quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Prefeitura de Guarulhos quer anel viário no entorno do aeroporto


A Prefeitura de Guarulhos, na Grende São Paulo, quer construir um anel viário em volta do aeroporto de Cumbica para facilitar o acesso dos moradores. A ideia é duplicar as avenidas Monteiro Lobato, Papa João Paulo, Jamil João Zarif, a rua Bela Vista do Paraíso e a marginal do rio Baquirivu, que circundam o terminal, e criar alternativas à rodovia Hélio Smidt, único e já saturado acesso ao aeroporto.

O dinheiro para fazer as obras deve vir do governo federal - a administração do prefeito Sebastião Almeida (PT) protocolou um pedido de verba de R$ 220 milhões no Ministério do Turismo, por acreditar que a melhoria atende também os turistas. A previsão de início da duplicação das vias é 2013, com término para antes da Copa de 2014.

A Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos, nova administradora de Cumbica, afirma que assinou um termo de compromisso com a prefeitura que prevê o alargamento de algumas vias no entorno, mas que ainda precisa receber o projeto da Secretaria de Transportes.

Os novos gestores já têm seus investimentos previstos para o viário do aeroporto. Devem fazer obras de melhoria na Hélio Smidt, até para criar espaço para uma futura estação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). A linha 13-Jade deve ligar São Paulo ao aeroporto. Além disso, já está prevista nos planos da concessionária uma alça de acesso do aeroporto até o Trecho Norte do rodoanel, ainda em projeto.

Outra melhoria viária prometida pela prefeitura no ano passado para a Copa é uma ligação direta entre a zona leste de São Paulo e Cumbica. É a avenida José Alencar, que vai começar na Papa João Paulo, atrás do aeroporto, cruzar a Via Dutra e chegar até o trevo da rodovia Ayrton Senna com a Jacu.

Fonte.: Agência Estado

ANTT altera resolução para transporte de produtos perigosos


A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) homologou em 06 de setembro a Resolução nº. 3.886/12 que altera alguns pontos da Resolução nº. 3.665/11, que trata do transporte rodoviário de produtos perigosos.

Entre outras alterações, a nova Resolução suprimiu o artigo que tratava da proibição da participação do motorista nas operações de carga, transbordo e descarga de produtos perigosos.

O novo texto deixa essa lacuna em aberto, apontando apenas que tais operações devem ser realizadas atendo às normas e instruções de segurança e saúde do trabalho, estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE.

A alteração ratifica ainda, a necessidade de o condutor e o seus auxiliares usarem o traje mínimo obrigatório, ficando desobrigados do uso dos EPIs.

A medida também trata das penalidades ao transportador que não promova a retirada da sinalização de veículos e equipamentos de transporte, após as operações de limpeza e descontaminação e esclarece que o transportador assume as responsabilidades atribuídas ao expedidor, sempre que efetuar quaisquer alterações no carregamento de produtos perigosos, inclusive quando efetuar operações de redespacho.

Fonte.: Imprensa SETCESP

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Obra de melhoria na pavimentação da Régis Bittencourt é iniciada


O trecho entre o Km 269 e Km 280 da Rodovia Régis Bittencourt está passando por obras de melhoria no asfalto e pavimentação. Ambos os sentidos, nos municípios de Taboão da Serra e Embu das Artes passará pelo processo, que é a continuidade do cronograma de obras. Por dia são feitos trechos de 1,5Km a 2Km. A responsável pelas obras é a Concessionária Autopista Régis Bittencourt.

As intervenções estão sendo realizadas na faixa central e da direita da pista, sentido Curitiba. A pista sentido São Paulo já recebeu as primeiras intervenções e deverá ter novos bloqueios durante o mês de outubro, para a aplicação do revestimento do asfalto.

A técnica de aplicação de revestimento utilizada é do tipo SMA (Stone Mastic Asphalt), que é uma matriz de pedra e asfalto mais estável, durável e resistente à trilha de rodas. As camadas de SMA são recomendadas para rodovias com altos volumes de tráfego, cargas pesadas e altas pressões de pneus, que é o caso da BR-116 SP/PR.

Em nota, a Autopista Régis Bittencourt recomenda atenção redobrada nas proximidades das obras, em especial quanto à sinalização e as possíveis retenções ocasionais de tráfego, dependendo dos dias da semana e horários de pico.

A Concessionária orienta que os usuários redobrem a atenção ao passar pelos locais em obras, reduzam a velocidade e respeitem a sinalização. Para mais informações, ligue para 0800 70 90 116. O telefone 0800 717 1000 está disponível para o atendimento aos usuários com deficiência auditiva e da fala.

Fonte.: O Taboanense

Obra no Tietê é 1º passo para o hidroanel


Eclusa é uma obra de engenharia hidráulica que possibilita navegar em locais onde há desnível no leito do rio --ela permite ao barco subir ou descer, conforme o caso.

A licença prévia foi pedida à Cetesb (agência ambiental paulista) e pode ser concedida dentro de um mês.
A eclusa tornaria navegável um trecho de 14 km do rio, até São Miguel Paulista, no extremo leste da cidade. Hoje, o Tietê tem 41 km navegáveis, entre a Penha e a cidade de Santana do Parnaíba.

O projeto do governo é construir um hidroanel de 170 km ao redor da capital, que incluiria os rios Tietê e Pinheiros e as represas Billings (zona sul e ABC) e Taiaçupeba (Suzano). Um canal artificial de 18 km precisará ser feito para ligar as duas represas.

Embora o projeto contemple o transporte de passageiros (principalmente nas represas), a prioridade é transportar lixo, entulhos, material de dragagem do rio, resíduos da construção civil e lodo retirado das estações de tratamento, além de produtos hortifrutigranjeiros.

"É viável a construção do hidroanel. O projeto, se realmente for feito, já se justifica só pelo transporte de material de dragagem e lodo", diz Alexandre Delijaicov, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

Ele é um dos pesquisadores que ajudou a elaborar os projetos iniciais --a faculdade venceu uma licitação.

O horizonte para concluir o hidroanel é 2045. Mas há obras de curto prazo, que podem terminar em cinco anos.

A licitação da eclusa será aberta em breve, segundo Casemiro Tércio Carvalho, diretor do Departamento Hidroviário de SP. "Estamos terminando os orçamentos."

No total, a implantação do hidroanel deve custar algo em torno de R$ 4 bilhões.
Ao longo da hidrovia estão previstas a construção de 60 ecoportos (que recebem material já triado), 11 eclusas e 3 portos de destino. "São locais que vão promover a interligação do barco, do trem e do caminhão", diz Delijaicov.

A principal vantagem do hidroanel, dizem os técnicos, é retirar das ruas caminhões que transportam resíduos.

Em alguns casos, será possível usar os rios como uma espécie de piscinão. "É uma alternativa contra as enchentes, que poderá ficar mais barata", afirma Delijaicov.

Fonte.: Jornal Floripa

Parada na Reduc reduz oferta de S-50


A Petrobras teve de interromper as entregas de diesel S-50 devido a uma parada da unidade de hidrotratamento da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), região metropolitana do Rio de Janeiro. O problema causou a redução dos estoques das distribuidoras de combustíveis do Estado do Rio, segundo Alísio Vaz, presidente do Sindicado Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom).

Na quinta e na sexta-feira da semana passada (19 e 20), os estoques registravam dois dias, quando o ideal é por volta dos cinco dias. A estatal não informou quando foi essa interrupção, mas destacou que as entregas foram "normalizadas" desde 19 de setembro. De acordo com a Petrobras, a partir de ontem, a empresa intensificou o ritmo de entregas "de modo a permitir alguma recomposição de estoque" pelas distribuidoras.

"Houve problemas na refinaria [Reduc] nas últimas semanas que levaram à redução da oferta", disse Vaz, após apresentar palestra no 1º Encontro de Logística de Biocombustíveis do Rio de Janeiro. "A Petrobras está se mobilizando para superar isso, mas os estoques são baixos", disse Vaz.

A Petrobras ressaltou que a empresa ofertou volume equivalente para retirada do produto em outros polos de venda da região Sudeste. A ação está prevista nas condições contratuais da estatal com as distribuidoras. Além disso, a empresa ainda programou a chegada de um navio para reforçar os estoques na região. "Estamos trabalhando com muita intensidade para superar isso [estoques reduzidos], especialmente contando com essa normalização dos bombeios pela Petrobras", afirmou o presidente do Sindicom.

Vaz afirmou ainda que o Diesel S-50 está de 5% a 10% mais caro que o diesel comum no país. Segundo ele, grande parte da diferença pode ser explicada pelos custos logísticos. Além das grandes distâncias que são percorridas para o abastecimento do diesel menos poluente, a demanda ainda é muito inferior à do diesel comum, já que atende apenas à nova frota de caminhões, que tem motor Euro 5.

Fonte.: Valor Econômico