quarta-feira, 7 de março de 2012

Tráfego de caminhões é proibido em quatro vias da Serra, ES


O tráfego de caminhões será proibido em quatro vias de grande circulação na Serra, município da região metropolitana do Espírito Santo. A proibição foi publicada pela prefeitura no Diário Oficial e passa a valer a partir do dia 2 de maio.

A medida proíbe, de segunda a sexta-feira, o tráfego de veículos com Peso Bruto Total (PBT) acima de 23 toneladas na avenidas Norte-Sul e nas ruas Carioca e M. A proibição também atinge a avenida Central, no bairro Laranjeiras, mas de forma diferenciada. O trânsito em toda a via do maior pólo comercial da Serra será proibido para veículos acima de 16 toneladas de PBT e também envolverá os sábados em determinado trecho. O decreto proíbe o tráfego, nos horários de pico, de veículos de carga cheios ou vazios.

A proibição ocorre, de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h e das 17h às 19h na avenida Norte-Sul, no trecho da avenida Central de Laranjeiras entre a avenida Eldes Scherrer e a Norte-Sul, e nas ruas Carioca e M. No trecho da avenida Central entre a Norte-Sul e a Eldes Scherrer, perto do Hospital Dório Silva, a proibição será das 8h às 19h. Aos sábados, esse mesmo trecho da principal via de Laranjeiras terá proibição das 8h às 14h.

Fonte: G1

terça-feira, 6 de março de 2012

Caminhões poderão ser multados a cada duas horas na Marginal Tietê


Os motoristas de caminhão que desrespeitarem a restrição a veículos de carga na Marginal Tietê e em outras vias da cidade poderão ser multados a cada duas horas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A fiscalização foi iniciada nesta segunda-feira (5), após cerca de três meses de adaptação.

De acordo com Eduardo Macabelli, gerente de operações da CET, a fiscalização é feita com radares – há nove equipamentos eletrônicos distribuídos apenas nas marginais – e fiscais da companhia. “Nós estamos com 146 agentes, 76 em pontos fixos e o restante nós distribuímos estrategicamente para poder fazer a fiscalização”, afirmou.

Apesar da proibição, ainda era possível ver caminhões circulando pela Marginal Tietê nesta manhã – em número menor, entretanto, que na semana passada. Ainda assim, a restrição tem diversas exceções – veículos que transportam alimentos perecíveis e valores, por exemplo, têm horários específicos nos quais podem circular pelas vias.

Para a CET, já era possível ver nesta manhã a redução dos caminhões nas vias. “Nós estamos vendo que diminuiu significativamente, eu não estou vendo nem 5% de caminhões que não são autorizados, o que nós estamos vendo são as exceções, então estamos vendo sim uma melhora já desse setor”, disse Macabelli.

Há também outras autorizações especiais expedidas pela CET, por meio de um cadastro na Secretaria Municipal de Transportes. Além disso, os chamados veículos urbanos de carga (VUCs), de menores dimensões, também são autorizados, mediante cadastro.

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP) chamou de "abuso" a restrição do acesso à Marginal Tietê, que vai impedir que caminhões circulem na pista por nove horas do dia. O presidente do Sindicam-SP, Norival de Almeida Silva, afirmou em nota oficial ser inviável a restrição sem que estejam prontos os trechos Leste e Norte do Rodoanel.

O valor da multa é de R$ 85,13, com acréscimo de quatro pontos na carteira de habilitação. Inicialmente, 140 fiscais e 27 radares fixos atuarão na fiscalização.

De acordo com a CET, a implantação dessa restrição tem como objetivo reduzir as ocorrências envolvendo caminhões, que interferem diretamente no trânsito nos horários de pico. Ainda segundo a companhia, a velocidade média na Marginal Tietê é de 29,8 Km/h no pico da manhã. Com as restrições, a CET espera ter um ganho de cerca de 20% na velocidade média dos veículos que circulam pela marginal.

Fonte: G1

Via Dutra oferece alternativas aos caminhoneiros diante restrição na Marginal do Tietê


A partir de ontem, a Prefeitura de São Paulo começou a multar os caminhões que circularem pela marginal do Tietê e pela Avenida Salim Farah Maluf nos horários da restrição estabelecida na cidade. A restrição acontece de segunda a sexta-feira, das 05h às 09h e das 17h às 22h; e, aos sábados, das 10h às 14h.
Para os casos de transportadores e caminhoneiros que não puderem reprogramar seus horários, a NovaDutra indica caminhos alternativos para que os usuários alcancem as rodovias Anchieta, Régis Bittencourt e Castello Branco realizando o desvio pelo km 217 (avenida Santos Dumont) e pelo km 219 (Rodovia Hélio Smidt).

Na primeira alternativa, os caminhoneiros acessam a Avenida Santos Dumont, em Guarulhos (SP), cruzando a Dutra por cima e seguindo até a Avenida Dr. Assis Ribeiro em direção à Avenida Jacu-Pêssego e, a partir dela, seguindo em direção a Rodoanel/Anchieta.

A segunda alternativa é acessar a Rodovia Hélio Smidt no km 219 da Dutra em direção ao Aeroporto, fazendo o retorno pelo trevo da Avenida Monteiro Lobato, ou, mais à frente, no próximo trevo. Daí em diante, os caminhoneiros devem seguir até a Rodovia SP-070, seguir rumo ao interior até a saída para a Avenida Jacu-Pêssego e continuar em direção a Rodoanel/Anchieta.

O retorno à Via Dutra poderá ser realizado utilizando o sentido oposto dos trajetos rumo à capital paulista.

A CCR NovaDutra está orientando os motoristas sobre os períodos de restrição e alternativas para seguir à capital paulista nestes horários por meio de faixas e distribuição de folhetos nas praças de pedágio da Via Dutra. 

 Fonte: Portal R3

Pedágio na BR-393 aumentou nesta segunda-feira


A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT autorizou na sexta-feira, por meio da Resolução 3.875, o reajuste para a tarifa básica de pedágio da Rodovia BR-393/RJ, trecho Div. MG/RJ – Entr. BR 116 (DUTRA), explorado pela Rodovia do Aço S.A. A decisão foi tomada em 15 de fevereiro, mas a informação somente divulgada menos de 48 h antes de entrar em vigor, o que vai surpreender muita gente, particularmente caminhoneiros.

A tarifa básica de pedágio, reajustada após o arredondamento, passa de R$ 4,10 (quatro reais e dez centavos) para R$ 4,50 (quatro reais e cinquenta centavos), nas praças de pedágio P1, em Paraíba/RJ, P2, em Sapucaia/RJ e P3, em Barra/RJ, com um acréscimo de 9,76% (nove inteiros e setenta e seis centésimos por cento).

O reajuste entra em vigor a partir da zero hora do dia 5 de março de 2012.

Fonte: Revista do Ônibus

Placas de trânsito ignoram Trecho Sul do Rodoanel


Se depender das placas de orientação de caminhos no Grande ABC, o Trecho Sul do Rodoanel ainda não existe. Inaugurado há quase dois anos, o segmento tem 61,4 quilômetros de extensão e é fundamental na ligação do Sistema Anchieta-Imigrantes e do Porto de Santos com as rodovias que chegam à região Oeste da Grande São Paulo, como Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castello Branco, Anhanguera e Bandeirantes.

A equipe do Diário percorreu cerca de 70 quilômetros de vias da região em busca de placas com orientações precisas. As sinalizações foram encontradas apenas em pontos muito próximos aos trevos de acesso ao Rodoanel, como no Complexo Juscelino Kubitschek, no Centro de Mauá, e nos bairros Batistini, em São Bernardo, e Eldorado, em Diadema.

Dentro das cidades, as placas indicam como chegar às alças de acesso ao anel viário. No entanto, motoristas tendem a se confundir nos trevos de entrada para as rodovias, já que não informam em qual direção o Rodoanel está localizado.

Mesmo em vias utilizadas como rota para caminhoneiros, as informações são insuficientes. Na Avenida dos Estados, responsável pela ligação da região com a Zona Leste e o Centro da Capital, não há placas. Mesma situação é encontrada na Rodovia Índio Tibiriçá, por onde chegam a São Bernardo motoristas vindo de Ribeirão Pires e Suzano.

Na Avenida Perimetral, que liga Santo André a Mauá, são vistas diversas placas com indicação para a Vila de Paranapiacaba, mas não para o anel viário. O bairro histórico está localizado a cerca de 25 quilômetros da rodovia. Também há placas para a vila no bairro do Riacho Grande, em São Bernardo, onde também não há sinalização para a estrada.

A falta de informações acarreta prejuízos. "Isso implica em perda de tempo e mais gasto de combustível", relata o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região, Francisco Pelúcio. Na avaliação do empresário, os acessos ao Rodoanel têm melhor sinalização na Capital. Ele promete cobrar as prefeituras do Grande ABC para que melhorem a sinalização.

A falta de placas também atinge a extensão da Avenida Jacu-Pêssego, em Mauá, inaugurada em outubro de 2010. A via dá acesso às rodovias Ayrton Senna, Presidente Dutra e Fernão Dias, além do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Pelas ruas da região, as placas ainda indicam o caminho antigo para as rodovias que chegam à Zona Leste. O trajeto proposto inclui as avenidas dos Estados, Juntas Provisórias, Anhaia Melo, Salim Farah Maluf e Marginal do Tietê. O itinerário, no entanto, não poderá ser feito pelos caminhoneiros em dias úteis, já que a Prefeitura de São Paulo restringiu a circulação de veículos de carga na marginal.

Sem indicação, tráfego local piora

Representantes de motoristas de caminhão avaliam que a má sinalização para o Trecho Sul do Rodoanel prejudica o trabalho e atrapalha o trânsito dentro das cidades. "Quando o caminhoneiro está perdido, tem de parar em algum lugar para perguntar como faz para chegar ao destino, ou então se perde e acaba entrando em vias menores, o que também atrapalha", avalia o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de São Paulo, Norival de Almeida Pinto.

Almeida Pinto também aponta para o risco de acidentes. "O motorista pode ficar preocupado em se localizar e acabar perdendo a concentração ao volante."

O presidente interino do Sindicato dos Motoristas Cegonheiros de São Bernardo, Jaques Douglas Gomes, critica a falta de placas para a Jacu-Pêssego. "Pela via, fazemos o caminho até Guarulhos em pouco mais de meia hora. Pelo caminho antigo, dá duas horas e meia"

Prefeituras

No que depender das Prefeituras, a região permanecerá sem indicação para o Rodoanel. As únicas cidades que prometeram aumentar a quantidade de placas são Mauá e Diadema. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não se manifestaram.

Em São Caetano, a justificativa da Prefeitura para a falta de informações é o fato de que o município não tem alças de acesso à Rodovia. Já Santo André atribuiu à Dersa a responsabilidade, alegando que a empresa teria prometido instalar os equipamentos. A Dersa, por sua vez, afirma que já cumpriu o planejamento.

Para a Prefeitura de São Bernardo, a responsabilidade é da Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, e do Governo do Estado. A Ecovias informa que tem dez placas na Anchieta e 12 na Imigrantes.

Fonte: Diário do Grande ABC