Criada em 1989 a RDC dedica-se ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares de gestão corporativa e logística para o mercado latino americano. Empresa genuinamente brasileira, a RDC busca atender às necessidades específicas de seus clientes. Como consequência conquistou a liderança nacional em soluções para o setor de armazenamento, movimentação e distribuição de veículos zero km.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Cai o limite de velocidade na rodovia Anchieta/SP
A velocidade máxima no trecho de Planalto da Via Anchieta será reduzida de 90 km/h para 70 km/h. A alteração é válida para todos os veículos e será aplicada na pista marginal sentido Capital, entre o km 14 e o km 10, em São Bernardo. O limite de 90 km/h será mantido na via local Sul, em direção ao Litoral. O objetivo da mudança, segundo a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), é reduzir o número de acidentes.
Até o dia 24, a medida será de caráter educativo, ou seja, motoristas que passarem dos 70 km/h não serão multados. As autuações por excesso de velocidade a partir desse limite só serão aplicadas a partir do dia 25. A decisão pela redução foi tomada pela Artesp, em conjunto com a concessionária Ecovias e o DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Outras mudanças na aceleração máxima já foram adotadas para o Sistema Anchieta-Imigrantes (leia abaixo).
Para o presidente do Instituto Brasileiro de Ciências do Trânsito, José Almeida Sobrinho, a modificação é positiva e tende a evitar congestionamentos. “Proporciona mais fluidez. Em caso de um gargalo, como o fim da marginal ou acesso a alguma avenida, os motoristas demoram mais para chegar até o ponto de parada. O bloco andando em menor velocidade flui melhor do que um veículo mais rápido que, depois, tenha de parar.” Na opinião de Almeida Sobrinho, a redução do limite é uma tendência para todas as vias.
Já o engenheiro Creso Peixoto, especialista em Transportes e professor da FEI (Fundação Educacional Inaciana), avalia que a principal melhoria será a redução dos índices de acidentes e, consequentemente, de mortos e feridos. “Antes, havia trechos em que o motorista conseguia acelerar mais, mas, depois, tinha de frear. As mudanças repentinas de velocidade geram mais risco de colisões”, explica.
O professor concorda que a diminuição do limite possibilita o aumento no número de veículos por quilômetro. No entanto, acrescenta que não haverá ganho de tempo para os usuários.
Rodovia já teve mudanças em outros pontos
A Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e o DER (Departamento de Estradas de Rodagem) reduziram a velocidade recentemente em outros pontos da Via Anchieta. A última mudança entrou em vigor no dia 11 de setembro, quando o limite caiu de 60 km/h para 50 km/h entre o km 48 e o km 52, no trecho de serra.
Em março do ano passado, foi estabelecido que, em dias de neblina, todos os veículos deveriam trafegar a 40 km/h. Nessas circunstâncias, também foi proibido que motoristas de caminhões façam ultrapassagens.
O trecho de Planalto da Rodovia dos Imigrantes também teve o limite reduzido em julho de 2012. A velocidade máxima caiu de 120 km/h para 110 km/h entre o km 18 e o km 11 da pista Norte, sentido Capital.
AVENIDAS
A Avenida Lions, em São Bernardo, também foi alvo de mudança por parte da Prefeitura. Desde abril, condutores não podem transitar acima de 60 km/h na via rebaixada.
Na Capital, a Avenida Paulista teve a velocidade máxima reduzida para 50 km/h no mês passado. Na região central, 14 vias tiveram limite estabelecido em 40 km/h, entre elas as avenidas Ipiranga, São Luís, Mercúrio e Senador Queirós, além dos viadutos Nove de Julho, Jacareí e Maria Paula.
Fonte.: Diário do Grande ABC
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Seguro público para obras sai em 2014
Para atrair bancos e empresas privadas para as concessões públicas no Brasil, o governo quer colocar em funcionamento no início de 2014 o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), que fará a cobertura dos chamados riscos não gerenciáveis, como os políticos ou por eventos da natureza. Servirá, por exemplo, para dar suporte às empresas em caso de atraso na emissão das licenças necessárias ao início da obra.
O fundo será gerenciado pela Agência Brasileira Gestora de Fundos e Garantias (ABGF), que está em fase de implementação. Como as empresas não conseguem este tipo de garantia no mercado, o governo decidiu que a cobertura desses riscos será feita pela agência. "Nesse primeiro momento, a atenção especial é na questão da infraestrutura em função dos programas de concessões", informou ao Broadcast, serviço de informação em tempo real da Agência Estado, o presidente do Conselho de Administração da ABGF, Carlos Márcio Cozendey.
O modelo em negociação prevê uma espécie de empréstimo às empresas. Ao contratarem as garantias da ABGF, as empresas adquirem um seguro que garante o repasse dos recursos necessários para a continuidade da obra. No entanto, o dinheiro tem de ser devolvido à agência quando houver o reequilíbrio financeiro do contrato.
A participação da agência faz parte de um arcabouço de oferta de garantias que vem sendo alinhavado pelo governo com as empreiteiras e os bancos públicos e privados para viabilizar o leilões de rodovias que já tiveram início neste semestre. Mas esse modelo servirá para outras concessões, como as de ferrovias.
Adequar as estruturas de garantias aos projetos é uma das maiores preocupações dos investidores por causa dos riscos envolvidos na fase pré operacional, ou seja, durante a construção. Após a finalização das obras, a garantia passa a ser o valor arrecadado com os pedágios. A grande preocupação do governo foi montar um sistema de garantias que assegure o término das obras.
"Os diretores estão em contato com os ministérios e com o setor privado para desenhar qual é o produto exato que seria necessário nessa montagem no esquema de financiamento para as concessões", afirmou Cozendey.
Segundo ele, a ideia é que o fundo entre só onde o setor privado não oferece as garantias. "Então, nas áreas que as seguradoras privadas se dispõem a fornecer as garantias, a ABGF não entraria. O que foi sinalizado até aqui é que a ABGF teria que entrar na área de garantias não gerenciáveis", afirmou.
Histórico
Ao anunciar a criação da ABGF, no ano passado, o governo informou que o FGIE poderia ter recursos de até R$ 11 bilhões. Ele incorporará dois fundos já existentes - o de Construção Naval e o de Parcerias Público-Privadas (PPPS) - mas necessitará de aportes do Tesouro Nacional.
Cozendey explicou que o volume de recursos necessário também está em estudo e será ditado pela necessidade dos programas de concessão de logística em 2014. O fundo também poderá receber recursos de outras fontes. "O FGIE não é exclusivo do Tesouro e pode ter outros participantes também. Mas sem dúvida teria que ter uma capitalização do Tesouro", disse.
A ABGF também está avaliando o cronograma de transferência dos recursos do fundo de construção naval para o de infraestrutura. "A gente está estudando se o melhor modelo seria, neste primeiro momento, renegociar as garantias, ou seja, passar as garantias para o novo fundo ou se faria isso gradualmente, conforme esses financiamentos forem amortizados", explicou Cozendey. O Fundo das PPPS, como não estava sendo usado, já teve os recursos utilizados pelo Tesouro em outras finalidades.
O modelo de garantias é mais um passo do governo para dar atratividade aos projetos de concessões. A primeira batalha foi convencer os bancos privados a participarem dos financiamentos. No caso das rodovias, depois de muita negociação, as instituições financeiras concordaram em oferecer empréstimos de 25 anos, com cinco anos de carência. O custo do financiamento será de Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais até 2% ao ano, quando for realizado por consórcios com bancos privados, ou de TJLP e 1,5% ao ano, quando envolver apenas instituições públicas. A taxa de retorno dos projetos será de 7,2%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte.: Época Negócios
Novembro é mês de licenciamento dos caminhões com placas de finais 6, 7 e 8
Proprietários de veículos com placas de final 9 e de caminhões com placas de finais 6, 7 e 8 devem realizar durante o mês de novembro o licenciamento do exercício 2013. O serviço pode ser solicitado de forma eletrônica, com entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pelos Correios, ou diretamente nos postos do Detran.SP e Poupatempo.
Quem conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado estará sujeito às penalidades previstas no artigo 230 do CTB: multa de R$ 191,54, inserção de sete pontos no prontuário do condutor (infração gravíssima), além de apreensão e remoção do veículo.
Além de pagar a taxa de licenciamento, é obrigatório portar o documento.
Como fazer
O primeiro passo para licenciar o veículo é pagar a taxa pela internet, caixas eletrônicos ou nas agências dos bancos credenciados (Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, BMB, HSBC, Safra e Citibank). Veículos registrados na cidade de São Paulo devem antes ser aprovados pela inspeção veicular ambiental, de responsabilidade da Prefeitura da Capital.
Para pagar o valor referente ao licenciamento 2013, o cidadão deve ter em mãos o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Ao realizar o licenciamento, também é preciso quitar possíveis débitos de multas, IPVA e seguro obrigatório.
Para receber o documento via Correios, é necessário pagar o valor de R$ 11, referente à postagem. O endereço de cadastro deve estar atualizado junto ao Detran.SP, caso contrário, não será possível efetuar a entrega.
Quem preferir retirar o documento presencialmente deve apresentar a identidade original e o comprovante de pagamento na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) na qual o veículo está registrado ou nos postos do Poupatempo. Nessa modalidade não se deve pagar o valor de envio pelos Correios.
Fonte.: iFronteira
Mais seis trechos duplicados da Tamoios são liberados ao tráfego
Foram liberados para o tráfego na última quinta-feira (31) mais seis trechos duplicados da rodovia dos Tamoios. Segundo a Dersa, são 12,5 quilômetros de pistas concluídas entregues aos usuários, totalizando 70% das obras que devem se concluídas até 16 de dezembro. Foram liberados os trechos do km 12 ao km 15, km 17 ao km 18, km 19 ao 20,5, km 48,5 ao km 53, km 56 ao km 57 e km 57,5 ao km 59.
Somados aos segmentos já entregues ao longo das obras, que tiveram início em maio de 2012, a rodovia está com 33,5 quilômetros dos 48,9 quilômetros previstos na duplicação. O trecho de planalto da estrada vai do km 11,5 ao km 60,4 e o valor gasto na obra é de R$ 1, 05 bilhão.
Pedágio
Nesta semana, a Agência Reguladora dos Transportes no Estado de São Paulo (Artesp) anunciou que a estrada deverá ter três praças de pedágio. A viagem entre São José dos Campos e Caraguatatuba vai ter o valor aproximado de R$ 8.
Pelo projeto, serão duas praças de cobrança no trecho de planalto: uma na altura do km 12, em São José dos Campos, e outra na altura do km 56, em Paraibuna, um pouco antes do início do trecho de serra. O projeto prevê ainda uma terceira praça de pedágio para quem for acessar São Sebastião pelo contorno sul. A cobrança será feita em ambos os sentidos.
O modelo de cobrança ainda não foi definido, mas o governo não descarta a implantação de cobrança ponto-a-ponto, uma nova modalidade de pedágio em que o motorista paga conforme a distância percorrida.
A previsão do governo é que o edital de licitação da parceria público-privada seja publicado no Diário Oficial em dezembro e a assinatura do contrato com a empresa vencedora do procedimento seja feita até abril de 2014. A expectativa é que a cobrança de pedágio comece um ano após a assinatura do contrato.
A empresa que ganhar a concorrência será a responsável pela duplicação da pista no trecho de serra, entre os quilômetros 60,4 e 82, e também vai ser responsável pela manutenção da rodovia no trecho de planalto e nos contornos de Caraguatatuba e São Sebastião. A empresa que vencer a concorrência vai poderá explorar a rodovia durante 30 anos.
Fonte.: G1
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Banco do Brasil terá R$ 180 bilhões para infraestrutura
Dono da maior carteira de crédito entre os bancos brasileiros, com 21% de participação no total, o Banco do Brasil (BB) pretende avançar no financiamento de projetos de infraestrutura em 2014.
O banco teria R$ 180 bilhões para alavancar sua carteira de crédito, segundo projeções de mercado. Este aumento seria possível com a utilização de uma folga em sua estrutura de capital. O banco tem hoje mais capital do que o "colchão" exigido pelas regras internacionais do acordo Basileia III (que define a relação entre empréstimos e capital que um banco deve ter). Hoje, este "colchão" do Banco do Brasil é de 15,9% e pode ser reduzido para 13%.
Estes recursos reforçarão os planos do banco de apoiar empresas e projetos nas áreas de petróleo e gás, energia, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e mobilidade urbana. "Vamos fazer sem comprometer nível de capital exigido", disse o vice-presidente de Atacado e Negócios Internacionais do BB, Paulo Caffarelli, ao jornal O Estado de S. Paulo.
O Banco Central exige hoje um "colchão" de 11% - Basileia prevê 8%, mas elevará esse índice a 13% até 2019. Caffarelli informa que o banco centrará esforços nas principais frentes de atuação no mercado corporativo. Desde atividades de assessoria financeira (?advisor?), passando pela estruturação de projetos e o auxílio a companhias no mercado de dívida privada via emissão de debêntures, até operações de participação acionária em empresas (private equity). Fatia de mercado O banco costura, ainda, um Fundo de Investimento em Participações (FIP) ao redor de R$ 15 bilhões com outros parceiros para ampliar as apostas na infraestrutura.
Caffarelli calcula em R$ 1,5 trilhão o volume de recursos dos programas federais na área até 2018. O BB quer uma fatia de 10% desse mercado nascente e trabalha para elevar sua carteira de infraestrutura dos atuais R$ 94 bilhões a R$ 150 bilhões nos próximos cinco anos.
"Só em petróleo e gás serão R$ 311,5 bilhões em navios, sondas, plataformas e estaleiros", diz. Em energia, o BB projeta um mercado de R$ 100 bilhões. Em aeroportos, serão R$ 20 bilhões. Rodovias e ferrovias demandarão R$ 62 bilhões. Além disso, a subsidiária BB Banco de Investimentos dedica-se a estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fidc), cujas cotas são vendidas aos chamados investidores qualificados, para entrar nos consórcios vencedores dos leilões das concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos.
Os leilões das BRs 163 e 040, marcados pelo governo para este ano, devem contar com participação efetiva do BB por meio de financiamento em conjunto com outros bancos. O tema tem sido debatido à exaustão com governo e bancos privados.
A intensa movimentação do BB na área de infraestrutura tem por objetivo aumentar a participação dos investimentos realizados por seus clientes Pessoas Jurídicas. Hoje, 26% da carteira de pessoas jurídicas, que somou R$ 300 bilhões em junho, é dedicada a investimentos.
Ainda predominam os financiamentos ao capital de giro, com 29% do total. ?Essa relação vai mudar muito rapidamente nos próximos anos. Teremos os investimentos como carro-chefe dessa carteira?, prevê Caffarelli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte.: Estadão Conteúdo
Governo analisa proposta de aumento do biodiesel adicionado ao diesel, diz Lobão
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que já enviou ao Palácio do Planalto uma proposta de aumento do índice de biodiesel ao diesel. A proposta, segundo ele, está sendo analisada pelo governo.
Atualmente, o percentual é 5%. O Rio Grande do Sul é responsável por 35% a 40% da produção nacional de biodiesel, sendo que a maior parte está concentrada no norte gaúcho.
Fonte.: Agência Brasil
Comissão aprova Projeto de Lázaro Botelho que cria cadastro nacional de radares de trânsito
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL 3157/12) de autoria do deputado Lázaro Botelho (PP) que cria um cadastro nacional de radares fixos de trânsito. O texto prevê a disposição completa de informações referentes aos radares brasileiros por meio da internet, com dados gerenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
Na avaliação do autor da proposta, o cadastro pode dificultar fraudes na instalação de aparelhos em todo o país, uma vez que passam a tornar públicas informações, como sua localização, data de início da operação, estudos técnicos que justifiquem a instalação e termos de contratação do serviço.
Ainda conforme o parlamentar, a fiscalização brasileira de trânsito precisa atuar de forma transparente para que não haja suspeita de irregularidades. Nos últimos anos denúncias deram conta da existência de uma “indústria de multas”, de camuflagem de aparelhos, além de dúvidas da correta aferição das infrações, justifica.
Conforme assegura o texto, será inválida qualquer multa emitida por radar que não conste do cadastro nacional. “O projeto está focado, de forma efetiva, na transparência e ao livre acesso dessas informações a qualquer cidadão”, finaliza.
O projeto passa a ser analisado pela Comissão Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa e tramita em caráter conclusivo, rito pelo qual dispensa votação em plenário.
Fonte.: Surgiu
Transportadoras de cargas têm até 15 de novembro para aderir ao Fronteira Livre
As empresas transportadoras de cargas do Estado da Paraíba têm prazo até 15 de novembro para aderir ao programa Fronteira Livre. O novo sistema vai permitir que as transportadoras, detentoras de regimes especiais e que utilizam o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), não precisem mais parar nos postos fiscais do Estado, o que vai garantir, além de redução de custos, maior agilidade na entrega dos produtos às empresas e também aos consumidores finais.
Em setembro, a Secretaria de Estado da Receita, por meio da Portaria 193, prorrogou o prazo atual de regimes especiais de fiel depositária do setor de cargas por até 45 dias, a pedido do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas da Paraíba (Setce-PB), para que as transportadoras se adequassem ao novo sistema. O prazo, que seria esgotado no dia 1º de outubro, foi estendido até 15 de novembro pela Receita Estadual. Como a data é um feriado nacional, as empresas precisam ingressar até o dia 14 de novembro, mas o supervisor do Centro de Operações da Receita Estadual (COP), Wanclay Lima Cavalcante, orienta que as transportadoras não deixem para a última hora.
“Vale ressaltar a importância da adesão o mais rápido possível de todas as transportadoras que queiram se enquadrar nesse novo Regime Especial. O programa Fronteira Livre é um forte avanço para as empresas do setor, pois elas serão dispensadas de parada em unidades fiscais, melhorando consideravelmente a logística e o tempo de entrega ao destino final. Contudo, é importante que as empresas não deixem tudo para última hora”, acrescentou Wanclay.
Para participar do sistema Fronteira Livre, a empresa de transporte deverá fazer uma nova opção pelo regime especial junto à Receita Estadual até o dia 14 de novembro, data que também serão encerrados os atuais regimes especiais do setor. A portaria 158, que prevê o novo sistema de passagem livre de cargas nos postos, não exclui a possibilidade das demais empresas aderirem ao regime especial. Elas também podem solicitar à Receita Estadual o regime especial, desde que estejam aptas a emitir o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e).
O supervisor do COP revelou que as empresas de cargas Atlas, TNT Mercúrio, Termaco, Nacional e Gilog, que já aderiram ao novo sistema eletrônico de MDF-e, foram dispensados tanto da parada no posto fiscal como a necessidade de ser fixado algum tipo de carimbo ou selo na nota fiscal de produtos transportados por essas empresas.
Para explicar como vai funcionar o novo sistema aos empresários do setor, a Secretaria de Estado da Receita já realizou duas palestras com as transportadoras do Estado no auditório da Escola de Administração Tributária (Esat) – órgão da Receita Estadual. Na ocasião, o supervisor Wanclay Lima Cavalcante e a auditora fiscal Lucidalva Almeida deram explicações sobre o programa Fronteira Livre e como vai funcionar o sistema de emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e).
O projeto Fronteira Livre faz parte da modernização da Receita Estadual, que vem investindo fortemente em tecnologia da informação nos últimos dois anos, como forma de desburocratizar e facilitar a vida dos contribuintes. Com a emissão do MDF-e, as empresas do setor de cargas que ingressarem no sistema eletrônico terão um ganho em logística, sobretudo, na entrega dos produtos.
Fonte.: Paraíba Total
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Rodoanel terá acesso em Ribeirão Pires
A alça de acesso a Ribeirão Pires que será construída no trecho leste do Rodoanel Mário Covas – ainda em obras – tem um custo estimado de R$ 200 milhões. Em 30 dias o Governo do Estado deve concluir a análise financeira do empreendimento e determinar se os serviços serão feitos com recursos públicos ou se a concessionária SPMar fará investimento e a execução do trabalho.
A construção da alça de acesso ao trecho leste está entre as reivindicações apresentadas pelo prefeito Saulo Benevides em reuniões com o governo estadual, inclusive ao próprio governador. “Pedimos a alça e o governador sabe da importância da obra para a nossa cidade. Os investimentos viários estão colocando Ribeirão Pires em localização cada vez mais estratégica, o que atrai novas empresas, beneficia a população com a geração de emprego e movimentação financeira na cidade, inclusive com aumento da arrecadação municipal”, explica.
O estudo sobre a viabilidade do acesso do Rodoanel a Ribeirão Pires foi realizado pela Artesp (Agência de Transportes do estado de São Paulo), a pedido do próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O governador reconheceu também a necessidade de duplicação da Rodovia Índio Tibiriça, após reivindicação do Consórcio Intermunicipal do ABC. “Vamos estudar para verificar custos, pois é preciso, sim, fazer a duplicação.”
Não foram dados prazos, mas a definição sobre a realização da obra só será feita após a entrega do trecho leste, prevista para março. “Uma parte do trânsito dessa estrada poderá utilizar o Rodoanel como alternativa”, acrescenta o governador do Estado.
Caso o Estado não contribua com verba para a duplicação da rodovia, o Consórcio pode incluir o projeto no Plano Regional de Mobilidade que foi entregue em abril à ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
O documento aponta necessidade de 157 intervenções, com custo avaliado em R$ 7,8 bilhões. Mesmo que a duplicação da Índio Tibiriçá seja feita sem recursos estaduais, a obra precisa ser aprovada pela Artesp e pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem).
Fonte.: Rede Bom Dia
Com pedágio, ida e volta na Tamoios pode custar R$ 23
O governo de São Paulo apresentou a proposta final de concessão da rodovia dos Tamoios, que liga o Vale do Paraíba ao litoral norte, com preço do pedágio que vai representar 63% do cobrado por quilômetro na via Imigrantes.
O início da cobrança do pedágio está previsto para 2015.
Mesmo assim, como o trecho concedido da Tamoios será maior, o preço do pedágio ida e volta pode alcançar cerca de R$ 23. Hoje, pela Imigrantes, o valor é de R$ 21,20.
O modelo da concessão foi apresentado em audiência pública realizada pela Artesp (agência reguladora dos transportes rodoviários de São Paulo).
Porém, a Artesp não apresentou previsão do preço final do pedágio, já que se trata ainda de uma proposta, que pode mudar.
A partir da audiência, a agência vai colher sugestões para lançar o edital de concessão. O governo espera assinar o contrato em 2014.
O plano do governo é privatizar a estrada do km 11,5, no entroncamento com a Carvalho Pinto, até o final da serra e ainda mais 33,9 km dos contornos de São Sebastião e Caraguatatuba, que devem estar totalmente concluídos somente em três anos.
Estão previstas três praças de cobrança: no km 12,8, logo após o trevo da Carvalho Pinto, no km 56,4, antes da descida na serra, e uma última na junção com os futuros contornos.
O valor dos pedágios será dividido entre as três praças, mas o governo não divulgou se os preços serão iguais em cada ponto de cobrança.
NOVA SERRA
O consórcio que vencer a concorrência terá que construir uma nova pista de descida da serra do Mar, na direção sul, e adaptar o traçado atual para a subida. Ontem, após uma série de revisões, o governo estimou a obra em R$ 2,9 bilhões. Serão cerca de 21,5 km, com uma série de pontes e viadutos, como a Imigrantes.
Antes, a estimativa era que a serra ficasse pronta em três anos, mas o prazo foi alterado para cinco anos.
O período de concessão é de 30 anos. A concessionária ficará responsável pela manutenção da estrada.
A previsão das áreas técnicas do governo é que a Tamoios deve encerrar o ciclo de concessões rodoviárias nos modelos atuais.
Nos próximos anos, o Estado deve avaliar se vai privatizar somente a manutenção.
Hoje, o Estado tenta fazer com que haja uma redução das tarifas mais caras, mas já houve suspensão do reajuste de julho, por causa dos protestos.
Fonte.: Folha de S. Paulo
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