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Um ano e seis meses após restringir a circulação de veículos para o
transporte de cargas, em Campinas (SP), a Prefeitura definiu novas regras e
ampliou o trânsito de caminhões com mais de 14 metros na área interna do anel
formado pelas rodovias Anhanguera, Dom Pedro I e José Roberto Magalhães
Teixeira e em outros 11 trechos do município
Sem apontar o número de caminhões que passam peloss trechos, a
assessoria da Emdec informou que as novas regras foram avaliadas desde julho
de 2011, quando as primeiras restrições começaram a valer.
Além disso,
informou que "há constante observação e futuramente podem ocorrer novos
ajustes", em caso de impactos negativos
Mudanças
Os caminhões poderão circular na área interna do anel de segunda a
sexta-feira, das 9h às 16h, e das 20h às 6h. Antes, a proibição era das 6h às
20h. Aos sábados, a limitação será das 9h às 14h. A fiscalização começa em 60
dias
A nova resolução, definida em conjunto pela Secretaria de Transportes
e a Empresa Municipal de Desenvolvimento (Emdec), permite o tráfego o tráfego
de caminhões em trechos das avenidas Lix da Cunha, Carolina Florence,
Comendador Aladino Selmi, Mackenzie, entre outras vias. (Veja aqui a lista
completa de mudanças)
As alterações foram publicadas no Diário Oficial do Município desta
terça-feira (22). Motoristas que desrespeitarem as medidas serão multados em
R$ 85,13
Outros tipos de veículos
Na área interna do Anel de Integração Engenheiro Rebouças, veículos
cuja extensão seja superior a 6,3 metros não poderão transitar de segunda a
sexta-feira, das 6h às 20h. Aos sábados, a limitação permanece das 6h às 14h.
Entre as vias que integram a região estão as avenidas Princesa d'Oeste,
Andrade Neves, Júlio Prestes e José de Souza Campos
O Código Brasileiro de Trânsito permite o livre trânsito para veículos
que prestam serviços de urgência (Corpo de Bombeiros, polícias Militar e
Civil, além do Samu), automóveis usados para serviços de utilidade pública
(Sanasa, companhias de água e luz, caminhões de lixo e carros-fortes),
veículos urbanos de carga (com no máximo 6,3 metros de comprimento e 2,2
metros de largura) e automóveis de carga de ensino para a obtenção da CNH
Podem circular pelas áreas restritas, desde que com Selo de
Autorização para Circulação de Carga, os veículos usados para concretagem,
mudança, transporte de alimentos perecíveis, de imprensa, para transporte de
equipamentos, máquinas e materiais para construção civil, transporte de
caçambas, combustível, oxigênio e gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel,
além dos veículos de residente ou sócio em imóveis localizados nas áreas de
restrição
Circulação permitida
O mesmo Selo permite que os veículos transitem nas áreas com restrição
de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, e aos sábados, das 6h às 9h. A
solicitação pode ser feita a qualquer momento pelo site da Emdec e terá
validade até novembro de 2014. O procedimento gera um comprovante de
solicitação e boleto com taxa média em R$ 22
Após quitar o boleto, o solicitante deve comparecer à Emdec (Rua Dr.
Salles de Oliveira, 1.028, na Vila Industrial), e apresentar os documentos
necessários para a realização de cada atividade
O setor de atendimento funciona de segunda à sexta-feira, das 8h30 às
16h. A renovação deve ser feita no período entre 1º de fevereiro e 31 de
março
Autorização de estacionamento
A nova resolução prevê 62 locais para as operações de carga e descarga
das mercadorias na região central, quando há a necessidade do veículo
estacionar na via pública. Além do Selo, o motorista precisa da autorização
de estacionamento, que deve ser solicitada com o mínimo de três dias antes do
uso
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Fonte.: G1 Campinas e Região
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Prefeitura reelabora regras e amplia trânsito de caminhões em Campinas
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Norma do Contran para motoboys começa a valer a partir de 2 de fevereiro
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As determinações fazem parte de norma do Conselho Nacional de Trânsito
(Contran) com o objetivo de melhorar a segurança dos motociclistas
profissionais e valem também para os mototaxistas. A regulamentação deveria
entrar em vigor em agosto de 2012, mas foi adiada devido à pressão da
categoria. A resolução é válida para todo o país
De acordo com dados do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas,
Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (Sindmoto-SP), em todo o
estado de São Paulo existem 500 mil motoboys. Na cidade de São Paulo, são de
200 mil a 220 mil
Desses, somente 7% já estão regulamentados desde que a lei foi
sancionada. Isso equivale a 15 mil trabalhadores. Segundo o sindicato, o
número representa um problema, pois significa que o restante já não poderá
trabalhar a partir de 2 de fevereiro.
O Sindimoto disse ainda que não fará nada para pedir a prorrogação do
prazo para adequação da categoria às regras do Contran, embora o ano passado
tenha feito uma assembleia dois dias antes da data prevista para o início da
fiscalização. Desta vez, o Sindmoto ressaltou que esperará a posição do
Contran.
O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) explicou
que os departamentos estaduais de trânsito em todo o país são responsáveis
pelo credenciamento das instituições privadas que oferecem o curso
obrigatório e não pela oferta direta das aulas às categorias profissionais de
motofrete ou mototáxi.
Segundo o Detran-SP, o governo do estado ofereceu no ano passado 20
mil vagas gratuitas para o curso e ainda existem 1.400 vagas remanescentes. O
curso é oferecido no estado por 24 unidades do Sest/Senat, credenciadas pelo
Detran e por 17 Centros de Formação de Condutores (CFCs).
O curso tem duração de 30 horas, sendo 25 de aulas teóricas e 5 de
atividades práticas. São ministradas aulas sobre ética, cidadania, segurança,
saúde, transporte de cargas e risco sobre duas rodas, entre outros.
Segundo a CET, o órgão já ministrou aulas de capacitação para mais de
800 profissionais de motofrete. Até 8 de janeiro deste ano, 883 alunos já
foram atendidos e aprovados no curso aberto em 25 de junho de 2012. Até julho
deste ano, estão inscritos para fazerem o curso 756 interessados. O curso é
credenciado pelo Detran-SP e é gratuito.
A
partir de 2 de fevereiro, a Polícia Militar inicia fiscalização e o
motociclista que não cumprir as regras estará sujeito às penalidades e às
medidas administrativas previstas nos Código de Trânsito Brasileiro (CTB),
que pode chegar à multa no valor de R$ 191,54, apreensão da motocicleta e até
a suspensão da CNH, dependendo da infração cometida.
O município também fiscalizará os motoboys por meio do Departamento de
Transportes Públicos (DTP), vinculado à Secretaria Municipal dos Transportes.
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Fonte.: Agência Brasil
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Concessionária investirá R$ 150 milhões em obras rodoviárias na RMC (PR)
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Empresários da concessionária Autopista Régis Bittencourt apresentaram
ao governador Beto Richa nesta segunda-feira (21/01), no Palácio Iguaçu, os
projetos para execução de obras viárias no município de Colombo, na Região
Metropolitana de Curitiba. A intervenção, orçada em R$ 150 milhões, será
dividida em duas partes e terá a construção de onze viadutos e trincheiras
A primeira etapa prevê melhorias na BR-116 com a construção de 13
quilômetros de marginais e de três intercessões. Já na segunda estão
previstas obras para construção do Contorno Norte de Curitiba, entre a
Rodovia da Uva e a BR-116. Nessa etapa serão mais 8 intercessões, além de
outras obras de adequação da rodovia
No entanto, para o início das obras é necessária a aprovação da
Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Os empresários
aproveitaram para pedir ao governador que interceda politicamente para que o
governo federal acelere a liberação das obras. “Temos os projetos e recursos,
agora aguardamos a liberação da ANTT. É uma obra muito aguardada e esperamos
contar com a ajuda do governador”, disse o diretor superintendente da
concessionária, Eneo Palazzi.
Ele explica que as obras estão previstas no contrato de concessão e
disse estar otimista com a previsão de iniciar neste ano a obra. “Os
entendimentos com o governo iniciaram há cerca de dois anos. Com o apoio do
governador, que foi bem atencioso com nosso pedido, vamos avançar na execução
dessa intervenção”, disse o empresário
Beto Richa disse que a obra no contorno será fundamental para
desafogar o movimento de dentro da Capital. Segundo ele, o governo estadual
fará o possível junto à União para agilizar o início da intervenção. “O
Estado tem interesse e fará o possível para que essa obra seja executada
antes da Copa do Mundo de 2014. é uma região com grande densidade
populacional”, disse o governador
Uma parte das obras do Contorno Norte será executada em parceria com a
Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), pois a área coincide
com as obras do Contorno Metropolitano do PAC da Copa. O secretário de
Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, disse que com a conclusão
dessas obras o contorno viário de Curitiba estará concluído. Ele se
comprometeu a se reunir com a ANTT para apresentar a necessidade da obra
ENTENDIMENTO – Beto Richa lembrou ainda que o governo retomou o
diálogo com as concessionárias de pedágio, o que já resultou na retomada de
importantes obras, como a construção dos contornos de Campo Largo e de
Mandaguari e a duplicação dos trechos entre Jandaia do Sul e Apucarana; e
entre Matelândia e Medianeira. “Fazendo prevalecer o interesse público,
estamos negociando com as concessionárias a duplicação de todo o Anel de
Integração e a redução do preço da tarifa do pedágio”, afirmou
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Fonte.: : Ag. Est. de Notícias Paraná
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Dnit adia mais uma vez reforma da BR-381, Rodovia da Morte
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Com a fama de estrada mais violenta do país, a BR-381, no trecho entre
Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, assombrará os
motoristas que passam por suas arriscadas curvas ainda por mais tempo do que
o previsto
A concorrência pública para início dos seis primeiros lotes das obras
de duplicação da chamada Rodovia da Morte foi suspensa ontem pelo presidente
da Comissão de Licitação do Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes (Dnit), Arthur Luís Pinho de Lima
Especialistas em contratos públicos e obras preveem atraso no
cronograma anunciado pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. Em
31 de outubro do ano passado ele esteve em Belo Horizonte e prometeu colocar
máquinas trabalhando na pista até março. A conclusão dos trabalhos foi
prevista, na ocasião, para 2016
Ao todo são 13 lotes, distribuídos em 330 quilômetros. O início da
duplicação será de 100,5 quilômetros, indo do Anel Rodoviário de Belo
Horizonte a Jaguaraçu, no Vale do Aço, excluídos do percurso dois trechos que
integram outro edital e terão andamento posterior. Com isso, a primeira fase,
agora adiada, compreende os trechos BH-Caeté, São Gonçalo do Rio Abaixo-João
Monlevade e Nova Era-Jaguaraçu. Os demais lotes dessa primeira fase são
referentes à abertura de túneis na Região do Vale do Aço
As empresas interessadas na licitação deveriam apresentar propostas
hoje, mas há cinco dias entraram com pedido de impugnação do Edital 654/12,
alegando ilegalidades, equívocos técnicos e omissões nos projetos de
duplicação da estrada. O prazo estimado entre o processo de escolha das
construtoras e o início dos trabalhos seria de 35 dias, o que não será mais
possível, na opinião do advogado especialista em direito público Diamantino
Silva Filho. “É evidente que os motivos que levaram à suspensão do edital
serão apreciados, mas que isso causará atraso na obra não há dúvida”,
afirmou. Segundo ele, o edital estabelece datas desde a entrega das propostas
até a escolha da empreiteira, e essa primeira etapa, suspensa, atrasará as demais
Para o professor Ronaldo Guimarães Gouvêa, do Departamento de
Engenharia de Transportes e Geotecnia da Escola de Engenharia da UFMG, o
atraso no início das obras faz prever mais mortes na rodovia, considerada a
mais perigosa do país. De 1º de janeiro a 30 de novembro do ano passado,
segundo balanço da Polícia Rodoviária Federal, 114 pessoas perderam a vida em
2.307 acidentes no trecho a ser duplicado, onde houve mais de 1.600 feridos.
A última promessa de duplicação havia sido feita em setembro de 2011, quando
a presidente Dilma Rousseff disse que a licitação seria aberta. Em junho do
ano passado houve adiamento para setembro
As quatro construtoras que pediram impugnação do edital alegam que o
Dnit não colocou à disposição dados imprescindíveis para o início dos
trabalhos, como estudos geotécnicos e relatório de avaliação ambiental. “A
ausência desses documentos pode trazer inúmeros problemas. Um deles seria a
falta dos estudos técnicos, o que torna impossível para o licitante projetar
com segurança seus gastos”, justifica a Construtora Aterpa M. Martins S. A
As obras de duplicação, segundo as empresas, vão implicar também
significativa interferência na Estrada de Ferro Vitória-Minas, que vai ter o
traçado alterado em alguns trechos. A Aterpa lembra que o remanejamento da
ferrovia foi discutido entre o Dnit e a Vale, que administra e opera o trecho
ferroviário, mas que o resultado não foi divulgado. “A empresa desconhece
qual é a dinâmica de trabalho definida pela administração pública em conjunto
com a Vale para a realização de obras que afetam uma das principais ferrovias
do país, responsável pelo transporte de 37% da carga ferroviária nacional”,
argumenta a empreiteira
A Egesa Engenharia também reclama da falta de estudos técnicos e frisa
que a rodovia vai avançar sobre a ferrovia, que precisará ser deslocada. “O
projeto equivocadamente classificou tal interferência no tráfego como nível 1
(ou seja, nenhuma), porém haverá uma interferência significativa com o
tráfego ferroviário”, alega a empresa, acrescentando que a estrada de ferro é
a principal ligação entre as minas da Vale no estado e o porto de Vitória
(ES)
As empresas questionam ainda a interferência provocada pelas obras nos
cabos de fibra ótica de concessionárias de telecomunicações, assim como em redes
de esgoto de cidades vizinhas. E sustentam que não foi divulgada nenhuma
informação sobre acordos com empresas ou prefeituras para intervenção na
infraestrutura, que pode causar suspensão de serviços. A Servix Engenharia S.
A. reclama da insuficiência de documentos necessários à elaboração de
propostas. “É imprescindível conferir os projetos, principalmente aqueles que
dizem respeito aos volumes de terraplanagem, a fim de prever as reais
quantidades de cada serviço”, diz a Servix. Já a J. Dantas Engenharia e
Construções Ltda. pede mudança no edital, para que empresas do mesmo grupo
econômico sejam impedidas de concorrer apenas ao mesmo lote de obras
Previsão - O Dnit argumenta que a suspensão da licitação não vai
atrasar o início das obras e reafirma a promessa do ministro de que as
máquinas estarão na pista ainda neste primeiro trimestre. “Apesar da
suspensão (não se trata de cancelamento), há tempo hábil para conclusão do
processo licitatório e início das obras conforme o previsto”, informou, em
nota
O departamento acrescenta que vai esclarecer os questionamentos das
concorrentes e que até sexta-feira definirá novas datas para abertura das
propostas. “As empresas apresentaram os questionamentos cinco dias antes da
abertura das propostas. Como não houve tempo suficiente para análise de
todos, o edital foi suspenso”, informou o Dnit, sustentando que a decisão
visou a evitar que a licitação ficasse comprometida. O órgão federal lembra
que há outro edital em andamento, o de número 791/12, que engloba mais
trechos da rodovia
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Fonte.: Estado de Minas
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