quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Multa por velocidade cresce 26% em 2011


As multas por excesso de velocidade registradas nas estradas estaduais paulistas neste ano são 26,7% superior em relação a 2010.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) informou que de janeiro a agosto deste ano foram aplicadas 1.943.249 multas, o equivalente a 84,5% do total anotado em todo ano de 2010, perto de 2,3 milhões.
Se for levado em consideração a média mensal dos oito primeiros meses deste ano, 242.906, até o final do ano devem ser emitidas 2,9 milhões de multas só por esse tipo de infração. A projeção é conservadora, tendo em vista que a circulação de veículos em rodovias no final do ano -e, proporcionalmente as multas- aumenta.

Fiscalização

Assim como vem ocorrendo na capital, a fiscalização eletrônica também vem sendo incrementada nas rodovias estaduais.

Desde o final do ano passado, as estradas passaram a contar com os chamados radares dedo-duros, que fazem a leitura automática de placas. O sistema é o mesmo utilizado para fiscalizar quem fura o rodízio na capital. Já são 102 em operação, segundo O Estado de São Paulo.

Além destes dispositivos, existem outros quase 500 para medir a velocidade. A diferença é que eles também estão disponibilizados nas pistas concessionadas.

Outro reforço na fiscalização é o que teve início recentemente nas salas de controle de algumas concessionárias, que passaram a contar com a presença de policiais rodoviários estaduais. Eles analisam as imagens e podem multar de lá mesmo.

Fonte: Destak

Clésio Andrade firma acordo para investimentos chineses em infraestrutura brasileira


O Senador Clesio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, assinou em Wuhan, na China, com o vice governador da Província de Hubei, Tian Chenghong, principal pólo automobilístico chinês, acordo para desenvolver parcerias entre empresários do transporte brasileiros e chineses.

O acordo prevê inicio imediato de ações conjuntas entre a CNT e o Departamento de Comércio Exterior, Sr. Xianwang Zhou, da Província de Hubei, para identificar oportunidades de investimentos chineses em obras de infraestrutura de transporte no Brasil.

Nas obras rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias e portuárias em que o governo decidir executar com a participação de capital privado, a CNT vai colaborar identificando e estimulando a criação de novas parcerias empresarias dos dois países, usando investimentos chineses.

"A CNT pretende ser um elo entre o governo da Presidente Dilma e os empresários de transporte e de serviços dos dois países”, disse Clesio Andrade. “O nosso papel é o de colaborar com o governo, estimulando novas parcerias para investimentos em obras na infraestrutura de transportes. Vejo este momento como muito oportuno: o Brasil precisa de investimentos e a China tem recursos e decisão política de participar da construção de obras de infraestrutura no país."

O texto do acordo estabelece que caberá à CNT, sempre em sintonia com o governo federal, apresentar a empresários chineses e brasileiros projetos de infraestrutura prioritários que careçam de investimentos privados para a sua realização.

“O Plano CNT de Transporte e Logística, estudo com 748 projetos em todo o país e em todos modais do transporte, aponta que serão necessários cerca de R$ 405 bilhões para recuperar o crônico atraso da infraestrutura do país. Este objetivo será impossível de ser atingido só com recursos públicos ou de empresas brasileiras, precisamos de capital externo, e os chineses querem participar ativamente deste grande programa nacional", afirmou Clésio.

O vice governador Tang Chenghong disse que o acordo firmado com a CNT vem ao encontro do desejo dos empresários chineses de Hubei em participar mais do desenvolvimento brasileiro com investimentos, tecnologia em infraestrutura e na instalação de indústrias na área de transportes.

O governo de Hubei considerou a assinatura do acordo evento político e empresarial tão importante, que realizou a cerimônia no Hotel Hongshan, em Wuhan, capital da província, com a presença expressiva de políticos, autoridades e dezenas de empresários. Jornais, noticiário da internet e televisão de Hubei registraram com destaque a presença do Senador Clésio Andrade e a assinatura do acordo com a CNT.

Fonte: CNT

Número de autuações pela lei seca sobe 78% em estradas da região


O aumento da fiscalização após a criação da lei seca elevou em 78% o número de autuações nas rodovias da região de Campinas entre 2010 e 2011. Segundo a Polícia Rodoviária, de janeiro a setembro deste ano foram aplicadas 721 multas nas estradas da região, enquanto em todo o ano de 2010 foram 403 autuações.

A Lei Seca, criada em 2008, passou a considerar crime a condução de veículos por motorista que apresente um determinado índice de teor alcoólico e determina que o motorista que for pego dirigindo embriagado sofrerá punições que variam da multa até cadeia. Apesar de ter alterado o Código de Trânsito Brasileiro, a lei seca não foi suficiente para diminuir os acidentes de trânsito causados por esse tipo de infração. Segundo dados da Polícia Rodoviária, o consumo de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de acidentes automobilísticos no país.

Segundo o tenente Matheus Zanchetta, da Polícia Rodoviária, os motoristas desconhecem a lei seca.
Piracicaba

Em Piracicaba, o número de autuações dobrou este ano em relação a 2010, passando de 130 multas aplicadas no ano passado para 264 multas até setembro de 2010.

Fonte: EPTV

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Infraero investiu apenas 17,5% do previsto neste ano


Considerado como o principal problema para a realização da Copa do Mundo de 2014, o setor aéreo brasileiro continua com baixa execução de investimentos. Dados do Ministério do Planejamento apontam que, dos R$ 2,2 bilhões de recursos autorizados no orçamento deste ano, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) investiu apenas R$ 388,2 milhões até o final de agosto. O valor corresponde a 17,5% do montante total previsto para este ano. O percentual de desempenho no orçamento de 2011 está próximo ao realizado no mesmo período de 2010, que foi de 16,5%. Entretanto, o aumento na dotação de um ano para outro foi de R$ 491,6 milhões. Já os investimentos cresceram apenas R$ 104,4 milhões, em valores atualizados pelo IGP-DI. Em números correntes, ou seja, em moeda da época, o aumento chega a R$ 129,6 milhões.

Questionada pelo Contas Abertas, a assessoria de imprensa da Infraero afirmou que a baixa execução é resultado de diversos motivos que impedem uma celeridade maior nos processos, entre os quais se encontram as licitações desertas ou fracassadas, a demora no processo de licitações em decorrência de impugnações de editais e os recursos administrativos e judiciais.

“Vale destacar também que os grandes recursos previstos se destinam às obras propriamente ditas. Até agosto, a maior parte da execução orçamentária se destinou a projetos, com valores bem menores que estas obras. E, tradicionalmente, o maior volume de desembolso se dá no segundo semestre” conclui.
Segundo a assessoria, o fato pode ser observado pelo início, em outubro, das obras para reforma e ampliação do terminal de passageiros e adequação do sistema viário do Aeroporto de Confins, no valor de R$ 236,65 milhões, pela homologação da licitação da obra de reforma e ampliação do terminal de passageiros e adequação do sistema viário do Aeroporto de Manaus, no valor de R$ 393 milhões, e, pela terraplenagem – já em andamento – para a construção do terminal de passageiros três do Aeroporto de Guarulhos, no valor de R$ 417 milhões.

A publicação do edital de licitação para construção do novo terminal de passageiros, pátio de aeronaves, estacionamento, acesso viário e edificações do Aeroporto de Florianópolis, no valor de R$ 295 milhões, também é exemplo da situação. Além de outros empreendimentos menores, porém importantes e com recursos significativos alocados.

Porto Seco do Cerrado dinamiza logística de Uberlândia


Investimentos em infraestrutura impulsionam o crescimento de Uberlândia e fazem com que empreendedores tenham ainda mais interesse pelo potencial logístico da cidade. Prova disso foi a assinatura do termo aditivo do contrato de concessão para o funcionamento por mais uma década e expansão do Porto Seco do Cerrado (PSC) no município.

O ato que beneficiará milhares de pessoas de Uberlândia e região foi realizado no Centro Administrativo Municipal pelo prefeito Odelmo Leão; pelo diretor-administrativo da Log-In Logística, Anderson da Silva de Carvalho; e pelo diretor-presidente da Casemg, Glycon Terra Pinto Júnior.

O PSC é um terminal intermodal (utiliza dois ou mais tipos de transporte) que oferece soluções logísticas a empresas que atuam no segmento de comércio exterior.

Administrada pela Log-In, a Estação Aduaneira de Interior (Eadi) está instalada em uma área de 50 mil metros quadrados da Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg), no Distrito Industrial de Uberlândia. Além da renovação do contrato de concessão, a Casemg disponibilizou outros 10 mil metros quadrados para uma possível expansão. São 20% a mais de área, onde a empresa poderá ter até 50% de aumento nas atividades de importação e exportação.

“É um momento importante para a cidade, pois graças ao empenho do poder público e da iniciativa privada, o Porto Seco segue por mais dez anos com suas atividades em Uberlândia. Foi um trabalho de parceria, que oportunizará a chegada de mais investidores do segmento à região, gerando mais emprego e desenvolvimento sócio-econômico. É mais um fator que comprova nossa vocação no comércio atacadista e logística”, expôs o prefeito Odelmo Leão.

A estação aduaneira realiza o processo de nacionalização ou exportação das cargas, bem como os serviços de estocagem, armazenagem, movimentação e transbordo. Tais soluções diminuem os custos com logística, problemas no manuseio direto das mercadorias e aumento da eficiência da entrega. Com o PSC, os produtos vão prontos para o embarque em portos molhados, também conhecidos como marítimos. No caso inverso, de importação, agiliza a chegada das mercadorias aos clientes e permite o recolhimento de custos fiscais apenas no momento da retirada dos itens do Eadi.

“Próxima aos portos molhados do Brasil, Uberlândia possui posicionamento estratégico e condições logísticas que despertam o interesse de empresas que necessitam de um local em que possam fazer a movimentação, armazenagem e transbordo de suas cargas com mais velocidade e menor custo. A cidade tem avançado neste sentido, investindo na melhoria das vias, acessos e estrutura. Isso agrega muito aos portos, ao estado de Minas Gerais e ao País”, apontou Anderson da Silva de Carvalho, da Log-In Logística.

Fonte: www.portosenavios.com.br

Câmara de Infraestrutura e Logística fará diagnóstico do setor


Instalado, o colegiado trabalhará nos próximos meses para definir prioridades, debater a atual realidade gaúcha de infraestrutura e logística, estabelecer prioridades para execução e indicar formas de viabilização é a responsabilidade da mais nova câmara temática do Conselhão. O colegiado fará um diagnóstico completo da situação do setor, identificar os gargalos, formas de financiamento e modernização.

O secretário executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Marcelo Danéris, destacou que a mobilidade social, escoamento da produção e sustentabilidade ambiental são bases para orientar este trabalho. "A promoção de um novo ciclo de desenvolvimento no Estado se relaciona diretamente com a necessidade de existência de um sistema adequado de infraestrutura e logística. Dele dependem nossa competitividade e perspectiva de crescimento", explicou.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, citou algumas prioridades já diagnosticadas como a segunda ponte do Guaíba, acesso asfáltico para 104 municípios, duplicação da RS-118, da BR-116 entre Guaíba e Pelotas; duplicação de 250 km em trechos importantes para a produção como Passo Fundo/Marau, Bento Gonçalves/Carlos Barbosa, Bento Gonçalves/Farroupilha, Cruz Alta/Ijuí; Venâncio Aires/Santa Cruz.

Ele informou que o Governo do Estado tem a previsão de investir cerca de R$ 3 bilhões na área até o final da gestão. No entanto, alertou sobre a insuficiência de recursos para todas estas obras, mesmo com a importante parceria do Governo Federal. "O que vamos fazer para reduzir o déficit no setor e como pagar são questões fundamentais", alertou.

"Trata-se de uma iniciativa oportuna e importante para o futuro do Rio Grande do Sul. O Estado carece desse debate para aprimorar sua capacidade de ação e investimento", considerou Beto Albuquerque sobre a instalação do colegiado. "Com certeza, o trabalho da Câmara Temática será de extrema importância para que se tracem as melhores estratégias de ação", complementou.

Entre as pautas definidas no Termo de Instalação estão a redução de desigualdades regionais; planejamento de curto, médio e longo prazo; integração e cooperação com o Mercosul; visualização de oportunidades de investimentos federais; investimentos estaduais, federais e financiamentos internacionais na malha viária, aeroportos, ferrovias, portos e redes de abastecimento de água e saneamento básico; manutenção, conservação, ampliação e construção de rodovias estratégicas; transporte ferroviário e Ferrovia Norte-Sul; Metrô de Porto Alegre e expansão do Trensurb; hidrovias e portos; ampliação do Salgado Filho e situação dos aeroportos regionais; transporte intermunicipal de passageiros; pontes e demais obras especiais para a melhoria do escoamento da produção e transporte de passageiros; construção da nova ponte sobre o Rio Guaíba em Porto Alegre; expansão do abastecimento de água e do acesso ao saneamento básico no meio urbano e rural; normas técnicas ambientais; e obras ambientalmente sustentáveis.

Fonte: Jornal do Comércio

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Multas de trânsito mais que duplicam nos últimos 4 anos em SP

Se as previsões da Prefeitura de São Paulo se concretizarem, a cidade vai quebrar uma marca simbólica no fim da atual gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD). No intervalo de quatro anos de seu mandato, a quantia arrecadada em multas de trânsito deverá mais do que dobrar, passando de R$ 386,1 milhões em 2008 para R$ 832,4 milhões em 2012. É como se cada dono de veículo registrado na capital fosse pagar R$ 117 em multas no ano que vem.
Números provam que as ruas e avenidas da capital nunca estiveram sob vigilância tão rígida quanto agora. Desde 2008, quando a Prefeitura voltou a investir em fiscalização, a capital ganhou 354 novos radares eletrônicos, 250 novos marronzinhos, 800 novos policiais de trânsito depois da reativação do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) e 112 câmeras que multam quem não respeita faixas de pedestres.
Por isso, o contraste com o período anterior é gritante. Na gestão 2005-2008, de José Serra (PSDB) e Kassab, a arrecadação com multas cresceu em um ritmo 38 vezes menor que na atual administração.
Outro fator que explica o grande aumento de multas de trânsito nesse período é o crescimento sem precedentes da frota de veículos da cidade. A cidade ganhou cerca de 1,2 milhão de veículos desde janeiro de 2008, entre motos, carros, ônibus e caminhões. Ao mesmo tempo, Kassab apertou o certo contra os maus pagadores - desde abril deste ano, a Prefeitura vem colocando cerca de 697 mil devedores de multas na lista de "nomes sujos" do Cadastro Informativo Municipal (Cadin), medida que diminuiu o número de inadimplentes.
A discussão sobre os efeitos dessa fiscalização na cidade divide especialistas e motoristas. Quem dirige reclama da existência de uma "indústria da multa" - isto é, um sistema punitivo que serviria mais para encher os cofres municipais do que para melhorar a educação de trânsito. A maioria dos estudiosos do tema, porém, defende o aumento da fiscalização como ferramenta de redução de acidentes, mas critica certos aspectos da atuação municipal no combate às infrações.
"O motorista que corre e reclama de ser multado é como o aluno que tira nota baixa na escola", diz o engenheiro de trânsito Luiz Célio Bottura, que atualmente é ombudsman da Campanha de Proteção ao Pedestre da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Ele diz que, dada a quantidade de infrações cometidas em São Paulo, o número de multas deveria ser até maior.
O também engenheiro Flamínio Fichmann afirma que a CET erra o foco da fiscalização. "Não há um empenho para aplicação de multas de outros delitos, como dirigir sob efeito de álcool e drogas, avançar o semáforo vermelho e o excesso de velocidade. São essas as infrações que, se fossem mais bem fiscalizadas, resultariam em redução dos acidentes", afirma o especialista.

Fonte: Agência Estado

Venda de caminhões tem fila de um ano

A fabricação de caminhões, um dos segmentos que vêm sustentando a produção industrial brasileira, cresce em ritmo inferior ao da demanda do setor logístico e abre a possibilidade de o mercado importar mais veículos de carga. O Instituto Ilos, especializado em consultoria e capacitação em logística, apurou que o tempo de espera por um caminhão novo já é de 6 a 12 meses.
De janeiro a setembro, foram licenciados 129,918 mil caminhões, o que representa aumento de 15,9% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de veículos Automotores (Anfavea). Por enquanto, as importações respondem por apenas 2.784 veículos mas essa quantidade é 59,8% maior que a registrada em igual período de 2010, conforme noticiado pelo jornal o Estado de S.Paulo.
Fonte: O Estado de S. Paulo

Motoristas andam grudados, diz técnico

Os acidentes mais frequentes no sistema Anchieta-Imigrantes são colisões traseiras, que somam 34,5% das batidas até setembro deste ano.
Essa característica é mais comum nessas estradas do que no resto da malha rodoviária paulista, onde elas representam 19% dos casos. As explicações são a alta velocidade permitida (até 120 km/h), a distância insegura entre os veículos e a presença excessiva de caminhões.
"Os motoristas andam grudados no carro da frente", diz Humberto Pullin, engenheiro de tráfego e consultor. "Há rampas fortes na serra. E os veículos pesados aumentam a virulência dos acidentes", diz Creso de Franco Peixoto, professor da FEI.
Na última década, os caminhões no sistema aumentaram num ritmo mais de duas vezes superior ao dos carros. A alta foi impulsionada pelo crescimento econômico e facilitação da viagem rumo ao porto de Santos, por exemplo, pelo Rodoanel. Os veículos comerciais (caminhões, ônibus) somam 18% do tráfego e mais de um a cada cinco envolvidos em acidentes. Mas, diz a Ecovias, houve queda neste ano.
O ritmo de ocorrências ganhou mais casos para novas estatísticas. No dia 5, uma dona de casa de 54 anos morreu e nove pessoas ficaram feridas num engavetamento com oito veículos na Anchieta.
O motorista do caminhão desgovernado culpou a perda de freio. O tacógrafo indicava excesso de velocidade. Embora a colisão traseira seja mais frequente, os atropelamentos são os que mais matam (30% das vítimas). Mais de dois terços das batidas no sistema são em dias de tempo bom. Só 3,4% ocorrem sob neblina -mais que a média de 0,9% no Estado.
Segunda em acidentes - Das 18 malhas estaduais concedidas em SP, a da Ecovias é a segunda em índices de acidentes e de feridos. Os dados são de janeiro a agosto de 2011. Foram calculados pela Artesp (agência que regula as concessões) , levando em conta a extensão e a quantidade de veículos.
A Ecovias cita dois fatores para isso: trechos urbanos, onde há mais interferências (travessia de moradores), e presença maior de turistas (usuários que desconhecem a estrada).

Fonte: Folha de S. Paulo

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Funcionários rejeitam acordo e greve dos Correios continua


Em assembléias promovidas em todos os estados e no Distrito Federal, a maioria dos sindicatos de trabalhadores dos Correios rejeitou o acordo fechado entre a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a direção da estatal, na audiência de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Com a decisão, a greve da categoria, que já dura 22 dias, prosseguirá e será julgada na segunda-feira (10/10) pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos.

Segundo o secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, pelo menos 18 dos 35 sindicatos da categoria se posicionaram contra o acordo de ontem, que previa aumento real de R$ 80 a partir de outubro e aumento linear de salários e benefícios de 6,87%.

A proposta acordada também previa a devolução do valor correspondente aos seis dias de greve que já foram descontados dos trabalhadores em folha de pagamento suplementar. Esses dias seriam descontados posteriormente, na proporção de meio dia de trabalho por mês.

Os outros dias de greve seriam pagos e, posteriormente, compensados pelos trabalhadores que fariam horas extras nos fins de semana e feriados.

No comunicado enviado ontem aos sindicatos, a Fentect alertou que já existe no TST jurisprudência desfavorável à categoria em relação ao pagamento dos dias parados e às cláusulas econômicas. Por isso, pediu que a categoria aprovasse o acordo.

Fonte: Brasil Econômico