terça-feira, 6 de março de 2012

Via Dutra oferece alternativas aos caminhoneiros diante restrição na Marginal do Tietê


A partir de ontem, a Prefeitura de São Paulo começou a multar os caminhões que circularem pela marginal do Tietê e pela Avenida Salim Farah Maluf nos horários da restrição estabelecida na cidade. A restrição acontece de segunda a sexta-feira, das 05h às 09h e das 17h às 22h; e, aos sábados, das 10h às 14h.
Para os casos de transportadores e caminhoneiros que não puderem reprogramar seus horários, a NovaDutra indica caminhos alternativos para que os usuários alcancem as rodovias Anchieta, Régis Bittencourt e Castello Branco realizando o desvio pelo km 217 (avenida Santos Dumont) e pelo km 219 (Rodovia Hélio Smidt).

Na primeira alternativa, os caminhoneiros acessam a Avenida Santos Dumont, em Guarulhos (SP), cruzando a Dutra por cima e seguindo até a Avenida Dr. Assis Ribeiro em direção à Avenida Jacu-Pêssego e, a partir dela, seguindo em direção a Rodoanel/Anchieta.

A segunda alternativa é acessar a Rodovia Hélio Smidt no km 219 da Dutra em direção ao Aeroporto, fazendo o retorno pelo trevo da Avenida Monteiro Lobato, ou, mais à frente, no próximo trevo. Daí em diante, os caminhoneiros devem seguir até a Rodovia SP-070, seguir rumo ao interior até a saída para a Avenida Jacu-Pêssego e continuar em direção a Rodoanel/Anchieta.

O retorno à Via Dutra poderá ser realizado utilizando o sentido oposto dos trajetos rumo à capital paulista.

A CCR NovaDutra está orientando os motoristas sobre os períodos de restrição e alternativas para seguir à capital paulista nestes horários por meio de faixas e distribuição de folhetos nas praças de pedágio da Via Dutra. 

 Fonte: Portal R3

Pedágio na BR-393 aumentou nesta segunda-feira


A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT autorizou na sexta-feira, por meio da Resolução 3.875, o reajuste para a tarifa básica de pedágio da Rodovia BR-393/RJ, trecho Div. MG/RJ – Entr. BR 116 (DUTRA), explorado pela Rodovia do Aço S.A. A decisão foi tomada em 15 de fevereiro, mas a informação somente divulgada menos de 48 h antes de entrar em vigor, o que vai surpreender muita gente, particularmente caminhoneiros.

A tarifa básica de pedágio, reajustada após o arredondamento, passa de R$ 4,10 (quatro reais e dez centavos) para R$ 4,50 (quatro reais e cinquenta centavos), nas praças de pedágio P1, em Paraíba/RJ, P2, em Sapucaia/RJ e P3, em Barra/RJ, com um acréscimo de 9,76% (nove inteiros e setenta e seis centésimos por cento).

O reajuste entra em vigor a partir da zero hora do dia 5 de março de 2012.

Fonte: Revista do Ônibus

Placas de trânsito ignoram Trecho Sul do Rodoanel


Se depender das placas de orientação de caminhos no Grande ABC, o Trecho Sul do Rodoanel ainda não existe. Inaugurado há quase dois anos, o segmento tem 61,4 quilômetros de extensão e é fundamental na ligação do Sistema Anchieta-Imigrantes e do Porto de Santos com as rodovias que chegam à região Oeste da Grande São Paulo, como Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castello Branco, Anhanguera e Bandeirantes.

A equipe do Diário percorreu cerca de 70 quilômetros de vias da região em busca de placas com orientações precisas. As sinalizações foram encontradas apenas em pontos muito próximos aos trevos de acesso ao Rodoanel, como no Complexo Juscelino Kubitschek, no Centro de Mauá, e nos bairros Batistini, em São Bernardo, e Eldorado, em Diadema.

Dentro das cidades, as placas indicam como chegar às alças de acesso ao anel viário. No entanto, motoristas tendem a se confundir nos trevos de entrada para as rodovias, já que não informam em qual direção o Rodoanel está localizado.

Mesmo em vias utilizadas como rota para caminhoneiros, as informações são insuficientes. Na Avenida dos Estados, responsável pela ligação da região com a Zona Leste e o Centro da Capital, não há placas. Mesma situação é encontrada na Rodovia Índio Tibiriçá, por onde chegam a São Bernardo motoristas vindo de Ribeirão Pires e Suzano.

Na Avenida Perimetral, que liga Santo André a Mauá, são vistas diversas placas com indicação para a Vila de Paranapiacaba, mas não para o anel viário. O bairro histórico está localizado a cerca de 25 quilômetros da rodovia. Também há placas para a vila no bairro do Riacho Grande, em São Bernardo, onde também não há sinalização para a estrada.

A falta de informações acarreta prejuízos. "Isso implica em perda de tempo e mais gasto de combustível", relata o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região, Francisco Pelúcio. Na avaliação do empresário, os acessos ao Rodoanel têm melhor sinalização na Capital. Ele promete cobrar as prefeituras do Grande ABC para que melhorem a sinalização.

A falta de placas também atinge a extensão da Avenida Jacu-Pêssego, em Mauá, inaugurada em outubro de 2010. A via dá acesso às rodovias Ayrton Senna, Presidente Dutra e Fernão Dias, além do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Pelas ruas da região, as placas ainda indicam o caminho antigo para as rodovias que chegam à Zona Leste. O trajeto proposto inclui as avenidas dos Estados, Juntas Provisórias, Anhaia Melo, Salim Farah Maluf e Marginal do Tietê. O itinerário, no entanto, não poderá ser feito pelos caminhoneiros em dias úteis, já que a Prefeitura de São Paulo restringiu a circulação de veículos de carga na marginal.

Sem indicação, tráfego local piora

Representantes de motoristas de caminhão avaliam que a má sinalização para o Trecho Sul do Rodoanel prejudica o trabalho e atrapalha o trânsito dentro das cidades. "Quando o caminhoneiro está perdido, tem de parar em algum lugar para perguntar como faz para chegar ao destino, ou então se perde e acaba entrando em vias menores, o que também atrapalha", avalia o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de São Paulo, Norival de Almeida Pinto.

Almeida Pinto também aponta para o risco de acidentes. "O motorista pode ficar preocupado em se localizar e acabar perdendo a concentração ao volante."

O presidente interino do Sindicato dos Motoristas Cegonheiros de São Bernardo, Jaques Douglas Gomes, critica a falta de placas para a Jacu-Pêssego. "Pela via, fazemos o caminho até Guarulhos em pouco mais de meia hora. Pelo caminho antigo, dá duas horas e meia"

Prefeituras

No que depender das Prefeituras, a região permanecerá sem indicação para o Rodoanel. As únicas cidades que prometeram aumentar a quantidade de placas são Mauá e Diadema. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não se manifestaram.

Em São Caetano, a justificativa da Prefeitura para a falta de informações é o fato de que o município não tem alças de acesso à Rodovia. Já Santo André atribuiu à Dersa a responsabilidade, alegando que a empresa teria prometido instalar os equipamentos. A Dersa, por sua vez, afirma que já cumpriu o planejamento.

Para a Prefeitura de São Bernardo, a responsabilidade é da Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, e do Governo do Estado. A Ecovias informa que tem dez placas na Anchieta e 12 na Imigrantes.

Fonte: Diário do Grande ABC

segunda-feira, 5 de março de 2012

Só 3% dos semáforos da cidade serão antiapagão


A Prefeitura de São Paulo não tem previsão para instalar no-breaks - que suprem a energia elétrica mesmo em caso de apagão - em todos os semáforos da cidade.

Até o momento, apenas um semáforo com essa tecnologia está funcionando na cidade, desde o último dia 15 -fica no cruzamento das ruas Inácio Pereira da Rocha e Simão Álvares, em Pinheiros.

Ao todo, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) tem contrato para instalação de 200 no-breaks em semáforos até junho deste ano.

Isso significa que apenas 3% dos 6.146 cruzamentos semaforizados de São Paulo vão receber a tecnologia.
Zona de conflito - "Um semáforo é tão importante que não pode simplesmente falhar, eles têm que ser imunes a apagões", diz o mestre em transportes Sergio Ejzenberg, para quem os no-breaks chegam com atraso.

"O cruzamento é uma zona de conflito. Se o semáforo está apagado, podemos ter acidente e desavenças", disse Valter Vendramin, diretor de sinalização da CET, em entrevista há duas semanas.

Vendramin disse que não foi possível ampliar o número de no-breaks por serem muito caros, mas que serão testados para ver "se vale a pena" expandir. O contrato dos 200 custou R$ 1,8 milhão.

A Folha pediu novo contato com ele ontem, mas a CET respondeu via nota.

Neste ano, já houve 1.818 semáforos quebrados, 47 por dia. A companhia de tráfego diz que o número é 20% menor que no mesmo período do ano passado e ações como a instalação de semáforos mais modernos e com no-break vão fazer a média de apagados por dia "cair ainda mais".

São 45 equipes de manutenção, em três turnos, para cuidar de toda a cidade.

O tempo médio de atendimento é de cinco horas.

Foi num cruzamento movimentado da zona sul, com todos os semáforos apagados, que um acidente entre um ônibus e uma Mitsubishi deixou dois mortos e dois feridos na tarde de anteontem.

A CET informou  que a causa da falha no equipamento do cruzamento ainda está sendo apurada.

Fonte: folha de S.Paulo

Petrobras e Conpet oferecem consulta sobre consumo de combustível de veículos


A Petrobras e o Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) lançaram na internet uma consulta interativa com dados sobre a eficiência energética e o consumo de combustível dos veículos do mercado brasileiro que participam do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.

Segundo a Petrobras, o objetivo da consulta é permitir que os consumidores conheçam a eficiência energética dos veículos, a exemplo do que acontece com eletrodomésticos como geladeiras e fornos de microondas. Os veículos que participam do programa recebem uma etiqueta com a sua classificação quanto ao consumo de combustível em sua categoria e os valores de referência da quilometragem por litro.

O Conpet é um programa do Ministério de Minas e Energia, coordenado pela Petrobras, com o objetivo de estimular o uso eficiente dos derivados de petróleo e de gás natural em diversos setores da sociedade. Suas ações visam promover tanto a conscientização para o melhor uso dos combustíveis em equipamentos e veículos, como o estímulo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, contribuindo para formação de uma cultura de uso eficiente dos recursos energéticos.

A consulta pode ser realizada no site do programa, no endereço:

Fonte: Transporta Brasil