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A Autopista Régis Bittencourt, uma das empresas da Arteris (ex-OHL
Brasil), obteve a liberação da Licença de Instalação (LI) para as obras de
duplicação do trecho de 19 quilômetros da Serra do Cafezal, entre o km 344 e
o km 363 da BR-116, em Miracatu (SP), informou nesta segunda-feira (7) a
empresa. As obras desse trecho deverão ser realizadas em aproximadamente
quatro anos. O investimento total na duplicação da BR-116/SP é de R$ 700
milhões.
Conforme a concessionária, a licença foi emitida pelo Instituto Brasileiro
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e publicada nesta
segunda no Diário Oficial da União. A expectativa é de que as obras comecem
em aproximadamente 90 dias, período em que a concessionária cumprirá as
condicionantes administrativas e ambientais listadas no documento.
Entre essas condicionantes estão a coleta de amostra de água, a
identificação da fauna existente, a coleta de sementes de espécies em
extinção e a demarcação das áreas de intervenção para a execução das obras,
além de desapropriações, detalhamento do Projeto Executivo e aprovação junto
à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). "Após cumprir essas
condicionantes e os programas ambientais referentes à flora e à fauna, a
concessionária poderá iniciar a supressão vegetal e as obras", explicou.
A Autopista Régis Bittencourt considera a duplicação da Serra do
Cafezal a obra mais importante do contrato de concessão firmado com a ANTT,
uma vez que esse trecho é o único em pista simples da rodovia. A extensão total
da duplicação é de 30 quilômetros, começando no km 336,7 (Juquitiba-SP) e
terminando no km 367 (Miracatu-SP) da rodovia Régis Bittencourt. Destes 30
quilômetros, 11 já foram duplicados e estão em operação, entre o km 336,7 e o
km 344, e do km 363 ao km 367.
O projeto para os 19 quilômetros restantes inclui uma pista com 3
faixas de rolamento no sentido São Paulo e com 2 faixas no sentido Curitiba e
incluem 35 pontes e viadutos, que somam sete quilômetros, e quatro túneis com
extensão total de 1,8 quilômetro.
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Fonte.: Exame
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Ibama concede licença para obra na Serra do Cafezal
Ano de 2013 deve ter pelo menos 30 grandes projetos de infraestrutura
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Depois de um ano de anúncios, fica para 2013 a expectativa de um ano
de realizações, com desdobramentos de projetos distribuídos em todo o país. “A
expectativa é que os projetos comecem a ser contratados ou tenham obras
iniciadas. Se vier tudo o que é esperado, teremos uma avalanche de obras”,
diz Maurício Endo, sócio da área de infraestrutura da consultoria KPMG, que
estima em 30 o número de empreendimentos a serem contratados este ano.
O trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio, já com um novo
edital, segmenta o projeto e tem mais chances de atrair investidores do que a
versão original, que concentrava muito risco e o aporte de R$ 33 bilhões para
um só consórcio. “Esta licitação será um balão de ensaio para outras obras”,
afirma Fernando Marcondes, sócio do L.O.Baptista-SVMFA Advogados. “O novo
edital despertou interesse. Não há dúvidas de que está mais atraente do que o
primeiro.”
A dúvida é se o governo usará o sistema antigo (Lei das Licitações) ou
o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), diz.
Ainda em São Paulo, espera-se uma linha ligando o interior ao litoral.
“Já foi aprovada a proposta preliminar para a construção da infraestrutura,
implantação de equipamentos e sistemas e compra de material rodante para a
operação de uma rede integrada de linhas de trens abrangendo Santos, Mauá,
São Caetano, Santo André, Jundiaí, Campinas, Americana, São José dos Campos,
Taubaté e Sorocaba, com conexão com uma estação no centro de São Paulo”,
elenca Marcondes. “É uma concessão patrocinada, de 35 anos e investimento de
R$ 18,5 bilhões.”
Para as ferrovias federais, a expectativa é que saiam 12 concessões,
totalizando 10 mil km. “O governo deve pagar por disponibilidade, livrando os
consórcios do risco de demanda. Por isso, os investidores estão achando o
setor mais interessante do que o de rodovias”, afirma Endo.
Um lote de concessões de rodovias federais é esperado já para o
primeiro semestre.
Saneamento básico é a bola da vez nas obras
O futuro das grandes obras de infraestrutura está em saneamento, setor
pouco atendido, mas promissor, graças à estabilidade da receita e à enorme
base a ser atendida: 70 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à rede de
esgoto, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
Dando uma ideia do potencial de negócios no segmento, o consultor
Maurício Endo, sócio-líder de infraestrutura da KPMG, estima em R$ 400
bilhões, ao longo de vinte anos, o montante que o país precisa investir para
levar saneamento básico a todo o território nacional.
A conta é mais ambiciosa do que a prevista no Plano Nacional de
Saneamento Básico (Plansab), que prevê R$ 270 bilhões até 2030 para
universalizar os serviços de água e esgoto.
A universalização dos sistemas deve vir por meio de parcerias
público-privadas (PPP), modelo no qual as cidades estão apostando. A cidade
do Rio de Janeiro, por exemplo, iniciou a implementação da rede numa área da
região norte, em meados deste ano, ao custo de R$ 1,5 bilhão, apoiada numa
parceria do gênero. Pernambuco também apelou para o sistema a fim de prover
sistema de esgoto à região metropolitana de Recife, num projeto de R$ 4
bilhões.
São investimentos consideráveis, mas a tarifa a ser recebida —
composta por contraprestação e taxas pagas pelo usuário — pelo concessionário
cobrirá o custo de construção.
“A iniciativa privada possui capacidade de investimento, conhecimento
técnico e competência comprovada no saneamento, além de proporcionar a
segurança de que os investimentos serão realizados de acordo com documentos e
prazos definidos em contrato”, diz Roberto Muniz, presidente da Associação
Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto
(ABCON)
Levantamento da entidade indica que os investimentos no setor em 2012
atingiram R$ 760 milhões, incremento de 48% sobre 2011. Foram firmados dez
contratos com 19 municípios. A participação do setor privado ainda é pequena.
“Mas coloca a iniciativa privada como uma real alternativa para levar adiante
os projetos que se tornam cada vez mais urgentes e desafiadores, diz Muniz.”
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Fonte.: Brasil Econômico
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Interdições na Região Portuária complicam o trânsito
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As novas interdições na Região Portuária, adotadas desde o último
sábado, complicam a chegada ao Centro do Rio.
Quem sai de Niterói pela Ponte Rio-Niterói encontra trânsito lento em
toda a extensão e com retenção na descida para a Rodoviária Novo Rio. Pela
Avenida Brasil, a chegada à região também é complicada, assim como no Viaduto
do Gasômetro, que tem o trânsito bastante lento.
Desde o último sábado, foi implementada a terceira etapa de
intervenções no trânsito da Região Portuária para obras do Porto Maravilha.
Há interdições parciais nas avenidas Francisco Bicalho e Professor Pereira
Reis. A alça de acesso da Avenida Rodrigues Alves para a Perimetral foi
fechado, no sentido Avenida Brasil.
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Fonte.: O Dia
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Caminhoneiros poderão ser obrigados a passar por avaliação anual de saúde
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Motoristas de caminhões poderão ser obrigados a fazer avaliação de
saúde todo ano para continuar a exercer suas atividades.
Conforme argumenta o projeto de Lei do Senado Federal 407/2012, do
senador Eduardo Amorim (PSC-SE), os caminhoneiros não recebem o apoio
necessário tanto do Governo quanto dos empregadores na manutenção de sua
saúde ocupacional.
"Esses profissionais se submetem a condições de trabalho muitas
vezes desumanas, dirigindo ininterruptamente por horas a fio, sem o devido
repouso inter ou intra jornada", afirmou ele, de acordo com o que
relatou a Agência Senado.
Amorim também contou que a obrigatoriedade da avaliação médica
periódica dos motoristas autônomos, por meio de um programa de saúde
conduzido pelo SUS (Sistema Único de Saúde) poderá amenizar os problemas de
saúde e melhorar a qualidade de vida dos profissionais. "A medida vai
trazer mais segurança às rodovias, melhorando a qualidade do transporte de
cargas no País", finaliza.
Tramitação
O projeto de Lei está em análise na CI (Comissão de Serviços de
Infra-Estrutura), sob relatoria do senador Gim Argello (PTB-DF) - que já se
manifestou favorável à proposta. Se for aprovado, a matéria seguirá para a
CAS (Comissão de Assuntos Sociais) onde tramitará em caráter terminativo.
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Fonte.: Infomoney
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Castello Branco terá desvio para obras de adequação
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A concessionária CCR ViaOeste, que administra o Sistema
Castello-Raposo, anunciou que realizará obras de adequação do pavimento
flexível entre os quilômetros 23 e 16 da pista expressa leste da Rodovia
Castello Branco. O serviço será realizado entre os dias 7 de janeiro e 1 de
fevereiro, das 23h às 4h, diariamente.
Nestas ocasiões, haverá um desvio do fluxo de veículos no km 23 da
pista leste (sentido capital), direcionando todos os usuários para a pista
marginal da Castello Branco, sem prejuízos aos acessos da rodovia.
A CCR informou que toda a atividade contará com viaturas de apoio do
Policiamento Rodoviário e da concessionária, bem como sinalização compatível.
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Fonte.: Panorama Brasil
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