sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Portos brasileiros debatem cabotagem e meio ambiente em Paranaguá

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina abre espaço para a XXI Cooperaportos. No encontro serão debatidas questões relativas à regulação e cabotagem e plano ambiental portuário, entre outros temas.

O Cooperaportos é um protocolo criado em 2000 com o objetivo de promover o intercâmbio de conhecimento entre os portos brasileiros. O último encontro do grupo aconteceu em setembro do ano passado, no Rio de Janeiro.

Na reunião a ser realizada em Paranaguá irão palestrar o coordenador nacional do Cooperaportos, Aluísio de Sousa Moreira, o superintendente de meio ambiente da Companhia Docas do Rio de Janeiro, Sérgio Mattos e o gerente de regulação portuária da Antaq, Fernando José Costa Fonseca entre outros especialistas da área.

Fonte: A Tribuna

CONTRAN suspende terceira placa por tempo indeterminado

As Resoluções 370/2010 e 387/2011 do Denatran, que estabeleciam as regras e o prazo para a instalação de identificação adicional em adesivos nos caminhões de todo o Brasil acabam de ser suspensas pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), por meio de uma deliberação publicada nesta terça-feira, 18 de outubro.

A medida atende ao pleito das entidades representativas das empresas de transporte, que não concordam com a obrigatoriedade de se realizar a instalação de mais dispositivos de identificação nos veículos, gerando custo desnecessário e desperdícios.

Fonte: SETCESP

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Multa por velocidade cresce 26% em 2011


As multas por excesso de velocidade registradas nas estradas estaduais paulistas neste ano são 26,7% superior em relação a 2010.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) informou que de janeiro a agosto deste ano foram aplicadas 1.943.249 multas, o equivalente a 84,5% do total anotado em todo ano de 2010, perto de 2,3 milhões.
Se for levado em consideração a média mensal dos oito primeiros meses deste ano, 242.906, até o final do ano devem ser emitidas 2,9 milhões de multas só por esse tipo de infração. A projeção é conservadora, tendo em vista que a circulação de veículos em rodovias no final do ano -e, proporcionalmente as multas- aumenta.

Fiscalização

Assim como vem ocorrendo na capital, a fiscalização eletrônica também vem sendo incrementada nas rodovias estaduais.

Desde o final do ano passado, as estradas passaram a contar com os chamados radares dedo-duros, que fazem a leitura automática de placas. O sistema é o mesmo utilizado para fiscalizar quem fura o rodízio na capital. Já são 102 em operação, segundo O Estado de São Paulo.

Além destes dispositivos, existem outros quase 500 para medir a velocidade. A diferença é que eles também estão disponibilizados nas pistas concessionadas.

Outro reforço na fiscalização é o que teve início recentemente nas salas de controle de algumas concessionárias, que passaram a contar com a presença de policiais rodoviários estaduais. Eles analisam as imagens e podem multar de lá mesmo.

Fonte: Destak

Clésio Andrade firma acordo para investimentos chineses em infraestrutura brasileira


O Senador Clesio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, assinou em Wuhan, na China, com o vice governador da Província de Hubei, Tian Chenghong, principal pólo automobilístico chinês, acordo para desenvolver parcerias entre empresários do transporte brasileiros e chineses.

O acordo prevê inicio imediato de ações conjuntas entre a CNT e o Departamento de Comércio Exterior, Sr. Xianwang Zhou, da Província de Hubei, para identificar oportunidades de investimentos chineses em obras de infraestrutura de transporte no Brasil.

Nas obras rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias e portuárias em que o governo decidir executar com a participação de capital privado, a CNT vai colaborar identificando e estimulando a criação de novas parcerias empresarias dos dois países, usando investimentos chineses.

"A CNT pretende ser um elo entre o governo da Presidente Dilma e os empresários de transporte e de serviços dos dois países”, disse Clesio Andrade. “O nosso papel é o de colaborar com o governo, estimulando novas parcerias para investimentos em obras na infraestrutura de transportes. Vejo este momento como muito oportuno: o Brasil precisa de investimentos e a China tem recursos e decisão política de participar da construção de obras de infraestrutura no país."

O texto do acordo estabelece que caberá à CNT, sempre em sintonia com o governo federal, apresentar a empresários chineses e brasileiros projetos de infraestrutura prioritários que careçam de investimentos privados para a sua realização.

“O Plano CNT de Transporte e Logística, estudo com 748 projetos em todo o país e em todos modais do transporte, aponta que serão necessários cerca de R$ 405 bilhões para recuperar o crônico atraso da infraestrutura do país. Este objetivo será impossível de ser atingido só com recursos públicos ou de empresas brasileiras, precisamos de capital externo, e os chineses querem participar ativamente deste grande programa nacional", afirmou Clésio.

O vice governador Tang Chenghong disse que o acordo firmado com a CNT vem ao encontro do desejo dos empresários chineses de Hubei em participar mais do desenvolvimento brasileiro com investimentos, tecnologia em infraestrutura e na instalação de indústrias na área de transportes.

O governo de Hubei considerou a assinatura do acordo evento político e empresarial tão importante, que realizou a cerimônia no Hotel Hongshan, em Wuhan, capital da província, com a presença expressiva de políticos, autoridades e dezenas de empresários. Jornais, noticiário da internet e televisão de Hubei registraram com destaque a presença do Senador Clésio Andrade e a assinatura do acordo com a CNT.

Fonte: CNT

Número de autuações pela lei seca sobe 78% em estradas da região


O aumento da fiscalização após a criação da lei seca elevou em 78% o número de autuações nas rodovias da região de Campinas entre 2010 e 2011. Segundo a Polícia Rodoviária, de janeiro a setembro deste ano foram aplicadas 721 multas nas estradas da região, enquanto em todo o ano de 2010 foram 403 autuações.

A Lei Seca, criada em 2008, passou a considerar crime a condução de veículos por motorista que apresente um determinado índice de teor alcoólico e determina que o motorista que for pego dirigindo embriagado sofrerá punições que variam da multa até cadeia. Apesar de ter alterado o Código de Trânsito Brasileiro, a lei seca não foi suficiente para diminuir os acidentes de trânsito causados por esse tipo de infração. Segundo dados da Polícia Rodoviária, o consumo de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de acidentes automobilísticos no país.

Segundo o tenente Matheus Zanchetta, da Polícia Rodoviária, os motoristas desconhecem a lei seca.
Piracicaba

Em Piracicaba, o número de autuações dobrou este ano em relação a 2010, passando de 130 multas aplicadas no ano passado para 264 multas até setembro de 2010.

Fonte: EPTV

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Infraero investiu apenas 17,5% do previsto neste ano


Considerado como o principal problema para a realização da Copa do Mundo de 2014, o setor aéreo brasileiro continua com baixa execução de investimentos. Dados do Ministério do Planejamento apontam que, dos R$ 2,2 bilhões de recursos autorizados no orçamento deste ano, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) investiu apenas R$ 388,2 milhões até o final de agosto. O valor corresponde a 17,5% do montante total previsto para este ano. O percentual de desempenho no orçamento de 2011 está próximo ao realizado no mesmo período de 2010, que foi de 16,5%. Entretanto, o aumento na dotação de um ano para outro foi de R$ 491,6 milhões. Já os investimentos cresceram apenas R$ 104,4 milhões, em valores atualizados pelo IGP-DI. Em números correntes, ou seja, em moeda da época, o aumento chega a R$ 129,6 milhões.

Questionada pelo Contas Abertas, a assessoria de imprensa da Infraero afirmou que a baixa execução é resultado de diversos motivos que impedem uma celeridade maior nos processos, entre os quais se encontram as licitações desertas ou fracassadas, a demora no processo de licitações em decorrência de impugnações de editais e os recursos administrativos e judiciais.

“Vale destacar também que os grandes recursos previstos se destinam às obras propriamente ditas. Até agosto, a maior parte da execução orçamentária se destinou a projetos, com valores bem menores que estas obras. E, tradicionalmente, o maior volume de desembolso se dá no segundo semestre” conclui.
Segundo a assessoria, o fato pode ser observado pelo início, em outubro, das obras para reforma e ampliação do terminal de passageiros e adequação do sistema viário do Aeroporto de Confins, no valor de R$ 236,65 milhões, pela homologação da licitação da obra de reforma e ampliação do terminal de passageiros e adequação do sistema viário do Aeroporto de Manaus, no valor de R$ 393 milhões, e, pela terraplenagem – já em andamento – para a construção do terminal de passageiros três do Aeroporto de Guarulhos, no valor de R$ 417 milhões.

A publicação do edital de licitação para construção do novo terminal de passageiros, pátio de aeronaves, estacionamento, acesso viário e edificações do Aeroporto de Florianópolis, no valor de R$ 295 milhões, também é exemplo da situação. Além de outros empreendimentos menores, porém importantes e com recursos significativos alocados.

Porto Seco do Cerrado dinamiza logística de Uberlândia


Investimentos em infraestrutura impulsionam o crescimento de Uberlândia e fazem com que empreendedores tenham ainda mais interesse pelo potencial logístico da cidade. Prova disso foi a assinatura do termo aditivo do contrato de concessão para o funcionamento por mais uma década e expansão do Porto Seco do Cerrado (PSC) no município.

O ato que beneficiará milhares de pessoas de Uberlândia e região foi realizado no Centro Administrativo Municipal pelo prefeito Odelmo Leão; pelo diretor-administrativo da Log-In Logística, Anderson da Silva de Carvalho; e pelo diretor-presidente da Casemg, Glycon Terra Pinto Júnior.

O PSC é um terminal intermodal (utiliza dois ou mais tipos de transporte) que oferece soluções logísticas a empresas que atuam no segmento de comércio exterior.

Administrada pela Log-In, a Estação Aduaneira de Interior (Eadi) está instalada em uma área de 50 mil metros quadrados da Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg), no Distrito Industrial de Uberlândia. Além da renovação do contrato de concessão, a Casemg disponibilizou outros 10 mil metros quadrados para uma possível expansão. São 20% a mais de área, onde a empresa poderá ter até 50% de aumento nas atividades de importação e exportação.

“É um momento importante para a cidade, pois graças ao empenho do poder público e da iniciativa privada, o Porto Seco segue por mais dez anos com suas atividades em Uberlândia. Foi um trabalho de parceria, que oportunizará a chegada de mais investidores do segmento à região, gerando mais emprego e desenvolvimento sócio-econômico. É mais um fator que comprova nossa vocação no comércio atacadista e logística”, expôs o prefeito Odelmo Leão.

A estação aduaneira realiza o processo de nacionalização ou exportação das cargas, bem como os serviços de estocagem, armazenagem, movimentação e transbordo. Tais soluções diminuem os custos com logística, problemas no manuseio direto das mercadorias e aumento da eficiência da entrega. Com o PSC, os produtos vão prontos para o embarque em portos molhados, também conhecidos como marítimos. No caso inverso, de importação, agiliza a chegada das mercadorias aos clientes e permite o recolhimento de custos fiscais apenas no momento da retirada dos itens do Eadi.

“Próxima aos portos molhados do Brasil, Uberlândia possui posicionamento estratégico e condições logísticas que despertam o interesse de empresas que necessitam de um local em que possam fazer a movimentação, armazenagem e transbordo de suas cargas com mais velocidade e menor custo. A cidade tem avançado neste sentido, investindo na melhoria das vias, acessos e estrutura. Isso agrega muito aos portos, ao estado de Minas Gerais e ao País”, apontou Anderson da Silva de Carvalho, da Log-In Logística.

Fonte: www.portosenavios.com.br

Câmara de Infraestrutura e Logística fará diagnóstico do setor


Instalado, o colegiado trabalhará nos próximos meses para definir prioridades, debater a atual realidade gaúcha de infraestrutura e logística, estabelecer prioridades para execução e indicar formas de viabilização é a responsabilidade da mais nova câmara temática do Conselhão. O colegiado fará um diagnóstico completo da situação do setor, identificar os gargalos, formas de financiamento e modernização.

O secretário executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Marcelo Danéris, destacou que a mobilidade social, escoamento da produção e sustentabilidade ambiental são bases para orientar este trabalho. "A promoção de um novo ciclo de desenvolvimento no Estado se relaciona diretamente com a necessidade de existência de um sistema adequado de infraestrutura e logística. Dele dependem nossa competitividade e perspectiva de crescimento", explicou.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, citou algumas prioridades já diagnosticadas como a segunda ponte do Guaíba, acesso asfáltico para 104 municípios, duplicação da RS-118, da BR-116 entre Guaíba e Pelotas; duplicação de 250 km em trechos importantes para a produção como Passo Fundo/Marau, Bento Gonçalves/Carlos Barbosa, Bento Gonçalves/Farroupilha, Cruz Alta/Ijuí; Venâncio Aires/Santa Cruz.

Ele informou que o Governo do Estado tem a previsão de investir cerca de R$ 3 bilhões na área até o final da gestão. No entanto, alertou sobre a insuficiência de recursos para todas estas obras, mesmo com a importante parceria do Governo Federal. "O que vamos fazer para reduzir o déficit no setor e como pagar são questões fundamentais", alertou.

"Trata-se de uma iniciativa oportuna e importante para o futuro do Rio Grande do Sul. O Estado carece desse debate para aprimorar sua capacidade de ação e investimento", considerou Beto Albuquerque sobre a instalação do colegiado. "Com certeza, o trabalho da Câmara Temática será de extrema importância para que se tracem as melhores estratégias de ação", complementou.

Entre as pautas definidas no Termo de Instalação estão a redução de desigualdades regionais; planejamento de curto, médio e longo prazo; integração e cooperação com o Mercosul; visualização de oportunidades de investimentos federais; investimentos estaduais, federais e financiamentos internacionais na malha viária, aeroportos, ferrovias, portos e redes de abastecimento de água e saneamento básico; manutenção, conservação, ampliação e construção de rodovias estratégicas; transporte ferroviário e Ferrovia Norte-Sul; Metrô de Porto Alegre e expansão do Trensurb; hidrovias e portos; ampliação do Salgado Filho e situação dos aeroportos regionais; transporte intermunicipal de passageiros; pontes e demais obras especiais para a melhoria do escoamento da produção e transporte de passageiros; construção da nova ponte sobre o Rio Guaíba em Porto Alegre; expansão do abastecimento de água e do acesso ao saneamento básico no meio urbano e rural; normas técnicas ambientais; e obras ambientalmente sustentáveis.

Fonte: Jornal do Comércio

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Multas de trânsito mais que duplicam nos últimos 4 anos em SP

Se as previsões da Prefeitura de São Paulo se concretizarem, a cidade vai quebrar uma marca simbólica no fim da atual gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD). No intervalo de quatro anos de seu mandato, a quantia arrecadada em multas de trânsito deverá mais do que dobrar, passando de R$ 386,1 milhões em 2008 para R$ 832,4 milhões em 2012. É como se cada dono de veículo registrado na capital fosse pagar R$ 117 em multas no ano que vem.
Números provam que as ruas e avenidas da capital nunca estiveram sob vigilância tão rígida quanto agora. Desde 2008, quando a Prefeitura voltou a investir em fiscalização, a capital ganhou 354 novos radares eletrônicos, 250 novos marronzinhos, 800 novos policiais de trânsito depois da reativação do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) e 112 câmeras que multam quem não respeita faixas de pedestres.
Por isso, o contraste com o período anterior é gritante. Na gestão 2005-2008, de José Serra (PSDB) e Kassab, a arrecadação com multas cresceu em um ritmo 38 vezes menor que na atual administração.
Outro fator que explica o grande aumento de multas de trânsito nesse período é o crescimento sem precedentes da frota de veículos da cidade. A cidade ganhou cerca de 1,2 milhão de veículos desde janeiro de 2008, entre motos, carros, ônibus e caminhões. Ao mesmo tempo, Kassab apertou o certo contra os maus pagadores - desde abril deste ano, a Prefeitura vem colocando cerca de 697 mil devedores de multas na lista de "nomes sujos" do Cadastro Informativo Municipal (Cadin), medida que diminuiu o número de inadimplentes.
A discussão sobre os efeitos dessa fiscalização na cidade divide especialistas e motoristas. Quem dirige reclama da existência de uma "indústria da multa" - isto é, um sistema punitivo que serviria mais para encher os cofres municipais do que para melhorar a educação de trânsito. A maioria dos estudiosos do tema, porém, defende o aumento da fiscalização como ferramenta de redução de acidentes, mas critica certos aspectos da atuação municipal no combate às infrações.
"O motorista que corre e reclama de ser multado é como o aluno que tira nota baixa na escola", diz o engenheiro de trânsito Luiz Célio Bottura, que atualmente é ombudsman da Campanha de Proteção ao Pedestre da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Ele diz que, dada a quantidade de infrações cometidas em São Paulo, o número de multas deveria ser até maior.
O também engenheiro Flamínio Fichmann afirma que a CET erra o foco da fiscalização. "Não há um empenho para aplicação de multas de outros delitos, como dirigir sob efeito de álcool e drogas, avançar o semáforo vermelho e o excesso de velocidade. São essas as infrações que, se fossem mais bem fiscalizadas, resultariam em redução dos acidentes", afirma o especialista.

Fonte: Agência Estado

Venda de caminhões tem fila de um ano

A fabricação de caminhões, um dos segmentos que vêm sustentando a produção industrial brasileira, cresce em ritmo inferior ao da demanda do setor logístico e abre a possibilidade de o mercado importar mais veículos de carga. O Instituto Ilos, especializado em consultoria e capacitação em logística, apurou que o tempo de espera por um caminhão novo já é de 6 a 12 meses.
De janeiro a setembro, foram licenciados 129,918 mil caminhões, o que representa aumento de 15,9% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de veículos Automotores (Anfavea). Por enquanto, as importações respondem por apenas 2.784 veículos mas essa quantidade é 59,8% maior que a registrada em igual período de 2010, conforme noticiado pelo jornal o Estado de S.Paulo.
Fonte: O Estado de S. Paulo