quinta-feira, 27 de junho de 2013

Rodosol anuncia volta do pedágio da Terceira Ponte


O pedágio da Terceira Ponte volta a ser cobrado a partir da 0h de quinta-feira (27), segundo a Rodosol, concessionária que administra a via que liga Vitória a Vila Velha, no Espírito Santo. A Agência Reguladora de Saneamento Básico e Infraestrutura Viária (ARSI) realizou uma vistoria na sede da empresa, na tarde de terça-feira (25), e informou que não há tempo para a configuração do sistema.

Em nota, a Rodosol informou que a ARSI determinou que a concessionária prorrogasse a suspensão da cobrança do pedágio até esta quinta-feira ou até que as cabines estejam recuperadas.

Após o protesto que resultou na destruição das cabines de pedágio da ponte, na última quinta-feira (20), a concessionária passou a fazer cobrança manual, o que ocasionou um grande aumento no fluxo de veículos no local.

Fonte.: G1


CET estuda medidas para aumentar entregas à noite em SP


A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) está realizando um estudo sobre a origem e o destino das cargas em São Paulo para mudar as regras de circulação da cidade. Segundo a companhia, o objetivo é remanejar algumas entregas para o período da noite e, assim, tentar melhorar o tráfego na capital.

Como alternativa para continuar fazendo as entregas, um centro de distribuição em São Paulo trocou quase toda a frota de carretas pelos veículos urbanos de carga (VUCs) e o frete ficou mais caro.
Os VUCs são os únicos veículos de carga autorizados a circular pela cidade em qualquer dia, em qualquer horário. Substituem parte dos caminhões na tarefa de abastecer São Paulo.

“Sem a menor sombra de dúvida, realizar as entregas com carreta nos traz uma maior rentabilidade, porque eu consigo colocar um maior número de entregas dentro do mesmo veículo, com menor custo. Quando eu reduzo o veículo, eu tenho que reduzir o número de entregas. Então, nosso custo fica mais acentuado”, diz o gerente do centro de distribuição Wagner Jorge.

Atualmente 3% dos veículos que circulam pela capital paulista são caminhões. Os dados não levam em conta os caminhões que vêm de outras cidades. Apesar das regras, no ano passado quase 400 mil caminhões levaram multa por andar em locais proibidos.

Fonte.: G1


Governador anuncia maior vigilância nas marginais Tietê e Pinheiros



O governador Geraldo Alckmin concedeu na manhã desta quarta uma entrevista ao vivo à Rádio Jovem Pan e declarou que o governo tomará diversas ações para atender aos pedidos da opinião pública, revelados nas manifestações populares ocorridas nos últimos dias.

Uma das reivindicações dos manifestantes em São Paulo é a falta de segurança. O governador de São Paulo garante que a polícia intensificou os trabalhos nas ruas. De acordo com Alckmin, de janeiro a junho deste ano foram presos 12 mil pessoas, um fato inédito no Estado. Em primeira mão, o governador contou que São Paulo vai instalar câmeras de segurança nas marginais Tietê e de Pinheiros e em pontos estratégicos da cidade.

“Vamos criar uma central de monitoramento por vídeo. Você vai ser monitorado ao entrar e sair da cidade. Os bandidos fogem da dificuldade. Nós vamos iluminar melhor as ruas e melhorar os sistemas de segurança. A operação delegada também é muito importante para garantir a segurança em São Paulo”, disse o governador.

Fonte: Rádio Joven Pan

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Conhecimento Eletrônico é obrigatório. Não perca o prazo



Os contribuintes do modal rodoviário, Não optantes pelo Simples Nacional, tem até o dia 1º de agosto para se ajustar à nova legislação do conhecimento eletrônico.

Já para as empresas do modal rodoviário optantes pelo regime do Simples Nacional e operadores no sistema Multimodal de Cargas, essa data é 1º de dezembro.

LIGUE para a RDC. Com a solução RDC DOC-e, sua empresa estará preparada para atender as obrigatoriedades da lei dentro do prazo vigente. Tel. (11) 4362.8066.

São Carlos, SP, desenvolve dirigível para levar cargas de até 30 toneladas


Duas empresas de São Carlos (SP) desenvolvem um protótipo de dirigível para transporte de cargas de até 30 toneladas inédito no país. O uso dos ‘veículos voadores mais leves que o ar’ pode ser uma alternativa aos transportes convencionais no Brasil. O projeto, orçado em mais de R$ 100 milhões, é financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O dirigível terá 130 metros de comprimento e sua sustentação no espaço será exclusivamente por meio do gás hélio e deslocado via controle remoto. “O dirigível pode suprir deficiências logísticas de transporte principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, afirmou Gerson de Mello Almada, sócio-diretor da Engevix, empresa de engenharia consultiva que detém 50% da Airship do Brasil, desenvolvedora dos protótipos de dirigíveis. A outra sócia é a Transportes Bertolini.

Inédito no Brasil

O modelo inicial do novo meio de transporte de carga deve ter uma capacidade para até 30 toneladas. O projeto em fase de desenvolvimento tecnológico e o modelo físico do dirigível devem estar prontos em aproximadamente quatro anos. O projeto é inédito no Brasil, segundo Almada. “Isso é totalmente inovador, contudo estudos de renomados institutos, como a Nasa, nos EUA, concluem que esse será o modal do futuro”, comentou.

Ainda segundo Almada, esse dirigível destinado ao transporte de cargas ainda não foi desenvolvido em outros países. “No exterior há outras empresas que constroem dirigíveis para vigilância e publicidade, mas não para transporte de carga, pois esses países, como EUA e Alemanha, que possuem a tecnologia não têm problemas de logística como os países emergentes”.

Uso do dirigível

Segundo o diretor de Relações Institucionais da Airship, Marcelo Felippes, a intenção de longo prazo é produzir dirigíveis mais potentes. “Queremos produzir dirigíveis que comportem maior carga e transportem grãos pelo país”, disse.

Os veículos também poderão ser utilizados em outras situações. “Ele pode transportar de tudo até o limite da sua capacidade, podem ser empregados em missões de busca e salvamento, resgatando pessoas, e em vigilância aérea”, completou Almada.

Projeto americano

Em Tustin, nos EUA, um dirigível desenvolvido por uma empresa privada recebeu financiamento equivalente a R$ 70 milhões da agência espacial americana e das forças armadas dos Estados Unidos. A ideia inicial é que o dirigível tenha uso militar, levando tanques, armas e soldados para lugares de difícil acesso. A aeronave também pode ajudar missões humanitárias, carregando equipamento e comida para áreas atingidas por catástrofes. E quem sabe um dia, transportar passageiros com muito mais conforto que um avião comum.

O novo dirigível terá 160 metros de comprimento e a ideia é que a aeronave consiga transportar até 500 toneladas de carga, o dobro da capacidade do maior avião do mundo. O primeiro teste de voo foi feito dentro do hangar. Quando estiver pronto, em dois anos, o superdirigível poderá voar a uma altura de até seis mil metros.

Fonte.: G1