terça-feira, 16 de setembro de 2014

Sistema Ponto a Ponto na SP-332 entra em funcionamento



A cobrança de pedágio pelo Sistema Ponto a Ponto deve entrar em funcionamento neste mês na Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332). Desde segunda-feira (8), os moradores de Engenheiro Coelho, Artur Nogueira, Cosmópolis e Paulínia que querem aderir ao sistema devem agendar o cadastramento no site da Artesp.

Com este sistema os motoristas pagarão apenas por trecho percorrido e não por tabela fixa. Hoje, a tarifa do pedágio que fica entre Engenheiro Coelho e Artur Nogueira, no km 159, é de R$ 4,40. Com o Ponto o Ponto este valor cai para R$ 3,70. Em Paulínia, no km 135, a tarifa irá de R$ 6,50 para R$ 3,50, enquanto que no km 132 irá de R$ 9 para R$ 3. Também estará em funcionamento um pórtico no km 146, com tarifa de R$ 0,70, e outro no km 119, com tarifa de R$ 3.

Um morador de Artur Nogueira que for até Paulínia paga hoje R$ 6,50. Ao aderir ao Ponto a Ponto a tarifa cairá para R$ 4,20, diferença de 35%. Já quem for de Cosmópolis para Paulínia pagará R$ 3,50, e não R$ 6,50 – valor cobrado pela tabela.

O Sistema Ponto a Ponto na Zeferino Vaz deve alcançar 200 mil moradores das cidades de Engenheiro Coelho, Arthur Nogueira, Cosmópolis e Paulínia que contam com uma frota de mais de 74 mil veículos.

Para solicitar o cadastro é preciso acessar a página da Artesp e preencher com os dados pessoais as lacunas. Depois o usuário deve escolher um local, data e hora para comparecer a um dos dois postos de adesão da concessionária Rota das Bandeiras para validar o cadastro e instalar a tag de ativação do Ponto a Ponto.

Serão dois pontos de adesão, um em Paulínia, na Avenida Sidney Cardon Oliveira, 1.021, próximo das Centrais de Apoio a Transportes S/A (CAT) e outro em Artur Nogueira, na rodovia SP-332, no km 148,5, próximo ao Chalé do Suco.

Para aderir ao Ponto a Ponto é necessário que o usuário tenha contratado antes um plano de operação de uma das operadoras de serviços de pedagiamento eletrônico de São Paulo: Sem Parar, AutoExpresso/DBTrans, Conectcar e Move Mais. Também há planos com adesão zero e sem mensalidade, nas opções pré e pós-pago.

A Rodovia Professor Zeferino Vaz é a quarta no estado de São Paulo a ganhar o Ponto a Ponto.


Moradores de Paulínia passam a pagar pedágio para ir a Campinas
O único problema para quem aderir o sistema ponto a ponto é que os moradores de Paulínia que forem para Campinas passaram a pagar pedágio.

No Km 119 da Rod. Zeferino Vaz próximo ao bairro Betel fica um ponto de cobrança do pedágio e quem for para Campinas deverá pagar a tarifa de R$ 3,00

Fonte: Paulínia News

Multas por excesso de velocidade crescem 16% em São Paulo



Balanço da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) aponta que, entre janeiro e julho deste ano, foram aplicadas 2.044.562 multas por excesso de velocidade.

O número supera em 15,8% o contabilizado no mesmo período de 2013, quando foram registradas 1.765.361.

A infração, que lidera o ranking de multas da CET, cresceu, em termos percentuais, quase o dobro da média das multas em geral, que tiveram alta de 9,6%, passando de de 5.626.631 para 6.168.062.

Em seguida, aparece o desrespeito ao rodízio, com 1.218.158 autuações, e, em terceiro lugar, a invasão de faixa ou corredor exclusivos de ônibus, com 646.524 autuações.

O estacionamento irregular, com 562.930 autuações, e a utilização do telefone celular enquando se dirige., com 203.995 autuações, vêm em seguida.

Fonte: R7

ANTT prepara campanhas para Semana Nacional do Trânsito



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informa que irá promover campanhas educativas durante a Semana Nacional do Trânsito, comemora entre os dias 18 e 25 de setembro. As iniciativas objetivam informar sobre a segurança no tráfego e reduzir o número de acidentes nas rodovias federais concedidas.

Desde sexta-feira (12), a ANTT realiza fiscalização educativa no quilômetro 78 da BR-116/RJ/SP (Rodovia Presidente Dutra), em Roseira/SP. A ação vai ser direcionada para os usuários do transporte rodoviário interestadual e tem como foco alertar sobre o uso do cinto de segurança e os riscos do transporte clandestino de passageiros. A empresa NovaDutra, responsável pelo trecho, distribui 40 mil folhetos e instalou 20 faixas e mais 12 avisos luminosos educativos.

Na BR-290/RS (Freeway), a Concepa vai realizar ação de conscientização por meio das redes sociais. Além disso, a Radiovia Free Way vai abordar a temática “Cidade para as pessoas: proteção e prioridade ao pedestre”.

O mesmo ocorre em outras rodovias como a BR-163/ MT, por exemplo. Com o conceito “A BR-163/MT não é brinquedo!”, a Rota do Oeste vai exibir 72 faixas na rodovia e entregar panfletos com base nas seis principais causas de acidentes ocorridas no trecho: consumo de bebidas alcoólicas, defeito mecânico, excesso de velocidade, ultrapassagem perigosa, colisão traseira sem distância segura e distração.

Os usuários da BR-040/MG/RJ também vão receber folhetos educativos nas praças de pedágio com dicas de prevenção e segurança. A Concer realiza eventos periódicos nesse sentido, especialmente na nova subida da Serra de Petrópolis/RJ.

Com as campanhas e as obras de melhoria nas rodovias, o índice de acidentes tem diminuído. Na Rodovia Presidente Dutra, por exemplo, o quantitativo de ocorrências fatais caiu 40%, enquanto o número de mortos regrediu 4%, na comparação entre os anos de 2013 e 2014. Já na Rodovia Fernão Dias (BR-381/MG/SP), registrou-se uma redução de 30% no número de mortes referente ao mesmo período.

Fonte: Portal Brasil

NTC divulga estudo sobre defasagem do frete e afirma: setor necessita de reajuste de 9,66%



A NTC divulgou estudo sobre a defasagem do frete. A pesquisa, elaborada pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC), apontou uma defasagem do frete de 9,66%.

A sondagem da associação, elaborada com cerca de 400 empresas do setor mostram, além da defasagem do frete, o desaquecimento do mercado de transportes. Houve uma queda no desempenho das empresas de 5,8% no último ano e mais de 30% das empresas sofreram com a desvalorização de 10%, segundo a pesquisa.


Defasagem
Apesar da cobrança do frete estar abaixo do custo mínimo, o preço do frete de caminhão teve a menor alta desde 2011. O aumento médio foi menor que a inflação, sendo de 2,79% para a carga fracionada e de 4,85% para a carga única, tipo lotação.

O assessor técnico e engenheiro de transportes da NTC, Lauro Valdívia, responsável pela pesquisa, revela que a desaceleração da alta se deve a fatores como a redução de custos do setor, o preço do diesel que permanece estável e o valor dos caminhões que está em queda desde 2013, a diminuição do mercado e a desoneração da folha de pagamento.

O presidente da NTC, José Hélio Fernandes, afirma que apesar dos esforços as empresas não estão conseguindo reajustar seus valores de frete e destaca que o reajuste de 9,66% é apenas o mínimo desejável para equilibrar receitas e despesas, “sendo preciso assegurar lucros que possibilitem os indispensáveis investimentos futuros”, explica.

Além do reajuste do frete, Fernandes lembra também da necessidade da remuneração adequada de custos e serviço adicionais, não contemplados nas tarifas normais. “O resultado do estudo sinaliza às empresas do setor que não abram mão, sob qualquer pretexto, do ressarcimento de custos significativos cobertos pelos demais componentes tarifários, como o frete-valor, o GRIS, a cubagem e as generalidades, pois, muitas vezes, os custos com esses serviços são superiores ao próprio frete arrecadado”, declarou.

Dos entrevistados, 13,3% ao invés de ajustarem o frete, deram desconto ao embarcador e 20,7% mantiveram o valor cobrado no ano anterior (2012). Dos que reajustaram, a média de aumento foi de 7,3%, inferior ao necessário para cobrir os custos de operação.


Clima
O mesmo levantamento revelou que os empresários não estão otimistas com o setor. Metade dos entrevistados acredita que a empresa não vai crescer ou irá diminuir de tamanho em 2014, cerca de 90% acham que o frete não irá aumentar ou irá diminuir e 59% creditam na falta de crescimento e piora no mercado.


Fonte: Imprensa NTC

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

MG altera tributação do setor de transporte de cargas



O governo de Minas Gerais alterou o sistema de tributação do setor de transporte de cargas. A novidade consta do Decreto nº 46.491, publicado na edição de sexta-feira do Diário Oficial do Estado.

A partir de 1º de outubro, o vendedor ou remetente da mercadoria vai permanecer responsável pelo recolhimento do ICMS apenas se o transportador for autônomo ou inscrito como contribuinte em outro Estado. Nos demais casos, o próprio transportador terá que fazer o recolhimento do imposto estadual.

A mudança é significativa porque reduz uma série de obrigações para todas as empresas que usam o serviço em Minas. "Hoje, elas têm que fazer o cálculo do imposto, emitir nota fiscal para recolher o ICMS e são penalizadas se não o fizerem. Com a mudança, será uma obrigação acessória a menos", afirma a consultoria Maria das Graças Lage de Oliveira, da Lex Legis Consultoria Tributária.

A alíquota do ICMS para o serviço de transporte de cargas nas operações interestaduais é de 7% ou 12%.

Até o fim do mês, o remetente da mercadoria (tomador de serviço) é o responsável pelo recolhimento do ICMS em razão do sistema de substituição tributária. Por meio deste sistema, adotado desde 2006, o imposto é antecipado por uma empresa da cadeia produtiva.

O novo decreto também estabelece isenção do ICMS para a prestação interestadual de serviço de transporte rodoviário de cargas realizado por meio de subcontratação no Estado de Minas Gerais. O benefício também entra em vigor no dia 1º de outubro.

Fonte: Valor Econômico

Pesquisa da UFRJ aponta métodos para aprimorar transporte de cargas nas grandes cidades



Representantes do Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) apresentaram na Cidade Universitária, os resultados preliminares de pesquisa do projeto Gestão Sustentável do Transporte de Carga no Apoio à Prática de Logística Verde em Megacidades.

O projeto, que deverá ser finalizado em maio de 2015, pretende identificar e desenvolver soluções que acarretem em sustentabilidade sócio-ambiental no transporte de cargas nas grandes cidades. Entre outros aspectos, o estudo avalia principalmente a distribuição e entrega de cargas em centros urbanos com trânsito já congestionado.

De acordo com o grupo de pesquisadores, diariamente, cada veículo de transporte de carga percorre em média 55 quilômetros a uma velocidade de 17 km por hora. Com isso, estima-se que a cada quilômetro rodado, em uma cidade como o Rio de Janeiro, trafegam 43 veículos de carga, o que os cientistas consideram um número elevado.

“É preciso abastecer os centros urbanos, e a carga precisa chegar. Mas, na maioria das vezes, surgem dificuldades no tráfego de veículos, além da falta de local para parar, a falta de comunicação entre transportador e recebedor da carga. Então, a gente está tentando entender toda lógica que está por trás e analisamos os dados”, explicou o coordenador do projeto, professor Márcio D’Agosto, do Programa de Engenharia de Transportes do Coppe.

O estudo listou os métodos mais razoáveis aplicados em outras cidades, tidas como referências no segmento, e também avaliaram a implantação de técnicas de gestão inteligente em mobilidade. Entre elas os sistemas de comunicação online, em tempo real, para aprmorar a infraestrutura de transportes existente e a operação dos veículos, envolvendo a programação de entrega de cargas e o roteiro a ser seguido.

O estudo apresentado também sugere o uso de novas tecnologias para propulsão dos veículos e utilização de fontes de energia mais limpas, incluindo novos combustíveis, como o diesel de cana.

A proibição dos veículos de circularem, das 6h às 10h e das 17h às 20h, também é um fator preocupante para o grupo de estudo. Segundo eles, as restrições que poderiam ser superadas com a implantação de novas metodologias de gestão e tecnologias de monitoramento online.

“A implantação dessas técnicas poderá contribuir para a redução do tempo de entrega de mercadorias, do número de caminhões parados em congestionamentos e de emissões de poluentes, uma vez que menos combustível fóssil será queimado”, diz D’Agosto. “As cidades precisam começar a pensar em planejar o transporte de forma integrada. Eu sei que o passageiro é o principal foco, mas, de fato, não tem um planejamento integrado de passageiros, e isso deveria acontecer”, completa.


Com informações da Agência Brasil

Fonte: Portal Transporta Brasil

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

BR-163: A partir do 2º semestre de 2015 será cobrado pedágio



Concessionária Rota do Oeste deve começar a cobrar pedágio a partir do segundo semestre de 2015. Até o início da cobrança, o valor da tarifa de R$ 2,638 por eixo, definido em leilão com 52% de deságio, será corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O contrato de concessão prevê que o pedágio só pode ser cobrado a partir do momento que 10% das obras estiverem prontas.

“Esse valor me parece bem razoável frente à qualidade de serviço que será prestado na rodovia”, acredita o diretor-geral da concessionária, Paulo Meira Lins. Ao longo dos mais de 850 quilômetros serão implantadas nove praças de pedágio.

A Rota do Oeste também fará um levantamento de possíveis casas ou comércios instalados na faixa de domínio no trecho da BR-163 sob a responsabilidade da concessionária. Quem estiver irregular, terá o imóvel recuado de local.

“No trecho de responsabilidade da Rota do Oeste não existe grandes problemas de intervenção populacional, mas será feito um planejamento para o deslocamento dos imóveis ou negócios que estiverem na faixa de domínio e que possam interferir nas obras de duplicação”, informou.

Segundo ele, a medida está regulada em contrato. “E a lei diz que a faixa de domínio não pode ser invadida. A concessionária em conjunto com os órgãos públicos vai trabalhar nos próximos anos para que esse deslocamento e transformações sejam feitos de forma gradual e responsável”, argumentou.

Fonte: Diário de Cuiabá

Obras na entrada de Santos serão licitadas pela Prefeitura até o final do ano



A Prefeitura de Santos vai licitar até o final do ano as obras previstas para a entrada da Cidade. As intervenções, que tem como objetivo garantir melhor fluidez ao trânsito e facilitar o acesso ao porto, integram o conjunto de intervenções em parceria com os governos estadual e federal.

De competência da Administração Municipal estão as intervenções na área urbana, como as construções de viaduto ligando as avenidas Martins Fontes e Nossa Senhora de Fátima e de ponte sobre o Rio São Jorge, que ligará os bairros do Piratininga e São Manoel ao Distrito da Alemoa.

O investimento por parte da Cidade será de R$ 233 milhões, sendo R$ 215,7 milhões oriundos de financiamento da Caixa Econômica e R$ 17,2 milhões de contrapartida municipal, incluindo a criação de 21 km de faixas de ônibus entre as regiões Central e Noroeste.

Já as intervenções rodoviárias ficarão a cargo do governo estadual e os novos acessos ao porto de responsabilidade do governo federal, totalizando mais de R$ 700 milhões em recursos públicos.

Fonte: A Tribuna On-line

Projeto cria sinalização complementar obrigatória no trânsito



Locais das vias públicas onde há placa de parada obrigatória podem passar a contar com sinalização complementar. Pelo Projeto de Lei 7071/14, do deputado Osvaldo Reis (PMDB-TO), nesses pontos deve ser pintada a palavra “pare” no chão, sempre que a via for pavimentada.

Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97) prevê as sinalizações sempre que necessário sem, no entanto, estabelecer a obrigatoriedade conforme prevê o projeto.
De acordo com o autor, cruzamentos, aproximações de rotatórias e outros locais sem visibilidade adequada são pontos críticos em relação à segurança de trânsito. “Nesses lugares, em geral, é alta a incidência de acidentes”, sustenta.

A proposta concede prazo de 180 dias aos órgãos de trânsito, após a sanção da nova lei, para adotarem a medida. Segundo Reis, esse período é necessário “para possibilitar que os órgãos de trânsito com circunscrição sobre a via possam adequar os locais que ainda não possuem sinalização horizontal”.


Tramitação
Em caráter conclusivo, o projeto será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

Paranaguá: Movimento de caminhões cresceu 2% no porto



O número de caminhões que chegaram ao Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá até agosto deste ano cresceu. Foram cerca de 275 mil caminhões de janeiro até agosto, acumulando alta de 2% em relação ao mesmo período de 2013. Mas com o uso correto do sistema Carga Online continua garantindo a chegada ordenada dos caminhões, com ausência de filas nas estradas e diminuição do tempo de espera para desembarques.

O movimento de caminhões se reflete também nos embarques e desembarques de cargas. Os Portos do Paraná fecharam o mês de agosto com 32,2 milhões de toneladas movimentadas, no acumulado do ano. O volume é 5% superior ao movimentado no mesmo período de 2013. A exportação de granéis sólidos segue sendo um dos principais destaques.

Nestes oito meses analisados, foram 13,2 milhões de toneladas de soja, farelo de soja e milho exportados, 6,5% a mais que em 2013. Considerando os produtos de forma isolada, o grão de soja continua sendo o principal produto exportado, totalizando 7,2 milhões de toneladas no período.

Fonte: Bem Paraná