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O tráfego de caminhões passa a ser restrito no acesso do km 116 da
Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), no Real Parque, no Distrito de Barão
de Barão Geraldo, em Campinas (SP), a partir de de ontem, segunda-feira (13).
De acordo com a concessionária Rota das Bandeiras, a restrição será
das 6h às 9h e das 16h às 20h. No sábado, o horário é das 6h às 14h.
A medida é para ampliar a segurança e garantir maior fluidez ao
tráfego na região. Para os caminhoneiros que seguem sentido Paulínia (SP) têm
como opção o retorno do km 119, no bairro Betel. Para quem segue no sentido
Campinas, a opção é retonar na Rodovia Dom Pedro I (SP-065).
A partir desta segunda-feira painéis e sinalização vão orientar os
motoristas.A concessionária informa ainda uma segunda mudança, mas para
motoristas com carros de passeio. No km 116 da Zeferino Vaz não são
permitidas conversões à esquerda.
Neste caso, que estiver na pista sentido Paulínia e quiser ir para o
Real Parque terá que virar à direita e utilizar uma rotatória a 300 metros do
acesso, em Barão Geraldo. Do lado contrário, o acesso deve ser feito no Real
Parque.Dúvidas podem ser esclarecidas no telefone 0800-770 8070, ou no site
da Rota das Bandeiras.
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Fonte.: G1
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Tráfego de caminhões terá restrições de horários em rodovia de Campinas
segunda-feira, 13 de maio de 2013
DER abre licitação para recuperar rodovia na região
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O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) abriu licitação no valor
de R$ 104,2 milhões para a obra de recapeamento e pavimentação da rodovia e
dos acostamentos da Assis Chateaubriand (SP-425) entre os municípios de
Guapiaçu, Olímpia e Barretos. A abertura da concorrência foi publicada no
último sábado no diário oficial do Estado.
O DER pediu empréstimo junto ao Banco Internacional para Reconstrução
e Desenvolvimento (Bird). O trecho entre os municípios foram divididos em
três lotes: O lote 1 no trecho entre os quilômetro 102 ao quilômetro 119. O
investimento previsto é de R$ 34,6 milhões. O lote 2 no trecho entre os
quilômetros 119 ao quilômetro 141. O valor orçado previsto é de R$ 31
milhões. Já o lote 3 entre os quilômetro 141 ao km 157,5, com orçamento previsto
de R$ 38,6 milhões.
A previsão feita pelos técnicos do departamento é de que as obras
tenham início em agosto deste ano e sejam concluídas em até 18 meses. Ou
seja, durante o processo eleitoral do próximo ano, a rodovia ainda estará em
obras. O DER já promove melhorias e duplicação no trecho entre Rio Preto e
Guapiaçu.
As empresas interessadas em participar da licitação deverão entregar
suas propostas de preços e a documentação exigida no dia 20 de junho. na sede
do DER, em São Paulo. A abertura dos envelopes acontecerá na mesma data e
local após o vencimento do prazo de entrega. As empresas interessadas poderão
obter mais informações na sede do DER ou pelo site: www.der.sp.gov.br.
Também para SP-425 entre Miguelópolis e Guaira as melhorias serão feitas
na altura do quilômetro 23 ao quilômetro 58,33. O valor orçado previsto é de
R$ 54,1 milhões. Já para o trecho entre Guaira a Barretos o projeto contempla
do quilômetro 58,33 ao quilômetro 92. O valor da obra é orçado em R$ 57,3
milhões.
O DER abriu licitação também para obras de recuperação da e melhorias
da rodovia Roberto Mário Perosa (SP-379). De acordo com o governo estadual, o
valor estimado para a obra é de R$ 86,5 milhões e beneficiará os municípios
de Uchoa, Ibirá, Urupês, Irapuã e Sales. Como na Assis Chateaubriand a
licitação também foi dividida em três lotes. O primeiro no no trecho entre os
quilômetro zero ao km 16,81.
O investimento previsto é de R$ 28,5 milhões. O segundo no trecho
entre os quilômetros 16,81 ao km 34,61. O valor orçado para este trecho é de
R$ 30,5 milhões. E o terceiro no trecho entre os quilômetros 34,61 ao
quilômetro 51,29, com orçamento previsto de R$ 27,5 milhões.
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Fonte.: Região Noroeste
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Preço de frete registra aumento de 50% este ano em Mato Grosso
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Em um dos trechos da BR-364 em Rondonópolis, Mato Grosso, passam mais
de 12 mil caminhões por dia durante a safra de grãos. Eles são responsáveis
pelo transporte até os terminais ferroviários e portos. Apenas no terminal de
Alto Araguaia, no sudeste do estado, chegam diariamente 60 mil toneladas que
seguem por vagões até Santos.
"Nossa produtividade máxima é de 80 vagões a cada duas ou três
horas, o que equivale em torno de sete mil toneladas”, diz Bruno Pegorini,
coordenador comercial do terminal.
O ano passado, a empresa aumentou a capacidade do armazém para atender
a todos os clientes. O estoque hoje é de 80 mil toneladas de grãos e já está
pequeno para atender a demanda. "Nós estamos investindo em outros
terminais em Mato Grosso, justamente para alavancar este número”, diz Pegorini.
As empresas também têm investido no transporte rodoviário para atender
a procura. Há alguns meses, a transportadora de Rondonópolis ampliou a frota,
que passou de 180 para 200 caminhões. Mas esse número ainda não é suficiente.
"A falta de estrutura acaba aumentando a manutenção dos
caminhões, aumenta gastos com combustíveis e também reflete na dificuldade de
achar mão de obra que queira se sujeitar a ficar na estrada e em locais que
não têm estrutura”, diz Carley Welter, gerente de logística.
A oferta insuficiente de transporte influencia diretamente no preço do
frete. Em fevereiro, o frete chegou a custar 50% mais que no ano passado,
segundo levantamento do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária, o
Imea.
"Hoje, a gente pode dizer seguramente que estamos vivendo um
custo logístico de mais de R$ 100 por tonelada”, diz Mauro Loro, diretor
comercial de transportadora.
O frete acaba refletindo no bolso do produtor. A empresa que compra o
grão fica responsável pelo transporte do produto, mas abate esses custos no
valor pago ao agricultor.
"Toda commoditie de exportação é cotada em Bolsa e essa Bolsa
arbitra os preços baseados nos portos. Então, tudo que você transporta até os
portos é debitado do valor recebido pelo produtor”, diz Ricardo Tomczyk,
vice-presidente da Aprosoja – MT.
O agricultor João Carlos Diel colheu oito mil toneladas de soja este
ano. A produção foi vendida para uma empresa multinacional, mas o valor
negociado poderia ter sido melhor se o frete não estivesse tão alto. "Eu
estimo que o frete deve ter impactado em torno de 20% a 25% no custo da saca
da soja, que poderia ser uma receita bruta minha”, diz.
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Fonte.: Globo Rural
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Dilma monta plano B para reformar sistema portuário
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