quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sentença que suspendia pedágio é considerada nula

A cobrança de pedágio no Rodoanel Mário Covas, trecho Oeste, deve continuar sendo feita. O entendimento é da 5ª Câmara de Direito Público, que derrubou sentença de primeiro grau. Os desembargadores não chegaram a analisar o mérito e declararam nulo o processo ao acolher a preliminar de litisconsórcio passivo necessário. O relator do caso, Nogueira Diefemthaler, foi seguido pelos desembargadores Maria Laura Tavares e Franco Cocuzza.

O pedágio nunca deixou de ser cobrado, pois o desembargador Munhoz Soares suspendeu, em caráter liminar, os efeitos da decisão do juiz Rômulo Russo Júnior, da 5ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Munhoz Soares entendeu que a decisão de primeira instância feriu a ordem, a segurança e a economia públicas. Para o desembargador, havia perigo de desequilíbrio contratual entre o poder público e seus parceiros (as concessionárias).

Na sentença, o juiz Rômolo Russo Júnior considerou nulo o ato administrativo que autorizou a cobrança de pedágio nas 13 praças espalhadas pelo Rodoanel Mário Covas, trecho Oeste, em distância menor a 35 quilômetros do marco zero da capital paulista. O juiz entendeu que o ato infringiu a Lei Estadual 2.481/53.
O juiz atendeu pedido feito em Ação Popular contra o Estado de São Paulo, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado de São Paulo (Artesp), a Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) e a Encalso Construções. Ele condenou o Estado e as empresas a devolver todo o dinheiro arrecadado durante o período da cobrança da tarifa julgada ilegal.

O dinheiro será devolvido por meio de Ação Civil Coletiva que deverá ser proposta pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública do Estado. Os valores deverão ir para o Fundo de Interesses Difusos. Cabe recurso da decisão ao Tribunal de Justiça.

“Torno sem eficácia legal as cláusulas contratuais firmadas no contrato de concessão onerosa que permitem a aludida cobrança, ficando afirmada a oponibilidade erga omnes, nos moldes do artigo 18 da mesma norma jurídica”, afirmou o juiz Rômolo Russo. A decisão confirma a liminar expedida em janeiro.

A cobrança de R$ 1,20 começou no dia 17 de dezembro do ano passado. Ao todo, são 13 praças instaladas nas saídas da via. O motorista paga uma única vez quando deixa o anel viário para acessar uma das rodovias pelas quais passa — Castello Branco, Bandeirantes, Anhanguera, Raposo Tavares e Régis Bittencourt — ou para o bairro paulista de Perus e a cidade de Carapicuíba.

O juiz entendeu que a cobrança do pedágio contraria o artigo 1º, parágrafo 8º, da Lei Estadual 2.481/53. Segundo a lei, “não serão instalados postos de cobrança de pedágio dentro de um raio de 35 quilômetros, contados do Marco Zero da capital”.

O juiz explicou que não há qualquer lei do estado que trate sobre cobrança de pedágio a não ser a norma de 1953. Também disse que nenhuma legislação posterior revogou o que determina o artigo 1º, parágrafo 8º, da Lei Estadual 2.481/53.

Rômolo Russo entendeu que a lei paulistana é racional e o dispositivo só pode ser alterado, dentro da harmonia dos Poderes da República, pela Assembléia Legislativa de São Paulo. Para o juiz, o administrador público deve cuidar da coisa pública a partir do cumprimento fiel da lei, mormente porque a administração deve estar a serviço do cidadão, seu destinatário, humanizando-se, de certa forma, as opções do estado-administração.

“Houve desprezo à estrita observância da lei, o que é inadmissível e é suficiente para gerar a diária imagem de viva lesão ao poder público, à moralidade pública e ao interesse coletivo dos consumidores, usuários do Rodoanel, o que, portanto, impõe a cautela de evitar-se, imediatamente, que tal conduta ilegal e imoral cause prejuízo que sobreviva contra o interesse do administrado-cidadão”, considerou o juiz.

Fonte: SETCESP

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CCR vê continuidade da desaceleração no tráfego em suas rodovias

O tráfego de veículos nas rodovias sob concessão da CCR mostra desaceleração desde o final de 2010, e com a expectativa de uma nova crise mundial a tendência é de que a principal variável do negócio da companhia continue sendo motivo de preocupação.

A redução da atividade econômica, o aumento dos juros, a desvalorização do dólar ante o real e o aumento do endividamento das famílias ajudam a explicar a desaceleração, segundo o diretor de relações com investidores da CCR, Arthur Piotto Filho.

"A tendência é continuar registrando desaceleração no crescimento do tráfego. Quem é que pode falar o contrário diante dessa situação internacional?", disse Piotto à Reuters.

No segundo trimestre, o tráfego consolidado nas rodovias sob concessão da CCR cresceu 12,3 por cento no segundo trimestre. Em bases comparáveis, entretanto, o crescimento foi de apenas 5,9 por cento, porque em outubro do ano passado a companhia adquiriu a SPVias, concessionária do interior paulista.

Piotto explica que o pior ano para a CCR em termos de tráfego foi 2009, quanto houve queda em bases comparáveis de 0,2 por cento.

"Não sabemos se a situação de hoje é pior ou mais tênue que em 2008", disse o diretor, que afirma, contudo, acreditar que as duas situações tenham a mesma gravidade. "É o tipo de coisa que temos que olhar de perto e com muita frequência."

SEM AEROPORTOS

O executivo da CCR afirmou que a companhia não deve participar dos futuros leilões de aeroportos previstos pelo governo federal. Isso porque o atual estatuto da companhia não permite este tipo de investimento. "(Concessão de) Aeroportos não está nos planos da companhia", garantiu.

Fonte: Reuters

CET reduz velocidade em mais duas vias

A CET vai reduzir o limite de velocidade de 70 km/h para 60 km/h nas avenidas Escola Politécnica e Lineu de Paula Machado, na zona oeste.

A medida passa a valer na segunda-feira. Os motoristas que desrespeitarem a determinação já serão multados pelos marronzinhos e radares da CET.

Até o final do ano, a CET vai fixar em 60 km/h o limite de velocidade em todas as vias da cidade. As únicas exceções serão as marginais Tietê e Pinheiros, avenida 23 de Maio e o trecho rodoviário da Jacu-Pêssego, no extremo leste.

Desde o início do ano, a CET já estabeleceu a velocidade de 60 km/h como limite máximo em mais de 40 avenidas e ruas. Até a avenida dos Bandeirantes terá o limite reduzido.
Apesar das críticas de muitos motoristas, a redução na velocidade pode diminuir em até 20% o número de acidentes de trânsito, segundo a CET. No ano passado, 1.357 pessoas morreram – quase metade (630) são pedestres. Em segundo lugar aparecem os motociclistas, com 478 mortes.

Para o diretor da Abramet (Associação Brasileira da Medicina de Trânsito), Dirceu Rodrigues Alves, a redução do limite máximo de 70 km/h para 60 km/h pode reduzir em até 40% o risco de morte em caso de acidente. Segundo ele, a alta velocidade é a principal causadora das ocorrências mais graves. “A alta velocidade é a maior causa de acidentes. Depois, vem o uso de álcool e o cansaço.”

Fonte: Band

Roubo de carga gera R$ 148 milhões de prejuízo em seis meses em SP

O Estado de São Paulo registra um prejuízo de R$ 148 milhões em roubo a cargas no primeiro semestre deste ano. São 3.345 ocorrências registradas - mais da metade só na capital. As zonas Leste e Norte são as regiões que concentram o maior número de crimes. É o que mostra levantamento feito pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp).

Dos 1.727 crimes dessa natureza registrados na capital, 549 (ou 31,8%) aconteceram na área Leste e 483 (28%), na Norte.

Houve aumento no prejuízo registrado neste ano em comparação com o mesmo período de 2010, quando foram levados R$ 136 milhões em cargas pelos criminosos. Apesar de a capital ter registrado menos casos de roubo em relação a 2010 (1.808), a Zona Leste teve aumento de 12 casos, o que representa elevação de 2,23% nas queixas (no ano passado foram 537 registros). A região Norte também apresentou aumento, de nove casos (ou 1,9%).

Fonte: IG

sábado, 13 de agosto de 2011

Câmara aprova informação obrigatória para placa de rodovia

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou proposta que exige – nas rodovias federais, estaduais e municipais – a instalação de placas a cada 20 km e em todo entroncamento, bifurcação ou encruzilhada informando as duas cidades mais próximas e as respectivas distâncias; as rodovias e estradas mais próximas e respectivas distâncias; e os hospitais mais próximos.

A proposta tem caráter conclusivo e será encaminhada para o Senado, a menos que haja recurso para ser votada pelo Plenário da Câmara.

O texto aprovado é uma emenda do deputado Hugo Leal (PSC-RJ) ao substitutivo elaborado pela Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 3279/00, do ex-deputado De Velasco. A emenda exclui a exigência de que as placas informem a “cidade mais importante” da região.

Hugo Leal disse que, embora compreensível em linguagem cotidiana, a denominação “cidade mais importante” não apresenta nenhum conteúdo jurídico e não poderia ser utilizada em texto de norma legal.
Originalmente, o PL 3279/00 também previa punições para a autoridade pública que deixasse de instalar as placas. Essa previsão, no entanto, foi retirada.

Fonte: Agência Câmara

Fluxo nas estradas com pedágios cresce 0,5% em julho

O fluxo de veículos nas estradas com pedágios no País cresceu 0,5% em julho em relação a junho, já considerando os ajustes sazonais. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e pela Tendências Consultoria Integrada.

O movimento dos veículos leves registrou uma ligeira queda de 0,1% comparativamente a junho, também já livre dos efeitos sazonais. Na mesa base de comparação, os veículos pesados aumentaram em 1,7% a sua movimentação pelas estradas com pedágios.

Na leitura que compara os números de julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, verifica-se que o fluxo total de veículos nas estradas cresceu 6,7%. A circulação dos leves aumentou 6,5% em julho comparativamente a julho de 2010. Os pesados circularam em julho 7,4% a mais do que em julho do ano passado, descontados os efeitos sazonais.

O fluxo de veículos dá pistas sobre a situação econômica do País. O movimento de veículos leves (de passeio) é um indicativo do nível de renda da população, enquanto o fluxo de veículos pesados (cargas), sinaliza o nível de atividade de setores como a indústria.

Fonte: Agência Estado

Alerta para o trânsito no Brasil

O Brasil tem uma das mais revolucionárias legislações de trânsito de todo o mundo. Mas isso, infelizmente, não tem impedido que o número de acidentes, vítimas e óbitos venham aumentando a cada feriado prolongado. Uma nova estatística da violência no trânsito, entretanto, convida a todos a uma profunda reflexão sobre o setor.

Os casos de invalidez provocados por acidentes nas ruas explodiram. Eles já são a principal causa de indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório, o conhecido DPVAT. A confirmação veio no balanço mais recente feito pela seguradora que administra o DPVAT e mostra um crescimento anual assustador.

No primeiro semestre deste ano, foram pagas 107.403 indenizações por invalidez decorrente da violência sobre rodas. Elas representaram 65% de todas as indenizações concedidas. Desde que as estatísticas começaram a ser feitas, nunca este índice foi tão alto. Em 2010, elas representaram 60%; em 2009, 46%, 2008, 32%, e em 2007, 31%. No ano passado, foram pagas 151.588 indenizações por invalidez.

O crescimento da frota de motocicletas é apontado como a principal razão para o aumento no número de acidentes. No Brasil, as motos respondem por 27% do total de veículos. Em alguns estados do Nordeste, essa proporção, entretanto, chega a 60% da frota total. Ou seja, o aumento do número de motocicletas está puxando as estatísticas de acidentes para cima.

A falta de educação no trânsito continua sendo a maior causa de acidentes. Foram gastos, nos primeiros seis meses deste ano, R$ 1,1 bilhão com o pagamento de indenizações a vítimas de trânsito. Outro dado alarmante é que o Brasil pode interromper uma sequência de três anos de queda nas indenizações por morte.

Elas passaram de 66 mil, em 2007, para 50 mil em 2010. Mas, se o ritmo do primeiro semestre se repetir nos próximos seis meses, as indenizações por morte vão passar de 52 mil. Nos casos de morte, a maioria das vítimas é pedestre (44%). Já no total de indenizações pagas (morte, invalidez e despesas médicas), o motorista aparece como principal vítima (43%). A maioria é de jovens entre 15 e 34 anos.

O trânsito é a principal causa de morte de jovens no país. O Brasil, segundo a ONU, é o quinto país com mais acidentes no mundo. Quando fui ministro da Justiça tive a oportunidade de regulamentar todo o Código de Trânsito e contribuir para poupar perto de 6 mil vidas ao ano. Mas agora não podemos afrouxar a fiscalização e devemos cobrar das autoridades o ensino de trânsito nas escolas.

Fonte: ABTC

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Movimentação de carga em Suape cresce 35,2% no primeiro semestre

Com um incremento de 20,1% na movimentação portuária, em toneladas, no primeiro semestre de 2011 (em relação ao mesmo período do ano anterior), Suape comprova que mantém um forte ritmo de desenvolvimento já que, em 2010, cresceu 16.3%. O Porto cresce mais que a economia de Pernambuco, consolidando-se como um dos grandes portos do Brasil.

No primeiro semestre, o aumento na movimentação de contêineres foi de 35,2%, um dos maiores crescimentos da história de Suape. No período foram operadas mais de 4,8 milhões de toneladas. A movimentação de contêineres representou 46% da movimentação total do Porto superando, pela primeira vez na história de Suape, as operações com granéis líquidos (destaque para produtos como diesel, GLP e gasolina) que representaram 45 % do total.

Segundo o vice-presidente de Suape, Frederico Amancio, a expectativa para o segundo semestre é que o crescimento seja ainda maior. “A partir de agosto essa movimentação terá um impacto ainda mais forte, principalmente quando for implantada uma nova linha de longo curso vinda diretamente da Ásia. Com isso, consolidando Suape como hub port, ou seja, um importante porto distribuidor de cargas para todo o norte nordeste e em breve para todo o Brasil. Fecharemos o ano com mais de 10 milhões de toneladas de cargas movimentadas”, explica.

As operações de cabotagem continuam com forte ritmo de crescimento chegando neste semestre a 20,9% de evolução. As operações de cabotagem e transbordo deverão contribuir para consolidar o Porto de Suape no contexto nacional. Para os próximos anos estes números deverão crescer em ritmo ainda maior. É que com o início da operação de grandes empreendimentos estruturadores, como a Refinaria Abreu e Lima, a expectativa é que Suape chegue ao final de 2013 com uma movimentação de 30 milhões de toneladas.


Fonte: A Tribuna

Produção de caminhões em 2011 sobe 12%

Na semana em que o governo federal aprovou a prorrogação da isenção do Imposto sobe Produtos Industrializados (IPI), a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que a produção de caminhões no Brasil entre janeiro e julho deste ano continua em alta. Dessa vez, o indicador foi mais moderado que nos últimos dois meses e alcançou 11,9% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Nas categorias de caminhões das associadas à entidade o maior crescimento foi verificado entre os leves, alta de 20,5%. Em seguida a maior produção foi de veículos semipesados, 19,3%, logo depois os semileves com crescimento de 10,5%. Na categoria pesados, a alta não foi tão expressiva, apenas 3,3%. Contudo, houve uma queda, de 1,7% para a produção de caminhões médios. Ao total, foram colocadas 118.794 unidades novas no mercado brasileiro contra pouco mais de 106 mil nos seis primeiros meses de 2010.

Desse total, 82,5% chegaram efetivamente às estradas brasileiras, conforme os dados da Anfavea. A liderança do mercado em termos de unidades vendidas no ano continua com a MAN Latin America, responsável pela marca Volkswagen, com 29.648 unidades. Em segundo lugar vem a Mercedes-Benz com 24.398 veículos. A terceira maior montadora de caminhões no Brasil, com pouco mais de 17 mil unidades vendidas, é a Ford. Em quarto lugar está a Volvo (10.558 unidades), em quinto aparece a Iveco (8.152 unidades), em sexto a Scania (7.637), a Agrale (448) e a International (191).

No geral, os licenciamentos em 2011 subiram 15%, todas as categorias de caminhões cresceram. Assim como nos números da produção, os semipesados lideraram o crescimento com 26,6%. As vendas de pesados subiram 8,1% e a menor alta ficou com os médios, 1,1%. Em termos de crescimento percentual sobre as vendas do ano passado a Iveco está à frente com alta de 40,5%, seguida pela Volvo com 26% e a MAN com 22,7%. A Scania recuou 10,5% em comparação com os resultados do ano passado.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Agendamento de chegada reduz fila de caminhões em portos

O Porto de Rio Grande, no Sul do estado gaúcho, decidiu inovar e tomou uma medida que facilita o trabalho nas instalações portuárias. Durante a safra de 2011, principalmente no período de abril a julho, os responsáveis por caminhões carregados de grãos agendaram a chegada aos terminais para diminuir as filas na BR-392 e reduzir o fluxo de veículos nas rodovias de acesso ao município.

Neste ano, até o momento, 70% das 6,6 milhões de toneladas de cargas transportadas por cooperativas e cerealistas chegaram ao porto com horário marcado. “Nós queremos facilitar este processo, proporcionar uma safra mais segura, rápida e objetiva aos produtores, caminhoneiros e à comunidade”, explicou à Agência CNT de Notícias o superintendente do porto, Dirceu Lopes.

Para os motoristas que não conheciam a mudança, outra solução foi adotada. O porto construiu amplos estacionamentos, fora da rodovia, para a parada dos caminhões e futuro agendamento. Durante o pico da safra, até 10 mil caminhões circulam pela região todos os dias. “Problemas como engarrafamentos e roubos de cargas precisavam ser resolvidos e isso foi possível com esse trabalho”, destacou Lopes.

Segundo ele, diante da experiência positiva deste ano, a intenção para 2012 é exigir o agendamento para todas as cargas da safra escoadas a partir do porto, inclusive as que são enviadas pelos produtores autônomos. “Queremos diagnosticar como são feitos os processos, identificar os fornecedores, estabelecer regras para o agendamento e trabalhar com logística”, afirmou.

Integração - A decisão foi tomada em conjunto por representantes de todos os setores interessados – órgãos de segurança, governo e sindicatos, por exemplo. “A união mostrou que é possível buscar saídas que favoreçam o transporte e permitam mais agilidade ao processo de logística portuária”, avaliou Lopes. A ideia, adianta, é ampliar o trabalho para outras cargas, além dos grãos escoados pela safra.

Fonte: A Tribuna