Criada em 1989 a RDC dedica-se ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares de gestão corporativa e logística para o mercado latino americano. Empresa genuinamente brasileira, a RDC busca atender às necessidades específicas de seus clientes. Como consequência conquistou a liderança nacional em soluções para o setor de armazenamento, movimentação e distribuição de veículos zero km.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Rodovia Assis Chateaubriand, em Barretos, passará por obras de melhorias
Os trechos da rodovia Assis Chateaubriand (SP-425) que cortam as cidade de Barretos e Olímpia, passarão por obras de recapeamento, pavimentação dos acostamentos e melhorias. As obras acontecem entre o km 102 e o km 157,55, em uma extensão de 55,55 quilômetros. Os serviços serão realizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Logística e Transportes.
"A SP-425 é uma das principais rodovias de São Paulo. Ela sai de Miguelópolis, no norte do Estado, perto do Rio Grande, vai até Rio Preto, passando aqui por Barretos, depois ela desce, corta o rio Tietê e vai até o Paraná, uma rodovia importantíssima", disse o governador Geraldo Alckmin.
Ao todo, serão investidos R$ 98,7 milhões nas melhorias, que beneficiarão mais de 160 mil habitantes da região. As obras também deverão gerar 777 empregos, sendo 194 diretos e 583 indiretos. A obra está dividida em 3 lotes, sendo o primeiro de Miguelópolis a Guaíra, o segundo de Guaíra a Barretos e o terceiro de Barretos até Olímpia.
"Estamos duplicando de Olímpia, Guapiaçu até Rio Preto e duplicando em frente a Barretos. Então aqui teremos recapeamento, acostamentos, terceiras faixas, obras de arte, obras de segurança, porque é uma rodovia importantíssima, vai salvar vidas e vai promover o desenvolvimento da região", completou Alckmin.
Fonte: Governo de SP
Pernambuco: Pedágio na Via Expressa funciona sem atropelos
Os motoristas que circularam nas rodovias que compõem o sistema Rota do Atlântico, rumo ao Litoral Sul e a Suape, aprovaram o funcionamento da via pedagiada no primeiro dia útil. Sem retenções, o percurso da Via Expressa deve economizar em até 20 minutos a viagem para as praias e também para o complexo portuário. Dos 43 quilômetros concedidos, 25 já estão em operação – ligando o Cabo de Santo Agostinho à PE-060. Até o fim de janeiro deve ser aberto ao tráfego o acesso a Nossa Senhora do Ó (5 Km). E, até julho, o acesso à Ilha de Cocaia (13 Km).
“Facilita bastante o acesso, mas acho que vai ter impacto de até 10% no frete”, considerou o motorista autônomo Rafael da Silva. “O caminho está mais rápido. Não acho que vai influenciar no frete”, dizia Eliel Ferreira Alves, caminhoneiro de uma empresa que presta serviço em Suape.
Com valor de R$ 5,60 para veículos de passeio, R$ 2,80 para motos e cobrança máxima de R$ 50,40 para caminhões reboque de grande porte, com nove eixos, o pedágio deve ter impacto de aproximadamente 0,3% no custo do frete rodoviário, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias citada pelo presidente da Rota do Atlântico, Elias Lages.
“O transporte, com ou sem pedágio, tem impacto de 3,5% no preço do produto final. Deste percentual, o pedágio representa 0,3%. Já uma rodovia mal cuidada tem impacto de até 60% a mais no consumo de combustível e de 35% a mais com a manutenção dos caminhões. A economia não é apenas com o tempo de deslocamento, mas também com manutenção”, defendeu Lages.
Adaptação
Nos primeiros dias, é esperado um tempo mais demorado de atendimento aos motoristas, considerado um período de adaptação. O tempo estimado de 12 segundos subiu para até 25 segundos, porque muita gente tem aproveitado a novidade para tirar dúvidas sobre o percurso e sobre a cobrança nos guichês.
Para economizar tempo, os motoristas podem aderir à cobrança automática, através de um dispositivo instalado no painel dos veículos que faz a leitura a distância. O sistema pode funcionar nos modos pré ou pós-pago e fará o percurso ser mais rápido. De acordo com Elias Lages, entre desacelerar, pagar e voltar a seguir o percurso, será possível economizar até dez minutos de viagem. O consórcio Rota do Atlântico já tem convênio com três operadoras deste sistema, que também já funciona em shoppings e na rodovia Rota dos Coqueiros, que passa pela Praia do Paiva.
A concessão à Rota do Atlântico, composta pela Odebrecht Transport e pela Invepar, é de 35 anos, com previsão de investimentos privados de cerca de R$ 450 milhões. Quem seguir rumo ao Litoral Sul e não quiser pagar pedágio, pode continuar usando a PE-060. Entretanto, quem tiver como destino Suape, não poderá fugir da cobrança.
Fonte: Diário de Pernambuco
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Pedágio volta a ser cobrado em cinco praças do RS
A Emprega Gaúcha de Rodovias (EGR) voltará a cobrará pedágio dos motoristas em cinco praças do Rio Grande do Sul devolvidas ao controle do estado no final de dezembro, após o fim do contrato de concessão das empresas. As tarifas, que variam entre R$ 5,20 e R$ 7,90, voltarão a ser cobradas a partir da 0h de terça-feira (7).
As cancelas dos pontos localizados em duas praças da ERS-235, em Gramado e em São Francisco de Paula, em uma praça da ERS-115, em Três Coroas, e nas praças da ERS-040, em Viamão, e da ERS-474, em Santo Antônio da Patrulha, estavam desativadas desde a última segunda-feira (3), quando terminou o contrato de 15 anos com a iniciativa privada.
A EGR diz irá manter o sistema de isenções vigente em todos os cinco pontos. Em Viamão, todos os moradores do município terão o benefício. A identificação será feita pela placa dos veículos. Em Santo Antônio da Patrulha, serão mantidos os cartões de isenção dos usuários até que seja realizado novo cadastramento pela EGR, em data ainda a ser definida em parceria com a prefeitura da cidade. O mesmo vale nas praças da Serra.
Criada em julho de 2012, a EGR já assumiu 14 praças de pedágio e representa um novo modelo de pedagiamento no Rio Grande do Sul. Os primeiros pedágios administrados pela estatal foram em Campo Bom, Coxilha e Portão, em 15 de fevereiro de 2013.
Depois deles, a EGR assumiu em 12 de junho a administração das praças de pedágio de Encantado, Boa Vista do Sul, Cruzeiro do Sul e Flores da Cunha, e em 2 de julho o comando dos pedágios de Venâncio Aires e de Candelária. Ao todo, 14 praças de pedágio ficarão sob o comando da estatal.
As tarifas de pedágio
- Gramado, Três Coroas e São Francisco de Paula
Preço único de R$ 5,90 (para todas as categorias)
- Viamão, Santo Antônio da Patrulha, Flores da Cunha, Encantado, Boa Vista do Sul, Cruzeiro do Sul, Venâncio Aires e Candelária
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos - R$ 5,20
Veículos Comerciais com 2 eixos - R$ 6,10
Veículos Comerciais com 3 eixos - R$ 9,20
Veículos Comerciais com 4 eixos - R$ 12,30
Veículos Comerciais com 5 eixos - R$ 15,40
Veículos Comerciais com 6 ou mais eixos - R$ 18,50
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 1 eixo - R$ 7,90
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 2 eixos - R$ 10,50
- Campo Bom
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos - R$ 2,40
Veículos Comerciais com 2 eixos - R$ 3,00
Veículos Comerciais com 3 eixos - R$ 4,20
Veículos Comerciais com 4 eixos - R$ 5,40
Veículos Comerciais com 5 eixos - R$ 6,50
Veículos Comerciais com 6 ou mais eixos - R$ 7,80
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 1 eixo - R$ 3,60
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 2 eixo - R$ 4,80
- Coxilha
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos - R$ 3,60
Veículos Comerciais com 2 eixos - R$ 4,60
Veículos Comerciais com 3 eixos - R$ 6,30
Veículos Comerciais com 4 eixos - R$ 8,10
Veículos Comerciais com 5 eixos - R$ 9,90
Veículos Comerciais com 6 ou mais eixos - R$ 11,70
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 1 eixo - R$ 5,40
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 2 eixos - R$ 7,20
- Portão
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos - R$ 4,80
Veículos Comerciais com 2 eixos - R$ 6,00
Veículos Comerciais com 3 eixos - R$ 8,40
Veículos Comerciais com 4 eixos - R$ 10,70
Veículos Comerciais com 5 eixos - R$ 13,10
Veículos Comerciais com 6 ou mais eixos - R$ 15,50
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 1 eixo - R$ 7,20
Veículos de Passeio e Utilitários com 2 eixos e Reboque com 2 eixos - R$ 9,60
Fonte: G1 RS
Prosseguem as obras para a duplicação da rodovia SP-264
Foram retomadas as movimentações de terra para duplicar a rodovia João Leme dos Santos (SP-264), que liga Sorocaba a Salto de Pirapora. Por conta dos feriados do final do ano, na semana passada os trabalhos estavam concentrados principalmente em serviços preliminares, como a instalação de canteiro de obras, limpeza, remoção de material e drenagem, segundo informações do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O maior número de caminhões, máquinas e pessoal na obra estava próximo da entrada de Salto de Pirapora, no lote de número 2, cuja responsabilidade é da empresa Compec Galasso Engenharia e Construções Ltda.
Tanto no lote 1, de competência da Construtora Gomes Lourenço, como no lote 2, os trabalhos neste momento estão concentrados nas margens da rodovia, sem a necessidade de desvios na pista. No entanto, próximo a Salto de Pirapora, quando os caminhões transferiam a terra de uma margem para a outra da rodovia o tráfego era interditado, segundo um trabalhador, por menos de dois minutos, para que os caminhões cruzassem a rodovia. Já no lote 1, trecho próximo ao campus de Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), os trabalhos nas margens da rodovia não interferiam no trânsito dos veículos.
A Compec Galasso realiza os trabalhos a partir de Salto de Pirapora, entre os quilômetros 109 e 119. Ela foi contratada por R$ 57,2 milhões. A Construtora Gomes Lourenço é responsável pelas obras no trecho a partir de Sorocaba, entre os kms 102 e 109,6 e foi contratada por R$ 56,9 milhões.
Desapropriações podem atrasar
O DER divulga que os processos de desapropriações continuam em trâmite. A previsão para conclusão da duplicação é fevereiro de 2015, mas no dia 4 de dezembro, quando o governador Geraldo Alckmin (PSDB) esteve no local para lançar os trabalhos o DER reconheceu o risco de atraso no cronograma devido as 51 desapropriações ainda em andamento, com custo calculado em R$ 27 milhões. Na edição de 5 de dezembro o jornal Cruzeiro do Sul informou que, segundo o DER, os proprietários das áreas seriam oficialmente notificados a partir do início da duplicação.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Concessões ao setor privado vão gerar R$ 80 bi em investimentos, diz governo
O governo federal contratou no ano passado investimentos de R$ 80,3 bilhões pelos próximos 35 anos em concessões de rodovias, aeroportos, terminais portuários de uso privado, blocos de petróleo e gás natural e geração e transmissão de energia elétrica. O balanço, inédito, foi realizado pelo novo secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Pablo Fonseca.
Em sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo em outubro, Fonseca apresentou o estudo que aponta para aquela que deve ser a principal bandeira eleitoral da presidente Dilma Rousseff em 2014: a reativação dos investimentos privados no Brasil, destravados a partir das concessões de infraestrutura. A expectativa é que a primeira parte dessas despesas com máquinas e equipamentos comece justamente neste ano.
"Se fizermos essas mesmas intervenções e despesas por obra pública, quer dizer, pelo orçamento federal, há pouquíssimas oportunidades de investimento privado. Já por concessão e por parceria entre público e privado, as possibilidades para os investidores são imensas", afirmou Fonseca, que destacou relatório recente do Banco Mundial que aponta o Brasil como o país emergente que mais realiza concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs).
"O sinal mais importante que demos aos investidores nacionais e internacionais em 2013 foi a realização de leilões em diferentes áreas. Houve grande deságio para os consumidores e, no caso dos aeroportos, grande ágio para a União. Vimos competição, e os investimentos começam agora", afirmou.
Prioridades.
Neste ano, o esforço do governo federal será dividido em três áreas prioritárias, disse Fonseca. Em primeiro lugar, acompanhar cada um dos contratos firmados entre a União e o consórcio que ficou com determinada rodovia, aeroporto, terminal portuário, usina ou linha de transmissão e bloco de petróleo e gás, para que a carga de investimentos de R$ 80,3 bilhões seja efetivamente cumprida.
Ao mesmo tempo, o governo vai trabalhar para que os bancos privados participem cada vez mais do financiamento dessas operações.
Finalmente, o governo vai intensificar o trabalho junto a investidores internos e externos para popularizar novos instrumentos de financiamento, como as debêntures de infraestrutura e o mercado de capitais como um todo. A expectativa é que esses mecanismos sirvam para complementar o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na estrutura de financiamento desses projetos.
Impacto.
Segundo Gesner Oliveira, que foi presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e hoje é sócio da consultoria GO Associados, o impacto das concessões no avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014 ainda deve ser pequeno.
Mas, na avaliação dele, o importante é a nova forma de crescimento que surge a partir desse cenário. "Estamos assistindo ao embrião de um novo modelo de crescimento", afirmou. Trata-se de um modelo liderado pelo investimento em infraestrutura, e não mais pelo consumo das famílias. Para Oliveira, o governo precisa aprimorar o planejamento das concessões, além da regulação dos contratos firmados com o setor privado.
Para a economista Cláudia Oshiro, especialista em transporte e logística da consultoria Tendências, o País tem conseguido sustentar um ritmo razoável de crescimento apesar dos problemas logísticos.
Ela afirma que o governo federal acertou com as concessões, mas precisa ampliar a operação para as ferrovias e portos em 2014. "Essa é a principal missão para o ano, porque não podemos ficar dependentes de rodovias, ainda que elas sejam importantes."
Fonte: Estadão Economia & Negócios
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Consórcio Invepar vence disputa de leilão de trecho da BR-040
O governo encerrou a série de leilões de rodovias em 2013 dentro do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
O consórcio Invepar venceu a disputa pelo trecho de 936 quilômetros da BR-040 entre Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais com deságio de 61,13%, com tarifa de pedágio de R$ 3,22.
Oito grupos entregaram propostas para explorar a rodovia por 30 anos, entre elas empresas tradicionais do setor de infraestrutura. Os investimentos no trecho da BR-040 estão estimados em cerca de R$ 8 bilhões.
A Invepar entrou definitivamente no cenário brasileiro em fevereiro de 2012 quando venceu o leilão pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos com uma oferta de R$ 16,2 bilhões. A empresa tem como seus acionistas a construtora OAS e os fundos de pensão Previ, Funcef e Petros. A Invepar também possui concessões rodoviárias - como a Cart (do Corredor Raposo Tavares, em São Paulo) e a Litoral Norte, na Bahia; e de mobilidade urbana, como o MetrôRio.
Fonte: Estadão Conteúdo
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Distribuidoras pedem aumento gradual da adição de biodiesel ao diesel
Os comerciantes de biodiesel cobram do governo mais tempo para se preparar para o aumento do combustível renovável misturado ao diesel. O setor acredita que a adição será elevada dos atuais 5% para 7% em 2014, mas pede que a mudança seja gradual: primeiro, para 6% no ano que vem, chegando a 7% em 2015. O tema está em discussão no novo marco regulatório do biodiesel.
“As empresas precisam de um prazo para adaptação de seus dosadores, mudanças para medidores, adaptação de logística para armazenagem de produtos, entrega de produtos, disponibilidade de caminhões”, disse o diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Jorge Luiz Oliveira.
Um dos principais produtos de biodiesel no país, o etanol hidratado liderou as vendas de combustível em 2013, com crescimento de 7,5%. A redução de impostos e a expansão da oferta, favorecida pelas condições climáticas, aumentaram a competitividade do produto em relação à gasolina. Levantamento do Sindicom mostra que lideram a produção os estados de São Paulo e Mato Grosso.
A mistura de biodiesel ao diesel está sendo tratada pelo Ministério de Minas e Energia. O aumento do percentual de biodiesel adicionado ao diesel não exige adaptações nos veículos, que devem vir com garantia de fábrica para operar com a mistura.
Fonte.: Agência Brasil
Porto de Santos espera entrega de três novos projetos
O primeiro semestre do próximo ano será marcado pela entrega dos projetos executivos de três obras prioritárias para o Porto de Santos – a passagem rodoviária subterrânea na região do Valongo, o Mergulhão; o trecho da Avenida Perimetral da Margem Direita que vai da Alemoa até o Mergulhão; e o trecho que vai do Canal 4 à Ponta da Praia.
“A nossa estimativa é que, neste semestre, nós tenhamos recebidos esses projetos executivos. Com eles em mãos, partimos para as licitações das obras”, destacou o diretor-presidente da Codesp, Renato Ferreira Barco.
O primeiro projeto a ser entregue será o da Avenida Perimetral no bairro da Ponta da Praia, no dia 28 de fevereiro. As obras, que vão levar 24 meses, contemplarão a remodelação da Avenida Mário Covas e a instalação de um viaduto no trecho entre o Canal 5 e a Avenida Pedro Lessa. A ideia é criar um novo acesso aos veículos que seguem aos terminais instalados nessa região.
Em maio, está prevista a conclusão do projeto executivo do Mergulhão. O equipamento, que se estende por 1,6 quilômetro, desde a entrada do Ecoporto Santos até o Armazém 8, no Valongo, terá três pistas em cada sentido. Com o remanejamento da ferrovia no local, a obra eliminará o principal gargalo viário na área do Porto de Santos.
Já no final do primeiro semestre, está prevista a conclusão do projeto executivo do trecho 1 da Avenida Perimetral da Margem Direita, que vai da Alemoa ao Mergulhão, com uma extensão de, aproximadamente, 2,5 quilômetros. Serão construídos dois viadutos para garantir o tráfego contínuo em um local que concentra a maior demanda de fluxo de entrada e saída na região portuária em Santos.
Ainda neste ano, será assinado o contrato para a elaboração do projeto executivo da segunda fase da Avenida Perimetral da Margem Esquerda (Guarujá). O empreendimento terá 33 mil metros quadrados de área, entre viadutos e pontes.
Fonte.: A Tribuna
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Governador garante parte do Rodoanel Leste pronta até março
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) garantiu que, até março, “grande parte” do Trecho Leste do Rodoanel será entregue. As obras do segmento foram iniciadas em agosto de 2011 e a previsão inicial era que os 43,5 quilômetros da rodovia fossem liberados para o tráfego até o fim do primeiro trimestre de 2014. A concessionária SPMar, responsável pela construção, admite que não deve conseguir finalizar os trabalhos até março.
Alckmin assegurou que o segmento Leste será totalmente inaugurado até o fim do primeiro semestre do ano que vem. “Se em março não for entregue a obra toda, será entregue uma grande parte.” O governador salienta que a concessionária será multada se não conseguir cumprir os prazos contratuais.
Integrante da comissão de Transportes e Comunicações da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Orlando Morando (PSDB) protocolou denúncia contra o atraso no Ministério Público. A Promotoria abriu inquérito para investigar o caso. O tucano ironizou o fato de a rodovia ser aberta parcialmente. “O problema é que os trevos da Ayrton Senna e da Dutra ainda não foram iniciados. Ou seja, vai ligar o nada a lugar nenhum.”
O parlamentar classificou como ‘balela’ as justificativas apresentadas pela SPMar de que os atrasos se devem a entraves com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a MRS Logística. Os impasses são referentes à liberação de áreas para o avanço dos canteiros de obras.
A concessionária informa que, considerando apenas os locais onde recebeu autorização para executar a construção, o avanço é de 73%. A empresa ressalta que, em março de 2011, apresentou ao Estado cronograma prevendo 5% de andamento no primeiro ano, 40% no segundo e 55% nos últimos 12 meses.
A SPMar informa que o ponto mais crítico é o entroncamento com a Rodovia Presidente Dutra, onde ainda não foi emitido Termo de Autorização de Interferência. Sem esse documento, as equipes não podem avançar os equipamentos e iniciar os serviços. A concessionária afirma que a não liberação gera custo de R$ 11 milhões por mês em razão da ociosidade de máquinas e funcionários. Para não perder tempo, a construtora garante que está fazendo sondagens no terreno – a fim de adiantar eventuais ajustes de projeto – e dando andamento às desapropriações.
Caso o atraso para a entrega da totalidade do Trecho Leste seja confirmado, a SPMar afirma que pode entregar apenas o trecho entre Mauá e a Rodovia Ayrton Senna, desde que a Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) autorize a liberação. A empresa afirma ser a maior interessada no cumprimento do prazo, já que, depois da conclusão da construção, irá operar a rodovia e, portanto, arrecadar o valor dos pedágios.
Após a entrega, o Trecho Leste do Rodoanel irá passar por Mauá, Ribeirão Pires, Suzano, Poá, Arujá e Itaquaquecetuba. No contrato estavam previstas saídas para a asa Sul, em Mauá, e para as rodovias Henrique Eroles, em Suzano, Ayrton Senna, em Itaquaquecetuba, e Presidente Dutra, em Arujá. O Estado também planeja a construção de alça em Ribeirão Pires. A obra está orçada em R$ 2,8 bilhões, valor pago integralmente pela iniciativa privada.
As obras do Trecho Norte foram iniciadas em março e têm previsão de entrega em 2016, fechando os 177 quilômetros de anel viário que ligam as principais rodovias da Grande São Paulo.
Governo terá linha de crédito para realizar desapropriações
O governo do Estado pretende assinar com a Caixa Econômica Federal linha de crédito exclusiva para o pagamento de desapropriações em obras feitas por PPP (Parceria Público-Privada). O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional e presidente do Conselho Gestor de PPP, Julio Semeghini, estima que seja necessário R$ 1,2 bilhão para as próximas intervenções previstas, como construção de hospitais e linhas de metrô.
“Hoje, grande parte dos financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é tradicional e não pode ser usado para desapropriação. Então, o governo tem que pôr (recurso) do próprio tesouro. Não adianta liberar R$ 1 bilhão para obra se não tiver R$ 600 milhões para desapropriação”, explica Semeghini.
Apenas para a Linha 18-Bronze (Tamanduateí/Djalma Dutra), são estimados gastos de R$ 300 milhões com remoção de imóveis. A previsão é que o edital para a construção do monotrilho que ligará São Paulo a São Bernardo seja lançado ainda neste ano. O itinerário também passará por São Caetano e Santo André.
LINHA 6-LARANJA
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou o contrato para construção da Linha 6-Laranja do Metrô (Brasilândia/São Joaquim), que ligará a região central à Zona Norte da Capital. A obra será executada pelo consórcio Move São Paulo, formado pelas empresas Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC Participações e pelo fundo Eco Reality. O valor do empreendimento é de R$ 9,6 bilhões, sendo que R$ 8,9 bilhões serão divididos de forma igual entre Estado e iniciativa privada. A linha terá 16 quilômetros, 15 estações e passará por cinco faculdades e universidades.
Fonte.: Diário do Grande ABC
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