terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sistema de gestão integrado da Santos Brasil é reconhecido por certificadora internacional

O Tecon Santos e o Terminal de Exportação de Veículos (TEV), ambos administrados pelo grupo Santos Brasil na margem esquerda do Porto de Santos, foram reconhecidos pelas certificações ligadas ao sistema de gestão integrado ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007. A avaliação foi feita pela SGS ICS, órgão certificador internacional que, no Brasil, possui acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).
O sistema de gestão integrado (SGI) da companhia engloba processos de qualidade, meio ambiente, saúde ocupacional, segurança do trabalho, da informação e patrimonial, o que levou ao reconhecimento.
Outras unidades de logística da empresa, em Santos, Guarujá, São Bernardo do Campo e Jaguaré, no estado de São Paulo, e Imbituba, em Santa Catarina, também passaram por auditorias de manutenção e garantiram a validade de seus certificados ISO 9001:2008. Os centros e terminais já adotam os mesmos princípios do SGI do Tecon Santos.
“A obtenção desses reconhecimentos indica que estamos no caminho certo. As premissas são produtividade com qualidade, respeito ao meio ambiente e a adoção de práticas que visam garantir a integridade física e o bem-estar dos nossos funcionários”, destaca o diretor de operações da Santos Brasil, Caio Morel.
O processo para manutenção das certificações da empresa engloba realização de auditorias internas com o suporte de consultoria independente.
Fonte: A Tribuna Online

Mortes em estradas de São Paulo caem 43% neste feriado de réveillon

O índice de mortes em acidentes de trânsito em estradas estaduais paulistas caiu 42,9% neste feriado de réveillon na comparação com o anterior, segundo a Polícia Militar Rodoviária. O índice, que é calculado com base em uma fórmula que leva em conta a extensão das estradas e a circulação de veículos, caiu de 2,09 para 1,19 de acordo com balanço divulgado hoje (2).

Segundo o balanço, o índice de acidentes caiu 19,8% no feriado, de 0,58 para 0,46. Já o índice de vítimas feridas diminuiu 22,5%, de 35,10 para 27,22.

De 29 de dezembro a 1º de janeiro, foram registrados 934 acidentes, 548 feridos e 24 mortes em estradas estaduais de São Paulo. Também foram aplicadas 12.624 multas e apreendidas 168 carteiras de habilitação e 1.897 documentos de veículos.

Quanto ao abuso de álcool por motoristas, foram registrados 98 casos de embriaguez em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

JSL fará gestão logística da Marfrig

A Marfrig anunciou que a JSL passará a prestar, por um período de 10 anos, serviços de gestão administrativa, logística, gestão de transportes e da operação de armazéns e frete para a Marfrig em todo território brasileiro.
A processadora de alimentos ao transferir a gestão das operações logísticas no Brasil para JSL, busca um fornecedor que lhe assegure a melhor qualidade e segurança, conjuntamente com a capacidade de acompanhar o seu crescimento com soluções integradas para toda sua cadeia logística, garantindo a execução pelo melhor custo-beneficio.
A celebração dos contratos definitivos e a própria implementação da transação estão sujeitas ao resultado da negociação entre as partes e obtenção das respectivas autorizações societárias.
Pelo acordo, a JSL adquirirá da Marfrig determinados ativos logísticos, próprios para a operação de produtos refrigerados, pelo valor de R$150 milhões. A expectativa da empresa de logística no negócio é expandir seus serviços na cadeia frigorificada, com um serviço de alto valor agregado, consolidando-se como líder no setor.
A empresa informou que colocará a disposição da Marfrig o maior potrilho de serviços logísticos do Brasil, que possibilitará a melhoria da qualidade e aumento da capilaridade da distribuição das marcas e produtos envolvidos, atingindo uma malha de distribuição mais abrangente e um número maior de clientes finais e com grande potencial de redução de seus custos logísticos.
A celebração dos contratos definitivos está sujeita a conclusão, até 30 de janeiro de 2012, da negociação entre a Marfrig e a JSL dos termos e condições definitivos do Contrato de Gestão e dos demais contratos que contemplarão os outros negócios.
As empresas também concordaram que os contratos definitivos não deverão afetar os acordos atuais com seus fornecedores, colaboradores e prestadores de serviços, que deverão ser mantidos e respeitados.
Fonte: Monitor Mercantil Digital

Tião Viana assina decreto que cria polo logístico

No último dia útil do ano, o governador do Acre Tião Viana assinou o decreto que cria o Polo Logístico, uma área na qual ficarão concentrados empresas de transportes, serviços, logística e armazenamento de produtos. O endereço do polo será ao lado da Cidade do Povo, outro investimento do governo do Estado, em parceria com o governo federal, que vai reunir 10,5 mil casas, com toda infraestrutura necessária.
“É uma honra estar ao lado das instituições e das empresas. Neste ato vocês confirmam a confiança no futuro do Acre. O governo não pode chegar com a receita pronta. Tem que compartilhar com vocês, que construir democraticamente como este projeto foi construído. O polo será uma área de desenvolvimento estratégico das atividades empresariais, e o que nós queremos é que vocês gerem empregos a partir do trabalho que desenvolvem. É hora de enfrentar os desafios”, disse o governador Tião Viana.
O polo logístico foi criado para realocar, em áreas apropriadas do ponto de vista econômico e ambiental, os empreendimentos do setor de logística e distribuição, seguindo as orientações do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE).
“Este é um sonho antigo do setor, que foi acalentado por seis anos. Estamos vivendo uma 'crise boa'. Com a economia crescendo mais do que a média dos outros Estados da Região Norte há dez anos, as empresas precisaram se expandir e não encontraram espaço. O governo está investindo R$ 3,3 milhões na compra do terreno, e as 40 empresas que já confirmaram sua instalação no polo vão investir mais R$ 120 milhões, gerando três mil empregos”, disse o secretário de Indústria e Comércio, Edvaldo Magalhães.
O secretário explicou que o governo deve investir ao todo cerca de R$ 15 milhões. “Tirar R$ 3,3 milhões da arrecadação para investir na compra de um terreno de um polo logístico é uma decisão corajosa, ousada, do governador Tião Viana. Mas é uma decisão de quem está disposto a investir no Acre, a promover o crescimento empresarial para gerar emprego, movimentar a economia”, comentou.
O presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços (Fecomércio), Leandro Domingos, lembrou que o investimento do governo será compensado em impostos. “E isso não é ruim, é a inteligência da administração pública”, reforçou.
O presidente da Associação dos Atacadistas e Distribuidores do Acre, José Carlos, lembrou as dificuldades do setor em expandir as atividades e a falta de um espaço adequado para isso. “Esse investimento vai trazer muitos benefícios para o setor empresarial.”
A lei que cria o polo logístico foi aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa. Eber Machado, relator da lei, agradeceu a oportunidade e falou da importância da iniciativa para o setor empresarial.
O objetivo do projeto é realocar, em áreas apropriadas do ponto de vista econômico e ambiental, os empreendimentos do setor, orientar o setor de apoio logístico e de distribuição de Rio Branco, em conformidade as orientações do Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre, além de apoiar a modernização e dinamização dos setores de distribuição de logística, entre outras coisas.
Fonte: agencia.ac.gov.br

Distribuição de diesel menos poluente é obrigatória em todas as regiões do país

A partir do dia primeiro de janeiro  é obrigatória a distribuição do óleo diesel S50, com baixo teor de enxofre, em todas as regiões do país. Além de ser menos poluente, o combustível é indispensável para o funcionamento dos motores comerciais pesados, como caminhões e ônibus, fabricados a partir de 2012 e comercializados no mercado interno brasileiro.

O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, os mais comercializados atualmente, com teor de enxofre mais de dez vezes superior.

Nos novos motores, o diesel S50 deve reduzir em até 80% as emissões de materiais particulados e em 98% as de óxidos nitrosos. Nos demais motores, no entanto, a redução das emissões será limitada a até 15%, o que deve ser resolvido ao longo do tempo com a renovação da frota.

A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões de veículos e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012. O Ministério de Minas e Energia informou que outra novidade é a necessidade dos novos veículos pesados usarem um agente, chamado Arla 32, que neutraliza as emissões de óxidos nitrosos e de materiais particulados. O produto, no entanto, não pode ser misturado ao óleo diesel, sendo colocado em um tanque exclusivo identificado com tampa azul, e injetado em dosagem controlada na saída dos gases do escapamento, antes do catalizador.

A substituição do diesel mais poluente foi definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça. Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 miligramas de enxofre por quilo de combustível (mg/kg).

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Projeto de carbonização sem emissão de poluentes é vencedor do Prêmio Interação na categoria Responsabilidade Ambiental


O Grupo Hübner (que produz os implementos Rodolinea) conquistou o primeiro lugar na 20ª edição do Prêmio Interação, na categoria Responsabilidade Ambiental, promovido pela Mercedes-Benz, com o projeto "Produtos Limpos e Ar Puro", da empresa Bricarbras - Grupo Hübner. O sistema pioneiro de carbonização permite aproveitamento eficiente da madeira de onde o carvão vegetal é extraído, sem emissão de poluentes na atmosfera. A primeira posição foi obtida entre mais de 50 fornecedores brasileiros da Mercedes-Benz inscritos e avaliados pelo setor de meio ambiente do BNDES e fundações universitárias de São Paulo.

Como resultado da implantação do sistema, o Grupo deixou de emitir seis mil toneladas de gás carbônico (CO2), em 2010, principalmente pela operação da Hübner Fundição, fornecedora de peças para a Mercedes. A emissão de metano também foi reduzida - são lançados cerca de 60 quilos ao mês para produzir aproximadamente mil toneladas de carvão, enquanto fornos tradicionais emitem 50 toneladas na produção do mesmo volume. O sistema, conduzido em modelo fabril, evita ainda a emissão de fumaça poluente, o que reduz o impacto na comunidade.


Além de vantagens ambientais, os fornos do sistema não necessitam de mão-de-obra altamente qualificada para serem operados, facilitando o treinamento e contratação de novos funcionários. É possível, por exemplo, que operários carreguem cilindros pelo pátio ou pela área de carbonização. Outro benefício é a possibilidade de instalação do sistema em perímetro urbano, devido ao fato de ser uma tecnologia não-poluente.

Fonte: Portal Terra 27/12

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Curso da Fundação Vanzolini analisa os conceitos e processos associados às áreas de distribuição, armazenagem e transporte


Oferecer conceitos e práticas sobre logística por meio de ferramentas e metodologias capazes de proporcionar ganhos de desempenho na organização é o objetivo do curso de Capacitação Gestão de Operações Logísticas, da Fundação Vanzolini.

As aulas têm início previsto para o dia 1 de fevereiro de 2012 no Centro de Treinamento - unidade Paulista, em São Paulo. Podem participar profissionais recém-formados ou alunos de graduação que estejam cursando o último ano. As inscrições podem ser realizadas até 17 de janeiro, no site www.vanzolini.org.br.

Com duração de seis meses, o curso, desenvolvido por renomados professores de Logística e Suplly Chain do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (Poli-USP), está voltado para os conceitos e processos associados às áreas de distribuição, armazenagem e transporte.Para atender os profissionais que não têm disponibilidade durante a semana, a instituição oferece opção de aulas aos sábados, com início previsto para o dia 4 de fevereiro.

As aulas são divididas em oito disciplinas: Conceitos em Logística e Supply Chain; Técnicas de Análise de Dados para Logística; Movimentação e Armazenagem; Gestão e Operação de Transportes; Gestão de Contratos em Operações Logísticas; Previsão de Vendas e Gestão de Estoques; Logística Internacional; Conceitos Avançados em Logística e Supply Chain.

Fonte: Portal Terra

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CCR é autorizada a comprar fatias em 3 aeroportos internacionais


A operadora de concessões rodoviárias CCR informou ontem dia 26, que foi autorizada pelo Conselho da companhia a negociar as participações societárias detidas pelos controladores Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, para aquisição em sociedades de propósito específico (SPEs) destinadas à exploração de infraestrutura aeroportuária em três países, segundo fato relevante.

Segundo a empresa, a CCR, a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa fecharam acordo sobre os valores de aquisição, "que, considerados individualmente ou em conjunto, são inferiores à mediana da recomendação", feita por um comitê independente formado para analisar os ativos.

As aquisições referem-se às SPEs para explorar os aeroportos de Quito (Equador), Costa Rica e Curaçao.

Os valores de aquisição que foram acordados são os seguintes: US$ 140 milhões por parte do aeroporto internacional de Quito (Equador) e US$ 50 milhões por parte do de San Jose (Costa Rica), cujas fatias correspondem à Andrade Gutierrez; e de US$ 24,5 milhões por fatia do aeroporto de Curaçao, do Grupo Camargo Corrêa.

Com relação ao projeto de construção do novo aeroporto de São Paulo, a CCR afirmou que o tema será debatido "em data futura".

No fim de agosto, a CCR havia anunciado o interesse em entrar no setor de aeroportos.

A Andrade Gutierrez detém, direta e indiretamente, participações de 45,5% e de 48,75% nos aeroportos internacionais do Equador e da Costa Rica, respectivamente.

A Camargo Corrêa possui 40,8% no aeroporto internacional de Curaçao.

Fonte: Folha de S.Paulo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dilma edita MP que garante juros mais baixos para estoque de etanol


A presidenta Dilma Rousseff editou no dia 23 a medida provisória (MP) que autoriza o governo federal a oferecer juros mais baixos para quem buscar financiamento nos bancos federais para montar estrutura de estocagem de etanol.

De acordo com a Casa Civil, a MP será publicada no Diário Oficial da União da próxima segunda-feira, dia 26.

Os detalhes das condições desses financiamentos foram definidos pelo Ministério da Fazenda, mas não foram divulgados. A intenção do governo é formar um estoque para poder regular a oferta de etanol com preços mais baixos mesmo no período de entressafra da cana-de-açúcar.

Na mesma medida, o governo oferece a instituições financeiras apoio na forma de subvenção para a contratação e acompanhamento de operações de microcrédito produtivo orientado. As taxas de juros, de acordo com o governo, serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fonte: Agência Brasil

Fim dos subsídios ao etanol abre mercado norte-americano para o produto brasileiro


O mercado norte-americano estará aberto para os produtores brasileiros de etanol a partir do mês que vem, de acordo com nota divulgada  pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Termina no próximo dia 31 a vigência da legislação norte-americana que instituiu subsídios para os produtores locais e criou uma tarifa de US$ 0,54 sobre cada galão (3,78 litros) importado de etanol, inviabilizando o produto brasileiro no mercado norte-americano com preços competitivos.

Na nota, o presidente da Unica, Marcos Jank, diz que o fim da barreira tarifária abre caminho para as diferentes matérias-primas utilizadas na produção de combustíveis eficientes. O que conta, segundo ele, é o baixo custo ambiental para produzir energia renovável, e a cana oferece essa possibilidade mais do que qualquer outro produto.

Jank salienta, inclusive, que o etanol de cana produzido no Brasil é reconhecido até mesmo pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos como o melhor combustível do mundo em termos de redução de emissões de gases causadores de efeito estufa.

O presidente da Unica lembra que o fim dos subsídios norte-americanos vem em um momento de transição para o setor sucroenergético brasileiro, que se esforça para incentivar um novo ciclo de crescimento do setor no país e atender à demanda por seus produtos, aqui e lá fora.

A prioridade, segundo ele, continua sendo o atendimento do abastecimento interno, mas acredita que com o fim da tarifa americana é possível visualizar a consolidação do etanol como commodity (produtos básicos com cotação no mercado internacional) como acontece com o açúcar.

Os Estados Unidos são o maior produtor mundial de etanol, que no país é produzido à base de milho, enquanto no Brasil (segundo maior produtor) o etanol é obtido da cana-de-açúcar. Os dois países respondem por mais de 80% do etanol mundial.

Neste ano, porém, o cenário de lenta recuperação da economia americana, com dívida de quase US$ 15 trilhões (cerca de R$ 28 trilhões), um déficit recorde no orçamento e pressão cada vez maior para que o país ponha suas contas em dia, teve impacto na defesa de uma medida que custa aproximadamente US$ 6 bilhões (cerca de R$ 11,1 bilhões) por ano aos contribuintes.

Ainda em junho, em decisão inédita, o Senado americano aprovou uma emenda que previa o fim da tarifa e dos subsídios. O projeto não foi adiante, mas foi encarado como uma indicação de mudança de postura no Congresso em relação a um tema que, até então, era tabu em Washington.

Nos últimos meses, até alguns produtores de milho vinham descartando a possibilidade de renovação da tarifa e dos subsídios no fim deste ano. Em artigo publicado no mês passado, o presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho, Gary Niemeyer, disse que “os produtores de milho e a indústria de etanol há muito tempo concordaram” em deixar de brigar pela renovação do subsídio.

Fonte: BBC Brasil