segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Tião Viana assina decreto que cria polo logístico

No último dia útil do ano, o governador do Acre Tião Viana assinou o decreto que cria o Polo Logístico, uma área na qual ficarão concentrados empresas de transportes, serviços, logística e armazenamento de produtos. O endereço do polo será ao lado da Cidade do Povo, outro investimento do governo do Estado, em parceria com o governo federal, que vai reunir 10,5 mil casas, com toda infraestrutura necessária.
“É uma honra estar ao lado das instituições e das empresas. Neste ato vocês confirmam a confiança no futuro do Acre. O governo não pode chegar com a receita pronta. Tem que compartilhar com vocês, que construir democraticamente como este projeto foi construído. O polo será uma área de desenvolvimento estratégico das atividades empresariais, e o que nós queremos é que vocês gerem empregos a partir do trabalho que desenvolvem. É hora de enfrentar os desafios”, disse o governador Tião Viana.
O polo logístico foi criado para realocar, em áreas apropriadas do ponto de vista econômico e ambiental, os empreendimentos do setor de logística e distribuição, seguindo as orientações do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE).
“Este é um sonho antigo do setor, que foi acalentado por seis anos. Estamos vivendo uma 'crise boa'. Com a economia crescendo mais do que a média dos outros Estados da Região Norte há dez anos, as empresas precisaram se expandir e não encontraram espaço. O governo está investindo R$ 3,3 milhões na compra do terreno, e as 40 empresas que já confirmaram sua instalação no polo vão investir mais R$ 120 milhões, gerando três mil empregos”, disse o secretário de Indústria e Comércio, Edvaldo Magalhães.
O secretário explicou que o governo deve investir ao todo cerca de R$ 15 milhões. “Tirar R$ 3,3 milhões da arrecadação para investir na compra de um terreno de um polo logístico é uma decisão corajosa, ousada, do governador Tião Viana. Mas é uma decisão de quem está disposto a investir no Acre, a promover o crescimento empresarial para gerar emprego, movimentar a economia”, comentou.
O presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços (Fecomércio), Leandro Domingos, lembrou que o investimento do governo será compensado em impostos. “E isso não é ruim, é a inteligência da administração pública”, reforçou.
O presidente da Associação dos Atacadistas e Distribuidores do Acre, José Carlos, lembrou as dificuldades do setor em expandir as atividades e a falta de um espaço adequado para isso. “Esse investimento vai trazer muitos benefícios para o setor empresarial.”
A lei que cria o polo logístico foi aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa. Eber Machado, relator da lei, agradeceu a oportunidade e falou da importância da iniciativa para o setor empresarial.
O objetivo do projeto é realocar, em áreas apropriadas do ponto de vista econômico e ambiental, os empreendimentos do setor, orientar o setor de apoio logístico e de distribuição de Rio Branco, em conformidade as orientações do Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre, além de apoiar a modernização e dinamização dos setores de distribuição de logística, entre outras coisas.
Fonte: agencia.ac.gov.br

Distribuição de diesel menos poluente é obrigatória em todas as regiões do país

A partir do dia primeiro de janeiro  é obrigatória a distribuição do óleo diesel S50, com baixo teor de enxofre, em todas as regiões do país. Além de ser menos poluente, o combustível é indispensável para o funcionamento dos motores comerciais pesados, como caminhões e ônibus, fabricados a partir de 2012 e comercializados no mercado interno brasileiro.

O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, os mais comercializados atualmente, com teor de enxofre mais de dez vezes superior.

Nos novos motores, o diesel S50 deve reduzir em até 80% as emissões de materiais particulados e em 98% as de óxidos nitrosos. Nos demais motores, no entanto, a redução das emissões será limitada a até 15%, o que deve ser resolvido ao longo do tempo com a renovação da frota.

A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões de veículos e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012. O Ministério de Minas e Energia informou que outra novidade é a necessidade dos novos veículos pesados usarem um agente, chamado Arla 32, que neutraliza as emissões de óxidos nitrosos e de materiais particulados. O produto, no entanto, não pode ser misturado ao óleo diesel, sendo colocado em um tanque exclusivo identificado com tampa azul, e injetado em dosagem controlada na saída dos gases do escapamento, antes do catalizador.

A substituição do diesel mais poluente foi definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça. Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 miligramas de enxofre por quilo de combustível (mg/kg).

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Projeto de carbonização sem emissão de poluentes é vencedor do Prêmio Interação na categoria Responsabilidade Ambiental


O Grupo Hübner (que produz os implementos Rodolinea) conquistou o primeiro lugar na 20ª edição do Prêmio Interação, na categoria Responsabilidade Ambiental, promovido pela Mercedes-Benz, com o projeto "Produtos Limpos e Ar Puro", da empresa Bricarbras - Grupo Hübner. O sistema pioneiro de carbonização permite aproveitamento eficiente da madeira de onde o carvão vegetal é extraído, sem emissão de poluentes na atmosfera. A primeira posição foi obtida entre mais de 50 fornecedores brasileiros da Mercedes-Benz inscritos e avaliados pelo setor de meio ambiente do BNDES e fundações universitárias de São Paulo.

Como resultado da implantação do sistema, o Grupo deixou de emitir seis mil toneladas de gás carbônico (CO2), em 2010, principalmente pela operação da Hübner Fundição, fornecedora de peças para a Mercedes. A emissão de metano também foi reduzida - são lançados cerca de 60 quilos ao mês para produzir aproximadamente mil toneladas de carvão, enquanto fornos tradicionais emitem 50 toneladas na produção do mesmo volume. O sistema, conduzido em modelo fabril, evita ainda a emissão de fumaça poluente, o que reduz o impacto na comunidade.


Além de vantagens ambientais, os fornos do sistema não necessitam de mão-de-obra altamente qualificada para serem operados, facilitando o treinamento e contratação de novos funcionários. É possível, por exemplo, que operários carreguem cilindros pelo pátio ou pela área de carbonização. Outro benefício é a possibilidade de instalação do sistema em perímetro urbano, devido ao fato de ser uma tecnologia não-poluente.

Fonte: Portal Terra 27/12

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Curso da Fundação Vanzolini analisa os conceitos e processos associados às áreas de distribuição, armazenagem e transporte


Oferecer conceitos e práticas sobre logística por meio de ferramentas e metodologias capazes de proporcionar ganhos de desempenho na organização é o objetivo do curso de Capacitação Gestão de Operações Logísticas, da Fundação Vanzolini.

As aulas têm início previsto para o dia 1 de fevereiro de 2012 no Centro de Treinamento - unidade Paulista, em São Paulo. Podem participar profissionais recém-formados ou alunos de graduação que estejam cursando o último ano. As inscrições podem ser realizadas até 17 de janeiro, no site www.vanzolini.org.br.

Com duração de seis meses, o curso, desenvolvido por renomados professores de Logística e Suplly Chain do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (Poli-USP), está voltado para os conceitos e processos associados às áreas de distribuição, armazenagem e transporte.Para atender os profissionais que não têm disponibilidade durante a semana, a instituição oferece opção de aulas aos sábados, com início previsto para o dia 4 de fevereiro.

As aulas são divididas em oito disciplinas: Conceitos em Logística e Supply Chain; Técnicas de Análise de Dados para Logística; Movimentação e Armazenagem; Gestão e Operação de Transportes; Gestão de Contratos em Operações Logísticas; Previsão de Vendas e Gestão de Estoques; Logística Internacional; Conceitos Avançados em Logística e Supply Chain.

Fonte: Portal Terra

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CCR é autorizada a comprar fatias em 3 aeroportos internacionais


A operadora de concessões rodoviárias CCR informou ontem dia 26, que foi autorizada pelo Conselho da companhia a negociar as participações societárias detidas pelos controladores Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, para aquisição em sociedades de propósito específico (SPEs) destinadas à exploração de infraestrutura aeroportuária em três países, segundo fato relevante.

Segundo a empresa, a CCR, a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa fecharam acordo sobre os valores de aquisição, "que, considerados individualmente ou em conjunto, são inferiores à mediana da recomendação", feita por um comitê independente formado para analisar os ativos.

As aquisições referem-se às SPEs para explorar os aeroportos de Quito (Equador), Costa Rica e Curaçao.

Os valores de aquisição que foram acordados são os seguintes: US$ 140 milhões por parte do aeroporto internacional de Quito (Equador) e US$ 50 milhões por parte do de San Jose (Costa Rica), cujas fatias correspondem à Andrade Gutierrez; e de US$ 24,5 milhões por fatia do aeroporto de Curaçao, do Grupo Camargo Corrêa.

Com relação ao projeto de construção do novo aeroporto de São Paulo, a CCR afirmou que o tema será debatido "em data futura".

No fim de agosto, a CCR havia anunciado o interesse em entrar no setor de aeroportos.

A Andrade Gutierrez detém, direta e indiretamente, participações de 45,5% e de 48,75% nos aeroportos internacionais do Equador e da Costa Rica, respectivamente.

A Camargo Corrêa possui 40,8% no aeroporto internacional de Curaçao.

Fonte: Folha de S.Paulo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dilma edita MP que garante juros mais baixos para estoque de etanol


A presidenta Dilma Rousseff editou no dia 23 a medida provisória (MP) que autoriza o governo federal a oferecer juros mais baixos para quem buscar financiamento nos bancos federais para montar estrutura de estocagem de etanol.

De acordo com a Casa Civil, a MP será publicada no Diário Oficial da União da próxima segunda-feira, dia 26.

Os detalhes das condições desses financiamentos foram definidos pelo Ministério da Fazenda, mas não foram divulgados. A intenção do governo é formar um estoque para poder regular a oferta de etanol com preços mais baixos mesmo no período de entressafra da cana-de-açúcar.

Na mesma medida, o governo oferece a instituições financeiras apoio na forma de subvenção para a contratação e acompanhamento de operações de microcrédito produtivo orientado. As taxas de juros, de acordo com o governo, serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fonte: Agência Brasil

Fim dos subsídios ao etanol abre mercado norte-americano para o produto brasileiro


O mercado norte-americano estará aberto para os produtores brasileiros de etanol a partir do mês que vem, de acordo com nota divulgada  pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Termina no próximo dia 31 a vigência da legislação norte-americana que instituiu subsídios para os produtores locais e criou uma tarifa de US$ 0,54 sobre cada galão (3,78 litros) importado de etanol, inviabilizando o produto brasileiro no mercado norte-americano com preços competitivos.

Na nota, o presidente da Unica, Marcos Jank, diz que o fim da barreira tarifária abre caminho para as diferentes matérias-primas utilizadas na produção de combustíveis eficientes. O que conta, segundo ele, é o baixo custo ambiental para produzir energia renovável, e a cana oferece essa possibilidade mais do que qualquer outro produto.

Jank salienta, inclusive, que o etanol de cana produzido no Brasil é reconhecido até mesmo pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos como o melhor combustível do mundo em termos de redução de emissões de gases causadores de efeito estufa.

O presidente da Unica lembra que o fim dos subsídios norte-americanos vem em um momento de transição para o setor sucroenergético brasileiro, que se esforça para incentivar um novo ciclo de crescimento do setor no país e atender à demanda por seus produtos, aqui e lá fora.

A prioridade, segundo ele, continua sendo o atendimento do abastecimento interno, mas acredita que com o fim da tarifa americana é possível visualizar a consolidação do etanol como commodity (produtos básicos com cotação no mercado internacional) como acontece com o açúcar.

Os Estados Unidos são o maior produtor mundial de etanol, que no país é produzido à base de milho, enquanto no Brasil (segundo maior produtor) o etanol é obtido da cana-de-açúcar. Os dois países respondem por mais de 80% do etanol mundial.

Neste ano, porém, o cenário de lenta recuperação da economia americana, com dívida de quase US$ 15 trilhões (cerca de R$ 28 trilhões), um déficit recorde no orçamento e pressão cada vez maior para que o país ponha suas contas em dia, teve impacto na defesa de uma medida que custa aproximadamente US$ 6 bilhões (cerca de R$ 11,1 bilhões) por ano aos contribuintes.

Ainda em junho, em decisão inédita, o Senado americano aprovou uma emenda que previa o fim da tarifa e dos subsídios. O projeto não foi adiante, mas foi encarado como uma indicação de mudança de postura no Congresso em relação a um tema que, até então, era tabu em Washington.

Nos últimos meses, até alguns produtores de milho vinham descartando a possibilidade de renovação da tarifa e dos subsídios no fim deste ano. Em artigo publicado no mês passado, o presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho, Gary Niemeyer, disse que “os produtores de milho e a indústria de etanol há muito tempo concordaram” em deixar de brigar pela renovação do subsídio.

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Estado quer investir R$ 2,6 bi em estradas até o ano de 2014


O plano do governo do Estado para a estrutura rodoviária gaúcha é ambicioso: investir R$ 2,6 bilhões até o final do mandato do governador Tarso Genro, em 2014. "É uma projeção realista", afirmou Tarso, durante a apresentação do Plano de Obras Rodoviárias 2012/2014, realizado ontem, no Palácio Piratini.

O longo plano, apresentado em um documento com 18 páginas, irá atacar quatro pontos principais do sistema viário gaúcho: acessos aos municípios, ligações regionais, duplicações e finalização de obras em andamento.

Em relação aos acessos a municípios, o governo pretende iniciar as obras em 104 deles e concluir, no mínimo, 77, aplicando recursos na ordem de R$ 769 milhões. "Esse programa é prioridade zero para o governo", disse o secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque. O governador classificou como um "atraso" para o Estado ainda existirem acessos a cidades não pavimentados. As obras cobrirão um total de 1.698,71 km.

No que diz respeito a duplicações de rodovias, o plano indica um investimento de R$ 498 milhões, iniciando oito obras e concluindo três até 2014. "Temos apenas 140 km de estradas estaduais duplicados dos mais de 7 mil existentes. Pretendemos aumentar em 130% o total da malha duplicada", observa Albuquerque. O objetivo do plano e duplicar 205 km de rodovias (vide tabela). Conforme o secretário, a intenção é dar início já em março às obras na ERS-509. "As outras ainda precisam da finalização das licitações."

Em rodovias que ligam regiões, o Piratini quer concluir 19 obras até o final do atual governo, investindo R$ 259 milhões em 382 km de vias. Já nas obras que estão em andamento e são de responsabilidade do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer), os recursos investidos serão de R$ 130 milhões, em 10 obras (58 km).

Em seu discurso, o governador destacou o volume de investimentos no setor. "É 3,5 vezes superior ao investido no governo anterior. E não vai uma crítica a quem nos sucedeu, eram outro momento, com outra relação com o governo federal, por exemplo", enfatizou Tarso, ressaltando que o atual governo também será responsável pelo orçamento estadual de 2015, que será executado pelo próximo governo.

Fonte: Jornal do Comércio – RS

Dez rodovias estaduais passarão por obras


O Estado promete começar o primeiro semestre de 2012 com dez obras rodoviárias, financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Serão emprestados US$ 175 milhões, com contrapartida de US$ 75 milhões, por parte do governo estadual. São mais de R$ 400 milhões de investimento.

O dinheiro vai para o Programa Rodoviário Espírito Santo III. Serão oito obras de reabilitação, uma duplicação e a implantação do Contorno de Colatina. Elas vão atingir, diretamente, 11 municípios.

Segundo a diretora-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Tereza Casotti, além das quatro obras já licitadas - que devem ter a ordem de serviço assinadas no próximo mês -, o contorno da ES 080, em Colatina, está com processo licitatório aberto e será concluído em 15 dias.

A via será usada para deslocar o trânsito de passagem e o trânsito pesado. Deve sair da localidade da Ponte do Pancas e seguir até próximo a Segunda Ponte de Colatina. O prazo de conclusão é de 900 dias.

Os prazos das demais obras variam de 18 a 24 meses. As oito obras de reabilitação consistem em recuperar a pavimentação, corrigir pontos críticos e incluir baias de ônibus e ciclovias onde for possível.

"Vamos construir, duplicar e revitalizar as rodovias com o objetivo único de levar segurança ao motorista", frisa o governador Renato Casagrande.

Segundo ele, todas as dez obras serão iniciadas em 2012, a começar, em janeiro, pelas obras na ES 482, na ES 080, na ES 313 e na ES 320. O Estado terá 25 anos para pagar o empréstimo.

Implantação - Implantação da Variante de Colatina.

Duplicação - Duplicação da ES 482, de Coutinho a Cachoeiro de Itapemirim.
Reabilitação - ES 080, no trecho entre São Domingos e Ponte do Pancas; ES 313, no trecho entre Pinheiros e Sayonara; ES 320, no trecho entre Três Vendas e Ecoporanga; ES 060, no trecho entre Guarapari e Anchieta; ES 257, no trecho entre BR 101 e Aracruz; ES 257, no trecho entre Aracruz e Fábrica; ES 297, no trecho entre Apiacá e BR 101; ES 430, no trecho entre Jaguaré e BR 101.

Fonte: A Gazeta – ES

Mogi-Bertioga ganha radar dedo-duro na temporada


Motivo de polêmica no início do ano, um radar "dedo-duro" voltará a operar antes do Réveillon na Mogi-Bertioga (SP-98), uma das principais vias para o litoral.

Além de detectar excesso de velocidade, o aparelho lê placas e informa a base policial mais próxima sobre veículos com restrições como licenciamento em atraso, furtados ou clonados.

No início deste ano, o Ministério Público conseguiu liminar na Justiça para tirá-lo de operação e suspender cerca de 42 mil multas aplicadas por ele na alta temporada passada, entre novembro de 2010 e janeiro deste ano. As principais alegações eram que a sinalização de aviso era confusa. Embora seu limite fosse de 60 km/h, ele ficava entre duas lombadas cujo limite era 50 km/h.

Instalado no km 58,6, ele passa, a partir do dia 26, a flagrar velocidade acima de 50 km/h, apenas na descida. O "dedo-duro" não vem só. Também vão ser ativadas quatro lombadas eletrônicas, do km 56 ao 59, que flagram quem excede a velocidade.

Fonte: Folha de S.Paulo