terça-feira, 13 de novembro de 2012

Começa na terça a 2ª praça de pedágio em rodovia


Mais uma praça de pedágio começará a funcionar na MT-130, no trecho de 122 km que liga Rondonópolis ao entroncamento da BR-070, em Primavera do Leste, no Sul de Mato Grosso.
A Morro da Mesa Concessionária de Rodovias S.A, que já cobra pedágio na via, informou que começou a operar o sistema de cobrança da 2ª praça de pedágio – localizada próxima à BR-070, no Km 121 – à meia-noite de hoje (13).

De acordo com a empresa, os condutores que trafegaram pela via nos últimos dias já foram informados da mudança, bem como dos serviços oferecidos pela empresa que explora o trecho e o valor da tarifa básica que será cobrada dos usuários na praça, fixada em R$ 6,50 por eixo.

Exploração do trecho

Essa não é a primeira rodovia estadual a cobrar pedágio no Estado, mas o molde da concessão é inédito pelo Estado e poderá ser usado em futuras licitações, de acordo com a Setpu (Secretaria de Estado de Transportes e Pavimentação Urbana).

Pelo trecho que está sendo explorado, circulam, diariamente, entre 2 mil e 2,5 mil veículos. Além dos veículos de passeio, pelo trecho também é escoada a produção agropecuária da região.

Secom-MT

Desde o dia 15 de outubro, a empresa já atua no trecho, no Km 12. As tarifas são fixadas de acordo com o número de eixos do veículo, e os valores cobrados podem chegar a R$ 58,50 (rodotrem) ou até mais, em caso de veículo especial, com mais de nove eixos. Concessão

Vencedora da licitação feita em 2009 pelo Estado, a Morro da Mesa irá explorar o trecho por 28 anos.
Durante o período de concessão, a empresa será responsável pela administração, operação e manutenção do trecho, sem que para isso conte com aportes financeiros do Governo do Estado.

Pela exploração do trecho, a Morro da Mesa também é responsável pela implantação da terceira faixa, acostamento, sinalização vertical e horizontal, praças de pedágio, serviços de socorro mecânico (guincho), atendimento médico de emergência e sistemas de controle de peso.

Além disso, é dever da concessionária manter a estrada com qualidade, mantendo-a livre de buracos e imperfeições.

Tudo isso deverá ser implementado dentro de um prazo máximo de três anos e, em seu site, a Morro da Mesa diz que pretende investir cerca de R$ 200 milhões na manutenção e recuperação do local.

O não cumprimento das obrigações impostas pela concessão implica na perda do direito de exploração.

Isenção

Apenas estão livres de pagamento do pedágio os veículos de propriedade do Governo do Estado, vinculados à Secretaria de Transportes, da Polícia Militar e de atendimento público de emergência (Corpo de Bombeiros e ambulâncias, quando em serviço).

Fonte.: Midia News

Serra de Petrópolis terá restrição a caminhões


Com um caminhão à frente, aos motoristas que trafegam pela subida da serra da Rio-Petrópolis restam poucas opções: diminuir a marcha, ter paciência, esperar momentos de sorte para fazer a ultrapassagem e, claro, muito combustível. Devido às pistas estreitas, sinuosas e íngremes, os caminhões - cada vez maiores e mais pesados - sobem devagar, alguns a 10km/h, e atravancam o caminho de quem quer passar. Com o tráfego pesado, os congestionamentos são constantes e, quando ocorrem acidentes, não há outro jeito: a interdição total e caos ao longo da rodovia.

Uma das propostas para acabar com o gargalo seria a construção da nova subida, prevista no edital de concessão, que ainda está em análise. A restrição de horário para transporte de cargas é outra opção a curto prazo. A Secretaria estadual de Transportes está elaborando uma portaria, em conjunto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que restringe a circulação de veículos de carga, com dois ou mais eixos, às sextas-feiras e vésperas de feriados, das 16h às 22h, e aos sábados, das 8h às 14h. A medida deve vigorar ainda este ano.

A ANTT informou que a restrição ao tráfego de caminhões é uma das alternativas para a melhoria do tráfego na região. O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, disse que a restrição é uma medida paliativa até a duplicação.

- A geometria da estrada é muito antiga, e os caminhões duplicaram de tamanho. Os veículos não conseguem fazer a curva e acabam ocupando as duas pistas. Além de provocar retenções, são inúmeros acidentes. Como não há possibilidade imediata de fazer a duplicação, faremos como São Paulo e outros lugares do mundo. É o uso mais racional da rodovia - disse Júlio Lopes.

Duplicação está em análise

Para quem sobe e desce a serra diariamente, no entanto, a solução é a construção da nova subida, que encurtará em cinco quilômetros a ida até Petrópolis. A obra inclui a duplicação da atual pista de descida desde Xerém e a construção de um túnel de cinco quilômetros a partir do Belvedere, que devem começar a ser feitas em janeiro de 2013. O projeto prevê que a atual subida, aberta em 1928, seja transformada numa estrada-parque, voltada para turismo ecológico, educação ambiental e lazer.

O projeto já tem as licenças ambientais, e as permissões para instalar o canteiro de obras expiram em 13 de dezembro deste ano. A ANTT informou que o projeto encontra-se em análise.

Na última quarta-feira, um exemplo do que vem ocorrendo na via causou um grande transtorno. Para que uma carreta - de sete eixos - transportasse uma peça gigantesca da Companhia Nacional de Cimento, batedores da empresa tiveram que paralisar o trânsito, e uma enorme fila de veículos se formou. A operação teve que ser realizada em quatro etapas na serra para dar fluidez ao tráfego.

Enquanto isso, os usuários reclamam do calvário que tem sido enfrentar a subida da serra. Marcelo Fiorini, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis (Sincomércio), disse que a situação está se agravando nos últimos anos com o aumento do fluxo e dos caminhões.

- Eles (caminhões) estão ficando cada vez maiores e têm dificuldades até de passar nas curvas. As cegonheiras também cresceram. É cada vez maior o número de automóveis transportados. Esses problemas no tráfego estão desestimulando as pessoas. Em determinados horários, o tempo de subida ultrapassa uma hora. Eles temem pegar os congestionamentos. O comércio de Petrópolis já está sentindo os efeitos - reclamou Marcelo Fiorini.

O comerciante também foi um dos líderes do movimento para pedir que o tráfego de veículos pesados fosse restrito aos horários de menor movimento da rodovia. Marcelo Fiorini ainda defende medidas que amenizariam o problema, mas que exigem uma grande operação da concessionária que administra a rodovia:

- No horário de maior fluxo no sentido Petrópolis, as carretas deveriam subir pela pista de descida. Ela é mais nova e mais larga - sugeriu Marcelo Fiorini.

Cláudia Barbosa, cuja a família é dona de um ponto comercial no início da subida da serra, em Xerém, já foi obrigada a passar a noite no trabalho, porque a estrada estava interditada e não tinha como ir para casa, no centro de Petrópolis. Como ocorreu no dia 15 de outubro, quando uma carreta que transportava contêineres tombou na BR-040 (Rio-Juiz de Fora), interditando parcialmente a pista de subida da serra de Petrópolis.

- As pistas só foram liberadas às 2h. Desisti de subir sozinha com a minha neta de madrugada e acabei dormindo por aqui mesmo - contou Cláudia.

A comerciante contabiliza alguns prejuízos. Já foram três carros danificados por colisões com carretas. Na última, um veículo zero quilômetro foi amassado por um caminhão-cegonha. Cláudia disse que conseguiu ser indenizada pela empresa transportadora.

Fonte.: Yahoo

Número de casos de roubo de cargas aumenta 22% em Campinas


O número de casos de roubo de carga em Campinas (SP) saltou de 162 casos entre janeiro e setembro de 2011 para 198 casos no mesmo período este ano, representando aumento de 22%. O balanço é da Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP). Em outras cidades da região, como Hortolândia (SP) e Sumaré (SP), o crescimento foi de 15%.

Motoristas de caminhões relatam que o trecho com o maior número de abordagens é o da Rodovia Anhanguera, entre Campinas e Sumaré, onde estão instaladas cerca de 500 empresas de montagem e armazenagem de carga e que demandam o serviço de transporte. Em outras rodovias da região, como a Bandeirantes e a Santos Dumont, próximas ao Aeroporto Internacional de Viracopos, um dos principais terminais de carga do país, os casos também são frequentes.

Os motoristas contam ainda que os assaltantes têm conseguido fugir porque usam estradas vicinais e rotas de fuga de pedágio, desprotegidas do sistema de segurança das concessionárias que administram as rodovias que cortam a região.

Fonte.: G1

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Alça de acesso da Washington Luiz é liberada em São José do Rio Preto


Na última quinta-feira (8), o acesso à Avenida Alberto Andaló, vindo da Washington Luiz, uma das principais de Rio Preto, foi liberado. A expectativa dos motoristas e das autoridades de trânsito de São José do Rio Preto (SP) é de que com a nova alça, a segurança aumente no local, onde já aconteceram vários acidentes.

Antes de sua abertura, engenheiros da Artesp, a Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo e da concessionária responsável pela obra fizeram uma vistoria no local. A obra custou R$ 1 milhão, durou quatro meses e ficou pronta dois meses antes do previsto.

Ainda é cedo para saber se o novo acesso ficará mesmo livre dos congestionamentos e acidentes, mas a expectativa é de que as filas de carros na Rodovia não se formem mais. “A obra prevista para seis meses e terminamos antes do prazo. Fizemos a vistoria técnica e liberamos o tráfego de veículos na alça. O tráfego urbano acaba tendo interferência na rodovia, por isso agora isso deve acabar”, afirma Otávio Figueiredo, diretor de operações da concessionária da Rodovia.

A nova alça era uma reivindicação antiga dos motoristas da cidade e região que utilizam a rodovia todos os dias. O risco era grande já que filas enormes se formavam na rodovia por causa da alça estreita. Vários acidentes foram registrados, principalmente de engavetamento. “Com a liberação a gente vai ter um tráfego de veículo bem mais adequado, com muito menos perigo do que era antes. Acho que os congestionamentos não haverão mais”, diz o secretário de Trânsito de Rio Preto, Afonso Carmona.

O trabalho de ampliação começou em julho deste ano, depois de uma batalha judicial entre o Ministério Público e Governo do Estado. Em setembro de 2011, o promotor Sérgio Clementino ingressou com uma ação contra a Artesp exigindo que a obra fosse feita em 60 dias, mas ela só começou quase um ano depois.

A nova alça agora tem duas faixas e tem 300 metros de comprimento. A antiga tinha apenas 80 metros. O motorista Gilberto Alves, empresário, usava o acesso quase todos os dias e nos últimos quatro meses estava tendo que pegar um desvio, comemorou a liberação e a reforma. “Para nós é excelente, porque tínhamos de fazer um desvio que sobrecarregou muito com as filas de carro. Agora vai agilizar muito. Rio Preto inteiro estava esperando a liberação da obra”, afirma.

Para o tenente da Polícia Rodoviária, Luciano Didoné, a nova alça não trará mais perigo aos motoristas, mas é preciso que todos colaborem e dirijam com segurança. “Por dia passam 65 mil veículos na avenida. Com a alça duplicada haverá menos congestionamento. Mas o motorista tem de se conscientizar, é preciso guardar o limite de distância com o veículo que vai a frente e respeitar a velocidade”, diz o tenente.

Fonte.: G1

Com privatização, BR 040 terá 11 pedágios em sua extensão


O Ministério dos Transportes aprovou o Plano de Outorga para a Concessão da BR 040 DF/GO/MG. A rodovia será privatizada por pelo menos 25 anos e terá em sua extensão onze praças de pedágio, com cobrança de tarifa de R$ 4,22 em cada praça.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nº 212, de 1º de novembro deste ano. Pelas novas regras, o trecho deverá estar duplicado até o quinto ano de concessão. A rodovia, que tem 936,8 km de extensão, será concedida à iniciativa privada pelo prazo de 25 anos e tem previsão de investimentos de R$ 5 bilhões.

No primeiro ano de concessão, a concessionária deverá executar serviços para atingir os padrões mínimos de segurança e conforto nas estradas. Reparos no pavimento e acostamento, adequação da sinalização e recuperação emergencial de pontes, viadutos e drenagem serão algumas das ações realizadas.

A BR 040 liga Brasília a Juiz de Fora, em Minas Gerais, e é uma das mais movimentadas do Distrito Federal.

Fonte.: R7