do Gelo (PV) e O Politizador (PMN).

Fonte: EP Campinas

Companhias aéreas tentam barrar balcão de reclamações


As companhias aéreas querem barrar resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que as obriga a criar, já a partir de sábado, atendimento presencial para receber reclamações nos principais aeroportos brasileiros, sob pena de multa. A área não pode ser a mesma do check-in ou da loja de venda de passagens, diz a resolução 196, de 24 de agosto.

Hoje, o passageiro que quiser fazer uma queixa tem de ir até o check-in ou até a loja da empresa. Quando não consegue, uma alternativa é buscar o juizado do aeroporto. Ontem, o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas recorreu à Anac para tentar adiar o início da exigência. Os argumentos são que não há tempo para implantar a nova estrutura de atendimento nem espaço físico disponível nos aeroportos. A Anac julga hoje o recurso. A tendência é a manutenção da data em 29 de outubro.

A agência sustenta que é preciso oferecer aos passageiros opções de solucionar reclamações na hora, como reembolso de passagens. Falta de informação e de assistência são os dois maiores motivos de queixa ao Juizado Especial Cível do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o mais movimentado do país -os dois itens correspondem a mais da metade das reclamações em 2011.
CUMPRIMENTO

Caso nada mude, as empresas aéreas terão de cumprir a resolução, que vale apenas nos aeroportos onde cada uma transporte mais de 500 mil passageiros.

As companhias que devem se adaptar à exigência são TAM, Gol, Webjet, Azul, Avianca e American Airlines. Em São Paulo, os três principais aeroportos (Cumbica, Congonhas e Viracopos) serão afetados pela resolução.

As companhias tentam achar um modo de cumprir a resolução até sábado: uma das possibilidades é dividir em duas as lojas nos aeroportos, criando uma área extra específica para reclamações. Infraero (estatal que gere aeroportos) e Anac concordam. Outra hipótese é usar salas que as empresas têm atrás dos balcões de check-in, reservadas em geral para crianças perdidas ou passageiros com necessidades especiais.

A terceira é um espaço ao lado da fila de check-in; essa opção, porém, exigiria um pagamento maior à Infraero. Azul e Avianca não se manifestaram. Gol e TAM disseram que vão acatar a decisão da Anac. Webjet e American Airlines não responderam.

ENTENDA A RESOLUÇÃO

A REGRA

Empresas que transportam mais de 500 mil passageiros terão que criar posto de atendimento presencial nos aeroportos para receber reclamação que não seja o balcão de check-in nem o espaço de venda de passagens

Fonte: Folha de S. Paulo


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

CET padroniza velocidade em mais ruas de SP


Passa a valer nesta segunda-feira, 24, a regulamentação de velocidade em algumas vias da capital paulista. As mudanças acontecerão especialmente na Avenida Jacu Pêssego, onde a velocidade cai de 70 km/h para 60 km/h.

Estudos técnicos da CET indicaram a necessidade de regulamentar a velocidade em 40 km/h na Rua Henrique Chamma e em 50 km/h nas ruas Pires do Rio e Vereador José de Azevedo Guerra, além das faixas exclusivas de ônibus. Veículos autorizados a trafegar por estas faixas devem respeitar este limite. No restante, a velocidade regulamentada será mantida em 60 km/h.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), estão sendo implantadas 339 placas de regulamentação de velocidade e advertência para alertar os motoristas. A partir de amanhã, os veículos que desrespeitarem as medidas serão multados.

As vias que terão a velocidade uniformizada são: Rua Henrique Chamma (entre a Praça Gioia Junior e a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek); Avenida Professor Ascendino Reis; Estrada do M'Boi Mirim; Avenida Jacu Pêssego; Avenida Carlos de Campos (entre a Rua Mendes Gonçalves e a Avenida Presidente Castelo Branco); Avenida Afonso de Sampaio e Sousa; Viaduto Bresser; Rua Bresser (entre o Viaduto Bresser e a Rua Taquari); Rua Taquari (entre a Rua Bresser e a Rua Piracanuba); Rua Pires do Rio; Estrada de Mogi das Cruzes (entre a Avenida Águia de Haia e a Rua Embira); Rua Embira; Rua Vereador José de Azevedo Guerra (entre a Rua Doutor Assis Ribeiro e a Rua Dona Maria Jovita da Conceição); e Avenida do Imperador (entre a Avenida Águia de Haia e a Avenida Pires do Rio).

Fonte: Agência Estado

Obras interditam faixa da Via Anchieta por três semanas


A partir de hoje (24/10), a faixa da direita da via Anchieta no sentido capital será totalmente interditada.

O bloqueio, que será mantido até 12 de novembro, ocorre para que a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, finalize as obras de alargamento da ponte sobre a Represa Billings, no km 28.

Nesse período, serão executados serviços como demolição da barreira de concreto, construção de uma nova estrutura, pavimentação e implantação de sinalização.

Com as obras, o trecho de 100 metros da ponte será adequado à configuração de todo o km 28, que já possui acostamento em toda a sua extensão. Segundo a Ecovias, a criação do acostamento nesse trecho trará mais segurança e maior fluidez ao tráfego.

Se houver necessidade, a pista sul, que normalmente opera no sentido litoral, irá operar em mão dupla.
Segunda fase

Depois de 12 de novembro, a faixa ficará interditada de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h. As obras devem ser totalmente concluídas até 3 de dezembro, segundo a Ecovias.

Fonte: Destak

Falta de condutores qualificados deixa 10% da frota fora da estrada


O Brasil precisa de cerca de 120 mil motoristas para sua frota de 1,3 milhão de caminhões, aponta pesquisa realizada pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). O levantamento indica que na maior parte das empresas, 10% da frota não podem circular por falta de gente apta a conduzi-la.

O crescente desinteresse pela profissão coincidiu com a modernização dos veículos de carga, cujos recursos tecnológicos, em especial a eletrônica embarcada, aumentaram muito na última década. Isso só agravou o quadro. A mão de obra, além de escassa, tornou-se também pouco qualificada. Poucos profissionais têm ingressado no setor. Entre os veteranos, muitos não estão preparados para trabalhar com veículos modernos.

Mecânico em uma grande fundição, Fábio Albuquerque Franco tinha um emprego estável. Mas não estava feliz. Há quatro meses, trocou a relativa segurança e o horário fixo por uma profissão em que as jornadas podem ser incertas, as viagens constantes e a ausência de casa, prolongada: tornou-se carreteiro da Trevo Transportes, de Piracicaba (SP).

Cair na estrada era sonho antigo do rapaz de 22 anos, alimentado desde a infância pelo pai, também caminhoneiro. O desejo encontrou-se com a oportunidade quando Fábio soube que a Trevo, afetada pela escassez de mão de obra, decidira pagar metade dos R$ 1.250 necessários à habilitação de um novo motorista de caminhão. Inscreveu-se, parcelou sua parte da conta e tirou a carteira.

Contratado, participou de um curso do Sest Senat, em parceria com a Trevo, para qualificar motoristas. 

Com duração de 160 horas, o curso ensina a operar caminhões com novas tecnologias, realizar manobras, engate e desengate de carreta, direção defensiva e condução econômica. "Eu não gostava muito de ser mecânico. A Trevo me deu a oportunidade de mudar de vida", diz.

A Trevo possui 70 motoristas e um déficit de 10% na mão de obra, revela Ronaldo Domingues, gerente de recursos humanos da empresa. Segundo ele, a situação se repete na maioria das 20 transportadoras da cidade.

A parceria entre a Trevo e o Sest Senat começou em junho. Muitos dos motoristas que possuem carteira de habilitação E - e que portanto estariam legalmente aptos a conduzir veículos pesados - não têm conhecimento para lidar com caminhões modernos. Esses veículos facilitam a vida do condutor, mas exigem mais preparo.

Fábio viaja o Brasil todo. Fica, em média, cinco dias fora de casa em cada viagem. Normalmente deixa Piracicaba carregado de vergalhões e volta com uma carga de sucata. Na tarde em que conversou com o Valor, preparava-se para um frete até Maringá (PR). Com salário de R$ 2 mil, sente-se valorizado. O único problema, diz, é não é conhecer os lugares. "Sou novo na profissão e acabo me perdendo nas cidades onde faço entregas."

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

DER não tem prazo para melhorias na rodovia Abrão Assed

O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) não tem um prazo para efetuar melhorias na rodovia Abrão Assed. Desde sexta-feira, três pessoas morreram e cinco ficaram feridas na estrada.

O perigo é maior no trecho em que termina a duplicação da estrada, entre Cajuru e Serra Azul, no qual passam, diariamente, 4,6 mil carros, em média. No ano passado, foram registrados, 47 acidentes no trecho de 16 quilômetros. Duas pessoas morreram.

Já existe um projeto, orçado entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões, para duplicar e recapear a pista e asfaltar o acostamento, entre Serrana e a ponte do rio Pardo, mas, segundo o DER, não há data definida para o início das obras, que depende de um cronograma do departamento.

Fonte: EPTV

Portos brasileiros debatem cabotagem e meio ambiente em Paranaguá

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina abre espaço para a XXI Cooperaportos. No encontro serão debatidas questões relativas à regulação e cabotagem e plano ambiental portuário, entre outros temas.

O Cooperaportos é um protocolo criado em 2000 com o objetivo de promover o intercâmbio de conhecimento entre os portos brasileiros. O último encontro do grupo aconteceu em setembro do ano passado, no Rio de Janeiro.

Na reunião a ser realizada em Paranaguá irão palestrar o coordenador nacional do Cooperaportos, Aluísio de Sousa Moreira, o superintendente de meio ambiente da Companhia Docas do Rio de Janeiro, Sérgio Mattos e o gerente de regulação portuária da Antaq, Fernando José Costa Fonseca entre outros especialistas da área.

Fonte: A Tribuna

CONTRAN suspende terceira placa por tempo indeterminado

As Resoluções 370/2010 e 387/2011 do Denatran, que estabeleciam as regras e o prazo para a instalação de identificação adicional em adesivos nos caminhões de todo o Brasil acabam de ser suspensas pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), por meio de uma deliberação publicada nesta terça-feira, 18 de outubro.

A medida atende ao pleito das entidades representativas das empresas de transporte, que não concordam com a obrigatoriedade de se realizar a instalação de mais dispositivos de identificação nos veículos, gerando custo desnecessário e desperdícios.

Fonte: SETCESP

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Multa por velocidade cresce 26% em 2011


As multas por excesso de velocidade registradas nas estradas estaduais paulistas neste ano são 26,7% superior em relação a 2010.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) informou que de janeiro a agosto deste ano foram aplicadas 1.943.249 multas, o equivalente a 84,5% do total anotado em todo ano de 2010, perto de 2,3 milhões.
Se for levado em consideração a média mensal dos oito primeiros meses deste ano, 242.906, até o final do ano devem ser emitidas 2,9 milhões de multas só por esse tipo de infração. A projeção é conservadora, tendo em vista que a circulação de veículos em rodovias no final do ano -e, proporcionalmente as multas- aumenta.

Fiscalização

Assim como vem ocorrendo na capital, a fiscalização eletrônica também vem sendo incrementada nas rodovias estaduais.

Desde o final do ano passado, as estradas passaram a contar com os chamados radares dedo-duros, que fazem a leitura automática de placas. O sistema é o mesmo utilizado para fiscalizar quem fura o rodízio na capital. Já são 102 em operação, segundo O Estado de São Paulo.

Além destes dispositivos, existem outros quase 500 para medir a velocidade. A diferença é que eles também estão disponibilizados nas pistas concessionadas.

Outro reforço na fiscalização é o que teve início recentemente nas salas de controle de algumas concessionárias, que passaram a contar com a presença de policiais rodoviários estaduais. Eles analisam as imagens e podem multar de lá mesmo.

Fonte: Destak

Clésio Andrade firma acordo para investimentos chineses em infraestrutura brasileira


O Senador Clesio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, assinou em Wuhan, na China, com o vice governador da Província de Hubei, Tian Chenghong, principal pólo automobilístico chinês, acordo para desenvolver parcerias entre empresários do transporte brasileiros e chineses.

O acordo prevê inicio imediato de ações conjuntas entre a CNT e o Departamento de Comércio Exterior, Sr. Xianwang Zhou, da Província de Hubei, para identificar oportunidades de investimentos chineses em obras de infraestrutura de transporte no Brasil.

Nas obras rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias e portuárias em que o governo decidir executar com a participação de capital privado, a CNT vai colaborar identificando e estimulando a criação de novas parcerias empresarias dos dois países, usando investimentos chineses.

"A CNT pretende ser um elo entre o governo da Presidente Dilma e os empresários de transporte e de serviços dos dois países”, disse Clesio Andrade. “O nosso papel é o de colaborar com o governo, estimulando novas parcerias para investimentos em obras na infraestrutura de transportes. Vejo este momento como muito oportuno: o Brasil precisa de investimentos e a China tem recursos e decisão política de participar da construção de obras de infraestrutura no país."

O texto do acordo estabelece que caberá à CNT, sempre em sintonia com o governo federal, apresentar a empresários chineses e brasileiros projetos de infraestrutura prioritários que careçam de investimentos privados para a sua realização.

“O Plano CNT de Transporte e Logística, estudo com 748 projetos em todo o país e em todos modais do transporte, aponta que serão necessários cerca de R$ 405 bilhões para recuperar o crônico atraso da infraestrutura do país. Este objetivo será impossível de ser atingido só com recursos públicos ou de empresas brasileiras, precisamos de capital externo, e os chineses querem participar ativamente deste grande programa nacional", afirmou Clésio.

O vice governador Tang Chenghong disse que o acordo firmado com a CNT vem ao encontro do desejo dos empresários chineses de Hubei em participar mais do desenvolvimento brasileiro com investimentos, tecnologia em infraestrutura e na instalação de indústrias na área de transportes.

O governo de Hubei considerou a assinatura do acordo evento político e empresarial tão importante, que realizou a cerimônia no Hotel Hongshan, em Wuhan, capital da província, com a presença expressiva de políticos, autoridades e dezenas de empresários. Jornais, noticiário da internet e televisão de Hubei registraram com destaque a presença do Senador Clésio Andrade e a assinatura do acordo com a CNT.

Fonte: CNT