terça-feira, 14 de maio de 2013

Tráfego de caminhões terá restrições de horários em rodovia de Campinas


O tráfego de caminhões passa a ser restrito no acesso do km 116 da Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), no Real Parque, no Distrito de Barão de Barão Geraldo, em Campinas (SP), a partir de  de ontem, segunda-feira (13).

De acordo com a concessionária Rota das Bandeiras, a restrição será das 6h às 9h e das 16h às 20h. No sábado, o horário é das 6h às 14h.

A medida é para ampliar a segurança e garantir maior fluidez ao tráfego na região. Para os caminhoneiros que seguem sentido Paulínia (SP) têm como opção o retorno do km 119, no bairro Betel. Para quem segue no sentido Campinas, a opção é retonar na Rodovia Dom Pedro I (SP-065).

A partir desta segunda-feira painéis e sinalização vão orientar os motoristas.A concessionária informa ainda uma segunda mudança, mas para motoristas com carros de passeio. No km 116 da Zeferino Vaz não são permitidas conversões à esquerda.

Neste caso, que estiver na pista sentido Paulínia e quiser ir para o Real Parque terá que virar à direita e utilizar uma rotatória a 300 metros do acesso, em Barão Geraldo. Do lado contrário, o acesso deve ser feito no Real Parque.Dúvidas podem ser esclarecidas no telefone 0800-770 8070, ou no site da Rota das Bandeiras.

Fonte.: G1

segunda-feira, 13 de maio de 2013

DER abre licitação para recuperar rodovia na região


O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) abriu licitação no valor de R$ 104,2 milhões para a obra de recapeamento e pavimentação da rodovia e dos acostamentos da Assis Chateaubriand (SP-425) entre os municípios de Guapiaçu, Olímpia e Barretos. A abertura da concorrência foi publicada no último sábado no diário oficial do Estado.

O DER pediu empréstimo junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). O trecho entre os municípios foram divididos em três lotes: O lote 1 no trecho entre os quilômetro 102 ao quilômetro 119. O investimento previsto é de R$ 34,6 milhões. O lote 2 no trecho entre os quilômetros 119 ao quilômetro 141. O valor orçado previsto é de R$ 31 milhões. Já o lote 3 entre os quilômetro 141 ao km 157,5, com orçamento previsto de R$ 38,6 milhões.

A previsão feita pelos técnicos do departamento é de que as obras tenham início em agosto deste ano e sejam concluídas em até 18 meses. Ou seja, durante o processo eleitoral do próximo ano, a rodovia ainda estará em obras. O DER já promove melhorias e duplicação no trecho entre Rio Preto e Guapiaçu.

As empresas interessadas em participar da licitação deverão entregar suas propostas de preços e a documentação exigida no dia 20 de junho. na sede do DER, em São Paulo. A abertura dos envelopes acontecerá na mesma data e local após o vencimento do prazo de entrega. As empresas interessadas poderão obter mais informações na sede do DER ou pelo site: www.der.sp.gov.br.

Também para SP-425 entre Miguelópolis e Guaira as melhorias serão feitas na altura do quilômetro 23 ao quilômetro 58,33. O valor orçado previsto é de R$ 54,1 milhões. Já para o trecho entre Guaira a Barretos o projeto contempla do quilômetro 58,33 ao quilômetro 92. O valor da obra é orçado em R$ 57,3 milhões.

O DER abriu licitação também para obras de recuperação da e melhorias da rodovia Roberto Mário Perosa (SP-379). De acordo com o governo estadual, o valor estimado para a obra é de R$ 86,5 milhões e beneficiará os municípios de Uchoa, Ibirá, Urupês, Irapuã e Sales. Como na Assis Chateaubriand a licitação também foi dividida em três lotes. O primeiro no no trecho entre os quilômetro zero ao km 16,81.

O investimento previsto é de R$ 28,5 milhões. O segundo no trecho entre os quilômetros 16,81 ao km 34,61. O valor orçado para este trecho é de R$ 30,5 milhões. E o terceiro no trecho entre os quilômetros 34,61 ao quilômetro 51,29, com orçamento previsto de R$ 27,5 milhões.

Fonte.: Região Noroeste


Preço de frete registra aumento de 50% este ano em Mato Grosso




Em um dos trechos da BR-364 em Rondonópolis, Mato Grosso, passam mais de 12 mil caminhões por dia durante a safra de grãos. Eles são responsáveis pelo transporte até os terminais ferroviários e portos. Apenas no terminal de Alto Araguaia, no sudeste do estado, chegam diariamente 60 mil toneladas que seguem por vagões até Santos.

"Nossa produtividade máxima é de 80 vagões a cada duas ou três horas, o que equivale em torno de sete mil toneladas”, diz Bruno Pegorini, coordenador comercial do terminal.

O ano passado, a empresa aumentou a capacidade do armazém para atender a todos os clientes. O estoque hoje é de 80 mil toneladas de grãos e já está pequeno para atender a demanda. "Nós estamos investindo em outros terminais em Mato Grosso, justamente para alavancar este número”, diz Pegorini.

As empresas também têm investido no transporte rodoviário para atender a procura. Há alguns meses, a transportadora de Rondonópolis ampliou a frota, que passou de 180 para 200 caminhões. Mas esse número ainda não é suficiente.

"A falta de estrutura acaba aumentando a manutenção dos caminhões, aumenta gastos com combustíveis e também reflete na dificuldade de achar mão de obra que queira se sujeitar a ficar na estrada e em locais que não têm estrutura”, diz Carley Welter, gerente de logística.

A oferta insuficiente de transporte influencia diretamente no preço do frete. Em fevereiro, o frete chegou a custar 50% mais que no ano passado, segundo levantamento do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária, o Imea.

"Hoje, a gente pode dizer seguramente que estamos vivendo um custo logístico de mais de R$ 100 por tonelada”, diz Mauro Loro, diretor comercial de transportadora.

O frete acaba refletindo no bolso do produtor. A empresa que compra o grão fica responsável pelo transporte do produto, mas abate esses custos no valor pago ao agricultor.

"Toda commoditie de exportação é cotada em Bolsa e essa Bolsa arbitra os preços baseados nos portos. Então, tudo que você transporta até os portos é debitado do valor recebido pelo produtor”, diz Ricardo Tomczyk, vice-presidente da Aprosoja – MT.

O agricultor João Carlos Diel colheu oito mil toneladas de soja este ano. A produção foi vendida para uma empresa multinacional, mas o valor negociado poderia ter sido melhor se o frete não estivesse tão alto. "Eu estimo que o frete deve ter impactado em torno de 20% a 25% no custo da saca da soja, que poderia ser uma receita bruta minha”, diz.

Fonte.: Globo Rural


Dilma monta plano B para reformar sistema portuário


Apesar do apelo ao Congresso na tarde desta quinta-feira – e de dizer que se esforçaria até o último dia para que a MP dos Portos seja votada e aprovada pelos parlamentares -, a presidente Dilma Rousseff já analisa alternativas caso o novo marco regulatório do setor portuário não seja aprovado a tempo por deputados e senadores. Na noite de quarta-feira, a sessão convocada pela Câmara dos Deputados para discutir o tema teve a votação inviabilizada após um desentendimento entre os parlamentares. A medida precisa ser votada tanto na Câmara quanto no Senado até o dia 16 de maio para não perder a validade.

Após a cobrança da presidente, feita durante a posse do ministro Guilherme Afif Domingos, o presidente da Câmara dos Deputados convocou uma sessão extraordinária para a próxima segunda-feira para a discussão do tema. O presidente do Senado, Renan Calheiros, também manifestou interesse no tema e se comprometeu a fazer um esforço para que a medida seja votada antes de perder a validade.

A estratégia do governo é reunir a sua base aliada para votar a MP na próxima segunda-feira na Câmara dos Deputados e, logo em seguida, no Senado Federal. Mas, tendo em vista as dificuldades que esta matéria tem enfrentado no Legislativo, outras opções estão sendo consideradas para introduzir mudanças estruturantes no setor portuário. "O que vamos fazer depois, se a MP não for aprovada, só vou saber depois. Agora, eu tenho que tentar aprovar a MP", disse à agência Reuters a ministra Ideli Salvatti.

Mesmo que consiga evitar que a MP expire, o governo terá de lidar com as muitas mudanças propostas pelos deputados ao texto original. Caso sejam aprovadas, as mudanças poderiam descaracterizar a proposta original do governo, deixando para a presidente Dilma o ônus de vetar as alterações. Além disso, a presidente poderia correr o risco de ver seus vetos derrubados, como aconteceu com a nova fórmula de distribuição dos royalties do petróleo.

Neste caso, o governo acha melhor simplesmente desistir da aprovação da medida no Congresso. "Se as mudanças forem tantas que (a proposta) acabe perdendo a sua característica central, que é agilizar os processos de aperfeiçoamento e aprimoramento do sistema portuário brasileiro, se ferir de morte, perde a razão de ser da própria MP", disse a ministra Ideli na quarta-feira (09).

Medida provisória - Se a MP perder a validade, o governo poderia editar uma nova medida provisória sobre o tema, mas essa opção é considerada pouco viável pela área política do governo, pois a matéria continuaria sofrendo resistência muito forte no Congresso.

Outra alternativa seria mudar algumas regras por meio de decreto. Nesse caso, o governo manteria a atual Lei dos Portos, que vigora desde 1993, mas faria mudanças na regulamentação para dar mais competitividade aos portos organizados (públicos) e também ter mais controle sobre o uso dos terminais privativos. "O que nós queríamos com a MP é resolver os problemas de forma definitiva", disse à Reuters o ministro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, admitindo que algumas mudanças podem ser feitas por meio do decreto que regulamenta lei atual.

De acordo com uma fonte do governo, caso a MP seja derrubada, o governo colocaria rapidamente em licitação todos os contratos firmados antes de 1993, que na sua maioria estão vencidos. Ao fazer isso, o governo conseguiria reorganizar parte das áreas portuárias em linha com seu plano original. Nesse cenário, segundo uma outra fonte do governo que falou também sob condição de anonimato, Dilma poderia inclusive recorrer a projetos que tramitam no Congresso para promover mudanças que não conseguiria via MP e por decreto.

Uma opção seria o projeto da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), que busca impedir a imposição de limites para transporte de carga própria em terminais privativos. A proposta facilitaria a autorização de funcionamento desses terminais, um dos objetivos da MP.

Fonte.: Veja